sexta-feira, 1 de julho de 2011

A adoração em Gênesis: duas classes de adoradores - 01/07/2011 a 02/07/2011

Sexta, 1º de julho

Opinião
Cristãos como Caim


A caminhada de Caim com Deus assustadoramente nos lembra de como, algumas vezes, vivemos como cristãos:

1. Caim acreditava em Deus (Gn 4:3).
2. Cresceu numa família cristã, com valores morais (Gn 4:1).
3. Conhecia o plano da salvação (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 71).
4. Era um trabalhador dedicado e de sucesso, oferecendo sacrifícios a Deus como retribuição às bênçãos recebidas (Gn 4:3).
5. Seguiu a ordem de Deus ao trazer o primeiro fruto do solo como oferta de gratidão (Gn 4:3; Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 71).
6. Ele se aproximou de Deus num ato de adoração (Gn 4:3).

No entanto, Caim se esqueceu de uma coisa: deixou de sacrificar um cordeiro, o símbolo da morte de seu Salvador. Ele compreendia a necessidade de mostrar sua fé no sangue de Cristo como o prometido expiador de pecados, mas, ao contrário, escolheu depender de si mesmo. “Apresentou sua oferta como um favor feito a Deus, pelo qual esperava obter a aprovação divina” (Ibid., p.72). Caim tinha dado quase tudo a Deus. Entretanto, ao dar a Deus quase tudo, Caim deu-Lhe nada.

Vivemos numa época em que muitos dizem que não há problemas em sermos cristãos como Caim. Desde que creiamos em Deus, que saibamos as coisas certas, que frequentemos a igreja e que sejamos pessoas boas, estaremos prontos para a salvação. É como se pudéssemos ser salvos pelo mal que não fizemos. Entretanto, o exemplo de Caim nos revela que, se não reconhecermos nossa desesperada necessidade de um Redentor, estaremos perdidos; se não dermos a Deus cem por cento do que fazemos e somos, daremos a Ele zero por cento.

Pense nisto

1. Que mudanças a aceitação do sangue de Cristopromove na vida do cristão?
2. Considerando o exemplo de Caim, como temos agido em relaçãoa Deus?
3. O que você não está entregando completamente a Deus?

Mãos à obra

1. Passe algum tempo num ambiente natural, permitindo que ele enriqueça sua experiência de adoração ao Criador.
2. Escute um hino de adoração e deixe Deus falar com você por meio dele.
3. Registre, como em um diário, suas experiências de adoração, tanto as boas quanto as más, refletindo sobre o que precisa ser melhorado em seu tempo com Deus.
4. Memorize uma passagem bíblica que mostre que Deus é digno de nossa adoração.

Dustin Serns – Vancouver, EUA

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Paulo e Roma - 01/07/2010 a 03/07/2010

Quinta, 1º de julho

Aplicação
Fé iluminada


Neste trimestre, aprenderemos que Paulo tinha uma fé que enxergava longe. Se a fé é “a prova das coisas que não vemos” (Hb 11:1), como a tornamos conhecida? Jesus disse: “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” (Mt 5:14-16).

Você já saiu de casa numa noite escura e viu de longe o brilho de uma luz à distância? Como essa luz fez você se sentir? De que forma você gostaria de ser tão convidativo como a quente luz de uma fogueira numa noite escura e fria? Eis aqui pelo menos três maneiras de você deixar sua luz brilhar e colocar sua fé em ação:

Dê graças. Leia Romanos 1:8. Uma vida de fé é crer que Deus, através de Sua graça, providencia todas as suas necessidades (Fp 4:19). Algumas das riquezas que a graça de Jesus proporcionou são a vida eterna, o amor, a paz e a vitória sobre o pecado. Podemos verdadeiramente entregar nossas preocupações e dor a Ele e agradecer-Lhe a todo momento pelo que Ele já nos proporcionou e pelo que ainda vai proporcionar.

Partilhe sua fé. Quando Martinho Lutero descobriu o remédio para a culpa que o dominava, nada podia conter seu fervor. O fato de ele falar ousadamente das riquezas da graça de Deus significava que a centelha da fé em seu coração tinha se tornado um fogo de reavivamento que incendiou o mundo. Uma fé descoberta é uma fé partilhada. Peça a Deus que ajude você a compartilhar as bênçãos recebidas com as pessoas ao seu redor.

Conheça o lugar apropriado da lei. A lei nos mostra o quanto precisamos da graça de Deus. Contudo, seguir a lei nunca nos salvará. É somente através da habitação do Espírito Santo em nós que podemos seguir a lei. Leia o que Paulo escreveu sobre isso em Efésios 2:8, 9. Sem julgar os outros (Mt 7:1, 2), devemos ensinar-lhes que ter fé em Jesus pode salvá-los, e que Ele restaurará neles Sua imagem.

Mãos à Bíblia


10. Como Paulo descreve a igreja de Roma? Rm 15:14

Primeiro: eles eram “cheios de bondade” – as pessoas diriam isso de nossa experiência? Segundo: “plenamente instruídos” – os cristãos são aconselhados a estudar a Bíblia e estar bem informados sobre seus ensinos. Terceiro: “capazes de aconselhar-se uns com os outros” – precisamos ser capazes de aconselhar os outros e, ao mesmo tempo, ser aconselhados.

Leesa Fletcher – Taylors Hill, Austrália

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Jesus e as Cartas Joaninas - 01/07/2009 a 04/07/2009

Quarta, 1° de julho

Evidência

Amor


O trio de cartas escritas pelo apóstolo João aborda questões de sua época e retrata uma estrutura para o amor cristão num mundo pecaminoso. Podemos verificar a autoria dessas cartas porque a linguagem e o tom são muito semelhantes aos do Evangelho de João. Há frases e ideologias comparáveis em todos esses quatro livros, e há várias referências à experiência em primeira mão de João como testemunha ocular da vida, morte e ressurreição de Cristo (1Jo 1:1, 7; 4:9, 14; 2Jo 12; 3Jo 12).

