quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 03/08/2011 a 06/08/2011

Quarta, 3 de agosto
Testemunho
“Eu vou cantar, cantar, cantar”

Quando nos levantamos para cantar um hino com a congregação, é possível sentir todos os cuidados de outra longa e cansativa semana saindo de nosso corpo enquanto erguemos a voz em louvor a Deus. Não importa quão talentosa (ou sem talento) a congregação possa ser, nossa consciência está concentrada em algo muito mais importante: a adoração a Deus. Enquanto nos concentramos em coisas boas, retas e puras, sentimos um “gostinho” do Céu.

“Deus é adorado com hinos e músicas nas cortes celestes, e, ao exprimir-Lhe nossa gratidão, estamos nos aproximando do culto que Lhe é prestado pelas hostes celestiais” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p.104).

“Devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto quanto a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 594).

Do início até o fim da Bíblia, Deus é louvado por Sua bondade: “Quando rompeu a manhã, esta revelou às multidões de Israel tudo que restava do seu poderoso adversário: os corpos, vestidos de malha, arremessados à praia. Do mais terrível perigo restara um completo livramento. [...] Apenas Jeová lhes trouxera livramento, e para Ele volveram os corações com gratidão e fé. Sua emoção encontrou expressão em cânticos de louvor. O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimes que pelo homem são conhecidas” (Ibid., p.287, 288).

Nós iremos adorar a Deus no Céu, por isso, deveríamos aprender a louvá-Lo enquanto estamos aqui na Terra: “Os dias de dores e prantos acabaram-se para sempre. O Rei da glória enxugou as lágrimas de todos os rostos; removeu-se toda a causa de pesar. Por entre o agitar dos ramos de palmeiras, entoam um cântico de louvor, claro, suave e melodioso; todas as vozes apreendem a harmonia até que reboa pelas abóbadas do Céu a antífona: ‘Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro’ (Ap 7:10, 12;” Ellen G. White, O Grande Conflito, p.650).

Mãos à Bíblia

Ao longo das Escrituras, encontramos a música como parte integrante do culto. Segundo Jó 38:7, os anjos cantavam em resposta à criação do mundo.

6. Leia Apocalipse 4:9-11; 5:9-13; 7:10-12; 14:1-3. Que coisas acontecem no ambiente imaculado do Céu? Quais são os temas apresentados nesses textos, e o que podemos aprender com eles sobre adoração?

Jesus, como Criador e Redentor, está no centro de assuntos como música, louvor e adoração. Se os anjos cantam sobre Ele no Céu, certamente devemos fazer isso aqui na Terra.

Talitha Simmons – Melbourne, Austrália

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração - 20/07/2011 a 23/07/2011

Quarta, 20 de julho

Testemunho
Aprendendo com o passado


“O incenso que subia com as orações de Israel, representa os méritos e intercessão de Cristo.Unicamente Sua perfeita justiça, que pela fé é atribuída ao Seu povo, pode tornar aceitável a Deus o culto de seres pecadores.

“Quando os sacerdotes, pela manhã e à tardinha, entravam no lugar santo à hora do incenso, o sacrifício diário estava pronto para ser oferecido sobre o altar, fora, no pátio. Essa era uma ocasião de intenso interesse para os adoradores que se reuniam junto ao tabernáculo. Antes de entrar à presença de Deus pelo ministério do sacerdote, deviam empenhar-se em ardoroso exame de coração e confissão de pecados. Uniam-se em oração silenciosa, com o rosto voltado para o lugar santo. Assim, ascendiam suas petições com a nuvem de incenso, enquanto a fé se apoderava dos méritos do Salvador prometido, prefigurado pelo sacrifício expiatório.

“As horas designadas para o sacrifício da manhã e da tardinha eram consideradas sagradas, e, por toda a nação judaica, vieram a ser observadas como um tempo reservado para a adoração. E, quando, em tempos posteriores, os judeus foram espalhados como cativos em países distantes, ainda naquela hora designada voltavam o rosto para Jerusalém e proferiam suas petições ao Deus de Israel. Nesse costume, os cristãos têm um exemplo para a oração da manhã e da noite. Conquanto Deus condene o mero ciclo de cerimônias sem o espírito de adoração, olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar o perdão dos pecados cometidos e apresentar-Lhe seus pedidos de bênçãos necessitadas” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 353, 354.)

Pense nisto


1. Quais as partes do serviço de comunhão que, na atualidade, apontam para Jesus, nosso Mediador?

2. Por que o amanhecer e o anoitecer são bons momentos para a comunhão com Deus?

Mãos à Bíblia

4. Leia Êxodo 25:10-22. O que o povo é orientado a fazer ali, e quais promessas são apresentadas?

Deus prometeu ao povo não apenas Sua presença. Ele prometeu Se comunicar com as pessoas, falar com elas, para guiá-las nos caminhos que elas deviam seguir.

5. Que promessas encontramos em Salmos 37:23, 48:14, Provérbios 3:6 e João 16:13?

Qual cristão não tem visto a direção do Senhor em algum momento de sua vida? É aqui, também, que entra a adoração. Devemos adorar o Senhor em atitude de submissão, entrega e boa vontade em ser conduzidos.

Lyn Van Denburgh – Milwaukee, EUA

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

O sábado e a adoração - 13/07/2011 a 16/07/2011

Quarta, 13 de julho

Evidência
A quem você honra?


Do Dia dos Namorados ao Dia das Mães, do Oscar ao Prêmio Nobel da Paz, temos muitas maneiras de expressar nossa apreciação pelas pessoas importantes. Apesar de a concessão de algumas dessas honrarias ser baseada em critérios predeterminados, geralmente existem controvérsias quando as decisões são anunciadas. As Escrituras fazem referência a vários títulos e honrarias, como príncipe, sacerdote, homem de valor e senhor. Também aqui, nem sempre o real merecedor é aquele que usufrui dos privilégios.

Em Apocalipse 14:7, um anjo nos exorta: “Temam a Deus e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do Seu juízo. Adorem Aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas”. Esse verso dá somente um critério para que alguém seja digno de receber glória e adoração: “Aquele que fez.” A Bíblia não tenta provar a existência de Deus; ela apresenta uma quantidade de justaposições entre Aquele, que é Deus, e algo/alguém que não o é.

