sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sexta, 11 de fevereiro

Opinião

Além do abismo


Você já ouviu o ditado de que a vida é como uma caixa de chocolate? Uma caixa de chocolate tem vários tipos de bombons. Alguns são cobertos com um chocolate doce, mais fino, enquanto outros têm um chocolate mais escuro e amargo. Assim é a vida. Ela é cheia de grande variedade de experiências. Alguns acontecimentos são doces e felizes, enquanto outros são mais escuros e deixam um gosto amargo em nossa boca.

A vida de José é um bom exemplo disto. O início de sua vida foi adoçado pela afeição de seu pai. Mas o comportamento invejoso de seus irmãos deixou sua vida escura e amarga. A experiência de passar de garotinho do papai para a lista dos mais bem-vestidos e depois ser vendido como escravo numa terra estranha poderia facilmente ter-lhe esmagado seus sentimentos para sempre.

Depois de ir para o Egito, sua vida fica doce novamente quando um grande homem reconhece seus talentos. Contudo, volta a ficar amarga quando ele é falsamente aprisionado por causa de uma mentira contada pela esposa de Potifar. E ainda uma terceira vez esse ciclo se repete: sua vida fica doce quando ele é liberto da prisão para administrar o estoque de alimentos do país durante uma prolongada fome. Ironicamente, essa fome força seus irmãos a procurar comida no Egito e os coloca em contato direto com José. Imagine as amargas lembranças que lhe devem ter enchido a mente, ameaçando o desfecho feliz dessa reunião. Porém, mais uma vez, ele esteve à altura da situação.

De cada queda no abismo, José sai uma pessoa ainda melhor. Entretanto, é lógico acharmos que ele tenha lutado para não ser consumido por sua dor, ira, vergonha e terror. Mas a cada vez acabou escolhendo compreender que, com a ajuda de Deus, poderia ser produtivo onde estava.

O segredo contra a depressão geralmente se encontra em ir a Cristo. Quando nossas mãos vazias agarram Suas mãos feridas, nossa depressão é lavada pelo sangue de Sua graça. A depressão é real. Mas o amargor pode se tornar doce quando permitimos que Seu amor nos envolva.

Mãos à obra

1. Apresente-se como voluntário para trabalhar com pessoas que têm mais probabilidade de sofrer de depressão. Asilos frequentemente procuram voluntários para ler para os residentes, jogar jogos de tabuleiro com eles, ou trazer bichinhos de estimação limpos e bem-comportados para visitá-los. Os abrigos para moradores de rua também aceitam voluntários. Ser um voluntário vai levantar seu ânimo também!

Armon Perez Tolentino | Taysan, Filipinas

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Bondade - 11/02/2010 a 13/10/2010

Quinta, 11 de fevereiro

Aplicação
Pare de tentar ser bom


Não há absolutamente nenhuma receita humana que possa nos ajudar a ser bons. Ser bom simplesmente não é parte de nossa natureza humana pecaminosa (Jr 13:23; Rm 3:10-12; 7:18-25). Muitos sistemas religiosos são baseados no esforço humano de ser bom. Isso é perigosamente atrativo, porque não temos de renunciar ao controle de nossa vida a qualquer poder superior. Contudo, desenvolver o fruto da bondade é permitir que o Espírito Santo opere em nós (Ez 11:19, 20). O segredo está em se entregar ao Espírito Santo. Essa entrega exige fé. Quando você tem fé em Deus, Ele pode começar a desenvolver Seu caráter em você. Então, a bondade começará a crescer em seu coração. A seguir, estão algumas medidas que você pode tomar, as quais o(a) ajudarão a entregar a vida a Deus:

Reconheça sua necessidade. O mundo nos ensina que precisamos confiar no eu para alcançar o sucesso. Contudo, como cristãos, precisamos admitir que nossa natureza pecaminosa nos controla mais do que pensamos. Não podemos confiar em nós mesmos para fazer essa entrega a Deus. A solução é a dependência dEle. Faça do reconhecimento de sua necessidade dEle sua prioridade número um (1Jo 3:4-7).

Mantenha a conexão.
Seguir o método orar-estudar-obedecer-partilhar-louvar é a evidência de que você está participando da renovação da “natureza”. Esse é também o meio que o Espírito Santo usa para nos ajudar a edificar nossa fé (Jo 15:4).

