domingo, 20 de março de 2011

Sociedade com Jesus - 20/03/2011 a 26/03/2011

SOCIEDADE COM JESUS


“Permaneçam em Mim, e Eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em Mim” (Jo 15:4).

Prévia da semana: Jesus nos convida a termos uma ligação viva com Ele.

Leitura adicional: Mc 1:21-35; Lc 4:31-42; Mt 6:14, 15; 25:34-46; 26:36-44; Sl 31:24. Caminho a Cristo, p. 67-76. Morris Venden, Como Tornar Real o Cristianismo (Tatuí, CPB, 1993), p. 80-99.

Domingo, 20 de março

Introdução
Conectados e direcionados


Pareceria lógico imaginar que, antes de Adão e Eva serem afetados pelo pecado, tinham perfeita saúde, inclusive boa saúde física e mental, bom companheirismo humano, uma relação desimpedida com Deus, segurança, alimento e água puros. Além do mais, estavam rodeados de beleza.

Como é a lista de coisas que Deus proveu para nós? Ele nos deu o maior presente: Ele mesmo, na forma do Espírito Santo. Deus nos deu Seu único Filho, Jesus Cristo, para que Ele possa viver em nós através do Espírito Santo, e nos ensine, guie e capacite a vencer qualquer obstáculo que se interponha em nosso caminho. Além disso, Deus nos deu os talentos e dons de que precisamos, a fim de sermos bem-sucedidos. Mesmo em nossos momentos de maior fraqueza, quando pensamos que não há saída, Deus está atuando poderosamente para nos ajudar. Sua graça está sempre à nossa disposição, especialmente nas horas de nossa maior necessidade. Conectados a Ele, temos direção na vida. Não precisamos nos estressar, porque Deus tem uma solução nossos problemas mesmo antes de irmos a Ele em busca de ajuda.

Muitas vezes temos problemas para compreender nossa sociedade com Deus e aplicar esse relacionamento à vida diária. Alguns de nós queremos estar sempre no controle de tudo. Temos a tendência de correr à frente de Deus e fazer muitas coisas por nossa própria conta. Por outro lado, alguns de nós acreditamos que somos incompetentes e não podemos fazer nada. Precisamos perguntar a nós mesmos: “Que papel desempenho em minha sociedade com Deus? O que Ele espera de mim? Qual é o papel dEle?” O ponto de equilíbrio está na resposta a essas perguntas: Qual é a minha responsabilidade e qual a de Deus?

Nesta semana começaremos a aprender como morrer para nossos desejos egoístas e nos rendermos à vontade de Deus. Também aprenderemos algo sobre aceitar Seu chamado em nossa vida, vencer os desafios que estão diante de nós e cumprir nosso destino. Ao estudar a lição, lembre-se de não se estressar em relação a um problema, porque Deus já o resolveu!

Mãos à Bíblia

1. Descreva os hábitos de oração de Jesus. Que lições você pode aprender desses hábitos? Mc 1:21-35; Lc 4:31-42

Sharon Ennis – Toronto, Canadá

Marcadores: , , ,

sábado, 20 de março de 2010

Verdade - Resumo Semanal - 20/03/2010 a 20/03/2010

VERDADE


por Emilson dos Reis

A “verdade” é parte do fruto que se manifesta na vida de quem ama a Deus e procura agradá-Lo (Ef 5:8-10). Na língua bíblica original, o termo é alétheia, o qual aparece 110 vezes no Novo Testamento. No Antigo Testamento, o vocábulo correspondente mais empregado é emeth, que ocorre 92 vezes. Ele e seus cognatos (palavras com a mesma raiz) transmitem a ideia de firmeza, estabilidade e fidelidade, e são aplicados tanto a Deus como aos homens. Etimologicamente, alétheia sugere algo que foi revelado e que pode ser conhecido como realmente é, em contraposição com aquilo que é apenas imaginário ou falso. Tanto alétheia como emeth podem transmitir a ideia de verdade como conceito cognitivo (do conhecimento), mas sua ênfase é o aspecto moral, a integridade, o caráter digno de confiança – a verdade como virtude.2