Uma das principais diferenças entre Deus e os ídolos é que o verdadeiro Deus é Aquele que age. Por exemplo: no contexto do sábado, lembramo-nos desse dia e, consequentemente, de seu Criador, pelo fato de que Jeová o “criou”, “descansou” nele, “abençoou” e santificou esse dia (Êx 20:11). Em Deuteronômio 5:15, Israel foi advertido a se lembrar de Deus porque Ele “tirou” o povo da servidão e “ordenou” que o sábado fosse observado. Por outro lado, os ídolos estão longe de ser agentes ativos, que exercem poder independente e criativo. São falsos deuses, artefatos meramente humanos (Leia Is 44).

Ao passo que a decisão a respeito de quem deve receber o Oscar de melhor ator ou atriz não influencia significantemente nenhum de nós, nossas escolhas referentes à adoração têm consequências eternas.

Mãos à Bíblia


5. Leia Êxodo 31:13. O que significa ser santificado por Deus? Como podemos experimentar esse processo em nossa vida?

Criação, redenção e santificação estão interligadas. Deus chamou Israel e os separou como Seu povo santo, para ser uma luz para o mundo. Cristo chamou Seus discípulos para a missão de levar o evangelho ao mundo. No centro dessa tarefa está a santidade. O evangelho não trata apenas de escapar à condenação. Também inclui ser livre da escravidão do pecado.

6. Leia 2 Coríntios 5:17. Qual é o plano de Deus para a criação arruinada pelo pecado? Como o sábado pode nos ajudar nesse plano de redenção? Como nossos cultos de adoração podem realçar esse tema?

Yogeld André – Lubbock, EUA

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

A adoração em Gênesis: duas classes de adoradores - 29/06/2011 a 02/07/2011

Quarta, 29 de junho

Evidência
Reconhecendo Deus


Em novembro de 1865, a Sra. Trichborne recebeu uma carta de seu filho morto. Onze anos antes, o navio em que ele viajava havia naufragado no Oceano Atlântico. De repente, contudo, um milagre aconteceu, e uma empolgada Sra. Trichborne rapidamente enviou dinheiro para que seu filho voltasse para casa. Após sua chegada, Joseph parecia ter mudado drasticamente. O antigo jovem esbelto ecom cabelos escuros era agora um homem de forma avantajada e cabelos claros. Ele também era incapaz de falar francês, idioma que havia aprendido desde criança. No entanto, a Sra. Trichborne o aceitou e ofereceu a ele uma boa pensão financeira. Embora muitos membros da família estivessem convencidos de que o homem era um impostor, a desesperada mulher desceu à sepultura acreditando que seu filho havia retornado. Após sua morte, o “filho” foi exposto como uma fraude e levado à justiça.

Sim, a idosa senhora foi ingênua. Mas muitos de nós também somos quando se trata de adorar a Deus e compreender tudo o que Ele representa. Reconhecemos Sua vontade em nossa vida? Pensemos em Caim, o primeiro assassino da história terrestre. Quão diferente teria sido sua vida se ele tivesse estabelecido um forte relacionamento com Deus! Ele não sabia que seu sacrifício seria inaceitável aos olhos de Deus? Ou será que sabia, mas não se importou? Não conhecia o Ser a quem deveria adorar? Caim teria reagido tão violentamente se tivesse compreendido o tipo de sacrifício desejado por Deus e o plano da salvação?

Quando nos esforçamos para descobrir quem é Deus e para construir um relacionamento com Ele, aprendemos mais sobre quem Ele é e o tipo de adoração que merece.

Não convertamos nossa adoração em algo que desejamos. Se nosso desejo é agradar a Deus e adorá-Lo, precisamos construir um relacionamento com Ele que nos capacite a reconhecer Seu caráter e Seus mandamentos. Na verdade, existem dois tipos de adoradores:os que adoram com base em seus próprios desejos e aqueles que adoram considerando os desejos de Deus, a quem amam e conhecem bem.

Se estivermos atentos à advertência expressa em casos como o do primeiro assassino mundial e da Sra. Trichborne, teremos a chave para uma vida plena em Cristo e para uma completa adoração.

Mãos à Bíblia

5. Leia Gênesis 12:1-8. O que esses versos revelam sobre Abrão (que teve o nome mudado para Abraão) e o chamado de Deus para ele?

Deus o chamou para que ele se separasse de seus familiares e de seu ambiente confortável, para se tornar o pai de uma nação de adoradores, que defenderiam e representariam o verdadeiro Deus.

6. Leia Gênesis 22:1-18. Por que Abraão foi submetido a essa terrível prova? Que mensagem Deus queria que ele entendesse (v. 8, 13, 14)?

Por meio da prova enfrentada por Abraão, permanece através dos séculos um símbolo incrivelmente poderoso da centralidade da morte de Cristo para a salvação.

Nicholas J. Reichert – Berrien Springs, EUA

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Vestido em Cristo - 22/06/2011 a 25/06/2011

Quarta, 22 de junho

Evidência
Mais do que você pechinchou


É difícil abrir mão de nossos pensamentos e aceitar os de Deus, vestir a roupa que Ele nos oferece – a veste de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência (Cl. 3:12). O plano de Deus nem sempre faz sentido perfeito no começo. Mas a Bíblia está cheia de histórias de pessoas que receberam muito mais do que “pechincharam”, num bom sentido!

Rute era uma moabita. Mas, quando seu marido judeu faleceu, ela ficou com sua sogra e prometeu seguir o Deus dela. Como resultado, Deus a guiou para uma nova vida, e ela se tornou a bisavó do rei Davi, e, descendo um pouco mais a árvore genealógica, foi parente do próprio Jesus!

Quando eles foram levados cativos, Daniel e seus amigos pediram para comer somente comidas saudáveis que honrassem a Deus. Pode ser que eles não esperavam pelos resultados surpreendentes de sua decisão ao seguirem os princípios divinos. Fazia sentido desprezar comida quando eles eram prisioneiros? Na verdade não: o caminho de Deus foi mais uma vez o melhor. Jesus teve misericórdia dele e o curou.

Maria e Marta ficaram angustiadas quando Jesus não seguiu os planos que elas pensaram que Ele seguiria, de curar Lázaro antes que morresse (João 11). Após a morte de Lázaro, elas O queriam por perto para chorar a perda de seu irmão. Mas os planos de Jesus eram maiores e melhores! Ele miraculosamente trouxe o irmão delas à vida e provou o poder de Deus para muitas pessoas naquele dia.

Quando abrimos mão de nossos próprios hábitos e esquemas e aceitamos a cobertura de justiça oferecida por Deus, recebemos a salvação que jamais receberíamos junto às bênçãos do melhor juízo de Deus. Ele conhece o fim desde o princípio. Você pode confiar a Ele seus hojes, amanhãs e ontens! Muito maior do que vantagens terrenas é a realidade que o caminho de Deus traz vida – eterna, brilhante, perfeita.

