domingo, 31 de julho de 2011

Adoração, canção e louvor - 31/07/2011 a 06/08/2011

Adoração, canção e louvor


“Cantem ao Senhor um novo cântico; cantem ao Senhor todos os habitantes da Terra!” (Sl 96:1).

Prévia da semana: A música é um importante meio pelo qual manifestamos nossa contrição e necessidade, declaramos a bondade de Deus e rendemos a Ele glória e louvor.

Leitura adicional: 2Rs 18:19-33, 19:14, 15; 2Cr 20:1-25; Ne 9:5, 6; Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 317, 318.

Domingo, 31 de julho

Introdução
De quem é essa música mesmo?


Por ter crescido em uma família budista,aprendi a adorar Buda desde jovem. Recitar e cantar orações, bem como visitar o templo da vila em ocasiões especiais eram alguns componentes de nossa adoração. Muitos instrumentos musicais eram tocados enquanto as pessoas dançavam ao redor do templo, demonstrando felicidade e gratidão ao nosso deus. Nunca usávamos sapatos no chão do templo, e lavávamos os pés num grande tanque de concreto.

Enquanto meditávamos nos ensinamentos de Buda transmitidos pelos monges, sentávamo-nos quase que como estátuas. Convidá-los para vir à nossa casa era outra parte da adoração. Em ocasiões especiais, os monges proferiam bênçãos e pediam aos bons espíritos que habitassem em nossa casa. Adoração nunca era um “show de uma só pessoa”.

De igual modo, os israelitas cantavam canções, tocavam músicas e dançavam a caminho do templo para mostrar sua gratidão a Deus. Apesar de a maioria de nós não dançar a caminho da igreja, todos nós cantamos na igreja. Em vez de promovermos tantos debates sobre o tipo de música que deveria ser utilizado para adoração na igreja, muitas vezes criticando uns aos outros, por que não procurarmos saber a vontade de Deus a esse respeito, independentemente de gostos ou opiniões pessoais?

Em Êxodo 34:14, Deus assume que é zeloso quanto ao Seu relacionamento conosco. Ao nos unirmos para adorar nosso Deus, ofereçamos diferentes serviços a Ele, sempre considerando Sua vontade. Que nos aproximemos de Deus com o desejo de construir uma relação íntima com Ele. Quando cantarmos, deixemos que Deus seja louvado. Quando pregarmos, que Deus ser glorificado. Quando servirmos, que Ele seja engrandecido.

Mãos à Bíblia

1. O que podemos perceber na vida de Davi, antes que ele se tornasse rei? 1Sm 16:6-13; 17:45-47; 18:14; 24:10; 26:9; 30:6-8

Davi estava longe de ser perfeito. Alguns poderiam argumentar que as últimas falhas morais de Davi foram muito mais graves que os pecados de Saul. No entanto, o Senhor rejeitou Saul, mas perdoou mesmo os piores erros de Davi, permitindo que ele continuasse sendo rei. O que fez a diferença?

2. Leia os Salmos 32:1-5 e 51:1-6. Que conceito fundamental, tão importante para a fé, aparece nesses textos?

Deus trata das questões do coração. Ele não apenas lê os sentimentos e motivações, mas pode tocar e mudar aqueles que estão abertos à Sua influência. O coração de Davi se rendeu à convicção do pecado. Ele se arrependeu e aceitou pacientemente as consequências de seus pecados. Em contraste com Davi, ficou claro que o coração de Saul não tinha sido entregue ao Senhor, não importando as confissões exteriores que ele tivesse feito.

Peempahn Henley – Brisbane, Austrália

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domingo, 17 de julho de 2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração - 17/07/2011 a 23/07/2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração

“E regozijem-se ali perante o Senhor, o seu Deus, vocês, os seus filhos e filhas, os seus servos e servas, e os levitas que vivem nas cidades de vocês por não terem recebido terras nem propriedades” (Dt 12:12).

Prévia da semana: Os serviços de adoração do santuário estavam centralizados nas provisões de Deus para nos salvar do pecado e nos santificar diariamente. Eles também proviam os meios para comunicação íntima e celebração da bondade de Deus.

Leitura adicional: O Grande Conflito, p. 437, 438; Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 491-500.

Domingo, 17 de julho

Introdução
Auxílio visual de Deus


Deus está buscando verdadeiros adoradores. Todos nós, inevitavelmente, adoramos alguém ou alguma coisa. Nossa decisão, portanto, não se baseia em adorarmos ou não, mas sim em quem ou o que adorarmos. Devemos adorar exclusivamente a Deus. Não há ninguém melhor. Ele nos ama tanto que enviou Seu único Filho para morrer em nosso lugar, por causa de nossos pecados.

Durante Seu ministério terrestre, Jesus enfatizou a importância da adoração tanto em Suas ações como em Seus ensinos (Mt 15:8, 9; 18:20; Lc 4:16; Jo 4:22–24). Onde quer que estivesse (templo, montanha, sinagoga), Jesus sempre tirava tempo para adorar Seu Pai celestial.

Os redimidos terão o privilégio de adorar a Deus eternamente. Todas as raças, nações, línguas e povos se unirão para adorá-lo por meio de lindas sinfonias de louvor. “O Céu e a Terra se unirão em louvor, quando, ‘desde um sábado até ao outro’ (Is 66:23), as nações dos salvos se inclinarem em jubiloso culto a Deus e o Cordeiro” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 770).

Como os israelitas devem ter se sentido após centenas de anos sendo escravizados pelos egípcios? De repente, eles estavam livres para adorar a Deus – o Deus de seus antepassados. Provavelmente, muitos deles tivessem pouco ou nenhum conhecimento de seu Salvador. Por isso, Deus lhes deu instruções detalhadas de como construir um santuário, cujos serviços e mobílias iriam ensiná-losa respeito de Cristo e do plano da salvação. Cada detalhe, cada móvel, cada sacrifício e serviço, mesmo as cores usadas representavam o amor e a misericórdia de Deus para com Seu povo.

Nesta semana, analisaremos os rituais de adoração praticados no santuário terrestre. Ao estudar, busque a aplicação desses conceitos em sua vida, elevando sua própria adoração.

Mãos à Bíblia


1. Leia Êxodo 25:1-9. Por que Deus pediu que o povo de Israel edificasse um santuário para Ele? Por que Deus não usou Seu poder para erguer o tabernáculo?

Aquele que trouxe o mundo à existência com Sua Palavra poderia ter criado um santuário magnífico. Em vez disso, fez com que Seu povo estivesse íntima e intrinsecamente envolvido na criação do lugar que seria, não somente Sua morada, mas também o centro de toda a adoração israelita. Cada aspecto do tabernáculo terrestre devia representar corretamente um Deus santo e ser digno de Sua presença.

Ever Santillan Tandug – Jizan, Arábia Saudita

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domingo, 10 de julho de 2011

O sábado e a adoração - 10/07/2011 a 16/07/2011

O sábado e a adoração

“Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador; pois Ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do Seu pastoreio, o rebanho que Ele conduz” (Sl 95:6, 7).

Prévia da semana: A adoração no sábado imortaliza o ato divino da criação, nossa libertação do pecado e nossa restauração à santidade. É um testemunho para os incrédulos e o Universo em geral sobre nossa identidade e nosso relacionamento com Deus.

Leitura adicional: Êx 20:11; Dt 5:15; Is 58:13, 14; Mt 11:28-30; Parábolas de Jesus, p. 25-27; Patriarcas e Profetas, p. 48-50.


Domingo, 10 de julho

Introdução
O coração da adoração


Eu me lembro de cantar na Escola Sabatina: “O sábado é um dia feliz, um dia feliz [...] amo cada sábado.” Quando criança, eu ficava feliz por não haver nenhuma tarefa ou lição de casa para fazer no sábado. Era maravilhoso poder sintonizar-me nas canções de adoração e canais cristãos quando o pôr do sol dava fim à sexta-feira. Nesse dia eu usava meu melhor vestido e comia a melhor comida.

