quarta-feira, 15 de junho de 2011

Toque de fé - 15/06/2011 a 18/06/2011

Quarta, 15 de junho

Testemunho
Vestido como os lírios


Em Mateus 27, lemos sobre o irônico ataque dos soldados. Eles acharam que seria provocativo vestir a Cristo em vestes reais para mostrar quanto eles O desrespeitavam e também aos Seus seguidores. Essa zombaria, por fim, foi uma zombaria para o próprio Pai, que enviara Seu Filho para salvar “o Seu povo dos seus pecados” (Mt 1:21).

Será que zombamos de Deus com as roupas que usamos? Dizemos que acreditamos nEle, mas nos vestimos como o mundo? Ellen G. White escreveu sobre como nossa aparência frequentemente revela nosso coração. “No professo mundo cristão gasta-se com joias e vestidos desnecessariamente caros o que seria suficiente para alimentar todos os famintos e vestir todos os nus. A moda e a ostentação absorvem os meios que poderiam confortar os pobres e sofredores. Roubam ao mundo o evangelho do amor do Salvador” (A Ciência do Bom Viver, p. 287, 288).

“Mas nossas roupas, conquanto modestas e simples, devem ser de boa qualidade, de cores próprias, e adequadas ao uso. Devem ser escolhidas mais com vistas à durabilidade do que à aparência. Devem proporcionar agasalho e a devida proteção. […]

A Sra. White também declarou que “nenhum adorno exterior se pode comparar em valor ou encanto àquele ‘espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus’ (1Pe 3:4)” (Ibid., p. 288).

Porque Ele é nosso Criador e quer somente o melhor para nós, podemos confiar nEle para nos dar as vestes de que precisamos. Leia Mateus 6:28-33.

Sim, podemos confiar em Deus. Não precisamos gastar tempo e dinheiro preocupados se estamos exibindo a alta da moda. Não zombe da beleza exclusiva que Deus deu a cada um de nós. Ao invés disso, busque em primeiro lugar Seu reino!

Mãos à Bíblia

6. Leia Mateus 27:27-29. Qual é a terrível ironia que aparece nesse texto? O que isso nos diz sobre a ignorância, insensatez e crueldade humanas? Será que o mundo hoje ainda trata seu Redentor de forma tão impiedosa? Lc 23:10, 11; Mc 15:17-20

Aquele que ofereceu ao mundo pecaminoso Suas vestes de justiça e perfeição foi vestido com trajes de zombaria. O mais incrível é que Jesus suportou tudo isso por causa de Seu amor pela humanidade, inclusive por aqueles que O tratavam daquela maneira. Quantos de nós, no momento em que alguém nos ameaça ou maltrata, reagimos com ira e buscamos vingança! Porém, devemos olhar para o exemplo que Jesus nos deixou.

Stephanie Yamniuk – Winnipeg, Canadá

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nutrição na Bíblia - 15/06/2010 a 19/06/2010

Quarta, 16 de junho

Testemunho
Pequenas decisões, grandes consequências


“A história de Daniel e seus companheiros foi registrada nas páginas da Palavra Inspirada para benefício da juventude dos séculos futuros. ... Aqueles que, como Daniel, recusarem desonrar-se, colherão os frutos de seus hábitos de temperança. Na posse de maior capacidade física e de aumentado poder de resistência, possuem um depósito bancário do qual sacar em caso de emergência.

“Hábitos físicos corretos promovem a superioridade mental. ... Daniel e seus companheiros desfrutaram os benefícios de instrução e educação corretas logo nos primeiros tempos de vida, mas essas vantagens tão-somente, não teriam feito deles o que foram. Chegou o momento em que deviam agir por si mesmos, quando o futuro deles dependia de sua conduta” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 28, 29).

“Os jovens nessa escola de preparo não eram unicamente admitidos ao palácio real, mas também tomavam providências para que comessem da carne e bebessem do vinho que vinha da mesa do rei. ...

“Entre os manjares colocados diante do rei havia carne de porco e de outros animais que haviam sido declarados imundos pela lei de Moisés e que os hebreus tinham sido expressamente proibidos de comer. Nisso Daniel foi provado severamente. Deveria apegar-se aos ensinos de seus pais concernentes às carnes e bebidas e ofender ao rei, e, provavelmente, perder não só sua posição mas a própria vida? ou deveria desatender o mandamento do Senhor e reter o favor do rei...?

“Daniel não hesitou por longo tempo. Decidiu permanecer firme em sua integridade, fosse qual fosse o resultado. ...

