sexta-feira, 4 de março de 2011

Ciúme e inveja - 04/03/2011 a 05/02/2011

Sexta, 4 de março

Opinião
Conflito ou paz? Você decide


Muitas vezes me pergunto como seria o mundo sem o ciúme. Talvez alguns relacionamentos ainda existissem, ou talvez você não tivesse gasto suas economias num carro novo porque você invejou o carro novo do vizinho. Mas, acima de tudo, não haveria pecado no mundo.

Talvez você olhe para os alunos mais destacados de sua classe e se pergunte: “Por que ela é tão inteligente?” Ou: “Por que ele ganhou aquele troféu?” Talvez até cheguemos ao ponto de odiar essas pessoas e nos isolar delas. Quando abrigamos sentimentos de inveja em nosso coração, acabamos magoando a nós mesmos. Devemos ser cuidadosos quanto ao modo como consideramos as realizações dos outros. Tiago 3:16 diz: “Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males”. E se voltássemos os holofotes para nós mesmos? Será que você realmente estaria em posição de obter aquele prêmio? Será que você realmente “ralou” nos estudos como seu colega de classe para alcançar notas altas? Será que você não está simplesmente com ciúmes de toda a atenção que seus colegas de classe estão recebendo? E se seus talentos estiverem em outra área que não no estudo ou nos esportes? Talvez você tenha outro talento que possa capitalizar, como a pintura ou a música. Devemos perguntar a Deus: “É isto o que o Senhor quer que eu faça? É este o caminho que devo seguir?”

Deus deseja que tenhamos relacionamentos significativos, mas o diabo não gosta quando o povo de Deus está feliz, por isso está sempre tentando provocar destruição. Quando Deus reina em nosso coração, nossa primeira reação a tais situações não é de raiva. Ao contrário, confiamos nAquele que nos conduzirá até o fim para que Ele nos ajude a pensar claramente com respeito a nossos pensamentos e emoções e a reagir de uma forma que reflita Seu amor. Isso é paz.

Agora pese a diferença para ver qual dos dois você quer experimentar: conflito ou paz?

Mãos à obra

1. Escreva sobre um momento em que você teve ciúmes e agiu de acordo com ele. O que aconteceu? Alguém foi magoado? Você teve de consertar a situação?

Shareka McFarlene – St. Catherine, Jamaica

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Domínio Próprio - 04/03/2010 a 06/03/2010

Quinta, 4 de março
Aplicação
Quando ninguém está olhando


Resistir à tentação pode ser uma batalha, especialmente quando não há ninguém olhando. O próprio Jesus admitiu que, embora às vezes nossa mente possa estar pronta a fazer o que é correto, nossa natureza carnal é como um vento que nos impele para trás (Mc 14:38). Na hora da provação, quando você achar que ninguém está olhando, Deus está vendo. Ele deseja que pratiquemos o domínio próprio e que controlemos nosso temperamento mesmo quando formos deliberadamente provocados por outros (Rm 12:19-21). Ele deseja que nos tornemos temperantes em nossa dieta e que sujeitemos até nossos pensamentos ao que é santo e aceitável a Ele. Deus deixou um trilho para seguirmos ao desenvolvermos o domínio próprio. O trilho está claramente demarcado por placas. Eis aqui algumas:

Afivele o cinto de segurança (Is 59:1). Quando fazemos isso, estamos garantindo que nosso coração esteja seguramente preso ao divino trono da graça. Fazemos isso ao orar fervorosamente e colocar nossa confiança no Altíssimo. Estar em constante comunhão com Ele conservará Suas palavras gravadas em nosso coração. Então, o Espírito Santo poderá nos livrar.

Medite em Filipenses 4:8. Se enchermos a mente de pensamentos puros, estaremos mais bem equipados para resistir à tentação. À medida que as sementes de bons pensamentos germinarem e criarem raízes em nossa mente, estaremos mais capacitados a resistir a quaisquer ataques que coloquem em risco nosso domínio próprio. Resistir ao mal se tornará então uma questão de princípio.