Conforme fui crescendo, entendi que o sábado é um dia feliz por causa dAquele que me resgatou do pecado e criou o mundo para que eu habitasse nele. Podemos, entretanto, ter todos esses benefícios e, ainda assim, não estarmos realmente adorando. Precisamos retornar à essência da adoração para compreender de quem ela trata: Jesus.

Somente colocamos Jesus no centro de nossa adoração quando nos entregamos completamente a Ele, obedecendo à Sua lei e declarando ao mundo que somos leais ao Criador. Nossa adoração e a guarda do sábado são reflexos de nossa redenção por Seu intermédio. O ato de adorar a Deus é um símbolo de santificação e lealdade ao nosso Criador. Êxodo 31:13 e Ezequiel 20:12 nos lembram de que o sábado é um sinal entre Deus e Seu povo. Ele instituiu o sábado para todas as pessoas como um memorial da criação e requer que nós o observemos como um dia dedicado ao descanso e à adoração. O sábado deve ser um dia para estabelecermos uma comunhão prazerosa com Deus e também com os outros.

A observância do sábado, no entanto, representa muito mais do que frequentar uma igreja. Significa relacionar-se intimamente com Cristo. Constantemente, usamos o sábado para fazer distinção entre os adventistas do sétimo dia e outras denominações, mas falhamos em conectá-lo com a verdadeira adoração e com as razões pelas quais deveríamos observá-lo como dia santo.

Nesta semana, reflita: (1) Por que você guarda o sábado? (2) Quais são as mudanças que você pode fazer em sua vida para verdadeiramente honrar a Cristo em Seu dia santo? (3) Como você pode ajudar outros a compreender o tipo de adoração que caracteriza os redimidos?

Mãos à Bíblia


“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar” (Êx 20:8). Quando Deus disse “lembra-te”, estava dando ao povo um memorial de dois grandes eventos.



1. De acordo com o quarto mandamento, quais são esses dois eventos, e como eles estão relacionados entre si? Êx 20:11; Dt 5:15

O papel de Cristo como criador está inseparavelmente ligado ao Seu papel como redentor, e toda semana o sábado destaca ambos. Aquele que nos planejou e criou é o mesmo que libertou Israel do Egito e que nos liberta da escravidão do pecado.

2. Leia Colossenses 1:13-22. Como Paulo une claramente os papéis de Cristo como criador e redentor?

Helyne Frederick – Mt. Rose, Granada

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domingo, 26 de junho de 2011

A adoração em Gênesis: duas classes de adoradores - 26/06/2011 a 02/07/2011

A adoração em Gênesis: duas classes de adoradores


“Quando Jacó acordou do sono, disse: ‘Sem dúvida o Senhor está neste lugar, mas eu não sabia!’ Teve medo e disse: ‘Temível é este lugar! Não é outro, senão a casa de Deus; esta é a porta dos Céus.’” (Gn 28:16, 17)

Prévia da semana: Os verdadeiros adoradores de Gênesis centralizavam suas atividades devocionais no que Deus havia provido para livrá-los do pecado.

Leitura adicional: Gn 3:1-13; 4:1-4; 12:1-8; 22:1-18; 28:10-22; Sl 29; 95; 100; Is 29:13. Leia também, em Parábolas de Jesus, “Um sinal de grandeza”, p. 150-163.

Domingo, 26 de junho

Introdução

Louvor emudecido


Sátiras cômicas de filmes da Disney, divertidas apresentações de guitarra havaiana e palavras recitadas por artistas dedicados são algumas das atrações do show de talentos desta noite. Até eu, a própria personificação do amadorismo, não pude resistir à oportunidade de dividir um pouquinho de mim com os outros. Gostaria de ter ensaiado mais... Porém, agora é muito tarde para pensamentos do tipo “Deveria ter feito...”. Sou a próxima depois desse grupo!

Desesperada, tentando me distrair, estudo as quatro garotas no palco. Todas vestem jeans escuro e camisa preta. Elas se alinham de frente para o auditório e curvam a cabeça. A música começa. Uma garota dá um passo à frente. Em perfeita sincronização com a voz na trilha, suas mãos começam uma coreografia que “canta” juntamente com a letra. “Bendiga o Senhor”, os alto-falantes anunciam. “Bendiga o Senhor”, as mãos dela imploram. O volume aumenta. Seus gestos se intensificam. Suas mãos agarram e moldam o ar diante dela. Com graça e convicção, a garota se expressa pela linguagem de sinais. Enquanto a música cresce em espírito e os versos se transformam em um intenso coro, as outras três garotas dão um passo à frente. Paradas, elevam as mãos ao alto em um harmonioso gesto, exclamando sem palavras: “Bendiga o Senhor a minha alma, bendiga o Senhor!”

Com simplicidade de mente e unidade de espírito, clamam ao Senhor e louvam Seu nome por Sua bondade. Nesses poucos momentos de louvor, cada uma delas expõe completamente seu espírito; enquanto assisto à apresentação, sinto vontade de estar lá com elas. Quero louvar a Deus assim, com toda a minha alma! Louvor real é isso!

Essa canção e todo o programa acabaram muito rapidamente. Num piscar de olhos, a noite terminou e todos nós retornamos aos nossos dormitórios comentando que o programa foi bom. Embora a vida não hesite em novamente nos pressionar e a música e as memórias são logo escondidas debaixo de pilhas de lições de casa e da “comida misteriosa” do refeitório, a música não foi “cantada” em vão. Momentos de louvor, embora curtos, são como cidades numa montanha, sal misturado com terra. Sincera adoração atrai outras pessoas e lhes dá direção. Dá sabor e significado à vida. “Tudo o que tem vida louve ao Senhor!” (Sl 150:6). Durante esta semana, ao estudarmos sobre duas classes de adoradores, pense em qual delas você se encaixa.

Mãos à Bíblia

O capítulo 1 de Gênesis registra a história de Adão e Eva em seu novo lar. Em Gênesis 2:1-3, é relatada a separação e santificação do sábado, um dia para adorar de modo especial. Embora as Escrituras não digam, é possível imaginar o tipo de adoração que esses seres imaculados dedicavam ao Criador.

1. Leia Gênesis 3:1-13. Que mudanças ocorreram no relacionamento de Adão e Eva com o Criador? (v. 8-10). Como eles responderam às perguntas de Deus? (v. 11-13).

Melissa Breetzke – Entre Rios, Argentina

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domingo, 19 de junho de 2011

Vestido em Cristo - 19/06/2011 a 25/06/2011

VESTIDO EM CRISTO



“Ao contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne” (Rm 13:14). Prévia da semana: Estar revestidos de Cristo significa não apenas que nossos pecados foram perdoados, mas que Deus realiza uma tranformação em nosso caráter, que começa a se parecer cada vez mais com o de Jesus.

Leitura adicional: Rm 6:1-6; Ef 4:22-24; Cl 3:1-12; 1Co 15:49-55; 2Co 5:1-4. Leia também o capítulo 5 de Caminho a Cristo.

Domingo, 19 de junho

Introdução

Jeans


“Puxa vida, o tecido está ficando largo! A área mais usada está começando a virar um buraco. As barras e os bolsos estão gastos. Eu tenho mesmo que substituir este jeans?”

Você sabe de que tipo de jeans eu estou falando, não é? O tipo que fica tão confortável que você nem se lembra que está vestido. Eu tive um assim por muito tempo. Viajamos para muitos lugares juntos e fizemos muitas aventuras. Tenho certeza que você tem um jeans assim também.