Mãos à Bíblia

6. Leia 1 Coríntios 15:49-55. Que grande esperança está presente nesse texto?

Nessa passagem, o apóstolo revela que estar revestido de Cristo vai além de ostentar a imagem moral de Jesus, refletir Seu caráter e viver os princípios que Ele nos ensinou. Não é apenas uma mudança legal ou moral. Também inclui uma mudança física radical. Nossa carne mortal será revestida com o mesmo tipo de corpo imortal que Jesus teve ao ressurgir. Essa é a esperança reservada para nós (1Co 15:12-19).

Carrie Purkeypile – Citrus Heights, EUA

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Toque de fé - 15/06/2011 a 18/06/2011

Quarta, 15 de junho

Testemunho
Vestido como os lírios


Em Mateus 27, lemos sobre o irônico ataque dos soldados. Eles acharam que seria provocativo vestir a Cristo em vestes reais para mostrar quanto eles O desrespeitavam e também aos Seus seguidores. Essa zombaria, por fim, foi uma zombaria para o próprio Pai, que enviara Seu Filho para salvar “o Seu povo dos seus pecados” (Mt 1:21).

Será que zombamos de Deus com as roupas que usamos? Dizemos que acreditamos nEle, mas nos vestimos como o mundo? Ellen G. White escreveu sobre como nossa aparência frequentemente revela nosso coração. “No professo mundo cristão gasta-se com joias e vestidos desnecessariamente caros o que seria suficiente para alimentar todos os famintos e vestir todos os nus. A moda e a ostentação absorvem os meios que poderiam confortar os pobres e sofredores. Roubam ao mundo o evangelho do amor do Salvador” (A Ciência do Bom Viver, p. 287, 288).

“Mas nossas roupas, conquanto modestas e simples, devem ser de boa qualidade, de cores próprias, e adequadas ao uso. Devem ser escolhidas mais com vistas à durabilidade do que à aparência. Devem proporcionar agasalho e a devida proteção. […]

A Sra. White também declarou que “nenhum adorno exterior se pode comparar em valor ou encanto àquele ‘espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus’ (1Pe 3:4)” (Ibid., p. 288).

Porque Ele é nosso Criador e quer somente o melhor para nós, podemos confiar nEle para nos dar as vestes de que precisamos. Leia Mateus 6:28-33.

Sim, podemos confiar em Deus. Não precisamos gastar tempo e dinheiro preocupados se estamos exibindo a alta da moda. Não zombe da beleza exclusiva que Deus deu a cada um de nós. Ao invés disso, busque em primeiro lugar Seu reino!

Mãos à Bíblia

6. Leia Mateus 27:27-29. Qual é a terrível ironia que aparece nesse texto? O que isso nos diz sobre a ignorância, insensatez e crueldade humanas? Será que o mundo hoje ainda trata seu Redentor de forma tão impiedosa? Lc 23:10, 11; Mc 15:17-20

Aquele que ofereceu ao mundo pecaminoso Suas vestes de justiça e perfeição foi vestido com trajes de zombaria. O mais incrível é que Jesus suportou tudo isso por causa de Seu amor pela humanidade, inclusive por aqueles que O tratavam daquela maneira. Quantos de nós, no momento em que alguém nos ameaça ou maltrata, reagimos com ira e buscamos vingança! Porém, devemos olhar para o exemplo que Jesus nos deixou.

Stephanie Yamniuk – Winnipeg, Canadá

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

A veste nupcial - 08/06/2011 a 11/06/2011

Quarta, 8 de junho

Evidência
A veste nupcial


O Instituto de Tecnologia de Massachusetts tem o lema Mens et manus, que significa “Mente e mão”. A parábola das vestes nupciais considera a mesma ideia. O chamado do rei para a festa é feito a todos. Qualquer um que escolha aceitar o convite deve ter uma atitude dupla:

1. Propósito (mente). O convite do rei para a boda está aberto a todos. Aqueles que aceitam têm razões específicas para isso. Sua aceitação vem do coração.

2. Preparação. As pessoas que planejam comparecer precisam fazer os arranjos necessários. Essas preparações requerem propósito. As razões por que pessoas escolhem comparecer definem a forma em que elas se prepararão.

Nossa mente nos dá propósito, por aceitar o convite do rei. Nossas mãos traduzem esse propósito em ações (preparação). Os resultados de nossa “mente e mão” combinados nos definirão – não somente para outras pessoas, mas, o mais importante, para o rei. O convite e nossa aceitação dele não se destinam a residir apenas em nossa mente. Eles também devem alcançar nossas mãos. Apenas saber não é suficiente. Fazer, preparar-se para a festa é uma parte integral de nossa jornada até lá.

O convite de Deus para o Céu está aberto a todos. Ainda assim, não chegaremos ao Céu sem nos prepararmos para ele. O conhecimento de Seu convite precisa ser traduzido em ações – ações que Deus mesmo definiu e nos mostrou através de Cristo.

Uma amiga me convidou para ser sua dama de honra. Vindo de uma família filipina-chinesa, ela desejava agir de acordo com as práticas culturais chinesas para o almoço de noivado e a cerimônia de casamento. Sendo a única filipina em sua festa de casamento, ela me instruiu sobre esses costumes. Por exemplo, um vestido de cor escura precisa ser usado no almoço. Sabendo a regra (propósito/vontade), eu planejo me vestir de acordo (propósito/mão). Porque sou amiga dela, eu desejo me vestir apropriadamente. Esse desejo se traduz em preparações de minha parte. Então, o lema Mens et manus define nossa amizade, mostrando a profundidade de nosso relacionamento.

Mãos à Bíblia

4. O que a veste nupcial representa na parábola de Mateus 22:1-14? Por que a rejeição dela deveria ser, literalmente, uma questão de vida ou morte eterna?

Em algum momento da história, Deus finalmente irá separar Seus seguidores declarados. Nessa ocasião, distinguirá o trigo do joio (Mt 13:24-30), o sábio do insensato (Mt 25:1-13), o fiel do infiel (Mt 25:14-30) e os que estão verdadeiramente cobertos com o manto de Sua justiça dos que não estão (Mt 22:1-14).

Kristine Sarah Poblete – Tarlac, Filipinas

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Roupas de esplendor - 18/05/2011 a 21/05/2011

Quarta, 18 de maio

Testemunho
Comerciante celestial


“O grande Redentor Se representa como um comerciante celeste carregado de riquezas, indo de casa em casa, apresentando Suas inapreciáveis mercadorias (Ap 3:18). […]

Não podemos providenciar uma veste de justiça para nós mesmos, pois o profeta diz: ‘todas as nossas justiças [são] como trapos da imundícia’ (Is 64:6). Nada há em nós de que possamos revestir a alma de maneira que não apareça a sua nudez. Devemos receber a veste da justiça tecida no tear do Céu, isto é, o imaculado vestido da justiça de Cristo” (Ellen G. White, Nossa Alta Vocação [MM1962], p. 348).

