sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 05/08/2011 a 06/08/2011

Sexta, 5 de agosto

Opinião
Como devemos adorar?

Mediante a explosão de adoração, reverência, alegria e culto que caracteriza os seres celestiais em Apocalipse 4 e 5, percebemos que as hostes de adoradores aumentam a cada canção sucessiva. Ainda assim, o foco de sua adoração permanece centralizado em Deus, por Seu poder e Sua dignidade.

Como cristãos, devemos manter nossa adoração centralizada em Deus, aproximando-nos dEle em humildade e arrependimento, em vez de encarar a adoração como uma forma de alcançar a euforia emocional. A alegria é uma parte vital de nossa experiência de adoração, mas esse sentimento deve provir de uma relação reflexiva com Deus, não de picos emocionais durante a adoração. Muito da adoração moderna parece estar fundamentado na emoção. Por isso, muitas vezes, tal prática pode se tornar egoísta, desprovida de arrependimento e humildade.

Ao aproximar-se de Deus, após seu pecado com Bate-Seba, Davi colocou de lado seus desejos egoístas. Em meio à vergonha e à culpa, ele encontrou seu verdadeiro “abrigo” (Sl 32:7); não o abrigo composto de desejos egoístas e autoengano, mas o amor que envolve todo aquele que confia no Senhor (Sl 32:10). Davi, então, gritou de alegria! Jamais um culto fundamentado em emocionalismo poderia ter conseguido isso.

Também escrito após o incidente envolvendo Bate-Seba, o Salmo 51 tem sido um “lar” para os cristãos que buscam a segurança da salvação. O rei caído grita em quebrantamento e culpa diante da Majestade do Céu. Ao ser restaurado à imagem de Deus, o egoísta, adúltero e assassino Davi encontrou verdadeira libertação, louvor, prazer e contentamento.

Ao focalizarmos Deus, Seu poder, graça e amor ao invés de nós mesmos, a alegria que sentimos ao adorá-Lo crescerá e se fortalecerá. Esse é o fruto da verdadeira adoração.

Mãos à obra

1. A cada dia da próxima semana, leia um salmo de sua preferência e liste as coisas pelas quais o salmista louva ou agradece a Deus.
2. Componha sua própria “nova canção”, poema, carta, peça instrumental ou pintura, enfim, algo que expresse seu louvor a Deus.
3. Mude o programa da sua classe da Escola Sabatina para incluir um tempo de louvor antes do estudo da lição, cantando ou compartilhando as bênçãos recebidas.
4. Escreva um salmo de louvor com sua classe da Escola Sabatina ou com o grupo de estudo da Bíblia. Cada pessoa escreverá de uma a quatro linhas. Depois, juntem os versos escritos e leiam esse salmo durante o serviço de adoração.
5. Divida uma folha de papel em duas colunas, uma chamada Adoração e outra Agradecimento. Toda vez que você fizer sua devoção pessoal, adicione mais itens a cada coluna. Na primeira coluna, liste características de Deus; na segunda, coisas que Ele tem feito. Então, louve-O por Seus atributos e por Suas obras.
6. Quando estiver sozinho em casa, encontre tempo para tocar ou cantar, com o coração alegre, sua música de louvor favorita.

Hannah Hogg – Pleasant Hills, Austrália

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração - 22/07/2011 a 23/07/2011

Sexta, 22 de julho

Opinião
Aprendendo pelo sacrifício


Mediante os rituais de sacrifício, o santuário proveu meios para que o povo, que tinha um concerto com Deus, pudesse entrar em Sua divina presença. Em que consistiam esses sacrifícios? Como esses sacrifícios prefiguravam o que Cristo faria por nós?

O santuário era uma forma pela qual Deus convidava Seu povo para uma aliança com Ele, com base na adoração. Por meio do santuário, os israelitas poderiam entendero plano de salvação, participar na santidade divina e desenvolver fé e obediência a Deus.

O pecado rompeu esse concerto. Enquanto não tratasse desse assunto, o povo sofreriapor conta de suas próprias iniquidades e jamais alcançariam a vida eterna. Contudo, o Senhor, por Sua graça, mostrou-lhes a maneira pela qual eles poderiam ser perdoados e purificados do pecado. Essas provisões eram o cerne do sistema sacrifical do santuário. Ao trazer um cordeiro para ser sacrificado, o israelita confessava sua crença no Salvador prometido por Deus. Por sua vez, o sacerdote, como representante de Deus, fazia a expiação pelos pecados (Lv 5:5, 6). O tipo exato de animal ou ritual dependia de inúmeros fatores, mas a ideia principal era sempre a mesma.

Quando alguém pensa no santuário, é comum refletir a respeito do local construído sob a direção do próprio Senhor. No entanto, muito mais importante que sua beleza extraordinária era a mensagem que Deus pretendia comunicar por meio dos rituais no santuário, particularmente, a atuação de Seu Filho no santuário celestial, em favor de cada um de nós.

“Foi Cristo mesmo o originador do sistema judaico de culto, pelo qual, mediante tipos e símbolos, as coisas espirituais e celestiais eram vistas na forma de sombras. [...]

“Havia uma lição incorporada em cada sacrifício, impressa em cada cerimônia, solenemente pregada pelo sacerdote em seu santo ofício, e inculcada pelo próprio Deus – que somente pelo sangue de Cristo há perdão de pecados. [...]

Pense nisto


Atualmente, quando pecamos, não mais precisamos utilizar animais para sacrifício. Contudo, podem existir itens ou atividades que Deus nos pede que sacrifiquemos quando O aceitamos como nosso Salvador. O que você tem sacrificado para aceitar a Cristo?

Mãos à obra


1. Fotografe e crie uma montagem que explore formas práticas de adoração a Deus.
2. Escreva uma peça sobre um jovem israelita levando um cordeiro para o santuário, como oferta por seu pecado. Explique a importância dos rituais de adoração.
3. Construa um modelo do santuário, bem como dos elementos de adoração nele existentes.
4. Pesquise os componentes da verdadeira adoração e, com base neles, organize um culto. Peça permissão à direção de sua igreja para que os jovens de sua congregação coloquem em prática o serviço de adoração que você planejou.

Glenn Brian Ente – Zambales, Filipinas

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

O sábado e a adoração - 15/07/2011 a 16/07/2011

Sexta, 15 de julho

Opinião
Além da tradição

Levítico 23:3 faz referência à adoração no sábado como “dia de reunião sagrada”. Entretanto, para muitas pessoas a adoração sabáticas e resume em ir à Escola Sabatina, ouvir o sermão, cumprimentar os membros os membros da igreja (muitas vezes de forma mecânica, coagida), cantar, orar e retornar às rotinas individuais.