Caindo na realidade, eu assumi o fato de que precisava começar a inevitável busca por outro igual àquele jeans. Ao dirigir para casa após passar o fim de semana com amigos maravilhosos, saí da rodovia para abastecer. Enquanto enchia o tanque, ouvi em minha cabeça, “Vá para aquela loja ali e procure por jeans.” Minha resposta veio bem audível em minha mente, “Mas você só está na metade do caminho para casa. Você ainda tem três horas pela frente.” Mas aquela “voz” voltou a dizer: “Para que você está com pressa de chegar em casa? Apenas vá lá e dê uma olhada.” Então cedi e me dei conta de que não tinha pressa para chegar em casa e seria bom andar um pouco e, talvez, encontrar aquele jeans.

Dentro da loja, procurei primeiro nas prateleiras de promoções. Queria a cor, o estilo e o caimento perfeitos. Após conferir todos os possíveis lugares onde aquele jeans poderia estar, verifiquei nas cabines vazias.

Eu tirei o velho e coloquei o novo e… eram tão confortáveis! Ficaram bem em mim, e eu mal podia perceber que havia trocado de jeans. Eu não podia acreditar! Chequei a etiqueta. Maravilhoso! Era a metade do preço! Eu tinha achado outro igualzinho àquele jeans? Claro que sim, e por isso o comprei e voltei para o meu caminho. Agora, todas as vezes que visto aquele jeans, eu penso em como Deus providencia e cuida de nossas necessidades mais simples, como Ele quer, e nos ajuda a substituir os velhos hábitos por outros melhores. Também penso em como Ele cuida de nós melhor do que poderíamos cuidar de nós mesmos. Durante esta semana final de estudo sobre as vestes na Bíblia, olharemos para algumas metáforas especiais de roupas nas Escrituras que revelam as promessas de renovação e restauração.

Mãos à Bíblia

1. Qual é o principal ponto apresentado em Gálatas 3:26-29?

2. Leia Romanos 6:1-6. O que significa estar “revestido de Cristo”?

Becky Gomoll – Rough and Ready, EUA

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domingo, 12 de junho de 2011

Toque de fé - 12/06/2011 a 18/06/2011

Toque de fé


“Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada” (Mc 5:28).

Prévia da semana: Cristo, como ser humano, usava roupas. A falta de roupas indica status inferior ou humilhação. Embora fosse nosso Criador e Rei do Universo, Ele suportou humildemente o escárnio e os insultos do sumo sacerdote e dos soldados pagãos.

Leitura adicional: Sl 30:11; 35:26; 73:6; Pv 31:25; Zc 3:1-7; Gl 5:19-23; Mt 26:59-68; 27:27-29; Mc 5:24-34; Jo 13:1-16; 19:23, 24. Leia também o capítulo 36 de O Desejado de Todas as Nações.

Domingo, 12 de junho

Introdução
Super-herói ou super humilde


Eu cresci assistindo ao Superman. Eu queria ser exatamente como ele – salvando e recebendo a confiança de que eu poderia ajudar. Apesar de que, durante o dia, Clark Kent era um repórter de jornal, ele usava sua capa e conquistava garotas bonitas à noite. Eu também queria usar capa e ter todo aquele charme e beleza. Mas, quando eu conheci a Jesus melhor, descobri que Ele não estava preocupado em ser um super-herói, e passou Sua vida sendo um super humilde.

Antes que Seu ministério começasse, Jesus ajudou Seu pai terrestre na oficina de carpintaria. Suas mãos eram sujas e grossas, e eu, sendo também um pouco carpinteiro, tenho certeza de que Ele deve ter machucado vários dedos. Jesus pertencia a uma família pobre, mas que amava a Deus.

Quando Jesus estava no Getsêmani com Seus discípulos, Ele Se preparava para o mais heroico trabalho que já existiu. Estava tão sobrecarregado pelo peso da missão de salvar a humanidade que pediu que essa tarefa fosse tirada dEle, se o Pai assim permitisse (Mt 26:36-46). Ele confiava em Deus e sabia que Sua missão seria salvar vidas, mesmo que significasse perder a Sua própria.

Ao invés de vestir sua capa e voar sobre a cidade de Metrópolis, Ele tirou Sua roupa exterior e jogou toalha sobre as gostas. Ao lavar os pés dos Seus discípulos, Ele Se humilhou. Ele queria que eles vissem que ser um herói não significa vestir capas charmosas, mas tirar a imagem que as pessoas nos deram e refletir a Deus, o Criador da humanidade.

Nesta semana examinaremos as roupas na Bíblia no contexto de Jesus. Estudaremos sobre a mulher que acreditou que tudo o que ela precisava fazer era tocar Suas vestes. Também veremos mais sobre Jesus, que colocou de lado Sua veste para poder lavar os pés dos discípulos. Ainda estudaremos sobre o sumo-sacerdote que, diante do Senhor, rasgou suas próprias vestes num ato que selou sua condenação. Veremos Jesus nas vestes de zombaria, postas nEle pelos soldados romanos. Finalmente, veremos os soldados lançando sortes pela veste de Jesus, cumprindo uma antiga profecia. Apenas roupas, mas cheias de significado e simbolismo.

Mãos à Bíblia

1. Leia Marcos 5:24-34 e Lucas 8:43-48. Que significado existe no fato de que a mulher acreditou que seria curada apenas tocando as vestes de Jesus?

2.
Por que Jesus quis saber quem havia tocado Suas vestes?

Harry Yamniuk – Winnipeg, Canadá

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domingo, 5 de junho de 2011

A veste nupcial - 05/06/2011 a 11/06/2011

A veste nupcial


“Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).

Prévia da semana: Todos somos convidados para o banquete do casamento do rei, mas nem todos aceitam o convite. Entre os que realmente decidem comparecer à festa, alguns optam por não usar as roupas fornecidas pelo rei: as vestes de justiça de Cristo. Não é suficiente aceitar o convite; precisamos ter as roupas adequadas.

Leitura adicional: Gn 3:7, 21; Ap 3:18. Leia também Como Jesus Tratava as Pessoas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira).

Domingo, 5 de junho

Introdução
Extravagância


Como você se sentiria se todas suas roupas preferidas fossem queimadas diante dos seus olhos? Foi exatamente isso o que aconteceu a Xaio Baoujuan, um súdito corrupto sob o poder do Imperador Liangwu, da China. Baoujuan era conhecido por suas atividades noturnas boêmias e seus muitos chapéus e vestes com cinco cores. Quando o Imperador Liangwu removeu Baoujuan do poder, ele queimou suas roupas extravagantes na avenida imperial para todos verem. Após isso, muitas pessoas desistiram de sua tendência à extravagância.1

Deve ter sido doloroso a Baoujuan ser despido de suas finas vestes e assisti-las serem queimadas. Espectadores riam enquanto as chamas destruíam suas magníficas roupas. De certa forma, ele teve sorte. Foi-lhe dada a chance de ver quão arrogante ele vinha sendo e quão insignificantes tais roupas realmente eram.

Com certeza, muitos espectadores achavam que Baoujuan mereceu ter suas roupas confiscadas e destruídas. Eles provavelmente envolveram seus “mantos de justiça” bem apertados em volta deles, ao contrastarem sua melhor moral com a que levou Baoujuan à queda. Ao apontarem seu dedo para ele, estavam, na verdade, apontando outros três para si mesmos. Abriram bem seus olhos para o erro de seu irmão, enquanto eles próprios eram culpados de um mal muito maior – pensar que eram muito melhores do que Baoujuan (Mt 7:3).

A parábola de Mateus 22:1-14 ajuda a melhor compreendermos esse tipo de pensamento, também conhecido como justiça própria. Após o terceiro convite, todos aqueles que foram convidados para a festa de casamento foram. Contudo, todos exceto um, usaram a veste nupcial que costumeiramente era oferecida aos convidados. Todos os que usaram a veste representam os verdadeiros seguidores de Cristo – aqueles que aceitam Sua roupa de justiça. A pessoa que se vestiu em suas próprias roupas representa os que se chamam de cristãos, mas usam suas próprias vestes de justiça própria. Deus oferece Sua justiça a todos, porém nem todos a aceitam. Nesta semana, estudaremos essa parábola e a dolorosa verdade que ela revela – nem todos os que professam ser seguidores de Cristo o são realmente. Ao estudar, se lembre de que não cabe a nós fazer julgamento entre o fiel e o infiel (Mt 7:3). Somente Deus está qualificado para fazer isso.