Aprenda a fazer o bem (Is 1:17). Ajudar os outros é uma das melhores rotas de fuga na luta contra a tentação. Quando você estiver enfrentando uma situação probante, coloque-se em pé ao lado de Deus, dê meia volta e faça, em vez disso, o que é bom. Atos de bondade neutralizarão a tentação e direcionarão seu enfoque para a força de Deus, em vez de sua fraqueza.

Corra, amigo, corra (Tg 4:7). Fugir da tentação não é sinal de fraqueza. É sinal de domínio próprio. Deus diz que precisamos evitar o diabo porque a batalha não é nossa, mas dEle. Quando fugimos, reconhecemos Sua graça salvadora e Sua capacidade de nos salvar. Corra, e deixe que Ele tome conta de seus medos.

Mãos à Bíblia

10. Em outra ocasião, Paulo novamente se referiu à analogia da corrida que vimos anteriormente. Quais são alguns dos “pesos” que estão atrasando sua corrida? Hb 12:1

11. Que regras para viver em santidade Paulo nos aconselha a seguir? Cl 3:1-10. Como você pode aplicar essas regras à sua própria vida a fim de conseguir a vitória sobre o pecado que tão facilmente nos embaraça?

O domínio próprio não é desenvolvido em um só dia. Vem mediante ganhos e perdas, sucessos e fracassos. Leia Filipenses 3:12.

Nkosazana Uviwe Maxhela Cidade do Cabo, África do Sul

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quarta-feira, 4 de março de 2009

A Mensagem dos Profetas - 04/03/2009 a 07/03/2009

Quarta, 04 de março

O estado dos mortos


A Mensagem dos Profetas5. O que os textos bíblicos seguintes nos dizem sobre a condição da humani­dade na morte? Sl 146:4; Ec 9:5, 6; Jo 11:11-14; At 2:34

A inspiração ensina que só Deus é imortal (1Tm 6:16) e que, sem Deus, os se­res humanos estão sujeitos à morte. Jesus ensinou que a morte é um sono que termina em uma de duas ressurreições - uma ressurreição da vida e outra ressur­reição da condenação (Jo 5:28, 29). William Templo, arcebispo de Cantuária, re­conheceu isso quando escreveu: "0 homem não é imortal nem por natureza nem por direito; mas é capaz de receber a imortalidade, e a imortalidade lhe é oferecida pela ressurreição e a vida eterna, se ele a receber de Deus e nos termos de Deus" (Nature, Man, and God, p. 472).

6. Como devemos entender textos como Mateus 25:46 e Apocalipse 14:9-117? Eles ensinam o tormento eterno no inferno?

A noção da imortalidade humana existe em todas as religiões primitivas, animistas e politeístas. Também era um conceito importante na filosofia grega, que concebia o hades (o mundo dos mortos) como um mundo fantasmagórico, obs­curo e subterrâneo em que a alma vivia uma existência sombria. Os gregos consideravam que o ser humano era composto de corpo e alma. Na morte, corpo e alma são separados, libertando-se a alma da prisão do corpo para uma existên­cia independente.

Em Mateus 25 e Apocalipse 14, as palavras traduzidas por "eterno" e "séculos dos séculos" não significavam necessariamente sem fim. As palavras gregas aion e aionios expressam duração enquanto a natureza do objeto permite. Por exem­plo, em Judas 1:7 nos é dito que as cidades de Sodoma e Gomorra estão sofrendo o fogo do castigo eterno (aionios). Mas 2 Pedro 2:6 diz que elas foram reduzidas a cinzas. Quando o objeto das palavras "eterno" ou "para sempre" é a vida dos remidos que recebem imortalidade, a palavra significa um tempo sem fim. Quando se refere ao castigo dos ímpios, que não recebem a imortalidade, a palavra tem o significado um período limitado de tempo.

Desde os pregadores populares até os filmes populares, o mundo está inundado de espiritua­lismo (a idéia de que os mortos vivem agora em outra existência). Como nossa compreensão do estado dos mortos nos dá proteção poderosa contra esse engano terrível?

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