Como sabemos, a adoração no sábado ultrapassa essas tradições. Analisemos o exemplo de Jesus: “Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era Seu costume” (Lc 4:16). Mesmo seguindo os costumes da época, Jesus desafiou as tradições dos líderes judaicos, os quais questionavam Suas ações nas horas sabáticas. Como resposta, adorava a Deus praticando o bem no sábado. Deveríamos seguir Seu exemplo.

Como parte de sua adoração no sábado, os apóstolos costumavam frequentar as reuniões na sinagoga e pregar. Paulo, especificamente, estava habituado a pregar em sinagogas judaicas no sábado. Ao considerarmos mais detalhadamente os exemplos de adoração praticados por Jesus e Seus discípulos, vemos que adoração é muito mais do que apenas ir à igreja. Trata-se de alcançar o mundo, curar o enfermo, cuidar daqueles em necessidade, passar algum tempo em meio à natureza, observando a criação de Deus, etc.

Não é preciso manter uma rotina fixa de adoração no sábado. Contudo, é necessário que não percamos o foco: estamos adorando o nosso Criador e conduzindo outros até Ele. No sábado, precisamos seguir os passos dos apóstolos: ir à natureza, encontrar um lugar quieto para orar (At 16:13) e repartir as boas novas de Cristo. Ao adorarmos de maneira diligente e reverente, atingiremos o coração dos que se encontram em necessidade, espalhando a mensagem de salvação em Cristo.

Pense nisto


1. Quais aspectos você considera importantes para a adoração no sábado?
2. Cite algumas das várias formas de adoração sabática abordadas na Bíblia.
3. Apresente algumas formas criativas de se utilizar o sábado como um tempo para testemunhar.

Mãos à obra


1. Esboce seis diferentes faces, incluindo a sua (africana, brasileira, caribenha, inglesa, esquimó, indiana), e imagine que essas “pessoas” são os únicos membros de sua igreja. Pense em coisas que você poderia fazer para tornar a adoração sabática mais prazerosa para eles.
2. Medite em Êxodo 20:8-11 e em Gênesis 2:1-3. O que esses textos dizem a respeito de nossa adoração a Deus no sábado?
3. Como você abordaria a questão da adoração sabática em conversas com pessoas pertencentes a grupos religiosos com costumes diferentes dos seus?

Raul Peters – Fort Worth, EUA

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

A adoração em Gênesis: duas classes de adoradores - 01/07/2011 a 02/07/2011

Sexta, 1º de julho

Opinião
Cristãos como Caim


A caminhada de Caim com Deus assustadoramente nos lembra de como, algumas vezes, vivemos como cristãos:

1. Caim acreditava em Deus (Gn 4:3).
2. Cresceu numa família cristã, com valores morais (Gn 4:1).
3. Conhecia o plano da salvação (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 71).
4. Era um trabalhador dedicado e de sucesso, oferecendo sacrifícios a Deus como retribuição às bênçãos recebidas (Gn 4:3).
5. Seguiu a ordem de Deus ao trazer o primeiro fruto do solo como oferta de gratidão (Gn 4:3; Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 71).
6. Ele se aproximou de Deus num ato de adoração (Gn 4:3).

No entanto, Caim se esqueceu de uma coisa: deixou de sacrificar um cordeiro, o símbolo da morte de seu Salvador. Ele compreendia a necessidade de mostrar sua fé no sangue de Cristo como o prometido expiador de pecados, mas, ao contrário, escolheu depender de si mesmo. “Apresentou sua oferta como um favor feito a Deus, pelo qual esperava obter a aprovação divina” (Ibid., p.72). Caim tinha dado quase tudo a Deus. Entretanto, ao dar a Deus quase tudo, Caim deu-Lhe nada.

Vivemos numa época em que muitos dizem que não há problemas em sermos cristãos como Caim. Desde que creiamos em Deus, que saibamos as coisas certas, que frequentemos a igreja e que sejamos pessoas boas, estaremos prontos para a salvação. É como se pudéssemos ser salvos pelo mal que não fizemos. Entretanto, o exemplo de Caim nos revela que, se não reconhecermos nossa desesperada necessidade de um Redentor, estaremos perdidos; se não dermos a Deus cem por cento do que fazemos e somos, daremos a Ele zero por cento.

Pense nisto

1. Que mudanças a aceitação do sangue de Cristopromove na vida do cristão?
2. Considerando o exemplo de Caim, como temos agido em relaçãoa Deus?
3. O que você não está entregando completamente a Deus?

Mãos à obra

1. Passe algum tempo num ambiente natural, permitindo que ele enriqueça sua experiência de adoração ao Criador.
2. Escute um hino de adoração e deixe Deus falar com você por meio dele.
3. Registre, como em um diário, suas experiências de adoração, tanto as boas quanto as más, refletindo sobre o que precisa ser melhorado em seu tempo com Deus.
4. Memorize uma passagem bíblica que mostre que Deus é digno de nossa adoração.

Dustin Serns – Vancouver, EUA

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vestido em Cristo - 24/06/2011 a 25/06/2011

Sexta, 24 de junho

Opinião
Não tem a ver com pontos


Houve momentos em minha vida em que li a Bíblia, orei, fiz coisas boas para os outros, jejuei e guardei o sábado fielmente, achando que Jesus pegaria Seu livro de pontuação com o meu nome e me daria dez, quinze, vinte ou mesmo cem pontos por fazer essas tarefas. Com o passar dos anos, percebi que jamais serão as minhas obras que me farão aceitável aos Seus olhos, mas sim Seu poder.

A justiça de Cristo é o manto que Ele gratuitamente coloca sobre nós, embora não o mereçamos. Sua pureza e bondade cobrem nossa pecaminosidade. Não há nada que possamos fazer para ganhar Sua justiça. Ele a dá gratuitamente. A única ação de nossa parte é aceitar essa veste e ter fé de que Ele retirou nossos pecados e os lançou nas profundezas do mar (Mq 7:19).
Isso não tem a ver com que fazemos ou deixamos de fazer. É sobre manter os olhos fixos em Jesus. Deus nos dá uma vida abundante. Ele torna isso possível através da morte de Cristo. Pela fé, aceitamos Sua morte em nosso favor e permitimos que o Espírito Santo transforme nossa vida. Diariamente Ele limpará nosso coração e nos dará o poder de que precisamos para sermos vencedores neste mundo pecaminoso.