“A veste nupcial é a justiça de Cristo e representa o caráter daqueles que serão aceitos como convidados para as bodas do Cordeiro. Todos aqueles que transgrediram a lei, que cometeram pecado, não podem encontrar propriedades salvadoras na lei que os condena, mas Cristo Se tornou o portador do pecado para o mundo todo. João diz: ‘Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo’ (IJo 2:1, 2). Todos aqueles que recebem a Cristo como seu Salvador pessoal renderão seus passos à Sua vontade e Seus caminhos. Eles lançarão seus pecados sobre Ele e se regozijarão na justiça de Cristo a eles imputada. Eles sabem o que significa ter as vestes trocadas. ‘Contudo, aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus. […] Todos recebemos da Sua plenitude, graça sobre graça’ [Jo 1;12, 13, 16]. ‘Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele’ (Jo 3:36; Ellen G. White, The Youth’s Instructor, 21 de outubro de 1897).

Mãos à Bíblia


Ao ler o Antigo Testamento, a tendência é sempre ficar preso a todas as advertências de destruição iminente. Mas, repetidas vezes, em meio a advertências, o Senhor oferece escape da destruição.

5. Qual é a mensagem de Isaías 52? Que esperança é oferecida? Qual é o significado dessas “roupas de esplendor” (v. 1) que as pessoas são instruídas a vestir?

Roger Davis – Kingston, Jamaica

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Vestes sacerdotais da graça - 27/04/2011 a 29/04/2011

Quarta, 27 de abril

Evidência

Cristo, nosso exemplo

Frequentemente quando estamos enfrentando tempos difíceis e tentação, é fácil cair no sentimento de que ninguém jamais esteve na “nossa pele”. Hebreus 4:15 diz que Jesus “passou por todo tipo de tentação – porém, sem pecado”. Quando temos sentimentos de desespero e solidão, podemos nos lembrar de que temos um Advogado que já esteve lá e está desejoso de percorrer o caminho conosco.

Algumas vezes é fácil permitir que nosso orgulho se intrometa no caminho. A natureza humana não gosta de pedir ajuda. Precisamos correr para nosso compassivo Pai Celestial e deixar que Ele coloque Seus amorosos braços sobre nós e nos guie quando estivermos em tentação.

Um dia eu estava realmente desencorajada. Nada parecia dar certo. Eu tinha um exame de inglês difícil esgotando meus pensamentos, e eu não tinha ideia de onde poderia encontrar ajuda. Mas uma amiga mencionou que, quando ela esteve na mesma situação, ela também ficou preocupada com o teste. Ela compartilhou comigo que Deus lhe deu força para se preparar, e Ele a ajudou a passar. Ela ainda me deu algumas dicas que ajudaram a acalmar algumas das minhas inquietações. Isso ilustra nosso texto para hoje. Jesus esteve na mesma situação que estamos enfrentando, e Ele é capaz de oferecer encorajamento.

O músico contemporâneo cristão Steve Green tem um hino sobre o legado que deixamos para aqueles que nos seguem: “Que aqueles que vêm após nós nos encontrem fiéis, que o fogo da nossa devoção iluminar o caminho deles.” Como cristãos, estamos deixando um legado para aqueles que nos cercam. Assim como Cristo deixou um legado, abrindo um caminho para nós, que sejamos uma luz aos outros.

Hebreus 12:2 diz que a única forma de terminar a corrida da vida e receber a coroa da justiça sobre nossas cabeças é fixar nossos olhos em Jesus. Ele é o único que pode nos dar a força, a graça e a misericórdia do perdão para correr e terminar a corrida.

Mãos à Bíblia

De todos os ornamentos usados pelos sacerdotes, o mais elaborado era o peitoral do juízo (Êx 28:15), vestido pelo sumo sacerdote.

4. Qual é o significado das pedras diferentes no peitoral? O que significa o fato de que o sacerdote deveria levar “os nomes dos filhos de Israel... sobre seu coração” (v. 29)? Êx 28:15-30; Ap 21:12-14

O sacerdote levava os nomes de Israel, representando o povo e sua dependência de Deus em todos os sentidos: do material ao espiritual.

Eric Beavon – Belgrade, EUA

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O casaco de cores diferentes - 20/04/2011 a 23/04/2011

Quarta, 20 de abril

Testemunho
O poço do homem é o pedestal de Deus


A antiga transgressão de Jacó influenciou o amargo e rebelde caráter de seus filhos, causando-lhe grande dor. “Houve um, entretanto, de caráter grandemente diverso – o filho mais velho de Raquel, José, cuja rara beleza pessoal não parecia senão refletir uma beleza interior do espírito e do coração. […] Escutava as instruções do pai e gostava de obedecer a Deus. […] Morrendo-lhe a mãe, suas afeições prenderam-se mais intimamente ao pai, e o coração de Jacó estava ligado a este filho de sua velhice. Ele ‘amava a José mais do que a todos os seus filhos’ (Gn 37:3). Mas […] Jacó imprudentemente manifestou sua preferência por José, e isto provocou a inveja dos outros filhos” (Patriarcas e Profetas, p. 209).

Vermelho. Azul. Verde. Amarelo. Laranja. Violeta. Apenas imagine o casaco de José. Numa época em que vestuário era muito comum e igual, esse presente certamente deve ter se destacado. Mal Jacó sabia que isso causaria sua mais profunda tristeza. “José, desconhecendo o que lhe sucederia, aproximou-se de seus irmãos com alegria de coração para encontrá-los após sua longa e exaustiva viagem. Seus irmãos rudemente o empurraram […] José ficou assustado com seus olhares de ira. […] Ao eles darem expressão aos seus sentimentos de inveja, Satanás tomou controle de suas mentes, e eles não tiveram senso algum de piedade e nenhum sentimento de amor por seu irmão. Eles o despiram de seu casaco de muitas cores com o qual estava vestido, um símbolo do amor de seu pai, e que havia instigado neles sentimentos de inveja. […]

E eles pegaram o casaco de José, e mataram um cabrito e imergiram o casaco em sangue; e pegaram o casaco de muitas cores, e levaram ao seu pai” (The Spirit of Prophecy, v. 1, p. 128-130).