“O caráter de Daniel é apresentado ao mundo como admirável exemplo do que a graça de Deus pode fazer de homens caídos por natureza e corrompidos pelo pecado. O registro de sua vida nobre, abnegada, serve de ânimo para a humanidade em geral. Dela podemos reunir força para resistir nobremente à tentação e, firmemente e na graça da mansidão, suster-nos pelo direito sob a mais severa provação” (Ellen G. White, Santificação, p. 19-21).

Mãos à Bíblia

6.
Leia Provérbios 23:19-21. Que importante princípio de saúde se encontra nesses versos? Como podemos aplicar esse princípio a nós mesmos, na área de saúde e temperança?

Na alimentação, como em todas as coisas, a temperança é importante. Mesmo a boa alimentação, em demasia, pode ser prejudicial à saúde. Como em tudo, no que se refere à saúde, o equilíbrio é a chave.

Gina Renee Wahlen | Silver Spring, EUA

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Nutrição na Bíblia - 15/06/2010 a 19/06/2010

Terça, 15 de junho

Exposição
Alimento para a alma


A dieta original (Gn 1:26-30). A dieta original era totalmente vegetariana. Consistia de cereais, frutas, castanhas e verduras (ver Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 296). Parece ter sido semelhante à que Daniel e seus companheiros adotaram (Dn 1:11-15, 19, 20). Um crescente número de dietistas e cientistas hoje estão comprovando que a dieta vegetariana produz excelente saúde.*

Deus permitiu que os sobreviventes do Dilúvio comessem animais (Gn 9:3, 4). A Bíblia registra a idade de personagens bíblicos seletos anteriores e posteriores ao Dilúvio. Pode-se verificar que a adição de carne teve o efeito de encurtar consideravelmente a média de vida. Antes do Dilúvio, a média de vida, frequentemente, estava acima da marca dos 900 anos, sendo que Matusalém chegou perto dos mil anos, pois viveu 969 (Gn 5:27). Contudo, Lameque viveu apenas 595 anos (Gn 5:32), e Abraão durou até a idade de 175 (Gn 25:7). Na época de Davi, a média de vida já tinha baixado para 70 anos.

A conexão vertical (Gn 7:1, 2; 8:20). Deus disse a Noé que levasse na arca sete pares de cada tipo de animal limpo e dois de cada tipo de animal imundo. Logo após o Dilúvio, Noé sacrificou alguns daqueles animais limpos. Esse sacrifício foi aceitável a Deus. Embora isso não seja declarado em Gênesis, Levítico 11 e Deuteronômio 14 confirmam que Deus estava permitindo o uso apenas de animais limpos para alimento. Assim como Deus só aceitava o uso de animais limpos nos sacrifícios oferecidos a Ele, parece que, se o homem fosse adotar o consumo de carne em sua dieta, Deus só aceitaria o uso do melhor – certos animais limpos. Há um indício aqui da ligação entre o que comemos e nossa relação com Deus – talvez uma ligação entre a qualidade de nossa alimentação e a qualidade de nossa adoração. O apóstolo Paulo parece dar evidências disso em Romanos 12:1 e 1 Coríntios 10:31.

Alimento para um povo santo (Levítico 11; Deuteronômio 14). Levítico 11 e Deuteronômio 14 alistam as categorias de alimentos animais que são limpos e que são imundos. Dos animais que vivem sobre a terra, os que têm casco dividido e ruminam eram considerados limpos. Das criaturas que existem na água, só as que têm barbatanas e escamas deviam ser usadas como alimento. Deus deu instruções semelhantes quanto a pássaros e insetos alados. Em Levítico 11:43-46, Deus deixa claro que comer ou tocar o imundo (má higiene) é inaceitável para um povo que pertence a um Deus santo.

Deuteronômio 14:21 proíbe a um israelita comer qualquer coisa encontrada morta; mas o animal morto podia ser doado ou vendido a um estrangeiro como alimento. O povo de Deus era separado para Deus e era, portanto, santo. Assim, para o israelita, a escolha dos alimentos ingeridos parece fazer parte do ser santo.

Comida dos anjos versus as delícias dos egípcios (Êxodo 16). Deus não planejava que os filhos de Israel continuassem a comer alimentos cárneos. Logo após sua fuga do Egito, Ele tentou desacostumá-los dessas comidas dando-lhes o maná, ou a “comida dos anjos”, como é muitas vezes chamado. Contudo, o povo obviamente estava tendo sérios sintomas de abstinência das panelas de carne do Egito. Por fim, Deus lhes permitiu continuar comendo carne.