Por que Jesus faria isso por nós? Pergunto-me isso muitas vezes, e, em todas elas, concluo que é por que Ele nos ama e ninguém mais na Terra nos ama tanto quanto Ele. Então, por que não aceitar Sua justiça e amor? Hoje podemos respirar o ar da liberdade, sabendo que Ele nos revestiu com Sua justiça, nos deu o poder necessário para vencer e completará a obra que começou em nós quando O aceitamos como nosso Salvador.

Mãos à obra

1. Escolha dois ou três pecados ou fraquezas que você gostaria que Deus removesse de sua vida. Com um corretor de texto ou marcador permanente, escreva cada um deles numa pequena pedra. Caminhe por um rio ou praia, orando sobre cada mudança que você deseja que Ele realize. Jogue as pedras na água, simbolizando o desejo de Deus de “lançar todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (Mq. 7:19). Quando houver feito isso, agradeça a Ele por Sua promessa de cobri-lo com Seu manto de justiça.
2. Explique para uma criança o que significa ser vestido em Cristo.
3. Identifique um novo hábito que o(a) ajudaria a manter sua mente focalizada em Deus e protegida da influência do mundo. Nos próximos 21 dias, pratique o novo hábito, fazendo anotações.

Clara Ysabel Alcantara – Sacramento, EUA

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Toque de fé - 17/06/2011 a 18/06/2011

Sexta, 17 de junho

Opinião
“Sem costuras”


Talvez Jesus estivesse muito moderno nos Seus dias para ter de alguma forma levado os soldados a disputarem Sua veste. Ou talvez eram os “mitos” sobre essa veste específica que a tornaram tão desejada. Qualquer que seja a razão por quererem tanto a túnica de Jesus, uma coisa é certa: ela era sem costura, e o fato de Jesus a estar usando lhe acrescentou muito valor.

A veste “sem costura” significa que foi tecida como uma peça única de roupa. Não havia sido cortada e alterada para servir em quem a usasse. Para se ter uma veste como aquela, somente sob medida. Da mesma forma, Jesus foi “feito sob medida” para nossa condição pecaminosa. Ele veio e usou aquela veste sem costura para que pudéssemos trocar nossas roupas de injustiça pelo Seu manto perfeito.

Nossas vestes de injustiça estão cheias de manchas: “imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes” (Gl 5:19-21). Todavia, Cristo morreu para que pudéssemos nos vestir de “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23). “O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, a carne lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu [...] fala a cada filho da família humana, declarando: É por ti que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa; por ti Ele destrói o domínio da morte e abre as portas do Paraíso” (O Desejado de Todas as Nações, p. 755).

Lembre-se disso: Você não pode usar Sua veste sem costura por cima de uma que você já tenha. Usar Sua veste sem costura significa viver a vida dEle; orar como Ele orou, falar como Ele falou, andar como Ele andou. Para usar Sua veste sem costura
é fazer o que Ele faria.

Mãos à obra

1. Calcule quanto você gasta cada mês e ano em despesas fúteis com os últimos modelos e entretenimento. Considere o que esses gastos revelam sobre suas prioridades.
2. Esboce o que é, para você, a imagem de um típico cristão. Alegre? Temente a Deus? Reprimido? Depressivo? Decidido?
3. Separe roupas ou itens que possam ser uma grande bênção se você doá-los a outros.

Allen Shingai Mavundukure – Winnipeg, Canadá

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

A veste nupcial - 10/06/2011 a 11/06/2011

Sexta, 10 de junho

Opinião
O traje de um verdadeiro cristão


Minha irmã ama a cor laranja. Sua mochila escolar, camisas, roupas de ginástica, jaqueta, chinelos, lençóis, até mesmo sua moto são laranjas. Por isso, eu não fiquei surpresa quando a cor que ela escolheu para seu casamento foi tangerina – uma brilhante tonalidade de laranja. Pensei duas vezes antes de usar um vestido de cor tangerina. Realmente prefiro usar rosa. Então eu falei com minha irmã sobre isso. Não pretendia depreciar a escolha dela. Mas foi exatamente o que fiz. Seus olhos se arregalaram quando ela ouviu meu pedido – confusa se eu estava falando sério ou não. Então rapidamente eu disse que ela esquecesse meu desejo. Eu não queria arruinar seu dia especial. Nem queria que as pessoas achassem que sou tão egoísta.

Essa experiência me ajudou a compreender a parábola da veste nupcial. Muitas pessoas declaram estar do lado de Deus, mas suas ações demonstram o contrário. Naturalmente a vida cristã precisa levar ao desenvolvimento de um caráter como o de Cristo. A veste nupcial representa a justiça de Deus. Então, quando aceitamos Sua justiça, Ele nos dá Seu poder para sermos transformados. Muitos têm tentado se justificar, acreditando que, porque Deus é amoroso e misericordioso, Ele compreenderá e aceitará suas imperfeições pecaminosas. No entanto, isso está longe da verdade.

A veste da justiça é algo que as pessoas têm o privilégio de receber. É como um uniforme que é facilmente identificado. E, assim como os convidados de um casamento esperam que a noiva use um vestido de noiva, as pessoas esperam que os cristãos sejam como o Salvador deles – amorosos, bondosos, ajudadores e obedientes à Sua Palavra. O próprio ato de usar a veste significa submissão a Ele. Podemos preferir outra roupa e usar uma diferente por um tempo. Mas estaríamos fazendo em desacato ao desejo de Cristo para nós. Em nossa vida cristã, vestir Sua justiça é igual a obedecê-Lo.

Mãos à obra

1. Convide a um amigo para ir a igreja ou a um estudo bíblico/pequeno grupo, ou planeje uma refeição e convide pessoas com quem você normalmente não se socializa.
2. Pegue um pano ou peça velha de roupa e escreva nela todas as coisas que podem impedi-lo de aceitar a oferta de Jesus de um manto de justiça. Ore e peça a Deus para trocar este trapo por Seu manto de justiça.
3. Parafraseie a história da veste nupcial usando elementos modernos. Esteja preparado para compartilhá-la durante a Escola Sabatina.


Richelle L. Elisan – Las Pinas, Filipinas

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Roupas de esplendor - 20/05/2011 a 21/05/2011

Sexta, 20 de maio

Opinião

Dissipando o engano do diabo


A Igreja hoje está enfrentando um problema – seus jovens adultos estão se tornando mais parecidos com o mundo. Muitos deles simplesmente não têm uma vida espiritual. Isso é evidente em seu comportamento, nas companhias que escolhem, nos lugares que frequentam, na imoralidade sexual com a qual estão envolvidos, nas brincadeiras ociosas e na maneira de se vestir. Se escolhermos permanecer vestidos de nossa natureza pecaminosa, negamos a Cristo. É quase como se estivéssemos envergonhados de estarmos no exército de Deus e dividirmos Seu amor e bondade com os outros. E ainda nos admiramos que o Senhor não tenha voltado!