Felizmente, o que os irmãos de José fizeram por maldade, o Senhor tornou em bênção (Gn 50:20). “Deus planejou que ele deveria adquirir experiência pelas tentações, adversidades e dificuldades, para prepará-lo a assumir um cargo de exaltada posição” (Ibid, p. 131-133).

Não tenha medo quando os esquemas humanos o lançam num vale obscuro e desesperador. Deus é fiel para exaltá-lo a uma posição de honra para que Ele possa receber a glória!

Mãos à Bíblia

5. Que grande contraste é visto em Gênesis 37:12-25 entre o bem e o mal, entre a inocência e a traição?

6. O que é mais significativo sobre o que aconteceu em Gênesis 37:23?

Shountae Boothe – Jamaica, Caribe

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Roupa de inocência - 13/04/2011 a 16/04/2011

Quarta, 13 de abril

Evidênci
Cobertos pela nudez


Imagine um mundo onde nunca tenha se ouvido falar de escândalo sexual. Nada de pornografia. Nada de prostituição. Nada de infidelidade. Esse mundo é perfeito. Deus mesmo disse que ele era “muito bom” (Gn 1:31). Gênesis 2 conta como Ele criou o homem e a mulher e a instituição do casamento. Estranho como isso possa parecer hoje, o homem e a mulher estavam nus e não se envergonhavam (Gn 2:25). O que essa “nudez” significava? “Adão e Eva não tinham necessidade de roupas materiais, pois o Criador lhes havia envolvido com um manto de luz, um manto simbólico de Seu justo caráter, o qual se refletia perfeitamente neles” (The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 227).

Após Adão e Eva desobedecerem a Deus, eles não estavam mais qualificados para usar suas vestes simbólicas, pois não mais refletiam a imagem do caráter justo de seu Criador. De repente eles se sentiram nus e se envergonharam; tentaram consertar essa situação por si próprios, confeccionando novas roupas com folhas de figueira. Mais tarde, ao Deus caminhar pelo jardim e chamar a Adão, o casal se escondeu com medo. Por quê? Eles já não estavam nus antes? Por que se esconderam de Deus agora? Algo aconteceu que não estava diretamente relacionado às roupas. Pela primeira vez na História, os seres humanos tinham alguma coisa para esconder. Adão não disse a Deus que ele tinha pecado, mas reconheceu que tinha algo para esconder. A resposta de Adão é estarrecedora: “Ouvi Teus passos no jardim e fiquei com medo, porque estava nu; por isso me escondi” (Gn 3:10).

Antes que Adão e Eva deixassem o jardim, Deus fez para eles roupas de pele (Gn 3:21). Essas roupas os protegeriam das mudanças climáticas que ocorreriam como resultado de seu pecado. Além disso, elas precisavam ser mais apropriadas para o pesado trabalho físico que se estendia diante deles. Mas, ainda mais importante, “as peles eram um lembrete constante de que eles haviam perdido sua inocência, de que a morte é o salário do pecado e do prometido Cordeiro de Deus que iria, por Sua própria morte substitutiva, tirar os pecados do mundo” (Ibid., p. 235).

Mãos à Bíblia

5. Qual foi a primeira coisa que aconteceu depois que Adão e Eva caíram? O que isso sugere quanto aos resultados da transgressão? Gn 3:6-11

6. Qual é o significado da reação de Adão e Eva à sua nudez? Gn 3:7

Morris-Andrew Thompson – Upper Marlboro, EUA

No próximo sábado, todas as atenções serão para seus convidados especiais.

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

De exaltado a caído - 06/04/2011 a 09/04/2011

Quarta, 6 de abril

Testemunho
O orgulho conduz à guerra


“O orgulho de sua própria glória alimentava o desejo de supremacia. As elevadas honras conferidas a Lúcifer não eram apreciadas como um dom de Deus e não despertavam gratidão para com o Criador. Ele se gloriava em seu resplendor e exaltação e almejava ser igual a Deus. Era amado e reverenciado pela hoste celestial. Anjos deleitavam-se em executar suas ordens, e, mais que todos eles, estava revestido de sabedoria e glória. Todavia, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em poder e autoridade. Em todos os conselhos de Deus, Cristo tomava parte, enquanto a Lúcifer não era assim permitido entrar em conhecimento dos propósitos divinos. ‘Por quê?’, perguntava o poderoso anjo, ‘deveria Cristo ter a supremacia? Por que é Ele desta maneira mais honrado do que Lúcifer?’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 495).

“Os anjos que eram leais e sinceros procuraram reconciliar este poderoso rebelde à vontade de seu Criador. Justificaram o ato de Deus em conferir honra a Seu Filho, e com fortes razões tentaram convencer Lúcifer que não lhe cabia menos honra agora, do que antes que o Pai proclamasse a honra que Ele tinha conferido a Seu Filho. Mostraram-lhe claramente que Cristo era o Filho de Deus, existindo com Ele antes que os anjos fossem criados, que sempre estivera à mão direita de Deus, e Sua suave, amorosa autoridade até o presente não tinha sido questionada; e que Ele não tinha dado ordens que não fossem uma alegria para o exército celestial executar. Eles insistiam que o receber Cristo honra especial de Seu Pai, na presença dos anjos, não diminuía a honra que Lúcifer recebera até então. [...] Lúcifer recusou ouvi-los” (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 18).

Pense nisto


1. Já houve momentos em que as pessoas lhe deram bons conselhos sobre escutar a Deus e, apesar disso, você não o fez? Qual foi o resultado?

2. O que teria acontecido se Deus tivesse permitido a Lúcifer permanecer no Céu?

Mãos à Bíblia

4. Isaías 14:12-14 traz outra descrição da queda de Lúcifer. O que podemos aprender com esse relato, para aplicar em nossas próprias tentações e lutas?

A tentação de fazer o papel de Deus pode ser mais sutil do que imaginamos. Quando julgamos os motivos dos outros, quando assumimos as prerrogativas que não nos pertencem, quando tentamos controlar os outros de maneira inadequada, não estamos, em nosso próprio método, buscando assumir o papel de Deus?

Christon Choo – Cingapura, República de Cingapura

Ao convidar o amigo para estar na igreja no dia 16, chame-o para almoçar em sua casa.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Tecido Celestial - 30/03/2011 a 02/04/2011

Quarta, 30 de março

Evidência
Mais que um manto


Isaías gostava de pintar, com palavras, quadros que seus leitores pudessem visualizar, compreender e adaptar para si próprios. Portanto, quando expressou o valor da justiça de Cristo, falou através de metáforas que conectavam conceitos familiares com o incompreensível amor de Deus. Casamentos, festas e mantos especiais eram ideias com as quais o povo conseguia se relacionar.

