sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Resiliência - 18/02/2010 a 19/02/2010

Sexta, 18 de fevereiro

Opinião
Silêncio de Deus


O livro de Jó retrata uma experiência humana que inclui as inevitáveis emoções que acompanham a vida. Imagine quão abençoados somos pelo fato de termos um Deus que nos ama e cuida de nós, nos guia e dirige quando permitimos!

Jó era bem respeitado por ser um negociante inteligente e um amoroso e pai de família dedicado. Os desafios que ele enfrentou envolveram sua família e seus bens materiais. Em rápida sucessão, ele perdeu gado, animais de carga, servos e dez filhos. Enfim, tudo. Depois surgiram feridas em todo o seu corpo, da cabeça aos pés. Esse desafio poderia tê-lo deixado amargurado e ressentido com Deus.

A cultura de sua época determinava que, para ter caído numa situação tão terrível, ele deveria ter cometido uma grave transgressão. Essas maldições deviam ser um ato de Deus para mostrar Seu desprazer. Foi por isso que sua esposa o encorajou a amaldiçoar a Deus e morrer (Jó 2:9). Porém, apesar de tudo, ele adorou a Deus e bendisse Seu nome (Jó 1:20-22), e sua comunidade pôde ver que seu fim foi melhor que seu início (Jó 42:12, 13).

Em situações atuais, algumas pessoas ficam pensando o que foi que fizeram de errado e por que estão sendo assim afligidas. Perguntam por que perderam sua casa, emprego ou saúde. Por que, nesta era moderna, as crianças morrem de fome ou por falta de água limpa? Onde está o amor de Deus em todas estas coisas?

Às vezes, quando ocorrem desgraças e não entendemos o propósito de Deus, perguntamos: “Por que o Senhor está em silêncio?” Isso não significa que não devamos clamar a Deus como Davi (Sl 27:8, 9). Podemos aprender da Bíblia, da História e das experiências de outros que Cristo Se compadece das nossas fraquezas (Hb 4:15). Nosso Salvador era um homem de dores e que sabia o que era padecer (Is 53:3).

Dicas


1. Mande um e-mail a um amigo que está passando por um momento difícil (por exemplo, uma dificuldade financeira, um momento de dor, uma doença ou um problema de relacionamento) e escreva palavras de conforto e encorajamento.
2. Assista a algum vídeo de Nick Vujicic, no You Tube. Ele nasceu sem braços e pernas, mas fala poderosamente sobre Deus .
3. Leia a biografia/autobiografia de alguém famoso, como Ben Carson ou Helen Keller. Reflita no que tornou a pessoa resiliente e como isso se aplica a sua vida.

André Henry – Raleigh, EUA

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fidelidade - 18/02/2010 a 20/02/2010

Quinta, 18 de fevereiro

Aplicação

Fé e plenitude

A fidelidade é necessária para um relacionamento imutável e sólido com Deus e com os outros. A fim de experimentarmos essa fidelidade que produz boas obras, precisamos confiar em Deus nos bons tempos e nos maus. Como um verdadeiro amigo, Ele anseia estar ao nosso lado em tempos de alegria, bem como em tempos de tristeza. Como obtemos essa fidelidade?

Siga a Palavra de Deus. A Bíblia é o melhor guia que podemos ter. Não podemos experimentar a fidelidade em nossa vida se não seguirmos a Palavra de Deus.

Reconheça o Espírito Santo. O Espírito Santo é a presença de Deus em nossa vida. Se não O acolhermos, não receberemos ajuda em nosso trabalho diário. A principal função do Espírito Santo é ajudar-nos a colocar a fé em prática.

Insista na verdade. O próprio Cristo é a verdade (Jo 14:6). Para que desenvolvamos fidelidade, precisamos aceitá-Lo como nosso Redentor pessoal e permitir que Ele nos transforme com Sua verdade. Quando isso acontecer, nossa fé florescerá com atos de fidelidade.

Agradeça a Deus tudo que ocorre em sua vida. Um coração acostumado a dizer “Obrigado” tanto por palavras como por atos é um coração abençoado. Não podemos ser fiéis e ingratos ao mesmo tempo. Nosso Pai celestial anseia que apreciemos tudo o que Ele faz por nós.