Muitas vezes nós, que alegamos ser filhos de Deus, ainda permanecemos na beira do caminho, teimosos, obstinados, esperando para criticar os outros, não nos dando conta de que estamos agindo pelo espírito de Satanás. Essas ações não são características de estarmos completamente vestidos com as vestes da salvação oferecidas por Deus. Quando nos damos conta de que somos pecadores, salvos pela graça, quando pedimos que Deus nos vista, trocando nossas vestes e nos cobrindo com o manto da justiça, só então sentiremos compaixão pelos que estão sofrendo no pecado.

Para mim, ser vestido com vestes de esplendor e glória deveria ser algo bem mais importante aos olhos de todos. Apenas imagine um exército de soldados no campo de batalha usando roupas comuns. A destruição que o inimigo poderia causar nesse caso seria catastrófica. Soldados usam equipamentos de proteção, para resistirem aos ataques do inimigo bem como para serem distinguidos dele. Semelhantemente, precisamos ser vestidos de forma que nos possibilite resistir ao diabo, bem como ser identificados com Cristo. Para sermos vestidos com as vestes de Cristo, precisamos morrer diariamente para o pecado e submeter nossa vontade totalmente a Ele. Quando estamos completamente vestidos nessas roupas de esplendor, temos um desejo ardente de dividir as boas novas da salvação com todos aqueles com quem entramos em contato. O nosso andar, falar e olhar darão oportunidades para falarmos aos outros a respeito de como eles também poderão usar vestes de glória.

Mãos à obra


1. Investigue o custo de um casamento. Inclua o custo das flores, convites, enfeites para a festa, recepcão, etc. Como os dígitos que você descobriu se comparam ou contrastam com o preço que Cristo pagou pelo manto da justiça que Ele oferece a nós?
2. Componha uma música com as palavras de Isaías 61:10.
3. Escreva “instruções de cuidado” para manter a pureza do manto da justiça de Cristo, uma vez que alguém a tenha aceitado.

Troy Clarke – Kingston, Jamaica

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

O casaco de cores diferentes - 22/04/2011 a 23/04/2011

Sexta, 22 de abril

Opinião
A igreja é a noiva


José, o pai terrestre de Jesus, tinha algumas coisas em comum com Jacó. Assim como Jacó, um de seus filhos foi destinado a ser notável. Em consequência, seus outros filhos também não compreenderam seu Irmão especial e, dessa forma, não apoiaram Sua missão (O Desejado de Todas as Nações, p. 178-182).

E nós? Como nos avaliaríamos como membros da igreja remanescente de Deus? Apoiamos verdadeiramente a missão da Igreja? Ou nos encontramos algumas vezes como os irmãos de Jesus e José – ciumentos, críticos e desejando destruir o que nós julgamos ser a causa de tais sentimentos?

Deveríamos nos lembrar de que as palavras ditas contra a Igreja são palavras ditas contra a Noiva de Cristo, pois Jesus enxerga a Igreja como Sua noiva por quem Ele irá retornar. A Bíblia instrui os maridos a amarem suas esposas assim como Cristo ama a igreja e Se entregou por ela (Ef 5:25). Jesus, o mais amoroso de todos, amou suficientemente Sua noiva para sofrer uma desmerecida e cruel morte. Portanto, deveríamos ser cuidadosos no que dizemos à Igreja de Cristo. Alguém dificilmente toleraria ouvir más palavras dirigidas a sua esposa, mãe ou irmã. Por que Deus seria diferente?

Podemos achar que não somos tão maus quanto os irmãos de José foram quando ele ganhou o casaco de muitas cores; mas sempre que nos encontramos fofocando sobre o pastor ou falando mal de um funcionário da Associação ou União, nós estamos basicamente atacando a Noiva de Cristo. Isso não nos torna muito diferentes dos irmãos de José.

Ao nos aproximarmos mais e mais da segunda vinda de Cristo, deveríamos, com a ajuda do Espírito Santo, esforçar-nos por espalhar o evangelho em cada esquina do globo. Agir com ciúmes, ser um membro que não apoia a igreja só atrapalha nossa missão. Se você não faz parte da solução, faz parte do problema.

Mãos à obra

1. Tire um tempo para observar a imensa variedade de cores que Deus usou na natureza. Ele não precisava usar cores, mas Ele usou. O que isso lhe diz sobre Deus?
2. Pense como o favoritismo de Jacó causou problemas posteriores. Discriminação é o oposto de favoritismo. Como você pode ajudar uma pessoa que esteja em desvantagem ou que experimentou discriminação?
3. Imagine que você seja José. Escreva como você se sentiu quando recebeu seu casaco colorido. Contraste com o que você deve ter sentido ao ser vendido como escravo e também quando você se tornou governador do Egito.

Audrey Andersson – Lindesberg, Suécia

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Roupa de inocência - 15/04/2011 a 16/04/2011

Sexta, 15 de abril

Opinião
A roupa que Deus vê


Tudo ia bem no Jardim do Éden. Então, de repente, Adão e Eva falharam em seu teste de obediência. Ao invés dos seus filhos (toda a humanidade) herdarem a vida eterna e um perfeito relacionamento com Deus, existia um problema. Ali, perdemos nossa inocência, justiça e herança como filhos de Deus. E a morte entrou no mundo.

Apesar disso, através de uma série de alianças, Deus pôde nos levar de volta para Sua família. Ele Se revestiu de nossa humanidade para que pudéssemos nos revestir de Sua justiça. Nós todos somos “filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram” (Gl 3:26, 27).

No batismo, nós nos vestimos com Cristo. Somos vestidos em Sua justiça, mas não apenas para cobrir as manchas de nossos pecados. Somos vestidos pelo Seu caráter. Agimos como Ele age. Amamos como Ele ama. Vivemos como Ele vive, e então a Sua justiça se torna a nossa. Isso não é faz-de-conta. É realidade!