Uma mosca na sopa teológica (Rm 14:17; 1Tm 4:1-5). Alguns dos membros judeus na igreja do Novo Testamento estavam tão apegados aos assuntos legais das leis cerimoniais e outras crenças inventadas que queriam forçar seus pontos de vista sobre os novos crentes. Muitas vezes, o debate revolvia em torno de quais alimentos eram ou não permitidos. Em Romanos 14:15-17, Paulo aconselhou os que eram mais maduros em sua compreensão dos assuntos doutrinários a não julgarem os que eram talvez fracos em seu desenvolvimento, mas a se concentrarem nos “preceitos mais importantes da lei” (Mt 23:23, NVI). Há evidentemente um caso semelhante em 1 Timóteo 4:1-5. Aqui Paulo classifica os que forçam suas crenças acariciadas sobre outros como os que “abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (verso 1, NVI).

Uma ilustração tirada da comida (At 10:1-28). Alguns comentaristas consideram a visão de Pedro uma prova de que Deus endossa o uso de carnes imundas. Adotar esse ponto de vista, contudo, seria uma interpretação errônea do texto, que é simplesmente uma ilustração para ajudar Pedro a vencer seus preconceitos para com os conversos gentios. Até esse ponto, os gentios eram considerados imundos. Pedro entendeu a lição. Se Deus não faz acepção de pessoas, ele também não devia fazer.

Comer, beber e alegrar-se? (Pv 23:19-21). Em Provérbios 23:19-21, Salomão aconselha contra o associar-se com os que têm tendências para a gula e a intemperança no comer e no beber.

* T. Colin Campbell and Thomas M. Campbell II, The China Study (Dallas: Benbella Books, Inc., 2006), p. 242.


Mãos à Bíblia

Hoje, muitos afirmam que, nos tempos do Novo Testamento, a Bíblia removeu a distinção entre coisas limpas e imundas. Mas, é muito difícil imaginar por que o Novo Testamento não haveria de mostrar preocupação com a alimentação, que é tão importante para o viver saudável.

4. Paulo escreveu a Timóteo falando sobre a restrição a certos alimentos. O que Paulo disse? Isso significa que agora podemos comer carnes impuras? 1Tm 4:1-5

Neste caso particular, Paulo estava lidando com heresias futuras que proibiriam os cristãos de participar de duas coisas que Deus deu à humanidade na criação: alimentos e casamento. Os alimentos envolvidos são todos os alimentos que Deus criou para o consumo humano.

5. O que há de errado em usar Atos 10 como prova de que o Novo Testamento acabou com a distinção entre alimentos puros e impuros? Veja At 10:28

Ray Allen | Bracknell, Inglaterra

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

A Jornada Cristã "COMUNIDADE" - 15/06/2009 a 20/06/2009

Segunda, 15 de junho

Evidência
Mantendo a unidade na comunidade


3. Que papel importante é dado aos que pertencem à igreja – o “corpo de Cristo”? Como cada “santo” deve se relacionar com todos os outros? 1Co 12:12-27

Nenhum membro da igreja deve ser reduzido a uma simples estatística. Todo membro da igreja tem um papel inigualável a desempenhar e uma contribuição particular a fazer.

Paulo foi um vaso escolhido para apresentar Jesus “perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (At 9:15). Por seu amor a essa missão foi vítima de perseguições e aprisionamentos. Na prisão, seu grande amor por Jesus e pela comunidade cristã fazia com que se esquecesse de si mesmo. Em Efésios 4:1-3, Paulo faz algumas admoestações à igreja, objetivando sua unidade, que são indispensáveis aos cristãos de todos os tempos:

1. “Que vivam de maneira digna da vocação que receberam.” Fomos grandemente honrados em ser chamados para fazer parte da família de Deus: uma grande comunidade de pessoas de todas as tribos, nações e línguas. Ao aceitarmos esse chamado nos tornamos filhos de Deus; portanto, temos que viver como seus filhos. “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (Ef 5:8).

2. “Sejam completamente humildes e dóceis.” Os filhos de Deus devem ser completamente humildes. Não deve sobrar em nosso coração nenhum espaço para o orgulho. Ser dócil é ser submisso, obediente, flexível, maleável, qualidades não menos necessárias hoje do que no tempo de Paulo.

3. “Sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor.” Numa época em que somos pressionados a fazer cada vez mais em menos tempo, é difícil ser paciente, mas possível em Cristo. Suportar significa “tolerar”. Isso sugere suportar coisas que não gostamos, tolerar os defeitos dos outros, perdoar. Deus é paciente conosco, devemos, portanto, ser pacientes com nossos irmãos.

4. “Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito.” Por fim, Paulo admoesta a fazer não um pouco, mas todo o esforço para conservar a unidade do Espírito.