I. Deus e a verdade


O salmista se refere ao Senhor como o “Deus da verdade” (Sl 31:5), o que significa que Ele não vive oculto, mas Se revela e O vemos como sendo absolutamente fiel e digno de toda a confiança. Em sua oração sacerdotal, às vésperas de Sua morte, Jesus Se referiu a Seu Pai como o “Deus verdadeiro”. Ele disse: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). Tais palavras nos ensinam que quando conhecemos a Deus como Ele é, alcançamos a salvação, a vida eterna. Na linguagem bíblica “conhecer” alguém não é apenas uma atividade intelectual. Não basta apenas tê-lo visto poucas ou muitas vezes, saber seu nome, sua profissão, seu endereço. Conhecer implica em relacionamento. Eu conheço alguém quando, de fato, me relaciono constantemente com ele. É a mesma ideia ensinada pelo conhecido adágio: “para conhecermos alguém precisamos comer um saco de sal com ele”. Conhecer alguém leva tempo. Precisamos estar ao seu lado em diferentes situações, observando suas ações e reações. Precisamos ouvi-lo. Precisamos falar-lhe. De modo semelhante, adquirimos conhecimento de Deus. Leva tempo. Temos que falar a Ele e fazemos isto pela oração; temos que ouvi-Lo, e isto ocorre quando nos dispomos a estudar Sua Palavra, particularmente e coletivamente; precisamos observar e meditar como Ele tem agido na História, e como age atualmente na Igreja e no mundo.

Precisamos andar em Sua companhia a cada dia, o que equivale a seguir Suas orientações para nossa vida. É isto que nos leva a conhecê-Lo. O que ocorre quando conhecemos bem alguém que possui um bom caráter? Quanto mais o conhecemos, mais confiamos nele e mais o amamos; mais temos prazer em estar em sua companhia. O mesmo acontece em nosso relacionamento com Deus. Porque Ele é verdadeiro, quanto mais O conhecemos, mais confiamos nEle, mais O amamos, e maior prazer temos em estar em Sua companhia. E este conhecimento – vale dizer, relacionamento – produz em nós uma vida transformada e uma fé renovada. Busquemos, pois, conhecê-Lo, confiando em Sua promessa: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13).

II. A Bíblia e a verdade


A Palavra de Deus é a verdade. No Novo Testamento, na mais longa oração registrada de Cristo, Ele disse a Seu Pai: “a Tua palavra é a verdade” (Jo 17:17). O mesmo foi dito nos Salmos. Neles, a Palavra de Deus é chamada de “lei”3, e o maior de seus capítulos, o 119, trata exclusivamente dela. Apresenta sua excelência e a exalta. Nessa oração ao Senhor, o salmista declarou: “A Tua lei é a própria verdade” (v. 142; cf. os vs. 151 e 160). E é justamente por essa razão que a Escritura nos ajuda a formar um caráter verdadeiro, iluminando nosso caminho (v. 105) e nos dando entendimento (v. 130); ela nos leva a buscar a Deus de todo o coração (v. 3), a odiar e a detestar a falsidade (v. 128), a vencer o pecado (v. 11) e a usufruir de paz (v. 165) e de grande alegria (v. 162).

III. O Espírito e a verdade


No último encontro com Seus discípulos, Jesus garantiu-lhes que, enquanto Ele não retornasse a este mundo, eles não ficariam sozinhos; antes, teriam a permanente presença do Espírito Santo – que Ele chama de Espírito da verdade – o qual não apenas estaria ao lado, próximo, mas mesmo habitaria neles. “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê, nem O conhece; vós O conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros” (Jo 14:16-18). E acrescentou: “... o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir” (16:13).

O Espírito Santo ensina a verdade. Ele é o mestre da verdade. Um conceito teológico importante é o de “iluminação”, que é a ação do Espírito Santo sobre um indivíduo capacitando-o a entender a mensagem (revelação) de Deus. Observe, na citação que segue, de Ellen White, os possíveis efeitos do estudo da Bíblia quando desacompanhado dessa ação do Espírito:

“Sem a ajuda do Espírito Santo, porém, estamos continuamente sujeitos a torcer as Escrituras ou a interpretá-las mal. Muitas vezes, a leitura da Bíblia fica sem proveito, e em muitos casos é mesmo nociva. Quando se abre a Palavra de Deus sem reverência nem oração; quando os pensamentos e afeições não se concentram em Deus, ou não se acham em harmonia com Sua vontade, a mente fica obscurecida por dúvidas; e o ceticismo se robustece com o próprio estudo da Bíblia.4

A Palavra de Deus é a “espada do Espírito” (Ef 6:17) e para penetrar fundo no coração humano (Hb 4:12) necessita ser manejada por Ele. É necessário que Aquele que no passado inspirou Seus servos a escrever a Bíblia nos capacite hoje para que entendamos seu significado. Como está escrito: “... as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (1Co 2:11) e “o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14:26).