E o que falar das nossas roupas físicas hoje? Importa o que nós usamos desde que estejamos “vestidos com Cristo”? Para mim, a resposta é sim, até certo ponto. Nossa aparência exterior deveria refletir nossa roupa interior de humildade, amor ao próximo e respeito por todos ao nosso redor. Isso pode significar coisas diferentes em situações e culturas diferentes nas quais nos encontremos. No entanto, nosso foco não pode estar no lado físico de nossas roupas mas na realidade espiritual que é representada através de como nos apresentamos. O apóstolo Pedro nos diz que nossa beleza não deveria vir de adornos exteriores, mas de nosso interior (1 Pd 3:3, 4). Portanto, da próxima vez em que estivermos na igreja, ao invés de nos preocuparmos com quão espertos estamos parecendo aos olhos dos outros, deveríamos pensar mais sobre nosso interior, a roupa que Deus realmente vê.

Sonia Huenergardt – Bishop, EUA

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

De exaltado a caído - 08/04/2011 a 09/04/2011

Sexta, 8 de abril

Opinião
Humildade com dignidade


O oposto de orgulho é humildade. Apesar de que a verdadeira humildade não se trata de se considerar como uma peça inútil de entulho. Não se trata de ignorar nosso senso de autoestima. Ao contrário, tem a ver com reconhecer honestamente nosso próprio valor aos olhos de Deus.

Em 1 Coríntios 15:10, Paulo afirma, “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e Sua graça para comigo não foi inútil; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo”.

É fácil de se detectar o orgulho. Em 1 Coríntios 4:6, 7, Paulo disse que os coríntios estavam com o “nariz empinado” ou orgulhosos porque eles estavam se comparando uns aos outros até mesmo nas coisas espirituais. “Eu recebi mais dons espirituais do que você. Fui batizado pelo próprio Paulo; você, só foi batizado por Apolo. Portanto, sou melhor que você!”

O orgulho é arrogância baseada em possuir qualidades ou coisas materiais. O orgulho nos engana, fazendo com que pensemos que estamos acima dos outros e, muitas vezes, acima do próprio Deus. O orgulho mente quando nos diz que podemos ter sucesso independentemente de Deus.

Uma das características principais de Lúcifer foi o orgulho (Is 14:12-14). Quando agimos orgulhosamente, fazemos exatamente como Satanás. Todas as vezes que fazemos como Satanás, ele ganha autoridade e poder em nossa vida!

No entanto, para destruir nosso senso de autoestima, basta brincar com a versão distorcida de humildade criada por Satanás. Quando nos anulamos, rejeitamos o valor que Deus colocou sobre nós ao ter-nos criado à Sua imagem e enviar Seu Filho para morrer por nós.

Cristo não morreu por lesmas, mas por você, um ser humano, porque Ele te ama. Cristo pagou por sua vida com Sua própria vida, e isso dá a você um valor incalculável!

A verdadeira humildade é reconhecer o bem em você e compreender que isso vem de Deus. É uma humildade com dignidade. Nossa vida é preciosa e significativa porque nossos talentos, dons, bênçãos e propósitos provêm dEle. Por tudo o que somos e temos, damos crédito a Deus.

Mãos à obra

1. Discuta com seus amigos se nós deveríamos ou não ser sempre completamente honestos. Existem ocasiões quando a completa verdade não é a melhor escolha? Como Satanás usa a verdade para enganar as pessoas?
2. Pesquise exemplos na Bíblia nos quais Satanás obviamente esteve envolvido. Qual caráter mascarado ele usou em cada situação?
3. Crie um ícone exclusivo para usar no seu celular ou computador que reflita sua vitória, através de Cristo, sobre Satanás.
4. Cante ou toque o hino “Castelo Forte” e medite em sua letra.

Faith Toh – Cingapura, República de Cingapura

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tecido Celestial - 29/03/2011 a 02/04/2011

Sexta, 1º de abril

Opinião
A vida não é justa!


Uma estudante observou que havia recebido uma nota injusta num trabalho. Porque o professor deu a ela uma nota muito baixa num relatório, sua média geral estava muito baixa para classificá-la num nível de premiação escolar com o qual ela sonhava. Ao escutar suas inúmeras reclamações sobre a injustiça cometida pelo professor, sobre as condições da classe, as exigências para a bolsa de estudo, e de sua vida neste momento, eu tive que me esforçar para parar de perguntar-me, “O que é realmente justo?” O que essa palavra significa no contexto da minha vida? Era justo eu ter que escutar esta estudante enquanto em minha mesa havia uma pilha enorme de trabalho? Era justo que meu carro tivesse uma rachadura no parabrisa? Era justo que meu lanche preferido me causasse azia? Enquanto é óbvio que tão pouco na vida é considerado “justo”, por que é que nós sempre parecemos querer exigir justiça?

Então, aqui está a resposta para a pergunta: O que é justo? Nada! A vida não é justa, e graças a Deus por isso. O verso áureo para esta semana diz tudo, “Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados!” (Rm 4:7). Sem esse perdão, nós teríamos que sofrer o que é justo e merecido. Sem esse manto da justiça que nos envolve quando buscamos o perdão, estaríamos sujeitos às consequências do pecado. Portanto, nós somos verdadeiramente abençoados por a vida não ser justa.

Em Apocalipse 7, João descreve uma cena que consiste numa multidão de pessoas, todas usando vestes brancas, em pé, em frente ao Cordeiro. Elas são aquelas que passaram por grande tribulação e tiveram suas vestes alvejadas no sangue do Cordeiro. Que visão gloriosa! Se você não leu recentemente este capítulo do Apocalipse, leia-o agora. Você pode visualizar todos aqueles que foram perdoados e cobertos com suas lindas vestes brancas. E como cereja no topo, você ainda pode reivindicar a promessa no final – Ele não somente nos conduzirá às fontes de água viva, mas Ele enxugará toda lágrima.

Mãos à obra

1. Leia um artigo na internet sobre teares e como o tecido é fabricado. Depois, medite em como Deus e Cristo “tecem” nossas vestes de justiça. Qual foi o Seu “tear”? Que “tecido” Eles usaram? Que preço foi pago por esse trabalho?
2. Adapte Isaías 61:10 para música.
3. Pense nas marcas de roupas e o que elas representam. Crie uma etiqueta para a veste de justiça que Cristo deu a você.
7. Pesquise o que é necessário para ser um estilista de moda. Compare suas descobertas com o que custou para Deus e Cristo “desenharem” o Seu manto da justiça.

Eunice Simmons – Houghton, Michigan, EUA

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Sociedade com Jesus - 25/03/2011 a 26/03/2011

Sexta, 25 de março

Opinião

Poder de escolha


Desde o momento em que acordamos até nos deitarmos para dormir, estamos constantemente fazendo escolhas. A liberdade de escolha é um dos maiores presentes que Deus nos deu. Ele nunca nos forçará a fazer nada contra nossa vontade, não importa quais possam ser as consequências. A sociedade com Jesus é uma escolha que cada um de nós precisa fazer, a despeito da área em que estejamos tentando ter sucesso.

