sexta-feira, 17 de junho de 2011

Toque de fé - 17/06/2011 a 18/06/2011

Sexta, 17 de junho

Opinião
“Sem costuras”


Talvez Jesus estivesse muito moderno nos Seus dias para ter de alguma forma levado os soldados a disputarem Sua veste. Ou talvez eram os “mitos” sobre essa veste específica que a tornaram tão desejada. Qualquer que seja a razão por quererem tanto a túnica de Jesus, uma coisa é certa: ela era sem costura, e o fato de Jesus a estar usando lhe acrescentou muito valor.

A veste “sem costura” significa que foi tecida como uma peça única de roupa. Não havia sido cortada e alterada para servir em quem a usasse. Para se ter uma veste como aquela, somente sob medida. Da mesma forma, Jesus foi “feito sob medida” para nossa condição pecaminosa. Ele veio e usou aquela veste sem costura para que pudéssemos trocar nossas roupas de injustiça pelo Seu manto perfeito.

Nossas vestes de injustiça estão cheias de manchas: “imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes” (Gl 5:19-21). Todavia, Cristo morreu para que pudéssemos nos vestir de “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23). “O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, a carne lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu [...] fala a cada filho da família humana, declarando: É por ti que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa; por ti Ele destrói o domínio da morte e abre as portas do Paraíso” (O Desejado de Todas as Nações, p. 755).

Lembre-se disso: Você não pode usar Sua veste sem costura por cima de uma que você já tenha. Usar Sua veste sem costura significa viver a vida dEle; orar como Ele orou, falar como Ele falou, andar como Ele andou. Para usar Sua veste sem costura
é fazer o que Ele faria.

Mãos à obra

1. Calcule quanto você gasta cada mês e ano em despesas fúteis com os últimos modelos e entretenimento. Considere o que esses gastos revelam sobre suas prioridades.
2. Esboce o que é, para você, a imagem de um típico cristão. Alegre? Temente a Deus? Reprimido? Depressivo? Decidido?
3. Separe roupas ou itens que possam ser uma grande bênção se você doá-los a outros.

Allen Shingai Mavundukure – Winnipeg, Canadá

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nutrição na Bíblia - 17/06/2010 a 19/06/2010

Quinta, 17 de junho

Aplicação
Viver para comer ou comer para viver


Muitos compreendem os princípios de nutrição que Deus nos deu. É na aplicação prática desses princípios que muitos caem presa da tentação. Aqui estão seis maneiras de ajudar você a mudar seus hábitos de alimentação de forma que passem a refletir os princípios de Deus:

Ore, durma e beba água. Obter sono suficiente e beber água suficiente prepara o corpo para resistir a tentações físicas. O tempo passado em oração nos prepara mental e espiritualmente. Leia Filipenses 4:13. Sempre mantenha em mente essas palavras.

Mude os hábitos gradualmente. Se você está mudando de uma dieta carnívora para uma dieta vegetariana, faça a mudança gradualmente. “As mudanças não devem ser feitas tão abruptamente que as pessoas se desviem da reforma de saúde, em vez de a ela serem levadas” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 284).

Planeje o que e quando comer, em vez de seguir suas vontades. Faça um programa do que e quando vai comer. Mude esse programa à medida que for aprendendo como seu corpo utiliza a comida. Experimente comer só duas refeições por dia; ou tente comer quatro a cinco refeições menores. Aprenda como o jejum pode beneficiar você física e espiritualmente.

Faça um diário de seus hábitos de alimentação. Note o tamanho de suas porções, com as mudanças que você experimenta em seu corpo e mente, particularmente em seus pensamentos. Também note como sua vida de oração afeta seus hábitos alimentares, e como seus hábitos alimentares afetam sua vida de oração.

Varie a escolha dos alimentos. Experimente comidas novas e diferentes. Há milhões de receitas saudáveis na Internet. Seja corajoso! Experimente algo novo uma ou duas vezes por semana. Quando começar a mudar seus hábitos alimentares, talvez você não ache saborosos alguns alimentos novos. Dê certo tempo para que seus gostos mudem.

Pesquise as diretrizes de Ellen White. Leia seus livros de saúde. Note quão gentilmente Deus nos leva a um relacionamento mais profundo e puro com Ele. Ela escreveu: “Não devemos ser dominados para pôr na boca alimento que produza uma condição mórbida, por mais que dele gostemos. Por quê? Porque somos propriedade de Deus” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 328).

Mãos à Bíblia

7. Leia Romanos 14:17. Como devemos entender essas palavras no contexto da questão da alimentação e saúde? Quais são alguns dos extremos que precisamos evitar?