O Espírito Santo aplica a verdade. O mesmo Espírito de Deus que produziu as Escrituras e a preservou através dos séculos, deve agora aplicá-las aos ouvintes. A aplicação de um texto bíblico é a lição espiritual que o texto contém para aquele que o está estudando, em meio às suas lutas e necessidades. Conquanto os princípios bíblicos não sejam alterados com o correr do tempo, sua aplicação depende da época, da cultura, das circunstâncias e das necessidades dos ouvintes. A aplicação traz a verdade do mundo bíblico para o mundo contemporâneo. Deve brotar naturalmente das ideias da mensagem bíblica e estar relacionada à vida dos leitores e ouvintes. Mostra como a verdade bíblica se relaciona à experiência deles, aos seus problemas pessoais.5 Profetas e apóstolos fizeram aplicação da mensagem de Deus, e os pregadores da atualidade devem fazer o mesmo. Todavia, todos estes são apenas instrumentos do Espírito Santo. Ele é o grande aplicador da verdade. É Sua a obra de trazer algo à memória, revelar alguma necessidade, reforçar alguma verdade, fazer alguma sugestão, despertar a consciência, vivificar o coração, mover a vontade, dar forças para mudar e restaurar o homem à imagem de Deus.6

IV. Cristo e a verdade


Depois de falar aos Seus discípulos sobre Seu retorno ao Pai e de como um dia voltaria para buscá-los de modo que estivessem juntos para sempre, Cristo lhes disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim”(Jo 14:6). Por que Cristo é a verdade? (1) Porque Ele mesmo é divino; (2) porque Ele é a perfeita e completa revelação de Deus e de Sua verdade; (3) porque Ele é o caminho pelo qual os homens podem retornar para Deus; (4) porque Ele combina em Sua pessoa tudo quanto os homens precisam saber, crer e ser; (5) porque Ele Se contrapõe à falsa religião e Se constitui na concretização de toda a verdade de Deus – ao passo que Moisés, a lei e os profetas apenas apontavam para Ele.7

Jesus Cristo era o mistério que estava oculto, mas que, no tempo aprazado por Deus, seria revelado (Ef 3:4-5; Cl 1:26; Rm 16:26). Contudo, não era totalmente desconhecido, porque já estava indicado nos escritos proféticos do Antigo Testamento.8 Quando aqui esteve, Ele disse: “Examinais as Escrituras, porque são elas que de Mim testificam" (Jo 5:39). Sua vida e obra são o centro das Escrituras. Todos os milagres e histórias, todas as profecias e parábolas giram em torno de Sua pessoa e de Seu plano para salvar. As Escrituras declaram que “havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual fez também o Universo. Ele é o resplendor da glória e a expressão exata do Seu ser” (Hb 1:1-3). Assim, “a revelação começada no Antigo Testamendo se consuma no Novo Testamento” e “agora se concentra em Jesus Cristo, que é dessa vez seu autor e seu objeto.”9 Podemos percebê-Lo desde o relatório da Criação – “porque nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, ... tudo foi criado por Ele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, e nEle subsistem todas as coisas“ (Cl 1:16, 17) – até a promessa final: “Certamente cedo venho” (Ap 22:20).10

Deus não apenas nos concedeu uma revelação especial escrita a Seu respeito, mas também desejou que O conhecêssemos de modo mais visível e palpável e, para tanto, enviou-nos Seu Filho. Por Seu intermédio, Deus procura suprir a dupla necessidade do homem em sua condição pecaminosa: sua ignorância de Deus (e, consequentemente, de si mesmo) e sua culpa diante de Deus. Ao revelar-Se por meio de Seu Filho, Deus deseja não somente tornar-nos bem informados, mas também santos. Por esta razão, o conhecimento de Deus, através de Cristo Jesus, opera a transformação no caráter, recriando a pessoa à imagem de Deus.11

Sem Cristo, a Palavra de Deus perderia sua razão de ser. O Antigo Testamento apontava para o futuro, indicando Sua vida e missão quando aqui viesse; e o Novo Testamento aponta para o passado, revelando que Ele de fato veio e cumpriu tudo quanto a Seu respeito estava escrito. Assim, é Cristo o fundamento e o centro das Escrituras. Ao passo que elas continham a teoria da verdade, Jesus veio demonstrar na prática a espécie de vida que Deus esperava que vivêssemos. De todas as formas de revelação pelas quais Deus Se mostrou a nós, aquela que nos veio por meio de Cristo é a mais completa e perfeita. Ele próprio afirmou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai” (Jo 14:9) e “Eu e o Pai somos um” (Jo 10:30). Quando os homens O viam demonstrar misericórdia, justiça sabedoria e perdão; sim quando eles O observavam curar, ensinar, animar, fortalecer e consolar, estavam recebendo a mais clara revelação do caráter de Deus. “Cada milagre, cada ação era sinal que transcendia o seu significado imediato, para atingir um significado oculto que revelara o Pai ao povo.”12 Todo ato humano de Cristo era uma palavra que Deus dirigia aos homens.