1. Imperador Liangwu e Fenyi (Burning-Garment Street). Disponível em: http://www.njfzm.net /language/english/shownews.asp?id=33

Mãos à Bíblia

1. O pano de fundo para a parábola de Mateus 22 está em Mateus 21. Entre tantas coisas que acontecem ali, qual é o tema básico? Que lições espirituais podemos tirar desse trecho?

Laida Lou Fajardo Laude – Atimonan, Filipinas

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domingo, 22 de maio de 2011

Brasa tirada do fogo - 22/05/2011 a 28/05/2011

Brasa tirada do fogo


“Veja, Eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você” (Zc 3:4).

Prévia da semana: O sumo sacerdote Josué se encontrava em um tribunal com as vestes sujas, acusado de todos seus pecados. Seu juiz, em vez de condená-lo, removeu suas roupas sujas, o revestiu com roupas limpas e o chamou à obediência.

Leitura adicional: Êx 3:1-14; Lc 15:17-19; Ef 2:8-10. Leia também o capítulo 8 de: Max Lucado, Ele Escolheu Você, (CPAD, 2009).

Domingo, 22 de maio

Introdução
Expressão de Cristo


Ter sido uma estudante missionária mudou minha opinião sobre várias coisas, entre elas, o vestuário. Aqui nas ilhas, é costume saias e camisetas para as garotas; mas, de vez em quando, você vai encontrar uma jovem rebelde com um short provocante, em seu desejo por atenção e liberdade.

Por que sentimos que a maneira como nos vestimos tem algum efeito em quem somos? É porque usamos a maneira de vestir como uma forma de expressão própria. Então, como cristãos, qual deveria ser nosso “vestir”? O nosso texto para memorizar desta semana diz, “Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você” (Zc 3:4).

Como cristãos, quando aceitamos o dom supremo da salvação, Deus nos veste com Sua justiça. Ele tira nossa veste velha, manchada, suja (pecado) e coloca Sua veste rica, limpa (justiça) sobre nós para que possamos refletir Seu caráter àqueles com quem nos encontramos. Romanos 13:14 nos diz: “Revistam-se do Senhor Jesus Cristo e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne.”

Com o que, exatamente, essa roupa se parece? É uma roupa literal que você veste quando faz a decisão de seguir a Cristo? “Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência” (Cl 3:12).

Como cristãos, precisamos representar a Cristo em tudo o que somos, fazemos e dizemos. Então, quando nos vestimos de Suas ricas vestimentas, estamos, no fim das contas, nos vestindo de Suas virtudes. Ao desenvolvermos essas virtudes aqui na Terra através do Espírito Santo habitando em nós, estamos nos preparando para o retorno de Cristo. “As vestes imaculadas da justiça de Cristo são postas sobre os tentados filhos de Deus. Provado e fiel, o desprezado remanescente está vestido de vestes gloriosas, para não mais ser aviltado pelas corrupções do mundo” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 591).

Na lição desta semana vamos ver como o manto de justiça de Cristo nos protege no grande conflito entre o bem e o mal. Ellen White escreveu: “Em tentando Satanás denegrir os filhos de Deus e arruiná-los, Cristo Se interpõe” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 169).

Mãos à Bíblia

1. Leia Zacarias 1 e 2 e responda: qual é a mensagem do Senhor?

Emily Lynes – Hendersonville, EUA

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domingo, 15 de maio de 2011

Roupas de esplendor - 15/05/2011 a 21/05/2011

Roupas de esplendor


“É grande o meu prazer no Senhor! Regozija-se a minha alma em meu Deus! Pois Ele me vestiu com as vestes da salvação e sobre mim pôs o manto da justiça, qual noivo que adorna a cabeça como um sacerdote, qual noiva que se enfeita com joias” (Is 61:10).

Prévia da semana:
Embora todas as vestes terrestres se desgastem, o manto esplêndido de Deus traz alegria eterna, louvor e salvação. Para receber essas bênçãos, precisamos realmente vestir esse manto de salvação.

Leitura adicional: Gn 3:7, 8, 21; 1Sm 16:7; Is 3:18-23; 61:10; Lc 4:16-29; Ef 6:11-17; 1Jo 2:15. Leia também os capítulos 25 a 31 de Profetas e Reis.

Domingo, 15 de maio

Introdução
Moda para todos


Se você pudesse escolher, seria Gucci, Prada, Old Navy, Gap, Guess, Calvin Klein, ou Ralph Lauren? Ou talvez o seu estilo seja um pouco menos exigente? Daí vem os sapatos. Seriam eles Timberland, Nike, Adidas, Skechers, Pierre Dumas, Vera Wang, ou Giorgio Armani? Qualquer que seja seu estilo, todos passamos um momento ou dois admirando uma roupa que realmente tenhamos gostado, seja numa loja, em um amigo, ou usada por um estranho.

E, sim, todos nós sabemos que não é sobre “o que” está sendo usado, mas sim sobre “quem”. Existe algo de alguma forma cativante sobre o estilo de roupas, seja numa pessoa ou num manequim, que nos convence a parar por um momento. Para alguns, esse momento passa depressa. Para outros com uma mente mais criativa, pode durar mais tempo e se tornar uma obsessão.

Infelizmente, a triste realidade tem várias faces: Provavelmente não posso pagar por isso. Dificilmente fabricam do meu tamanho. Eu nunca poderia andar nesses sapatos. Provavelmente não ficaria desse mesmo jeito em mim. E a lista continua. Podem existir muitos fatores que achamos que nos “desqualificariam” de sermos os possuidores de uma determinada roupa. E, mesmo para aqueles que são capazes de obter uma desejada roupa, a satisfação não é, geralmente, longa, porque possessões materiais não oferecem felicidade duradoura.

No entanto, essa é a diferença em relação às roupas que nosso Pai celestial nos oferece. A veste da justiça de Cristo não nos custa absolutamente nada e um único tamanho veste a todos! Quão mais lógico é, então, investir na melhor qualidade de vestes que existe – uma feita no Céu e desenhada por Jesus? Ele oferece gratuitamente a cada um vestes de justiça confeccionadas manualmente. Precisamos apenas nos achegar a Ele. Então, Ele removerá nossas roupas de iniquidade e nos vestirá com o mais precioso manto. Seremos cobertos com vestes de salvação, e, independentemente do que tenhamos sido ou feito, Ele nos elevará às maiores alturas. Para as pessoas do tempo de Isaías e para nós, a pergunta é: reivindicaremos essas vestes, ou continuaremos vivendo na vergonha de nossa degradação e nudez? Ao estudar a lição desta semana, decida como você responderá a essa questão.

Mãos à Bíblia

1. Tendo como base os capítulos 1 a 5 de Isaías, que atitudes e ações das pessoas resultaram nessas advertências tão severas? Que paralelos você pode encontrar com a igreja hoje?

Lisa Munroe – Kingston, Jamaica

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domingo, 24 de abril de 2011

Vestes sacerdotais da graça - 24/04/2011 a 29/04/2011

Vestes sacerdotais da graça


“Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Prévia da semana: A função sacerdotal de Arão e de suas vestes ilustra o que Cristo tem feito no santuário celestial. Como Jesus foi tentado como nós e levou nossos pecados, Ele nos representa diante de Deus e nos reconecta à Sua perfeição.