O guarda-roupa de um homem comum consistia de uma única capa, um cinto e, às vezes, um turbante. Como resultado disso, uma capa significava muito ao seu proprietário. Não existia mais do que uma pendurada no cabide. Era o mesmo traje usado todos os dias para encobrir as manchas, os amassados, os rasgos da túnica usada por baixo. Compreender a importância da capa dá ainda mais significado às histórias sobre capas – José e o seu casaco de muitas cores, Elias passando seu manto a Eliseu, Davi enlutado rasgando sua capa e a mulher que queria somente tocar o manto de Jesus.

A comparação do manto com a justiça começou muito antes de Isaías. Essa ideia foi usada em Jó 21:14, por um personagem que viveu séculos antes do profeta. Mas Isaías dá a essa comparação familiar algo a mais. Ele diz que a justiça de Cristo não é um manto qualquer: ele significa que você é de Cristo e que está agora nEle. Esse manto distingue você de outras pessoas e o(a) marca, como propriedade de Deus.

O pecado deixou manchas em nós por causa de suas consequências. Isaías define nosso próprio ato de justiça como sendo “trapos de imundícia” (Is 64:6). E Paulo diz, “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23). Então como permaneceremos diante de Deus, desfigurados pela feiura do pecado? Felizmente, através de Sua graça, Deus nos deu outra opção. Ele nos deu a escolha de encobrir nossos pecados com vestes de salvação, de nos livrarmos de nossos trapos e vestirmos Seu manto da justiça.

Mãos à Bíblia

5. Leia Romanos 6:1-13. O que o texto diz sobre o tipo de vida que devemos ter, agora que estamos “vestidos” pela justiça de Jesus?

Ao sermos “crucificados” com Jesus, recebemos um impacto radical, capaz de mudar nossa vida. A antiga pessoa, que vestia trapos imundos, morreu. Uma nova pessoa nasceu, vestida com a justiça de Jesus, que se manifesta para que agora possamos andar “em novidade de vida”, sem permitir que o pecado reine em nós.

Tyson Qualls – Martinez, California, EUA

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Sociedade com Jesus - 23/03/2011 a 26/03/2011

Quarta, 23 de março

Evidência
Não dá para viver sem ele

O princípio de um relacionamento com Jesus não é diferente do de nenhum outro relacionamento baseado no amor. Sempre tem a ver com duas pessoas que estão empenhadas em conhecer uma à outra. Com Jesus, isso pode ser algo ainda mais desafiador. Talvez seja com relação a isso que Isaías adverte: “‘Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o Senhor.” (Isa 55:8). O irônico é que, pelo fato de Deus ser sábio, o primeiro passo para conhecê-Lo começa com a fé em tudo o que Ele é e em tudo o que Ele pode fazer por nós ao entrarmos em sociedade com Ele (Hb 11:3).

A princípio, a sociedade com Jesus pode ser preocupante. Os discípulos deixaram sua família e seu trabalho para seguir a Jesus, sem qualquer certeza do que seria o futuro. Para muitos isso não fazia sentido. Os fundadores de nossa igreja lutaram com a aparente futilidade de sua sociedade com Jesus, quando Ele não veio em 22 de outubro de 1844. O começo de todos os relacionamentos geralmente é tenso até que comecemos a ver as coisas da maneira em que a outra pessoa as vê. Talvez essa seja a razão por que Paulo nos encoraja a ter a mesma atitude que houve em Cristo (Fp 2:5-8). Quando Jesus esteve na Terra, procurou conhecer e amar Seu Pai, em Quem confiava absolutamente, e depois procurou fazer o que Seu Pai faria, ou dizer o que Seu Pai diria.

O mesmo se aplica a nós. Não temos que ficar procurando descobrir como fazer as coisas, mas sim conhecer a Jesus como Alguém em quem podemos confiar. Essa sociedade é perfeita para a saúde mental, porque nosso comportamento não tem a ver com fazer as coisas certas o tempo todo, mas com deixar que Jesus Se revele a nós. Tem também a ver com deixá-Lo nos conservar em perfeita paz, porque nossa mente está firme nEle (Is 26:3).

Mãos à Bíblia

4. Qual será o critério com que os filhos de Deus serão julgados? O que isso significa? Mt 25:34-46; Ef 2:8, 9

Existe grande bênção emocional e espiritual para os que, por gratidão a Deus pela salvação assegurada em Jesus, se doam aos outros. Muitos que enfrentam problemas emocionais poderiam se sentir muito melhor caso dirigissem os pensamentos para fora de si mesmos.

Ninnera Channer – Berrien Springs, EUA

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quarta-feira, 16 de março de 2011

A Natureza como Fonte de Saúde - 16/03/2011 a 19/03/2011

Quarta, 16 de março

Testemunho
Conhecendo o Autor pela obra


“Por intermédio de agentes naturais, Deus está operando dia a dia, hora a hora, momento a momento, para nos conservar em vida, construir e restaurar-nos. Quando qualquer parte do corpo sofre um dano, principia imediatamente um processo de cura; os agentes da natureza põem-se em operação para restaurar a saúde. Mas o poder que opera por intermédio seu é o poder de Deus. Todo poder comunicador de vida tem nEle sua origem. Quando alguém se restabelece de uma enfermidade, é Deus que o restaura.

“Doença, sofrimento e morte são obra de um poder antagônico. Satanás é o destruidor; Deus, o restaurador. As palavras dirigidas a Israel verificam-se hoje naqueles que recuperam a saúde do corpo ou da alma. ‘Eu sou o Senhor, que te sara.’ Êxo. 15:26. O desejo de Deus para com toda criatura humana, exprime-se nas palavras: ‘Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.’ III João 2(Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 112, 113).

“Toda criança pode adquirir conhecimento como Jesus o adquiriu. Ao procurarmos relacionar-nos com nosso Pai celestial através de Sua Palavra, anjos se achegarão a nós, nossa mente será fortalecida, nosso caráter elevado e apurado. Assim, nos tornaremos mais semelhantes a nosso Salvador. E, ao contemplarmos o que é belo e grande na natureza, nossas afeições crescem para com Deus. Ao mesmo tempo que o espírito se enche de reverente respeito, a alma se fortalece ao pôr-se em contato com o Infinito por meio de Suas obras” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 70, 71).

“‘E Ele disse-lhes: Vinde vós aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco.’ Cristo é cheio de ternura e compaixão para com todos os que se acham ao Seu serviço. Queria mostrar aos discípulos que Deus não exige sacrifício, mas misericórdia. Eles haviam posto toda a alma no trabalho em favor do povo, e isso lhes estava esgotando as energias físicas e mentais. Cumpria-lhes descansar.