“Nos países onde há muita fruta, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 159). O regime vegetariano não nos torna justos e certamente não nos põe em posição de julgar os que não o seguem. Pode, entretanto, nos tornar mais sadios. E quem não deseja ter boa saúde?

De Laine Heinlein-Mayden | Ellicott City, EUA

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

A Jornada Cristã "COMUNIDADE" - 17/06/2009 a 20/06/2009

Quarta, 17 de junho

Testemunho
Muitas culturas


6. Quais são as qualificações-chave para a verdadeira unidade cristã? Jo 14:6; Ef 4:3, 13

7. Como a descrição da Nova Jerusalém ilustra a rica diversidade que caracteriza o povo de Deus? Ap 21 e 22:1-6; veja, em particular, 21:12-14, 19, 26, e 22:2

Conheci um agricultor, no Nordeste brasileiro, acostumado a cultivar apenas milho e feijão. Por muito tempo ele pensou que isso era tudo o que a terra seca podia produzir. No entanto, descobriu que se cultivasse diversas plantas próximas umas das outras, a natureza se encarregaria de desenvolver tudo em conjunto. A planta que armazenava água repartia com as outras quando a chuva faltava, e a que crescia mais rápido fazia sombra para o cultivo rasteiro.

Deus nos criou para servir. “Egoísmo é morte. Nenhum órgão do corpo poderia viver, se limitasse a si próprio os seus serviços. ... Somos membros uns dos outros, e a alma que se recusa a dar perecerá” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 417).

Porém, é triste perceber que para vivermos em sociedade somos forçados a seguir modelos estéticos, comportamentais, acadêmicos. No processo, engolimos padrão por princípio. O que vale, nos ensinam, é crescer, não para fazer sombra, mas para esmagar o fraco. Já não seguimos o exemplo de João Batista, a quem importava diminuir conquanto Cristo crescesse.

“Amor às almas por quem Cristo morreu, significa a crucifixão do próprio eu. ... O cristão deve sempre ter presente que se consagrou a Deus, e que seu caráter deve revelar Cristo perante o mundo. O espírito de sacrifício, a simpatia, o amor manifestados na vida de Cristo, devem reaparecer na existência do obreiro de Deus” (Ibid.)

Ellen White relata em Atos dos Apóstolos, página 175, que “mediante a incansável ministração dos apóstolos aos gentios, os ‘estrangeiros e forasteiros’, os ‘que antes estavam longe’, aprenderam que, ‘pelo sangue de Cristo’, chegam perto e que, pela fé em Seu sacrifício expiatório, podiam tornar-se ‘concidadãos dos santos, e da família de Deus’ (Ef 2:13, 19)”.
Você é muito importante para o Senhor e Sua obra. Seu propósito para a comunidade cristã é “que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1Co 12:25, 26).

Nas terras do semeador brasileiro já cresce milho, feijão, batata-doce e cajueiro também. Na experiência cristã, somos chamados, individual e coletivamente, a dar outra espécie de fruto. “Se todos os que professam Seu nome produzissem fruto para Sua glória, quão depressa não estaria o mundo todo semeado com a semente do evangelho! Rapidamente amadureceria a última grande seara e Cristo viria recolher o precioso grão” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 69).

Larissa Pothin Preuss |
Jacareí, SP

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terça-feira, 17 de junho de 2008

A Eficácia de Seu Ministério Sacerdotal - 17/06/2008 a 20/06/2008

Terça, 17 de junho

Exposição
O santuário revelado

2. Qual é a mensagem central do livro de Hebreus? Hb 8:1, 2

Cristo, nosso Mediador e Sacerdote Celestial, abriu uma porta de acesso ilimitado ao verdadeiro santuário celestial, à sala do trono do Deus vivo. "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" (Hb 4:16). Jesus é nosso intercessor no Céu.

O primeiro contato (Gn 3:8, 9; Êx 25:8; 1Jo 4:19). Desde que Adão e Eva pecaram pela primeira vez, Deus tem tentado Se aproximar de nós. Uma das maneiras pelas quais Ele fez isso foi através do santuário.

"O próprio Deus deu a Moisés o plano daquela estrutura, com instruções específicas quanto ao seu tamanho e forma, materiais a serem empregados, e cada peça que fazia parte do aparelhamento que deveria a mesma conter. Os lugares santos, feitos a mão, deveriam ser ‘figura do verdadeiro’, ‘figuras das coisas que estão no Céu’ (Hb 9:24 e 23) – uma representação em miniatura do templo celestial, onde Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, depois de oferecer Sua vida em sacrifício, ministraria em prol do pecador. Deus expôs perante Moisés, no monte, uma visão do santuário celestial, e mandou-lhe fazer todas as coisas de acordo com o modelo a ele mostrado" (Patriarcas e Profetas, p. 343).