Sabemos que Jesus nos ama e torce por nós. Em João 17, Ele faz uma oração ao Pai pelos que viriam a ser membros da grande comunidade de crentes que aceitariam o seu chamado: “Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em Mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em Mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em Nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste. Dei-lhes a glória que Me deste, para que eles sejam um, assim como Nós somos um: Eu neles e Tu em Mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que Tu Me enviaste, e os amaste como igualmente Me amaste.” (Jo 17:20-23, NVI) Jesus orou por nossa unidade. Que esforço você está fazendo para conservá-la?

Maria Cristina dos Reis Goulart | Uberlândia, MG

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

A Eficácia de Seu Ministério Sacerdotal - 15/06/2008 a 20/06/2008

A Eficácia de Seu Ministério Sacerdotal


"A coisa mais importante de tudo o que estamos dizendo tem a ver com o sacerdote que nós temos: ele é o Grande Sacerdote que está sentado no céu, do lado direito do trono de Deus, o Todo-Poderoso" (Hb 8:1).

Prévia da semana: O ministério sumo-sacerdotal de Cristo não tem barreira de tempo. Era relevante nos dias da primeira igreja do Novo Testamento e ainda se aplica ao nosso tempo. Por Seu ministério, todos os que vão a Jesus podem ter acesso a Deus, o Pai.

Leitura adicional: Primeiros Escritos, p. 249-253; O Grande Conflito, capítulo 23 (p. 409-422); Nisto Cremos, capítulo 23

Domingo, 15 de junho

Introdução
Cachorrinhos encantadores

Moisés foi orientado a construir o tabernáculo de acordo com o modelo que Deus lhe mostrara no Monte Sinai (Êx 25:9, 40). E enquanto o bom senso nos afasta da conclusão de que cada tábua e prego do tabernáculo tinha significado teológico, devemos, ainda assim, considerar com toda a seriedade a função didática do sistema e rituais do santuário do Antigo Testamento, tais como:

1. O sacrifício da manhã e da tarde (Êx 29:38-42; Nm 28:1-6).
2. Os pães da proposição e o candelabro (Êx 25:23, 30, 31, 37).
3. O ritual do dia da expiação (Lv 16; Hb 9:1-12).
4. As vestes do sumo sacerdote (Êx 28:6-21).

Os sacrifícios da manhã e da tarde simbolizavam "a consagração diária da nação a Jeová, e sua constante necessidade do sangue expiatório de Cristo" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 352). Muitas referências do Novo Testamento parecem sugerir que o pão, no tabernáculo/santuário, apontava para Cristo (veja, por exemplo, Mt 26:26; Jo 6:48-51).

Quase todo mundo já teve um bichinho de estimação quando era criança. Na década de 1980, quando eu tinha cinco anos de idade, minha família tinha uma cachorra que havia tido cinco cachorrinhos. Um desses cachorrinhos se destacava dos outros. Era meu cachorrinho especial que eu queria conservar para sempre. Mas, como acontece com todas as outras coisas na Terra, isso não foi possível.

Um dia, enquanto eu estava brincando com algumas sobras de material de construção de meu pai, uma grossa folha de compensado caiu em cima do meu cãozinho. Você pode imaginar como me senti mal. Eu não havia feito aquilo de propósito. Mas não importava, porque eu não podia desfazer o que tinha acontecido.

Agora posso imaginar como as pessoas devem ter se sentido ao matarem seus cordeirinhos em frente ao santuário. Será que as crianças queriam ficar agarradas aos cordeirinhos? Será que suplicavam aos seus pais para não matá-los?

Posso imaginar como Arão se sentiu na primeira vez em que teve que sacrificar um cordeiro. Deve ter sido difícil, mas tinha que ser feito! O Senhor havia exigido um sacrifício de sangue pelo pecado, porque "o salário do pecado é a morte, mas o presente gratuito de Deus é a vida eterna, que temos em união com Cristo Jesus, o nosso Senhor" (Rm 6:23).

Agora imagine que nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, era representado por esses encantadores cordeirinhos. O preço do pecado é a morte – a separação eterna de Deus. Se não fosse o sacrifício de Cristo em nosso favor, teríamos que pagar esse preço. Mas mesmo antes da fundação do mundo (Ap 13:8) Ele concordou em ser esse sacrifício de sangue, para que, ao aceitarmos Seu sacrifício, possamos ter vida eterna.

Nesta semana, ao estudarmos o ritual do santuário em geral e o ministério sumo-sacerdotal de Cristo em particular, pergunte a si mesmo o que significa para você pessoalmente o fato de ter Cristo Se tornado esse cordeirinho para que você pudesse viver eternamente.

Alba Burgos Melbourne, EUA

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