sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 05/08/2011 a 06/08/2011

Sexta, 5 de agosto

Opinião
Como devemos adorar?

Mediante a explosão de adoração, reverência, alegria e culto que caracteriza os seres celestiais em Apocalipse 4 e 5, percebemos que as hostes de adoradores aumentam a cada canção sucessiva. Ainda assim, o foco de sua adoração permanece centralizado em Deus, por Seu poder e Sua dignidade.

Como cristãos, devemos manter nossa adoração centralizada em Deus, aproximando-nos dEle em humildade e arrependimento, em vez de encarar a adoração como uma forma de alcançar a euforia emocional. A alegria é uma parte vital de nossa experiência de adoração, mas esse sentimento deve provir de uma relação reflexiva com Deus, não de picos emocionais durante a adoração. Muito da adoração moderna parece estar fundamentado na emoção. Por isso, muitas vezes, tal prática pode se tornar egoísta, desprovida de arrependimento e humildade.

Ao aproximar-se de Deus, após seu pecado com Bate-Seba, Davi colocou de lado seus desejos egoístas. Em meio à vergonha e à culpa, ele encontrou seu verdadeiro “abrigo” (Sl 32:7); não o abrigo composto de desejos egoístas e autoengano, mas o amor que envolve todo aquele que confia no Senhor (Sl 32:10). Davi, então, gritou de alegria! Jamais um culto fundamentado em emocionalismo poderia ter conseguido isso.

Também escrito após o incidente envolvendo Bate-Seba, o Salmo 51 tem sido um “lar” para os cristãos que buscam a segurança da salvação. O rei caído grita em quebrantamento e culpa diante da Majestade do Céu. Ao ser restaurado à imagem de Deus, o egoísta, adúltero e assassino Davi encontrou verdadeira libertação, louvor, prazer e contentamento.

Ao focalizarmos Deus, Seu poder, graça e amor ao invés de nós mesmos, a alegria que sentimos ao adorá-Lo crescerá e se fortalecerá. Esse é o fruto da verdadeira adoração.

Mãos à obra

1. A cada dia da próxima semana, leia um salmo de sua preferência e liste as coisas pelas quais o salmista louva ou agradece a Deus.
2. Componha sua própria “nova canção”, poema, carta, peça instrumental ou pintura, enfim, algo que expresse seu louvor a Deus.
3. Mude o programa da sua classe da Escola Sabatina para incluir um tempo de louvor antes do estudo da lição, cantando ou compartilhando as bênçãos recebidas.
4. Escreva um salmo de louvor com sua classe da Escola Sabatina ou com o grupo de estudo da Bíblia. Cada pessoa escreverá de uma a quatro linhas. Depois, juntem os versos escritos e leiam esse salmo durante o serviço de adoração.
5. Divida uma folha de papel em duas colunas, uma chamada Adoração e outra Agradecimento. Toda vez que você fizer sua devoção pessoal, adicione mais itens a cada coluna. Na primeira coluna, liste características de Deus; na segunda, coisas que Ele tem feito. Então, louve-O por Seus atributos e por Suas obras.
6. Quando estiver sozinho em casa, encontre tempo para tocar ou cantar, com o coração alegre, sua música de louvor favorita.

Hannah Hogg – Pleasant Hills, Austrália

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Panorama da salvação - 05/08/2010 a 07/08/2010

Quinta, 5 de agosto

Aplicação
Passos para a salvação


As repercussões do pecado de Adão são mortais, mas pela fé em Cristo podemos ser perdoados para sempre. Nossa salvação e paz com Deus é garantida, contanto que aceitemos o sangue de Cristo que foi derramado no Calvário. “Quando a onda de iniquidade se propagou pelo mundo e a impiedade dos homens determinou sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra. Mas, na restauração final de todas as coisas, quando houver ‘novo céu e nova Terra’, será restabelecido, mais gloriosamente adornado do que no princípio” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 62).

Todos estamos ansiosos pelo dia da libertação final, mas ainda vivemos neste mundo e precisamos esperar com paciência. A seguir se encontram algumas dicas para ficarmos firmes até o fim:

Aceite a realidade do sofrimento. Desde o primeiro instante em que aconteceu, o pecado trouxe sofrimento, que só tem aumentado. Não podemos negar que existe muito sofrimento ao redor. O Espírito Santo é capaz de nos ajudar a vencer a dor e o sofrimento enquanto esperamos a volta de Jesus.

Persevere. Por mais que possamos experimentar a dor e o sofrimento neste mundo, somos chamados a persistir nas pegadas dos discípulos e do próprio Cristo. A dor e o sofrimento são um teste de nossa fé, e nossa capacidade de perseverar é proporcional à nossa confiança na capacidade de Cristo para salvar.

Cuide do seu caráter. A perseverança nos ajuda a desenvolver um caráter cristão. Esse é um processo vitalício movido pelo Espírito Santo em nosso coração.