A revelação efetuada por Jesus, inclui Sua pessoa, Seus atos e também Suas palavras. “Sem dúvida a revelação pelos atos resultaria incompreensível se Jesus não explicitasse com Suas palavras o sentido de Seus atos e de Sua vida”.13 Como exemplo disto, nós O vemos no cenáculo, ao comemorar a última Páscoa, tornando claro o significado daquilo que realizava (Jo 13:12-17). Vemos, portanto, que um dos principais motivos pelos quais o Filho de Deus veio a este mundo, foi para revelar o Pai: “ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar” (Lc 10:22 )14 – e isto Ele fez de maneira magistral. Se desejarmos conhecer a Deus, tudo que temos a fazer é olhar para Jesus.15

VI. O cristão e a verdade


Logo depois de Se apresentar como a “verdade” (Jo14:6), Jesus chamou os discípulos a um compromisso: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” e “se alguém Me ama, guardará a Minha palavra” (Jo 14:15, 23). Você não pode obedecer à Palavra de Deus e guardar Seus mandamentos apenas mentalmente, apenas crendo e concordando, ou apenas falando. Você precisa demonstrar isso também em sua conduta. “Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou”(1Jo 2:6).

O cristão é alguém que deve estar completamente identificado com a verdade. Primeiro, porque ele foi gerado, em sua condição de filho de Deus, pela Palavra da verdade (Tg 1:18). Ele tem fé na verdade (2Ts 2:13), ama a verdade (Zc 8:19), apega-se à verdade (Hb 2:1) e anda na verdade (3Jo 4). Verdadeiras são suas ações (Ef 4:15-32) bem como suas palavras (Zc 8:16; Ef 4:25). Verdadeiros são seus motivos. No Sermão da Montanha, Jesus destacou a importância da motivação correta. Citando o exemplo dos hipócritas que faziam coisas boas – oravam, jejuavam e davam esmolas – todavia com a intenção espúria de ser vistos pelos homens e não para glorificar a Deus ou abençoar os necessitados, como aparentava, Ele ensinou que fazer o que é certo com o motivo errado, está errado (Mt 6:1-18).

Ao seguir a verdade, o cristão o faz em amor e, desse modo, cresce em tudo o que Deus planejou para ele (Ef 4:15). Ele também se regozija com a verdade (1Co 13:13), orando para ser sempre guiado por ela (Sl 25:5). Para ele, a verdade lhe serve de “escudo” (Sl 91:4) e o capacita a permanecer firme em sua luta contra o mal (Ef 6:14).

Portanto, aquele que tem a verdade como fruto do Espírito relaciona-se positivamente com Deus e Seu Filho; conhece a verdade e, ainda assim, está sempre buscando mais; e está empenhado em obedecer à Palavra e em ser transformado por ela.

Emilson dos Reis atuou como pastor distrital em diversas igrejas no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Foi pastor e professor no Instituto Adventista Cruzeiro do Sul e no Centro Universitário Adventista de São Paulo. É doutor em Teologia Pastoral e diretor da Faculdade Adventista de Teologia no UNASP, onde também leciona as disciplinas de Introdução Geral à Bíblia e Homilética. É autor dos livros: Introdução geral à Bíblia; Aprenda a liderar; Como preparar e apresentar sermões e O dom de profecia no púlpito.


Referências bibliográficas

2. Russell Norman Champlin e João Marques Bentes, eds., “Verdade (Na Bíblia e outras considerações)”, Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia, 6 vols., 3ª ed. (São Paulo: Candeia, 1995), 6:731-733. Ver também A. C. Thiselton, “Verdade”, Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, 4 vols., editado por Colin Brown, traduzido por Gordon Chown (São Paulo: Vida Nova, 1985), 4:708-737.

3. Derek Kidner, Salmos 1-72: Introdução e comentário, 2ª ed. (São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1981), 63.