“Como os discípulos houvessem visto o êxito de seus labores, estavam em risco de atribuir a honra a si mesmos, em risco de nutrir orgulho espiritual, caindo assim sob as tentações de Satanás. Achava-se diante deles uma grande obra, e antes de tudo deviam aprender que sua força não se encontrava neles mesmos, mas em Deus. Qual Moisés no deserto do Sinai, qual Davi entre os montes da Judeia e Elias junto à fonte de Querite, os discípulos necessitavam pôr-se à parte das cenas de sua atarefada atividade, para comungar com Cristo, com a natureza e com o próprio coração” (Idem, p. 360).

Mãos à Bíblia

5. O que disse Jesus que podemos aprender ao estudarmos a natureza? Mt 6:25-34

Marla Keller – Boise, EUA

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Liberdade dos vícios - 09/03/2011 a 12/03/2011

Quarta, 9 de março

Evidência
Passos para a liberdade

Em muitos vícios, particularmente aqueles que envolvem abuso de substâncias, uma dependência fisiológica predomina sobre a vontade de resistir. Isso é particularmente verdadeiro no caso das drogas ilegais, mas há muitas outras formas de se criar dependências fisiológicas. As perspectivas sociais variam de acordo com a substância. O vício em cafeína é um exemplo claro, encorajado em algumas profissões como uma parte esperada da cultura daquele tipo de trabalho.

Para muitas pessoas, o vício é o resultado de padrões comportamentais, em vez de abuso de substâncias. O jogo é um exemplo, mas há uma variedade de hábitos que também levam aos vícios. O uso da internet e do videogame, o sexo, a pornografia, as compras e até o trabalho podem viciar. Entre o abuso de substâncias e o hábito, há ampla oportunidade para todo mundo sofrer de algum tipo de vício.

O estigma do comportamento viciante separa a vítima de interações sociais saudáveis. Muitas vítimas anseiam por forças para resistir à tentação, por uma cura para sua fraqueza, ou pelo reconhecimento de que sua luta é real. Aqueles que são escravos de um hábito encontrarão conforto e solidariedade no contexto do verso para memorizar desta semana. Jesus nos descreve como escravos do pecado, viciados num hábito de rebelião contra Deus. Nossas próprias lutas para obter justiça produzem apenas sucesso parcial, e há constante perigo de recaídas. Mas “se o Filho os libertar, vocês serão, de fato, livres” (Jo 8:36).

O programa dos Alcoólicos Anônimos foi criado por dois homens que encontraram esperança através da partilha de seu fardo com outros viciados e ao colocar seu vício sob o poder de Deus. Seu programa de 12 passos inclui confissão, submissão, oração diária, restituição e testemunho. Hoje, mais de dois milhões de membros do AA em 180 países buscam ajuda para sua luta.

Compreendendo que minha própria vontade é fraca demais para deixar hábitos que me prendem, preciso fazer diariamente a oração de Davi (veja Sl 139:23, 24).

Mãos à Bíblia

4
. Que advertência Jesus fez a respeito do acúmulo de riquezas? Mc 10:17-27; 1Tm 6:10 e Lc 12:15

Steven J. Dovich – Andover, EUA

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Ciúme e inveja - 02/03/2011 a 05/02/2011

Quarta, 2 de março

Testemunho
A cura divina

O ciúme está corroendo você? Você se sente miserável porque tem ciúmes do que outras pessoas possuem? Então olhe para Jesus como o antídoto. Ele quer curar você. Leia o que Ellen White tem a dizer:

“Que formosura de caráter resplandecia da vida diária de Cristo! Ele é que deve ser nosso modelo. Há grande obra a fazer, em moldar o caráter segundo a semelhança divina. A graça de Cristo tem de moldar o ser todo, e seu triunfo não será completo antes que o universo celestial testemunhe, no comportamento dos filhos de Deus, habitual ternura de sentimentos, amor semelhante ao de Cristo e obras santas.

“Cada pessoa deve alcançar uma experiência própria. Ninguém pode depender da experiência ou prática de outrem para salvação. Cada um de nós precisa familiarizar-se com Cristo para poder representá-Lo devidamente ao mundo. ‘Pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude.’ 2 Pe 1:3. Nenhum de nós necessita desculpar seu temperamento irritável, o caráter malformado, o egoísmo, inveja, ciúmes ou qualquer impureza da mente, do corpo ou do espírito. ...

“Precisamos aprender de Cristo. Precisamos saber o que é Ele para aqueles a quem Ele resgatou. Temos de sentir que pela fé nEle é nosso privilégio ser participantes da natureza divina, escapando assim da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Somos então purificados de todo pecado, de todos os defeitos do caráter. Não precisamos conservar nem uma só propensão pecaminosa. ...

“Deus nos deu toda facilidade, toda graça. Ele nos proveu as riquezas do tesouro celeste, e é nosso privilégio sacar continuamente deste capital” (Ellen G. White, Maravilhosa Graça [MM 1974], p. 233.

Mãos à Bíblia

6. Como a inveja de Saul se acentuou? Veja sua história em 1 Samuel 19. Que lições existem aqui para nós?

Inicialmente, Saul agiu com alguma cuidado, na tentativa de remover a ameaça representada por Davi. Quando isso não funcionou, ele passou a atacá-lo. Talvez, a princípio, não pensou em ir tão longe. Porém, uma vez que as comportas do pecado são abertas, podemos não perceber quão longe esse caminho pode nos levar.

Jean Boeve – Detroit, EUA

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Autoestima - 23/02/2011 a 26/02/2011

Quarta, 23 de fevereiro

Evidência
Os escolhidos

Autoestima é como você se sente com relação a si mesmo(a), algo tão simples, mas que as pessoas têm dificuldade de alcançar. Tanto que, em muitos países, os antidepressivos estão entre as drogas mais consumidas. Muitos gurus da autoajuda têm dogmaticamente apontado maneiras de aumentar a autoestima para garantir felicidade e sucesso. Será que a resposta para a baixa autoestima e o descontentamento precisa ser encontrada em algum mantra especial de autoafirmação que deve ser repetido diariamente em frente a um espelho?

Há mais de dez anos, li um desses artigos sobre as misérias do sistema educacional americano. Após citar as péssimas colocações dos estudantes em matemática e ciências, o artigo dizia que os alunos americanos na verdade ficaram acima de todos os outros países em uma categoria – autoestima. Os professores fizeram piada dizendo que talvez nossos alunos não fossem os melhores e mais brilhantes, mas pelo menos nos sentíamos bem com nossos fracassos.