Leitura adicional: Êx 28; 32:1-6; Lv 21:7-24; 22:1-8; 2Co 5:17; Hb 4:14, 15; Ap 21:12-14. Filhos e Filhas de Deus, capítulo 4; Caminho a Cristo, capítulo 6.

Domingo, 24 de abril

Introdução
O que tem no seu guarda-roupa?


A luz se ofusca, o comprimento da passarela parece não ter fim. A música começa a tocar em um ritmo de blues. Vestida da melhor forma, a audiência espera o desfile de moda para esta estação. Impacientes, mulheres se mexem em seus lugares, com braços gentilmente cruzados. De repente, as luzes começam a brilhar e modelos com passos decididos dominam a passarela. Luzes cintilantes criam um efeito dramático. Ao cada modelo parar no fim da pista, seu olhar desafia a audiência a desejar e adquirir a peça que ela está vestindo. As roupas da nova estação estão todas diante de mim, todas para o meu deleite visual, ao meu alcance com apenas um único deslize de um cartão de crédito. Todas aquelas roupas parecem vir com uma auréola angelical e o som de sinos celestiais. Enquanto me deleito com a interpretação da opinião de estilo do designer, minha mente é arrastada pela corrente do “eu”. Estou maravilhada com o pensamento da renovação que meu guarda-roupas terá. Quão extravagante eu serei usando estas roupas...

De repente a música para. As luzes escurecem. Todos na sala parecem ter desaparecido. Meu coração é tudo o que ouço – o ritmo “tum-tum”... Então um refletor brilha cegamente em cima de mim. Eu sinto olhos penetrando minha alma, mas estou completamente sozinha. Quando olho para mim, vejo que estou vestida em trapos ­­(desejos sujos). Um frio percorre meu corpo. Apesar dos trapos, me sinto nua. Uma voz ressoa ao me falar: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapos da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam” (Is 64:6, RA).

Envergonhada, eu curvo minha cabeça e começo a soluçar. Então, uma voz gentil encobre meu sentimento de nudez e vergonha, ao dizer, “Minha graça é suficiente para você” (2Co 12:9).

Qual é sua prioridade? Você está se vestindo do guarda-roupa de Cristo? Ou dos padrões de moda do mundo e permitindo que isso o distraia do fato de que você poderia ser parte de uma geração escolhida, de um sacerdócio real? Você se esqueceu de quão longe a graça de Deus pode alcançá-lo? O que você tem no seu guarda-roupa da vida? Durante esta semana exploraremos o simbolismo das vestes sacerdotais da graça.

Mãos à Bíblia


Arão e seus filhos foram os primeiros sacerdotes do tabernáculo de Israel. Exercer o sacerdócio era uma honra sagrada. Os sacerdotes deviam demonstrar santidade e pureza. Afinal, eram eles que se apresentavam diante do Senhor, em lugar do povo.

1. O que era exigido dos sacerdotes e o que essas coisas deveriam representar? Lv 21:7-24; 22:1-8

O sacerdócio deveria ser algo diferente, sagrado, especial. Os sacerdotes eram símbolos de Jesus. Seu trabalho deveria simbolizar, em sombras e tipos, o que Jesus faria em nosso favor.

Manouchka Bien-Aime – Nassau, Bahamas

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domingo, 17 de abril de 2011

O casaco de cores diferentes - 17/04/2011 a 23/04/2011

O CASACO DE CORES DIFERENTES


“Ora, Israel gostava mais de José do que de qualquer outro filho, porque lhe havia nascido em sua velhice; por isso mandou fazer para ele uma túnica longa” (Gn 37:3).

Prévia da semana: Dentre as muitas dificuldades que Jacó enfrentou em suas relações familiares, sua tristeza pela perda do filho foi uma das mais dolorosas. No entanto, Deus usou essa situação para salvar muitos durante uma fome generalizada e também trouxe cura para a família de Jacó.

Leitura adicional: Gn 29:21-30:24; 34; 37; 42; 1Co 9:24-26. Leia também os capítulos 19 a 21 de Patriarcas e Profetas.

Domingo, 17 de abril

Introdução
Presentes


Dar presentes é uma prática familiar internacional. As pessoas recebem presentes em ocasiões especiais, tais como aniversários, formaturas e casamentos. Feriados como Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Natal também são comemorados com entrega de presentes. Os motivos por trás desses atos são geralmente saudáveis e variados, indo desde um “parabéns” até a mostra de apreciação.

A Bíblia também descreve muitas ocasiões nas quais presentes foram oferecidos. Três homens sábios visitaram o bebê Jesus com presentes. Deus nos deu o presente da vida eterna (Rm 6:23); e “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes” (Tg 1:17).

A lição desta semana se concentra num presente especial que Jacó deu a um de seus filhos – um casaco de várias cores. Essa veste se transformou em fonte de grande conflito familiar, pois foi considerada um sinal da preferência de Jacó por José. O famoso “casaco de muitas cores” revela como um erro pode levar a outros, com consequências muito além do nosso controle. Ao estudarmos o simbolismo das vestes de José, precisamos nos perguntar se existem ações com as quais estejamos condescendendo, que poderão resultar no efeito do casaco colorido. Não seria melhor cortar o mal pela raiz antes que ele nos destrua e também àqueles a quem amamos?

Mãos à Bíblia

1. Que tipo de família foi formada em Gênesis 24 e 29:21-30? Quais são os problemas de seguir os costumes do mundo, quando estes contrariam os princípios da verdade? Que influência tiveram as fraquezas de caráter de Jacó sobre sua família?

“O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou não deixaram de exercer influência para o mal, influência essa que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 208, 209).

Alex Cumberbatch – Barbados, Caribe

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domingo, 10 de abril de 2011

Roupa de inoc

Roupa de inocência


“Criou Deus o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27).

Prévia da semana: A luz que cobria de felicidade nossos primeiros pais inocentes foi perdida na Queda. No entanto, Deus providenciou outra cobertura pelo derramamento de sangue. Tudo isso simboliza o que Cristo fez por nós.

Leitura adicional: Gn 2 e 3; Zc 3:1-5; Rm 12:1. Leia também os capítulos 3 e 4 de O Desejado de Todas as Nações.

Domingo, 10 de abril

Introdução
Conto: anjos estilistas


A equipe de estilistas entrou na sala de reuniões, cada um se servindo de água antes de se assentar ao redor da grande mesa de mogno. Abriram seus cadernos e espalharam seus esboços. Amostras de tecidos encheram a mesa naquela agradável brisa morna.

“Bem”, disse Gabriel, “esse precisa ser um dos projetos mais raros que eu já tenha visto desde que trabalho na Agência D’Angelis. Estamos felizes por receber nosso Cliente aqui hoje, para discutirmos nosso projeto. Vamos relembrar suas necessidades para atualizarmos nossas ideias.” Enquanto Gabriel falava, cada item aparecia simultaneamente numa grande tela na parede.

Na tela, aparecia em tópicos: “Resumo do projeto: Veste de inocência. Precisa possuir as seguintes qualidades: modéstia e atratividade; durabilidade; elasticidade para dar liberdade aos movimentos; praticidade para atividades de jardinagem e cuidado de animais; caimento adequado para ambos os sexos; manutenção desnecessária.”

“Sariel, você gostaria de nos mostrar seu projeto?” Logo após isso, um desenho apareceu na tela, e Sariel começou a falar: “Eu criei um modelo com comprimento no joelho, de cor marrom, ligeiramente alargado nos ombros. É feito de linho lavado em pedra, pois é sedoso, macio e prático para trabalho ao ar livre. Também possui bolsos espaçosos para transportar frutas e sementes.”

“Grande ideia, Sariel! E você, Joel?”

“Eu criei um tipo de macacão. Possui mangas curtas, comprimento pouco abaixo do joelho e caimento folgado. As manchas do jardim simplesmente vão desaparecer, por ser ele feito de algodão tingido em verde. Pode ser adornado com flores frescas, inserindo-se seus caules nessas aberturas próprias ao redor do pescoço.”