Seja honesto com Deus. Ser transformado à imagem de Deus pode ser tão desconcertante quanto excitante. Às vezes, Ele nos leva em direções para as quais simplesmente não queremos ir. Seja honesto com Ele. Conte-lhe como você se sente a respeito dessas ocasiões. Afinal de contas, Ele é o seu melhor amigo (Sl 77; 88:6, 9).

Dê-Lhe seu tudo.
Seus planos, ideias, projetos e sonhos. Há uma aventura magnífica esperando por você quando se tornar o barro nas mãos dEle (Ef 3:20, 21; Jr 29:11).

Mãos à Bíblia

Jesus assinalou que, assim como uma árvore é conhecida por seus frutos, seremos conhecidos pelo tipo de vida que vivemos. Jesus leva um passo adiante a importância das boas obras quando declara que aqueles que vivem sem as boas obras não terão permissão para entrar no reino do Céu (veja Mt 25:41-46).

9. Que afirmação taxativa fez Paulo sobre o cristão e as boas obras? Ef 2:10; Tt 2:14

Patrícia Flores Sauza |
Del Iztapalapa, México

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Trabalho dos Profetas - 11/02/2009 a 14/02/2009

Quarta, 11 de fevereiro

Evidência

A importância dos profetas


O trabalho dos profetas6. Quais foram algumas das formas pelas quais os profetas transmitiram as mensagens de Deus ao Seu povo? Nm 9:1-5; Jr 37:16, 17; Ez 4:1-6; Cl 4:16
Eles proclamavam as palavras de Deus em dis­cursos e também em entrevistas particulares. Frequentemente, os profetas recebiam a ordem de escrever as mensagens recebidas.

Quando Ellen Harmon (seu nome de solteira) recebeu a segunda visão, em dezembro de 1844, foi-lhe dito que devia contar aos outros o que lhe havia sido revelado. Logo cedo, em seu ministério, Ellen White também foi orientada a escrever as coisas que lhe tinham sido reveladas. Quando Ellen White morreu, deixou cerca de cem mil páginas de material publicado e inédito.

Ao apontar aos profetas sua obra, Deus nos mostra que valoriza os seres humanos o suficiente para escolher dentre eles mensageiros para representá-Lo. Isso, em si mesmo, é evidência suficiente para mostrar que não podemos dispensar o dom profético de nos ajudar a compreender a Bíblia e o plano da salvação. Ellen White escreveu: “É assim que Deus escolheu comunicar Sua verdade ao mundo através de pessoas, que Ele mesmo, pelo Seu Espírito, habilitou e autorizou para realizarem Sua obra. Ele guiou a mente na escolha do que dizer e escrever” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 7).

Podemos depositar nossas esperanças nas obras dos grandes pioneiros da igreja adventista do sétimo dia, que advogaram uma reforma religiosa e fizeram soar o alarme anunciando a segunda vinda de Cristo. Como um desses reformadores, Ellen White escreveu: “Século após século as advertências que Deus enviou ao mundo por Seus servos foram recebidas com igual incredulidade e descrença. ... Cristo declara que existirá idêntica incredulidade no tocante à Sua segunda vinda. Como os contemporâneos de Noé não o conheceram, ‘até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também’, nas palavras de nosso Salvador. ‘a vinda do Filho do homem’. Mt 24:39(Ibid., p. 337, 338).

Quanto à perigosa união entre Igreja e Estado, ela escreveu: “Quando o professo povo de Deus se estiver unindo com o mundo, vivendo como vivem os do mundo, e com eles gozando de prazeres proibidos; quando o luxo do mundo se tornar o luxo da igreja; quando os sinos para casamentos estiverem a tocar, e todos olharem para o futuro esperando muitos anos de prosperidade temporal, subitamente então, como dos céus fulgura o relâmpago, virá o fim de suas resplendentes visões e esperanças ilusórias” (Ibid., p. 338, 339).

Em nossos dias, o dom profético de Ellen White fala dos perigos e apostasia da Igreja. Vemos isso cumprido diante de nossos olhos, enquanto muitas igrejas protestantes optam por um acordo com os católicos em vários assuntos. Como adventistas atuais, devemos permanecer firmes, tanto como indivíduos quanto como igreja, no que diz respeito a tudo o que os profetas disseram quanto a esses assuntos.

Nobert Kurema | Thika, Quênia

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