Tenha fé em Cristo. A fé em nosso Salvador e a fidelidade em nossa vida estão intimamente ligadas. Uma não pode existir sem a outra. A fé em Cristo produzirá uma vida fiel. E ao aprendermos a viver fielmente, nossa fé em Cristo crescerá.

Seguindo as diretrizes acima, seremos capazes de experimentar a fé em sua plenitude, que é sabedoria pela qual viver, especialmente nos momentos probantes da vida.

Mãos à Bíblia

6.
Leia Mateus 25:1-13. Note que todas as virgens que estavam esperando o noivo foram dormir. Quando, finalmente, o noivo chegou e todas acordaram, era muito tarde para cinco delas. Como nós, no século 21, podemos estar em perigo de fazer a mesma coisa?

Pode ser que estejamos sofrendo outro grande desapontamento? Não que tenhamos fixado outra data para a vinda de Jesus, mas algo igualmente real, embora mais sutil: ênfase diminuída sobre a segunda vinda de Jesus, por nenhuma outra razão senão que esperávamos que já tivesse acontecido.

7.
Leia Mateus 24:44-50. Note como o servo mau muda de estilo de vida quando se convence de que seu mestre não vai voltar tão cedo quanto esperava. Qual é a mensagem para nós, que sentimos haver uma demora na vinda de Jesus?

Rose Oguttu | Nairóbi, Quênia

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A Autoridade dos Profetas - 18/02/2009 a 21/02/2009

Quarta, 18 de fevereiro

Testemunho
Por quê crer nos profetas?


A Autoridade dos profetas4. Antigamente, quando o material de escrita era escasso e a maioria das pessoas não sabia ler, a palavra falada era muito importante. Nas passagens seguintes, qual foi o efeito da Palavra falada de Deus sobre o povo? Jr 38:1-4; Jo 3:1-10; 6:51-66; At 16:25-34

Como o bisturi do cirurgião, a Palavra de Deus, falada ou escrita, pode penetrar para curar e restaurar, ou pode dar a evidência de que uma doença mortal resultará em condenação eterna. A menos que a palavra pregada encontre fé por parte dos ouvintes, não pode beneficiá-los. Embora nem todos na igreja estejam dispostos a aceitar a autoridade profética de Ellen White, a igreja em geral atenta para seu conselho e se beneficia com isso.

“A profecia tem estado a cumprir-se, ponto por ponto. Quanto mais firmes estivermos sob a bandeira da mensagem do terceiro anjo, tanto mais claramente havemos de compreender a profecia de Daniel; pois o Apocalipse é o suplemento de Daniel. Quanto mais plenamente aceitarmos a luz apresentada pelo Espírito Santo mediante os consagrados servos de Deus, tanto mais profundas e seguras, mesmo como o trono eterno, parecerão as verdades da profecia antiga; teremos a certeza de que homens de Deus falaram segundo a inspiração do Espírito Santo. Os próprios homens devem estar sob a influência do Espírito Santo a fim de compreenderem Suas declarações mediante os profetas. Essas mensagens foram dadas, não para aqueles que enunciaram as profecias, mas para nós que vivemos entre as cenas de seu cumprimento” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas,v. 2, p. 114).

“Existem pessoas, ainda vivas, que, ao estudarem as profecias de Daniel e de João, receberam grande luz de Deus ao examinarem a base onde profecias especiais estavam em processo de cumprimento, por sua ordem” (Ibid., p. 102).

“Até ao fim do tempo, homens se levantarão para criar confusão e rebelião entre os que se declaram representantes do verdadeiro Deus. Os que profetizam mentiras, encorajarão as pessoas para que olhem o pecado como coisa sem importância. Quando forem manifestos os terríveis resultados de suas más ações, elas procurarão, se possível, tornar responsáveis por suas dificuldades aqueles que fielmente as têm advertido, exatamente como os judeus acusaram Jeremias de ser o responsável por suas desventuras. Mas, tão certamente como foram as palavras de Jeová vindicadas no passado por meio do Seu profeta, assim serão Suas mensagens estabelecidas hoje” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 442).

“O mundo nunca foi deixado sem testemunhas do grande poder de Deus para salvar do pecado. E nas cenas finais da história da Terra, quando a iniquidade tiver alcançado uma altura nunca antes atingida, ainda será possível dizer a respeito do povo remanescente que permaneceu fiel a Deus: ‘Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (ARC)” (Ellen G. White, Review and Herald,24 de julho de 1913).

Mark Henry, Philipsburg, EUA

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