“Obrigada, Joel. Muito criativo!” – elogiou Gabriel.

Após isso, o Cliente Se levantou lentamente e disse: “Obrigado! Vocês criaram maravilhosos projetos que funcionariam perfeitamente, mas acabei de ter um momento de revelação.”

Todos os olhos se voltaram em direção ao Cliente. Não havia senso algum de frustração ou competição. Eles trabalhavam em harmonia, com um único senso de propósito.

“Eu sei o que eles deverão usar. É a solução perfeita!” – Ele fez uma pausa. “Eles devem usar a mesma roupa que Eu uso”.

Mãos à Bíblia


A ligação de Adão e Eva com seu Criador e Mestre se desenvolveu e cresceu através de contatos diários, em um mundo que não conhecia a decadência e devastação que o pecado traz.

1. Como podemos ter uma relação semelhante com nosso Criador hoje, em um mundo por muito tempo corrompido pelo pecado? 2Tm 3:16, 17; Lc 21:36; Mt 6:25-34; Jo 17:3

Karen Holford – Auchtermuchty, Escócia

Planeje, organize, receba bem os amigos na igreja, no dia 16!

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domingo, 3 de abril de 2011

De exaltado a caído - 03/04/2011 a 09/04/2011

De exaltado a caído


“Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você” (Ez 28:15).

Prévia da semana: Quando alimentou orgulho pela sua capacidade e buscou mais do que Deus lhe havia dado, Lúcifer cultivou o mal em seu coração e plantou dúvida nos outros. Isso trouxe guerra ao Céu e tragédia à Terra.

Leitura adicional: Dt 8:1-18; Is 14:12-14; Ez 28:12-19; Jo 1:1-3; 2Co 11:14; Cl 1:15-17. Leia também o segundo capítulo de Patriarcas e Profetas: “Por que foi permitido o pecado”.

Domingo, 3 de abril

Introdução
Lúcifer teria prazer em se curvar?

Os versos para hoje nos contam que Lúcifer não era nenhum monstro repugnante com uma cauda e um garfo de três dentes. Na verdade, ele era brilhante como o sol e o anjo mais “excelente” entre a hoste celestial. Ele foi criado para ser um líder, modelo, padrão e amigo de Deus.

A história de Lúcifer vai muito além do que nos foi deixado na Bíblia. Não sabemos quanto tempo ele alimentou em seu coração aqueles desejos invejosos de tomar o lugar do Altíssimo. Ele cuidadosamente escondeu suas reais intenções, parecendo ser “comportado” o tempo todo. Porém, mesmo quando se prostrava em adoração a Deus, ele estava cheio de vaidade. Cuidadosamente ele escondeu seu ressentimento atrás de um manto de falsa adoração. Ninguém imaginava, exceto Deus.

Temos visto outros modelos de queda. Sejam celebridades do esporte, políticos que venceram com grande vantagem, ou líderes religiosos populares, a imagem puritana que usavam acabou sendo uma cobertura para uma natureza e atos pecaminosos. Assim como Lúcifer, eles esconderam sua vida secreta sob uma capa de mentiras.

De certa forma, muitas vezes fazemos o mesmo. Mostramos uma imagem que achamos que o mundo quer ver. Usamos “roupas” que indicam aos outros nossa posição social. Falamos e atuamos de maneiras politicamente corretas. Desse modo, mantemos a imagem que desejamos projetar. Estampamos no rosto um sorriso brilhante e cumprimentamos uns aos outros na igreja calorosamente, mas escondemos dos outros nossas inimizades. Na raiz de tudo isso está a crença de que podemos enganar todas as pessoas e a Deus durante todo o tempo.

Você esconde seus verdadeiros sentimentos? Quão honesto você é com seus sentimentos? Você faz as coisas certas pelas razões erradas? Ao estudar a lição desta semana, prepare seu coração para ser honesto e livre de iniquidade. Examine seu íntimo e convide a Deus para habitar nele.

Mãos à Bíblia

Entre as criaturas de Deus, está a hoste angelical. O principal entre os anjos era o ser criado chamado Lúcifer, cuja queda é contada em Ezequiel 28, na figura do rei de Tiro.

1. Que descrição de Lúcifer é dada em Ezequiel 28:12-19?

Deus o descreveu como “o sinete da perfeição”, em seu estado original. Como um ser celestial, adornado com esplendor e com a mais alta posição entre os anjos, Lúcifer certamente deve ter alcançado o respeito e a afeição de todos eles.

Jimmy Quek – Cingapura, República de Cingapura

Faça uma lista de amigos pelos quais você continuará orando. Deixe-a em lugar visível.

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domingo, 27 de março de 2011

Tecido celestial - 27/03/2011 a 02/04/2011

TECIDO CELESTIAL


“Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados!” (Rm 4:7).

Prévia da semana: O manto da justiça de Cristo é um dom imerecido e gratuito. Para aceitar o que Ele fez por nós, precisamos entregar nossa vontade a Deus diariamente. Devemos deixar que Jesus viva em nós.

Leitura adicional: Nisto Cremos, “A Experiência da Salvação”, p. 169; Crença Fundamental no 10, disponível no Portal Oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia: www.portaladventista.org/portal/quem-somos/5-crencas-fundamentais

Domingo, 27 de março

Introdução
Presente do alfaiate-mestre


O simbolismo permeia nossa vida, quer estejamos conscientes disso ou não. Ao vermos três setas verdes formando um triângulo, automaticamente pensamos em reciclagem, meio ambiente e conservação. Enxergamos a figura de uma maçã cinza com uma mordida e já pensamos em "i-alguma coisa”. Todas estas coisas são simplesmente uma representação de algo maior, mais importante, mais profundas que si mesmas.

A Bíblia não é uma exceção. As Escrituras estão repletas de simbolismo. Jesus disse, “Eu sou a videira; vocês são os ramos” (João 15:5), para expressar a natureza simbiótica do cristianismo. A própria cruz é um símbolo da salvação concedida a nós. Deus mostrou a Nabucodonosor uma estátua feita de diferentes metais, representando o futuro de seu reino (Daniel 3). Davi comparou o amor de Deus ao amor de um pastor por suas ovelhas (Salmo 23).

Durante as próximas 13 semanas, enfocaremos um tipo específico de simbolismo – o vestuário. A Bíblia incorpora vestimentas imaginárias de várias formas:

“Pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram” (Gl 3:27).

“Mais tarde, quando passei de novo por perto, olhei para você e vi que já tinha idade suficiente para amar; então estendi a minha capa sobre você e cobri a sua nudez. Fiz um juramento e estabeleci uma aliança com você, palavra do Soberano, o Senhor, e você se tornou minha” (Ez 16:8).

“Ora, Josué, vestido de roupas impuras, estava em pé diante do anjo. O anjo disse aos que estavam diante dele: ‘Tirem as roupas impuras dele’. Depois disse a Josué: ‘Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você’” (Zc 3:3, 4).

O mais reconhecido vestuário imaginário usado na Bíblia é o manto da justiça mencionado em Isaías 61:10. O traje do qual Isaías fala, representa o dom da salvação. Quando aceitamos Seu dom, estamos cobertos com o manto da justiça de Cristo. Dessa forma, as imperfeições de nossa natureza pecaminosa são ocultadas através da pureza de Seu sacrifício. Que bela cena!

Talvez o mais importante seja que a dádiva do manto da justiça de Deus foi planejada antes mesmo de sua necessidade ter surgido. Como a lição dessa semana nos revela, o manto da justiça foi feito no tear (máquina de tecer) do Céu.

Mãos à Bíblia

1. Que mensagem encontramos em Isaías 64? O que significa a expressão “trapos de imundícia”? Que esperança é apresentada?