A construção do santuário foi iniciativa de Deus, porque Ele desejava habitar entre nós! Ele sabe que não podemos viver verdadeiramente sem Ele. É por isso que deseja ser parte central de nossa vida.

Ver para crer (Êx 25:9, 40; At 7:44, 54-56; Hb 8:5). Não foram muitas as pessoas que tiveram o prazer de ver o santuário celestial. Na verdade, podemos contá-las com uma só mão: Moisés, Enoque, Elias, João e Estêvão. Nem todos os cristãos compreendem que há um santuário no Céu; muito menos que ele precisa ser purificado do pecado. Cristo foi feito pecado por todos nós, e está intercedendo em nosso favor no Céu, assim como os sacerdotes faziam na Terra. Talvez seja por isso que Moisés e os outros tiveram uma janela aberta no Céu, para que pudéssemos saber, com certeza, que o santuário é real.

O verdadeiro sumo sacerdote (Hb 7:23-28; 9:1-10). A ministração no santuário consistia de dois serviços diferentes – um diário e outro anual. O serviço diário era realizado no pátio do tabernáculo e no lugar santo, enquanto que o serviço anual era realizado no lugar santíssimo.

O serviço diário consistia de um holocausto da manhã e da tarde, do oferecimento de incenso e das ofertas especiais por pecados individuais. Os sumos sacerdotes realizavam sacrifícios diários não apenas por seus próprios pecados, mas também pelos pecados do povo. Isso poderia ter sido um sinal de fraqueza para o povo, porque seu mediador também era um pecador. Em contraste, nós agora temos um Sumo Sacerdote irrepreensível, que não precisa fazer sacrifícios diários porque Ele próprio foi feito sacrifício por nós! Temos um Sumo Sacerdote que nos pode salvar completamente da condenação do pecado.

Atrás do véu (Mt 27:50, 51; Hb 6:19, 20). Ninguém, exceto o sumo sacerdote, podia entrar no lugar santíssimo. Os serviços que realizados dentro desse compartimento simbolizavam a expiação de Cristo pelo pecado e Sua intercessão sumo-sacerdotal em nosso favor. Nesse compartimento ficavam a Arca da Aliança e o Shekinah – a manifestação da presença de Deus. Deve ter sido uma emoção e tanto para o sumo sacerdote estar na presença de Deus!"Nenhuma linguagem pode descrever a glória do cenário apresentado dentro do santuário – as paredes chapeadas de ouro que refletiam a luz do áureo castiçal, os brilhantes matizes das cortinas ricamente bordadas com seus resplendentes anjos, a mesa e o altar de incenso, brilhante pelo ouro; além do segundo véu a arca sagrada, com os seus querubins, e acima dela o santo shekinah, manifestação visível da presença de Jeová; tudo não era senão um pálido reflexo dos esplendores do templo de Deus no Céu, o grande centro da obra pela redenção do homem" (Ibid., p. 349).

No momento em que Jesus clamou, rendendo o espírito, o véu que separava os dois compartimentos do santuário terrestre rasgou-se de alto a baixo. O próprio Jesus tinha agora cumprido o significado por trás de todos esses símbolos. Portanto, os ritos e ministrações já não eram necessários. Ele Se havia oferecido em nosso favor.

Nosso único Mediador (Hb 9:11-28). Após a ascensão de Cristo, Ele começou Sua obra por nós como nosso Sumo Sacerdote e Mediador. Leia Hebreus 9:24.

Assim como a ministração típica no santuário terrestre consistia de dois serviços, a ministração de Cristo consistia de duas grandes divisões em ocasiões diferentes. Jesus já entrou no lugar santíssimo, e está pleiteando nosso caso diante do Pai. "Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus" (1Tm 2:5, NVI). Neste momento, estamos como os israelitas no Dia da Expiação, com a cabeça curvada diante do Senhor, suplicando o perdão de todas as nossas transgressões e nos lembrando das palavras de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo" (1Jo 2:1, 2, NVI).
Pense nisto

1. Imagine que você está em julgamento. Como você se sentiria se o juiz fosse também seu advogado?
2. Por que é importante compreender o significado do santuário terrestre, tanto no que diz respeito aos seus móveis quanto no que diz respeito a seus serviços?
3. Como a compreensão do santuário pode ajudar na sua experiência cristã?

Richard Romero | Trenton, EUA

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