O Salmo 31:24 é uma promessa que vem com duas condições. Primeira: seja forte; segunda: espere no Senhor. Como resultado, Ele vai revigorar seu coração.

Na Terra, Jesus continuamente Se submeteu à vontade de Seu Pai, quer estivesse experimentando angústia emocional ou não. Em oração, Ele contava a Seu Pai tudo o que O estava perturbando. Se Jesus, que é perfeito, não conseguia vencer Suas provas sem orar, quanto mais nós, pecadores!

Deus nos encoraja a pedir tudo o que precisamos, e nos será dado (Mt 7:7). “A condição sob que vos deveis apresentar a Deus, não é que haveis de ser santos, mas que desejais que Ele vos limpe de todo pecado e vos purifique de toda iniquidade. O argumento que podemos alegar agora e sempre é nossa grande necessidade, nossa condição de completa impotência, o que O torna, a Ele e a Seu poder redentor, uma necessidade” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 131).

Pelo fato de estarmos constantemente lutando contra nossos instintos pecaminosos, precisamos nos consagrar a Deus e pedir que o Espírito Santo controle nossos pensamentos e atos. Até mesmo antes de você se levantar da cama, peça a armadura de Deus (Ef 6:10-17). Com isso, “O Senhor lutará por vocês; tão-somente acalmem-se” (Ex 14:14).

Mãos à obra

1. Estude cuidadosamente pelo menos um exemplo de cooperação na natureza (por exemplo, das algas e fungos para formar líquens; das borboletas e abelhas com as flores para a polinização), para conhecer os benefícios desses relacionamentos. Compare o que você aprendeu através de suas observações com a sociedade entre você e Deus.

2. Faça uma paráfrase do Salmo 121:1, 2.

Sarah Venditti – Carleton Place, Canadá

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sexta-feira, 18 de março de 2011

A Natureza como Fonte de Saúde - 18/03/2011 a 19/03/2011

Sexta, 18 de março

Opinião
Inteiramente presente


Nossos melhores exemplos de como Deus queria que os seres humanos lidassem com a vida na Terra são Adão e Jesus. Adão foi colocado num jardim e estava tão livre de estresse que, embora ele e Eva estivessem nus, “não sentiam vergonha” (Gn 2:25). E, quando o estresse do ministério de Jesus pesava sobre Ele, ou quando Ele sabia que seria testado, dirigia-Se à natureza. Se pararmos aqui, podemos concluir que deveríamos sair em viagem para acampar regularmente a fim de lidarmos com nosso estresse. Contudo, isso seria um terrível erro. Não era caminhar na floresta que dava a Adão e Eva uma vida pacífica e sem complicações. E não eram os longos retiros que davam força a Jesus. Isso seria o mesmo que dizer que entrar numa igreja dá a você vida eterna.

Ir a uma igreja, orar e fazer excursões à natureza fazem algo por nós quando temos um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, Deus o Pai e o Espírito Santo. Não foram a água limpa, as frutas frescas ou os animais que permitiram uma existência livre de vergonha para Adão e Eva, mas andar com Deus e estar totalmente conectados com Ele. O mesmo ocorria com Jesus. Foi Sua oração no deserto e no jardim que Lhe deram forças para seguir o aparentemente impossível plano da redenção.

Minha linda esposa e eu andamos ao longo do Rio Boise toda semana. Isso só é uma bênção se formos abertos e honestos um com o outro e se estivermos conectados. Descobrimos que simplesmente partilhar da mesma história não é suficiente. Precisamos partilhar nossas emoções íntimas um com o outro, ao mesmo tempo que convidamos o Espírito Santo a nos purificar e cobrir. É esta conexão total que é curativa e, como resultado, somos inteiramente gratos pelo rio, pelos peixes, pássaros, árvores e até pelas pessoas que estão ao nosso redor.

Mãos à obra

1. Comprometa-se a dar uma volta diariamente num parque. Leve sua máquina fotográfica. Após uma semana ou duas, organize as fotos e coloque legendas com versos bíblicos.
2. Apresente-se como voluntário, com um grupo de amigos, para limpar uma praia ou um parque mensalmente.
3. Faça uma avaliação pessoal de como você está tornando o planeta um lugar mais saudável.
4. Encoraje sua igreja a fazer o culto ao ar livre algumas vezes durante o ano.

Jami Keller – Boise, EUA

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Liberdade dos vícios - 11/03/2011 a 12/03/2011

Sexta, 11 de março

Opinião

Viciados no bem


“Você não sabe o que está perdendo” – muitas pessoas usam essa frase quando descobrem que você não faz coisas como: beber álcool, fumar, ir para a balada, fazer sexo fora do casamento, dirigir sem carteira, falar palavrões, “cabular” a aula, jogar bola no sábado, consumir pornografia, etc. Quando essas pessoas dizem isso, fazem você parecer a pessoa mais inocente (e ignorante), por se privar de tanta coisa “boa” que o “mundo tem a oferecer”. Será verdade?

Paulo já dizia que os princípios de Deus são loucura para o mundo e que a mais alta filosofia humana não passa de delírio para Ele (1Co 1:23; 3:19). O fato é que tanta coisa que hoje parece normal para a sociedade, na verdade, são as causas de todas as suas misérias. Quando somos iluminados pelo Espírito Santo, percebemos como tudo isso é vão e começamos a valorizar coisas de que antes não gostávamos.

Além de nossos pecados serem perdoados, uma transformação acontece dentro de nós. Por isso, os antigos companheiros de bebida ou de balada já não nos reconhecem, porque somos nova criatura (2Co 5:17). Aqueles que nasceram de novo sentem e pensam algo diferente sobre os convites do mundo. Embora ainda sejam pecadores, as luzes mundanas perdem seu poder de atração, enquanto as coisas de Deus e da igreja cativam cada vez mais. Isso é um milagre realizado pelo Espírito Santo no coração de todo aquele que aceita a Cristo como Salvador e Senhor.

Portanto, não devemos destacar muito o poder do vício e do mal, mas nos lembrar de que: “onde aumentou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5:20). Deus tem poder infinito para nos tirar de qualquer poço e nos colocar de novo sobre a Rocha (Sl 40:2). Se você está lutando contra o pecado com suas próprias forças, pare agora e peça que Deus te liberte (Sl 71:2). Ele não vai esperar nem um segundo para te salvar.