Quando João escreveu as três cartas, já era um homem idoso, presumivelmente o último apóstolo vivo. Ele escreveu de Éfeso, uma cidade na província da Ásia. Éfeso (localizada na moderna Turquia) era um local ideal por causa de sua proximidade das sete igrejas da Ásia. Portanto, a correspondência podia ser facilmente enviada, através de amigos de confiança, a partir da encruzilhada que intersectava as igrejas.

João escreveu suas três cartas durante uma época tumultuada na igreja cristã. Jerusalém já havia sido subvertida pelos dominantes romanos anticristãos em 70 d.C. Indivíduos erroneamente esclarecidos tentaram introduzir conceitos incorretos sobre a encarnação e a ressurreição de Cristo. Essas falsas doutrinas e convicções penetraram na fé cristã primitiva. João tinha que tomar medidas decisivas!

Primeiro João é uma resposta direta aos problemas mundanos que envolviam o povo de Deus. O tema, do começo ao fim, é o amor. Quando somos abraçados pelo amor de Cristo, refletimo-Lo perante outros. Também mostramos nosso amor aderindo a Seus mandamentos. João viveu uma vida de amor cristão. Muitas vezes se relata que ele dizia, quando estava velho demais para pregar: “Filhinhos, amem-se uns aos outros... se isso for feito, não é preciso mais nada.”*

Após lermos as três cartas, não podemos deixar de concluir que João emanava o amor de Cristo a outros. Ele desejava dar à igreja cristã primitiva conselhos para evitar as loucuras do pecado. Essas antigas palavras são aplicáveis e muito apropriadas hoje em dia. Ao ponderarmos na guerra, no ódio e nas muitas outras consequências do pecado, precisamos nos lembrar do dom de Jesus à humanidade (1Jo 3:16). Não receberemos Seu amor se não pudermos conceder esse amor à humanidade.

*F. F. Bruce, Bible Commentary (Grand Rapids, Mich., Zondervan Publishing, 1979), p. 1582.

Mãos à Bíblia

4. Jesus é mencionado ao longo de 1 João. Ele é o personagem central desse livro. Quem é Ele, de acordo com a epístola? (a) 1Jo 1:1; (b) 1Jo 1:3; 4:15; (c) 1Jo 2:1; (d) 1Jo 2:22; (e) 1Jo 4:14

Talvez os membros da igreja e os falsos mestres concordassem sobre a natureza divina do Pai. Mas discordavam a respeito da humanidade e divindade do Filho. A questão era se Jesus “havia vindo em carne” (1Jo 4:2) ou não, e se era “o Cristo” (1Jo 2:22).

Mesmo em nossos dias, alguns, inclusive cristãos, pensam que Jesus não passa de um ser humano maravilhoso. No entanto, João é claro: se você tem conhecimento sobre Jesus, mas não O aceita como Messias e Filho de Deus, então você não pode manter um relacionamento de salvação com Deus, o Pai.

Tonya Mechling | Medford, EUA

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terça-feira, 1 de julho de 2008

Para um Momento Como Este: o Apóstolo Paulo - 01/07/2008 a 05/07/2008


Terça, 1º de julho

A visão de Deus

É fácil imaginar Paulo, o grande apóstolo dos gentios e, com exceção do próprio Jesus, a maior força em todo o cristianismo, como um tipo de ser sobre-humano, sem defeitos. Mas esse não é o quadro apresentado no Novo Testamento. Às vezes, Paulo parece impulsivo, quase agressivo.

4. Que traços de caráter de Paulo nos mostram os textos a seguir? At 15:37-39; Rm 7:19-25; 1Co 9:27; 2Co 12:7

É um conforto saber que um gigante da fé como o apóstolo Paulo não era perfeito. Às vezes, ele cometeu erros. Ele precisava da graça e do perdão diários de Jesus em sua vida, assim como nós.

5. Qual era a compreensão de Paulo sobre si mesmo? Rm 7:24. Nessas palavras, que esperança e conforto você pode tirar para si mesmo?

“Ao examinar as Escrituras, Paulo aprendeu que através dos séculos ‘não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante Ele’ (1Co 1:26-29). E assim, considerando a sabedoria do mundo à luz que promana da cruz, Paulo se propôs nada ‘saber... se não a Jesus Cristo, e este crucificado’. 1Co 2:2” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 127, 128).

“Deus efetuará uma grande obra por meio da verdade, uma vez que homens consagrados, dispostos ao sacrifício, entreguem-se incondicionalmente à tarefa de apresentá-la aos que estão em trevas. Os que possuem o conhecimento da verdade e são consagrados a Deus, devem aproveitar-se de toda oportunidade para proclamar a mensagem para estes dias. Anjos de Deus estão movendo o coração e a consciência do povo de outras nações, e pessoas sinceras se acham perturbadas ao testemunharem os sinais dos tempos na desassossegada condição das nações. Em seu coração surge a pergunta: Qual será o fim de tudo isso? ... Todos quantos são cristãos devem ser obreiros na vinha do Senhor. Devem estar inteiramente despertos, trabalhando zelosamente pela salvação de seus semelhantes, e seguindo o exemplo que o Salvador lhes deu em Sua vida de abnegação, sacrifício e diligente esforço” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes,p. 507).

Tunisia N. Peters | Berrien Springs, EUA

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