4. Ellen G. White, Caminho a Cristo, 110. Em outro de seus escritos ela declarou: “Quando o Espírito de Deus cessa de impressionar o coração humano com a verdade, todo o ouvir é vão, assim como também é vã toda a pregação”. – Idem, História da redenção, 364.

5. Jerry Stanley Key, O preparo e a pregação do sermão (Rio de janeiro: JUERP, 2001), 294.

6. James Braga, Como preparar mensagens bíblicas (Deerfield, Florida: VIDA, 1986), 191; Key, 289.

7. Champlin, 6:735.

8. Dicionario enciclopédico da Bíblia, editado por A. Van Den Born (Petrópolis: Vozes, 1971), 1322.

9. Xavier Léon-Dufour, Vocabulário de teologia bíblica (Barcelona: Herder, 1967), 698.

10. White, Caminho a Cristo, 75.

11. White, A ciência do bom viver, 425.

12. Pedro Gilberto Gomes, ... e Deus rompeu o silêncio! (São Paulo: Paulinas, 1980), 25.

13. Léon-Dufour, 699.

14. "Por outro lado, o mistério de sua pessoa é inacessível 'à carne e ao sangue': Impossível de penetrá-lo sem uma revelação do Pai (Mt 16:17), que se nega aos sábios e prudentes, mas se outorga aos pequeninos (Mt 11:25). Estas relações íntimas do Filho e do Pai, de que não tinha conhecimento o AT, constituem o ponto culminante da revelação que viera por Jesus." – Ibid.

15. Emilson dos Reis, Introdução geral à Bíblia: Como a bíblia foi escrita e chegou até nós, 3ª ed. (Artur Nogueira: Gráfica Nogueirense, 2007), 41-43.

Marcadores: , , ,

sexta-feira, 20 de março de 2009

Bençãos do Dom Profético - 20/03/2009 a 21/03/2009

Sexta, 20 de março

Opinião

Falsos critérios para a salvação


 Falsos critérios para a salvaçãoExatamente como o Israel do passado, creio que nossa igreja precisa de arrependimento, reavivamento e reforma. Para Israel, o reavivamento significava novo acesso de crescimento espiritual. Arrependimento é livrar-se das cadeias do pecado para adquirir o perdão; e reforma implica num estado combinado de reavivamento e arrependimento, a fim de sermos aceitos diante de Deus.

Os mesmos três elementos ainda se aplicam a nós hoje, tanto como indivíduos quanto como igreja. A fim de crescermos em justiça, precisamos de uma dose diária de crescimento espiritual. Isso é reavivamento. Também não podemos dispensar o ato do arrependimento. Esses dois elementos, operando juntos num indivíduo ou numa igreja, efetuam uma reforma.

No que diz respeito à reforma de saúde, os princípios de saúde bíblicos ainda são os melhores prolongadores da vida. O próprio Cristo promoveu o ministério da cura. Um ministério de cura e o ensino dos princípios divinos de saúde são formas como nós também podemos difundir as boas-novas da salvação.

Contudo, ao partilharmos nossa mensagem de saúde, precisamos “ter cuidado em nos assegurar de que nossa interpretação dos escritos de Ellen White é consistente com a Bíblia no que diz respeito à salvação. Nossa segurança consiste em prestar muita atenção aos princípios de interpretação, não passando por alto o contexto, o tempo e o lugar, e o conselho geral de Ellen White sobre assuntos de saúde. Ao fazer isso, e ao partilharmos os princípios de nossa mensagem de saúde, estaremos ao mesmo tempo nos guardando da armadilha de estabelecermos falsos critérios para a salvação.”*

Dicas

1. Faça uma avaliação de si mesmo em relação às importantes diretrizes de saúde: ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino. Usando as siglas O, R e PM (Ótimo, Regular e Precisa Melhorar), avalie o quanto você seguiu cada um desses princípios no mês passado.
2. Prepare uma curta palestra sobre as vantagens do estilo de vida adventista e partilhe-a com sua classe da Escola Sabatina ou com sua igreja.
3. Verifique dois ou três princípios de saúde que, se seguidos consistentemente, teriam o efeito mais positivo sobre sua vida. Estabeleça um alvo para seguir esses princípios durante um mês e anote seu progresso diário.

*Adventist Review.Nonvegetarians will not enter Heaven? Guidelines for interpreting Ellen White on the topic of health.” Limoni Manu. Consultado em 10 de dezembro de 2007 em www.adventistreview.org/2005-1538/story2.html

Millicent Akinyi | Nakuru, Quênia

Marcadores: , , ,