Autoestima é respeito próprio. Sendo uma especialista em leitura, trabalho com estudantes de risco que estudam numa escola pública. Por mais que eu encoraje meus alunos a pensar positivamente sobre si mesmos, a melhor injeção de autoestima vem dos próprios atos deles. A melhor maneira de você se sentir bem consigo mesmo é realmente fazer algo bom!

Em Efésios 4:22-32, Paulo nos deu a estratégia para termos uma autoestima saudável. Parece que amabilidade, prestatividade, consideração, honestidade e trabalho são as peças que constroem o respeito próprio. E ninguém nunca fez isso melhor do que Jesus. Sua vida dedicada a construir relacionamentos e servir a outros é nosso modelo, não apenas de estilo de vida e desenvolvimento de caráter, mas também de autoestima.

Como cristãos, crescemos ouvindo que somos os escolhidos de Deus. Ele nos escolheu para ser Sua equipe de portadores de luz (1 Pedro 2:9). Essa afirmação de nosso valor contraria o discurso da sociedade sobre as maneiras de se alcançar o sucesso e a felicidade. Fomos escolhidos como a equipe de Deus, e escolhemos seguir Sua estratégia bíblica.

Mãos à Bíblia

6. De acordo com as três parábolas de Jesus em Lucas 15, qual é nosso valor diante de Deus? O que Deus pensa sobre nós? Por que é tão importante conhecer esse conceito e mantê-lo em mente?

Debra Gardner-Baasch – Wallingford, EUA

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Resiliência - 16/02/2010 a 19/02/2010

Quarta, 16 de fevereiro

Testemunho
A vontade de Deus

Foram fornecidas para nós na Bíblia evidências dos sentimentos de Deus, e Ellen White amplia vários episódios que demonstram Sua afiliação com a raça humana. Assim, podemos compreender como ser resilientes e evitar as armadilhas do diabo.

Às vezes falhamos porque não pedimos a ajuda de Deus, e muitas vezes permitimos que nossas emoções tomem as decisões por nós, em vez de fazermos o que sabemos ser o certo. Ellen White escreveu que “nem uma vez se deve permitir que o sentimento assuma o domínio do juízo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 18). Às vezes, quando nos sentimos desafiados e pressionados a tomar decisões, começamos a experimentar altos e baixos emocionais. Mas nos é lembrado: “Não espereis sentir emoções especiais antes de pensar que o Senhor responde. ... Confiai-Lhe na Palavra e deixai tudo nas mãos do Senhor” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, p. 123). Lembre-se: Cristo Se tornou humano e simpatiza com nossas necessidades e desafios. Ele também ficou triste e está familiarizado com nossa dor.

Também somos lembrados de que “não há uma tristeza, uma ofensa, uma fraqueza humana para a qual Ele não haja provido o remédio” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 249). Quando desempenharmos nossas tarefas diárias e tomarmos decisões, é melhor conservar nossa vontade ao lado do Senhor, manter nossa coragem firme (Sl 31:24) e lembrar-nos de fazer “toda emoção ... cativa da vontade de Jesus” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 153).

Satanás usará nossos amigos, inimigos, patrões e até familiares para nos dissuadir de ser obedientes a Seus mandamentos. Daniel e seus três amigos foram capazes de demonstrar para seus captores que seu Deus poderia cuidar deles, quer fosse no que diz respeito ao comer e beber, ao orar, ou à adoração ao seu Criador.

Mãos à Bíblia

6. Quais foram algumas das adversidades, lutas e pressões que Ester enfrentou? Et 2:6, 7, 10, 21, 22; 4:4-17; 7:3, 4; 8:3

Depois de ter enfrentado várias pressões na corte, a rainha Ester se tornou o único meio de salvar sua nação. Ela compareceu diante do rei, sabendo que esse ato representava um elevado risco de morte. Por mais perigosa que a situação tenha sido para essa jovem mulher, finalmente, as coisas deram certo.

Carl Henry – Biloxi, EUA

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Esperança contra a depressão - 09/02/2011 a 12/02/2011

Quarta, 9 de fevereiro

Evidência
Raiz da depressão

“Alguns dos sintomas da depressão podem incluir sentimentos de impotência e culpa, perda de interesse em atividades anteriormente apreciadas, diminuição de energia, dificuldade de concentração e dores de cabeça persistentes, bem como transtornos digestivos.”1 Acredita-se que a depressão pode resultar de uma combinação de “fatores biológicos (inclusive genéticos), sociais e psicológicos”.2 Os cristãos também precisam considerar que o pecado pode causar depressão. “O tratamento para a depressão, como o da maior parte dos transtornos mentais, geralmente conta com a psicoterapia... para se conseguir os efeitos mais rápidos e fortes.”3 Além disso, a pesquisa também sugere que a “terapia da esperança” é uma forma potente de se lutar contra a depressão.4

Esperança é exatamente o que a Bíblia oferece. Nossos pecados podem pesar sobre nós e nos levar prematuramente à sepultura, mas nosso Deus misericordioso está pronto a nos perdoar quando os confessamos e pedimos Seu perdão. Foi isso que Davi fez. Ele reconheceu que sua depressão e dor eram resultado de seu pecado. Também sabia que o primeiro passo em direção à cura era reconhecer que havia falhado para com Deus. A partir daí, ele teve fé em que Deus o perdoaria.

No Salmo 32, Davi estava provavelmente lamentando seu pecado contra Bate-Seba e seu marido. Nos versos 3 e 4, vemos a influência debilitante do pecado: a perda de força física e saúde mental. No Salmo 51 encontramos uma esperançosa cura bíblica para a depressão causada pelo pecado. Esse salmo nos ensina que, para o cristão, a terapia da esperança significa que “Deus não apenas purifica o coração; cria em Seu filho perdoado um novo coração (ver Ez 36:26). ... A oração por perdão sempre deve ser acompanhada da oração para que o coração seja renovado e santificado”.5

1. PsychCentral. “Types and Symptoms of Depression,” John M. Grohol, Psy.D. December 6, 2006. Disponível em:
2. Ibid. Disponível em:
3. Ibid. Disponível em:
4. Research. Ohio State University. “You’ve Got Have Hope.” Disponível em:
5. The SDA Bible Commentary, v. 3, p. 756.


Mãos à Bíblia

5. Como Davi achou alívio para sua agonia? Como podemos achar esse mesmo alívio para nós? Sl 32:1-5; 1Jo 1:9

Jean B. Martinez | Sta. Maria, Filipinas

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