Mãos à obra

1. Encontre um viciado em recuperação que tenha deixado de beber e pergunte a ele como era sua vida pouco antes de ele chegar ao “fundo do poço”. Descubra qual foi a maior bênção recebida.

2. Olhe bem para sua vida, respondendo às seguintes perguntas: Como você reage quando acontecem coisas negativas que você não consegue controlar? O que você faz para se sentir melhor quando você experimenta dor ou estresse emocional em seus relacionamentos ou emprego? Com que frequência você recorre a essa prática? Você se vê fazendo isso com frequência cada vez maior? Isso controla você?

Diogo Cavalcanti – Tatuí, Brasil

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Ciúme e inveja - 04/03/2011 a 05/02/2011

Sexta, 4 de março

Opinião
Conflito ou paz? Você decide


Muitas vezes me pergunto como seria o mundo sem o ciúme. Talvez alguns relacionamentos ainda existissem, ou talvez você não tivesse gasto suas economias num carro novo porque você invejou o carro novo do vizinho. Mas, acima de tudo, não haveria pecado no mundo.

Talvez você olhe para os alunos mais destacados de sua classe e se pergunte: “Por que ela é tão inteligente?” Ou: “Por que ele ganhou aquele troféu?” Talvez até cheguemos ao ponto de odiar essas pessoas e nos isolar delas. Quando abrigamos sentimentos de inveja em nosso coração, acabamos magoando a nós mesmos. Devemos ser cuidadosos quanto ao modo como consideramos as realizações dos outros. Tiago 3:16 diz: “Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males”. E se voltássemos os holofotes para nós mesmos? Será que você realmente estaria em posição de obter aquele prêmio? Será que você realmente “ralou” nos estudos como seu colega de classe para alcançar notas altas? Será que você não está simplesmente com ciúmes de toda a atenção que seus colegas de classe estão recebendo? E se seus talentos estiverem em outra área que não no estudo ou nos esportes? Talvez você tenha outro talento que possa capitalizar, como a pintura ou a música. Devemos perguntar a Deus: “É isto o que o Senhor quer que eu faça? É este o caminho que devo seguir?”

Deus deseja que tenhamos relacionamentos significativos, mas o diabo não gosta quando o povo de Deus está feliz, por isso está sempre tentando provocar destruição. Quando Deus reina em nosso coração, nossa primeira reação a tais situações não é de raiva. Ao contrário, confiamos nAquele que nos conduzirá até o fim para que Ele nos ajude a pensar claramente com respeito a nossos pensamentos e emoções e a reagir de uma forma que reflita Seu amor. Isso é paz.

Agora pese a diferença para ver qual dos dois você quer experimentar: conflito ou paz?

Mãos à obra

1. Escreva sobre um momento em que você teve ciúmes e agiu de acordo com ele. O que aconteceu? Alguém foi magoado? Você teve de consertar a situação?

Shareka McFarlene – St. Catherine, Jamaica

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Autoestima - 25/02/2011 a 26/02/2011

Sexta, 25 de fevereiro

Opinião

A casa é sua


Muitas vezes, em nossa casa, Rachel está na cozinha preparando o jantar. A máquina de lavar louças já fez sua parte e precisa ser esvaziada. Rachel começa a fazer isso, e, quando já está quase terminando, Gary entra na cozinha e diz: “Eu ia esvaziar a lava-louças”, ao que Rachel responde: “Sei que você iria, mas eu fiz isso porque tenho que fazer jus ao direito de morar aqui!” Gary sorri e diz: “Não, Rachel, você não tem que fazer jus ao direito de morar aqui, você pertence a esta família!”

Indescritível a onda de alegria que me invade o coração quando ouço as palavras “você pertence a esta família”. Eu me sinto tão querida e amada! Não há um modo mais forte de construir o senso de valor próprio das pessoas do que lhes comunicar que são parte do grupo, que têm uma contribuição a fazer, que são desejadas e queridas!

Jesus partilhou esses mesmos sentimentos quando falou sobre o valor dos pardais e a beleza dos lírios. Ele disse que as pessoas são mais valiosas que essas coisas. Ele nos deu valor! Quando convidou as crianças a virem a Ele depois de elas terem sido mandadas embora, indicou que elas eram valiosas. Falou sobre moedas, ovelhas e filho perdidos, terminando cada história com a descrição da alegria e comemoração que acontecia quando cada um era achado. Essas histórias falam do valor de pertencer a alguém. Jesus estava comunicando que somos queridos, amados e necessários!

E o melhor é ouvir as próprias palavras de Deus nos assegurando Seu amor e cuidado. Ouça a voz dEle ao ler estas palavras registradas em Isaías 43:1-3, e insira seu nome no lugar de “Jacó”.

Mãos à obra

1. Faça uma descrição de si mesmo da forma como você vê atualmente sua própria personalidade. Depois acrescente uma lista de encontros que você teve com Deus e compare isso com sua autoimagem.
2. Desenhe seu autorretrato com diferentes símbolos ao redor, que mostrem quem você é. Peça que seus amigos o analisem, dizendo se eles veem você da mesma maneira que você se vê.
3. Peça a amigos que alistem três das piores qualidades que há em você e três de suas melhores qualidades. Você acha que eles estão certos/errados? Por quê?
4. Retrate com mímica a história de Jesus e a mulher apanhada em adultério (Jo 8:1-11) e a apresente na igreja.

Rachel Busby Kinne – Rutland, EUA

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Resiliência - 18/02/2010 a 19/02/2010

Sexta, 18 de fevereiro

Opinião
Silêncio de Deus


O livro de Jó retrata uma experiência humana que inclui as inevitáveis emoções que acompanham a vida. Imagine quão abençoados somos pelo fato de termos um Deus que nos ama e cuida de nós, nos guia e dirige quando permitimos!

Jó era bem respeitado por ser um negociante inteligente e um amoroso e pai de família dedicado. Os desafios que ele enfrentou envolveram sua família e seus bens materiais. Em rápida sucessão, ele perdeu gado, animais de carga, servos e dez filhos. Enfim, tudo. Depois surgiram feridas em todo o seu corpo, da cabeça aos pés. Esse desafio poderia tê-lo deixado amargurado e ressentido com Deus.

A cultura de sua época determinava que, para ter caído numa situação tão terrível, ele deveria ter cometido uma grave transgressão. Essas maldições deviam ser um ato de Deus para mostrar Seu desprazer. Foi por isso que sua esposa o encorajou a amaldiçoar a Deus e morrer (Jó 2:9). Porém, apesar de tudo, ele adorou a Deus e bendisse Seu nome (Jó 1:20-22), e sua comunidade pôde ver que seu fim foi melhor que seu início (Jó 42:12, 13).