Sara-Mary J. Colón – Burtonsville, EUA

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domingo, 20 de março de 2011

Sociedade com Jesus - 20/03/2011 a 26/03/2011

SOCIEDADE COM JESUS


“Permaneçam em Mim, e Eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em Mim” (Jo 15:4).

Prévia da semana: Jesus nos convida a termos uma ligação viva com Ele.

Leitura adicional: Mc 1:21-35; Lc 4:31-42; Mt 6:14, 15; 25:34-46; 26:36-44; Sl 31:24. Caminho a Cristo, p. 67-76. Morris Venden, Como Tornar Real o Cristianismo (Tatuí, CPB, 1993), p. 80-99.

Domingo, 20 de março

Introdução
Conectados e direcionados


Pareceria lógico imaginar que, antes de Adão e Eva serem afetados pelo pecado, tinham perfeita saúde, inclusive boa saúde física e mental, bom companheirismo humano, uma relação desimpedida com Deus, segurança, alimento e água puros. Além do mais, estavam rodeados de beleza.

Como é a lista de coisas que Deus proveu para nós? Ele nos deu o maior presente: Ele mesmo, na forma do Espírito Santo. Deus nos deu Seu único Filho, Jesus Cristo, para que Ele possa viver em nós através do Espírito Santo, e nos ensine, guie e capacite a vencer qualquer obstáculo que se interponha em nosso caminho. Além disso, Deus nos deu os talentos e dons de que precisamos, a fim de sermos bem-sucedidos. Mesmo em nossos momentos de maior fraqueza, quando pensamos que não há saída, Deus está atuando poderosamente para nos ajudar. Sua graça está sempre à nossa disposição, especialmente nas horas de nossa maior necessidade. Conectados a Ele, temos direção na vida. Não precisamos nos estressar, porque Deus tem uma solução nossos problemas mesmo antes de irmos a Ele em busca de ajuda.

Muitas vezes temos problemas para compreender nossa sociedade com Deus e aplicar esse relacionamento à vida diária. Alguns de nós queremos estar sempre no controle de tudo. Temos a tendência de correr à frente de Deus e fazer muitas coisas por nossa própria conta. Por outro lado, alguns de nós acreditamos que somos incompetentes e não podemos fazer nada. Precisamos perguntar a nós mesmos: “Que papel desempenho em minha sociedade com Deus? O que Ele espera de mim? Qual é o papel dEle?” O ponto de equilíbrio está na resposta a essas perguntas: Qual é a minha responsabilidade e qual a de Deus?

Nesta semana começaremos a aprender como morrer para nossos desejos egoístas e nos rendermos à vontade de Deus. Também aprenderemos algo sobre aceitar Seu chamado em nossa vida, vencer os desafios que estão diante de nós e cumprir nosso destino. Ao estudar a lição, lembre-se de não se estressar em relação a um problema, porque Deus já o resolveu!

Mãos à Bíblia

1. Descreva os hábitos de oração de Jesus. Que lições você pode aprender desses hábitos? Mc 1:21-35; Lc 4:31-42

Sharon Ennis – Toronto, Canadá

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domingo, 13 de março de 2011

A natureza como fonte de saúde - 13/03/2011 a 19/03/2011

A NATUREZA COMO FONTE DE SAÚDE


“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.” (Sl 19:1, 2).

Prévia da semana: Além de revelar o amor de Deus por nós, a natureza é uma fonte de cura para nossos problemas físicos e emocionais.

Leitura adicional: Gn 1:27-2:25; 3; Jr 10:12, 13; Sl 19:1-7; 104; Mt 6:25-34. Caminho a Cristo, p. 9, 10. Patriarcas e Profetas, p. 44-48.

Domingo, 13 de março

Introdução
Meu cantinho


“O papai não vai voltar. Ele morreu”. Meu mundo de repente se tornou frio e vazio como uma cidade escura – cheio de pessoas, mas sem vida. Quem poderia saber como era para mim perder meu herói? Então corri dos frios edifícios cinzentos, de carros e buzinas que não podiam silenciar meu choro. Corri de um mundo onde não havia consolo para um coração partido.

Libertando-me da escuridão de coisas feitas pelo homem, a luz do Sol aqueceu meu coração que sangrava. Deixando o asfalto, entrei num mundo verde curativo. A cada passo, as hastes de relva me acariciavam os sentimentos. O canto do pássaro veio animar um pouco meu coração. Voltei-me em direção ao Sol, junto com as flores do campo que, com suas cores brilhantes, me faziam lembrar a alegria. O pequeno rio falava de uma alegria que voltará, enquanto suas frescas ondulações levavam embora da sola dos meus pés um pouco mais da tristeza. As suaves folhas verdes limparam uma lágrima. O vento nas árvores sussurrava “Paz”.

Nesse cantinho de tranquilidade, cura e amor, passei horas, dias e meses, durante os três anos seguintes, chorando, gritando, orando, questionando, lendo, e por fim aprendendo que o coração de Deus se condoia com o meu. Aprendi que Seus planos eram para que toda a criação vivesse em paz e harmonia e que, em cada dor que sofremos, Ele sofre ao nosso lado. Descobri que, em meio à tristeza, Sua criação me falava de cura e amor, de um Deus que nunca nos abandona.

Ao longo dos anos, desde a terrível manhã em que fiquei sabendo da morte de meu pai, tenho experimentado Deus e Seu amor de muitas formas. Já estive no topo de montanhas, contemplando o mundo lá embaixo, humilhado pelo senso de minha pequenez. Já observei os majestosos animais que vagueiam pelas planícies da África do Sul. Já passei por muitos altos e baixos na vida, mas sempre me lembrarei que, quando os alicerces da vida parecem abalados, Deus está lá na natureza, buscando restaurar, curar e reanimar a todos os que O buscam. Sempre me lembrarei de que Ele me falou de Seu amor naquele cantinho de cura, meu lugar de solidão.

Ao você estudar a lição desta semana sobre a natureza como fonte de saúde, que você também possa ser realmente abençoado(a).

Mãos à Bíblia

1. Que descrição a Bíblia faz sobre a vida e o ambiente no Éden? Que diferenças existem quanto ao que conhecemos hoje? Gn 1:27–2:25

William Helbley – Berrien Springs, EUA

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domingo, 6 de março de 2011

Liberdade dos vícios - 06/03/2011 a 12/03/2011

Liberdade dos vícios

“Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres” (Jo 8:36).

Prévia da semana: Deus tem o poder de libertar qualquer um de qualquer vício.

Leitura adicional: Pv 23:29-35; 1Co 7:2-5; Mt 25:15-30; Mc 10:17-27; 1Pe 3:3, 4

Domingo, 6 de março

Introdução

Que lobo você irá alimentar?


O idoso avô cherokee (tribo indígena norte-americana) estava perturbado com as coisas que via acontecer a seu neto. O mundo parecia estar atraindo o rapaz para longe de tudo que lhe havia sido ensinado. O avô lutou com esse pensamento. Durante dias ficou pensando que palavras deveria dizer a seu amado neto que fizessem uma diferença por toda a vida e o atraíssem para longe do mal que ele estava seguindo.

Finalmente as palavras vieram. Enquanto o avô estava sentado junto ao fogo, olhou longamente para o neto. Então, disse: “Há uma luta ocorrendo dentro de mim. “É uma luta terrível entre dois lobos. Um lobo representa o medo, a raiva, a inveja, a tristeza, o remorso, a ganância, a arrogância, a autocompaixão, a inferioridade, as mentiras, o falso orgulho, a competição, a superioridade e o ego”.

“Qual é o outro lobo, vovô?” perguntou o neto.

“O outro lobo representa a alegria, a paz, o amor, a esperança, a partilha, a serenidade, a humildade, a amabilidade, a amizade, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé. Essa mesma luta está acontecendo dentro de você e dentro de todas as outras pessoas, também.”