Em situações atuais, algumas pessoas ficam pensando o que foi que fizeram de errado e por que estão sendo assim afligidas. Perguntam por que perderam sua casa, emprego ou saúde. Por que, nesta era moderna, as crianças morrem de fome ou por falta de água limpa? Onde está o amor de Deus em todas estas coisas?

Às vezes, quando ocorrem desgraças e não entendemos o propósito de Deus, perguntamos: “Por que o Senhor está em silêncio?” Isso não significa que não devamos clamar a Deus como Davi (Sl 27:8, 9). Podemos aprender da Bíblia, da História e das experiências de outros que Cristo Se compadece das nossas fraquezas (Hb 4:15). Nosso Salvador era um homem de dores e que sabia o que era padecer (Is 53:3).

Dicas


1. Mande um e-mail a um amigo que está passando por um momento difícil (por exemplo, uma dificuldade financeira, um momento de dor, uma doença ou um problema de relacionamento) e escreva palavras de conforto e encorajamento.
2. Assista a algum vídeo de Nick Vujicic, no You Tube. Ele nasceu sem braços e pernas, mas fala poderosamente sobre Deus .
3. Leia a biografia/autobiografia de alguém famoso, como Ben Carson ou Helen Keller. Reflita no que tornou a pessoa resiliente e como isso se aplica a sua vida.

André Henry – Raleigh, EUA

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sexta, 11 de fevereiro

Opinião

Além do abismo


Você já ouviu o ditado de que a vida é como uma caixa de chocolate? Uma caixa de chocolate tem vários tipos de bombons. Alguns são cobertos com um chocolate doce, mais fino, enquanto outros têm um chocolate mais escuro e amargo. Assim é a vida. Ela é cheia de grande variedade de experiências. Alguns acontecimentos são doces e felizes, enquanto outros são mais escuros e deixam um gosto amargo em nossa boca.

A vida de José é um bom exemplo disto. O início de sua vida foi adoçado pela afeição de seu pai. Mas o comportamento invejoso de seus irmãos deixou sua vida escura e amarga. A experiência de passar de garotinho do papai para a lista dos mais bem-vestidos e depois ser vendido como escravo numa terra estranha poderia facilmente ter-lhe esmagado seus sentimentos para sempre.

Depois de ir para o Egito, sua vida fica doce novamente quando um grande homem reconhece seus talentos. Contudo, volta a ficar amarga quando ele é falsamente aprisionado por causa de uma mentira contada pela esposa de Potifar. E ainda uma terceira vez esse ciclo se repete: sua vida fica doce quando ele é liberto da prisão para administrar o estoque de alimentos do país durante uma prolongada fome. Ironicamente, essa fome força seus irmãos a procurar comida no Egito e os coloca em contato direto com José. Imagine as amargas lembranças que lhe devem ter enchido a mente, ameaçando o desfecho feliz dessa reunião. Porém, mais uma vez, ele esteve à altura da situação.

De cada queda no abismo, José sai uma pessoa ainda melhor. Entretanto, é lógico acharmos que ele tenha lutado para não ser consumido por sua dor, ira, vergonha e terror. Mas a cada vez acabou escolhendo compreender que, com a ajuda de Deus, poderia ser produtivo onde estava.

O segredo contra a depressão geralmente se encontra em ir a Cristo. Quando nossas mãos vazias agarram Suas mãos feridas, nossa depressão é lavada pelo sangue de Sua graça. A depressão é real. Mas o amargor pode se tornar doce quando permitimos que Seu amor nos envolva.

Mãos à obra

1. Apresente-se como voluntário para trabalhar com pessoas que têm mais probabilidade de sofrer de depressão. Asilos frequentemente procuram voluntários para ler para os residentes, jogar jogos de tabuleiro com eles, ou trazer bichinhos de estimação limpos e bem-comportados para visitá-los. Os abrigos para moradores de rua também aceitam voluntários. Ser um voluntário vai levantar seu ânimo também!

Armon Perez Tolentino | Taysan, Filipinas

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Bons pensamentos - 04/02/2011 a 05/02/2011

Sexta, 4 de fevereiro

Opinião
Mudança (im)possível


Deus deseja que tenhamos um coração que busque a verdade, a nobreza, a justiça e a pureza (Fp 4:8). Pessoalmente, luto para fazer isso. Posso compreender Paulo quando ele diz: “Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.” (Rm 7:18, 19).

Desejo ter pensamentos certos e refletir o caráter de Deus, mas fracasso vez após vez. Neste meu corpo pecaminoso, neste mundo bagunçado e independente de Deus é difícil encontrar a bondade. A possibilidade de mudar minha mente para pensar bem e ter um comportamento bom como resultado disso parece inalcançável. Estou presa neste lugar, e sou uma mercadoria com defeito. Fui enganada. Satanás dá risadas. Mas ele já perdeu.

Quando mergulho na presença de Deus, Seu amor me inunda e meu coração é comovido. Cristo nos liberta da condenação do pecado e o Espírito Santo nos livra de seu poder (Rm 8:1, 2). Preciso crer nisso. Só então a mudança pode ocorrer. Preciso escolher amá-Lo, servi-Lo. Nessa ligação com Deus, posso orar para que a força provida por Deus atue em mim.

Isso certamente foi uma realidade para mim nesses últimos anos, enquanto eu lutava com uma situação de ansiedade. Temendo que morreria sufocada com a confusão em que minha cabeça se encontrava, finalmente busquei ajuda de um profissional. Foi um grande passo. Eu havia ouvido as mentiras de Satanás por tanto tempo! Tive de escolher uma mudança e acreditar no poderoso amor de Deus por mim – o amor que nunca falha. E o que se seguiu foi um avanço, uma mudança em meu pensamento.

O amor de Deus pode mudar seu coração e elevar sua mente. Você crê nisso?

Mãos à obra

1. Faça uma pequena lista de notícias ruins de um jornal ou da Internet e encontre soluções que transformariam essas coisas negativas em positivas. Como as manchetes mudariam?
2. Fique sem TV ou Internet por uma semana e anote nesta lição que diferença você notou em seus pensamentos e atitudes?
3. Transforme o exercício num estilo de vida e veja os benefícios mentais de uma caminhada diária, ou de 20 minutos de corrida.

Georgina Hobson | Sunshine Coast, Austrália

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