O neto pensou sobre a história que o avô havia acabado de contar. Sentiu esses mesmos lobos lutando dentro dele. A batalha era longa e árdua. Havia dias em que ele desejava desistir. Não sabia qual seria o resultado dela em sua vida. Desejava saber, e então perguntou ao avô com certo medo na voz: “Vovô, qual lobo irá ganhar?”

O avô sabia que havia alcançado o coração do neto, por isso simplesmente respondeu: “O que você alimentar”.

O conselho do avô era verdadeiro. O lobo que alimentarmos em nossa vida é o que irá nos consumir. Um amigo certa vez me disse que todos temos vícios, mas alguns são mais aceitáveis que outros. Há muita verdade nessa declaração. Por que o drogado que está só esperando por sua próxima dose é considerado um marginal, mas uma compradora compulsiva que mal pode esperar que o shopping abra às dez da manhã para que ela tome sua “dose” de compras nem mesmo gera uma reação na maioria das pessoas?

Aprenderemos na lição desta semana que todos temos vícios porque estamos infectados pelo pecado. Podemos escolher alimentar o lobo do vício ou o lobo da liberdade. Que lobo você vai alimentar em sua vida nesta semana?

Mãos à Bíblia

1. Que a Bíblia diz sobre os efeitos prejudiciais do álcool? Por sua própria experiência, que efeitos devastadores do uso dessa droga você viu? Pv 23:29-35

Deena Bartel-Wagner
– Spencerport, EUA

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ciúme e inveja - 27/02/2011 a 05/02/2011

Ciúme e inveja


"O rancor é cruel e a fúria é destruidora, mas quem consegue suportar a inveja?” (Pv 27:4).

Prévia da semana: A inveja e o ciúme foram a porta de entrada do pecado no Universo, e ainda causa muitos problemas à humanidade. Para ser felizes, precisamos aprender a viver contentes com o que temos e somos.

Leitura adicional: Is 14:12-14; Tg 3:16, 17; Êx 20:17; Gn 37; 1Sm 18; Mt 12:14.

Domingo, 27 de fevereiro

Introdução

Livres dos ciúmes?


“Antes eu achava que ele fazia essas coisas porque me amava. Mas agora não acho mais isso. Sinto-me sufocada. Sinto-me como se ele não confiasse em mim. Isso está realmente afetando nosso relacionamento, e acho que está afetando até nossos filhos”. Alícia estava relatando alguns episódios que confirmavam que seu marido tinha ciúmes dela. Ele telefonava para ela várias vezes durante o dia para saber o que ela estava fazendo. Ficava nervoso se ela chegasse tarde em casa e sempre ouvia as conversas dela ao telefone. “Não aguento mais” – Alícia confidenciou a sua amiga – “quero o divórcio.”

A jovem Kaden cresceu num lar cristão e entregou sua vida ao Senhor. Ela era talentosa, extrovertida, “a menina dos olhos” de todo mundo. Fazia parte da maioria das comissões de sua igreja e sempre era chamada a participar dos programas. Um dia, Christen começou a frequentar a igreja, batizou-se e foi chamada para fazer muitas das coisas que as pessoas antes pediam que Kaden fizesse. Kaden se ressentiu com Christen por “tomar seu lugar” e logo começou a não gostar de outros membros da igreja também. Parou de frequentar aquela igreja e se mudou para outra.

O ciúme pode despertar uma série de outras emoções e comportamentos, incluindo raiva, cobiça, ressentimento, suspeita, desconfiança e calúnia (Cl 3:5, 8) – hábitos que não devem ser cultivados por ninguém que deseje edificar um caráter semelhante ao de Cristo.

A Bíblia declara que Deus é “zeloso” (ciumento) (Êx 20:5; 34:14; Dt 4:24; 5:9; 6:15; Js 24:19), e alguns podem usar esse verso para justificar seu ciúme. Contudo, o ciúme de Deus significa que Ele “Se recusa a partilhar Sua glória com os ídolos”1 e que “não aceita a adoração e o serviço de um coração dividido”.2

O ciúme tem muitos efeitos negativos sobre nós e sobre outros, inclusive a má saúde e o dano dos relacionamentos. Como cristãos, não estamos imunes a esses sentimentos. Portanto, nesta semana olharemos para a inveja e o ciúme e veremos como podemos vencer essas emoções perigosas.

1. The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 602.
2.
Ibid.


Mãos à Bíblia

1. Qual foi a causa da expulsão de Satanás do Céu? O que isso diz sobre a possibilidade de surgir essa característica terrível mesmo em um ambiente perfeito? Is 14:12-14
2. O que nos diz Tiago a respeito dos males provocados pela inveja? Tg 3:16, 17

Julia Campbell –
Weschester, EUA

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Autoestima - 20/02/2011 a 26/02/2011

Autoestima


“Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Prévia da semana: Autoestima é uma necessidade básica da mente humana. O valor que Deus nos dá como pessoas únicas nos ajuda a ter mais amor próprio.

Leitura adicional: Sl 100:3; At 17:24-28; Rm 12:3; Mt 22:39, 2Sm 9; Lc 15; Ef 4:23-32

Domingo, 20 de fevereiro

Introdução
Signora bella


Signora Bella, a grande equilibrista italiana, atrai grandes públicos para seu número, prometendo que eles verão uma “bela senhora” andar sobre uma corda bamba. Ela não só anda na tal corda, mas o faz vestida em roupas de época, com malabarismos, afiadas espadas turcas e tochas de fogo. Ela também fica dizendo coisas engraçadas o tempo todo.

A autoestima, como o equilíbrio na corda bamba, é uma coisa difícil. Se você cair para um lado, aterrissa na arrogância, alienando as pessoas e machucando descuidadamente os que estão ao seu redor. Se cair para o outro, acaba nas regiões do baixo valor próprio, incapaz de seguir confiantemente ao longo da vida e deixando os outros tirarem vantagem de você.

Andar com sucesso na corda bamba da autoestima não exige prática, como é o caso da Signora Bella. Para o cristão, exige entrega e aceitação. Entrega, porque tudo o que temos e somos vem de Deus e pertence a Ele (Rm 6:13). Aceitação, porque Deus nos ama, criou, redimiu e anda conosco a cada momento. Ele é nossa força e conforto. Sendo assim, precisamos somente aceitar esse fato – é daí que vem nossa autoestima, nosso valor próprio.

“Em” e “por” nós mesmos, não temos nem somos nada. Somos estrangeiros e peregrinos neste planeta. Tudo, desde a próxima inspiração de ar até a comida que comermos, vem das mãos de Deus. Ele até permite que provações ajudem a moldar nosso caráter e nos preparem para o Céu. Nosso valor próprio vem do fato de que Deus Se importa com todas as minúsculas coisas que pensamos, sentimos ou tememos. Jesus renunciou ao Seu lugar no Céu, tomou nossa forma e morreu a fim de que estivéssemos com Deus no Céu por toda a eternidade. Pode haver maior demonstração da estima que Deus sente em relação a cada um dos filhos que Ele criou?

Deus fez tudo o que era possível e imaginável para nos mostrar o valor que Ele dá a cada um de nós. E essa é a medida completa de nossa autoestima e valor. Quando internalizarmos plenamente essa verdade, a corda bamba da autoestima se transformará numa ampla estrada. Ao estudar a lição desta semana, que sua autoestima possa se fortalecer no Deus que criou você.

Mãos à Bíblia

1. Como o criacionismo e o evolucionismo afetam nosso senso de valor próprio e de autoestima? Gn 1:26, 27; Sl 8:5, 100:3; At 17:24-28

Deus nos criou com um propósito. Ele também criou outros maravilhosos seres vivos, e a humanidade foi colocada acima de todos eles com domínio e autoridade. A Bíblia ensina que Deus escolheu partilhar “Sua imagem” com a família humana.

Celeste Perrino-Walker – Rutland, EUA

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