Alimente sua esperança. A esperança fortalece nossa fé. Uma vida cheia de esperança é cheia de serviço em prol de outros.

Mãos à Bíblia


“Conseqüentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens. Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.” (Rm 5:18, 19).

8. Que contraste nos é apresentado no texto acima? Que esperança nos é oferecida em Cristo?

Cristo Se passou pelo terreno em que Adão caiu, superando cada prova em lugar do ser humano. Jesus é o “segundo Adão”.

9. Como são contrastados os atos de Adão e de Cristo em Romanos 5:15-19?

Hellen Akinyi – Nandi Hills, Quênia

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Andando na Luz: Rejeitando os Anticristos - 05/08/2009 a 08/08/2009

Quarta, 5 de agosto

Testemunho

Andando como Cristo andou


Não é prova conclusiva de que um homem seja cristão o manifestar ele êxtases espirituais sob circunstâncias extraordinárias. Santidade não é arrebatamento: é inteira entrega da vontade a Deus; é viver por toda a palavra que sai da boca de Deus; é fazer a vontade de nosso Pai celestial; é confiar em Deus na provação, tanto nas trevas como na luz; é andar pela fé e não pela vista; é apoiar-se em Deus com indiscutível confiança, descansando em Seu amor” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 51).

“É nosso dever individual andar humildemente com Deus. Não devemos buscar nenhuma mensagem estranha, nova. Não devemos pensar que os escolhidos de Deus, que procuram andar na luz, componham Babilônia. As igrejas denominacionais caídas é que são Babilônia. Ela tem estado a promover doutrinas venenosas, o vinho do erro. Esse vinho do erro é composto de doutrinas falsas, tais como a imortalidade natural da alma, o tormento eterno dos ímpios, a negação da existência de Cristo antes de Seu nascimento em Belém, a defesa e exaltação do primeiro dia da semana acima do abençoado e santificado dia de Deus. Estes erros e outros semelhantes são apresentados ao mundo pelas várias igrejas. ...

“Anjos caídos formam, na Terra, confederações com homens maus. Nessa época aparecerá o anticristo, como o Cristo verdadeiro, e então a lei de Deus será anulada completamente entre as nações do mundo. Alcançará seu ponto mais alto a rebelião contra a santa lei de Deus. Mas o verdadeiro líder de toda essa rebelião é Satanás disfarçado em anjo de luz. Os homens serão iludidos e intentarão colocá-lo lugar de Deus, endeusando-o” (Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros, p. 61, 62).

“Porque, se o evangelho que anunciamos está escondido, está escondido somente para os que estão se perdendo. Eles não podem crer, pois o deus deste mundo conservou a mente deles na escuridão. Ele não os deixa ver a luz que brilha sobre eles, a luz que vem da boa notícia a respeito da glória de Cristo, o qual nos mostra como Deus realmente é. Pois nós não anunciamos a nós mesmos; nós anunciamos Jesus Cristo como o Senhor e a nós como servos de vocês, por causa de Jesus. O Deus que disse: ‘Que da escuridão brilhe a luz’ é o mesmo que fez a luz brilhar no nosso coração. E isso para nos trazer a luz do conhecimento da glória de Deus, que brilha no rosto de Jesus Cristo” (2Co 4:3-6).

Mãos à Bíblia

6. A “unção”, de 1 João 2:20, tem sido entendida, por muitos, como o Espírito Santo. Como os textos seguintes ajudam a confirmar essa conclusão? 1Sm 16:13; Jo 14:17; 15:26; 16:7; 1Jo 2:20, 21, 27

Os verdadeiros crentes contam com o Espírito Santo, que Se manifesta nas Escrituras. A Bíblia precisa ser a autoridade final em todos os nossos ensinos. No momento em que o crente começa a duvidar da autoridade da Bíblia, de sua confiabilidade e inspiração, começa a se abrir para todos os tipos de ilusões e erros. Uma coisa é admitir que existam assuntos na Bíblia que não entendemos, ou até nos pareçam questionáveis; outra coisa é duvidar da autoridade das Escrituras por causa deles.

Terrence Cunningham | Kingston, Jamaica

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

O Compassivo Salvador - 05/08/2008 a 09/08/2008

Terça, 5 de agosto


Exposição
O compassivo Salvador

A compaixão dirigia tudo o que Jesus dizia e fazia. Note quantas vezes os escritores dos Evangelhos dizem que Ele estava “cheio de compaixão” ou “teve compaixão”. Às vezes, isso significava condenar fortemente o pecado. Outras, Jesus falava severamente aos líderes religiosos, mas Ele sempre fazia isso com amor.

4. O que estes textos revelam sobre o perdão? Mt 18:21, 22; Lc 23:34; Jo 8:1-11; Ef 4:32; 1Jo 2:12

Com freqüência, Jesus comparava Sua graça ao perdão de uma grande dívida. Imagine se você devesse a um banco um milhão de reais, e a dívida fosse cancelada! Imagine como você se sentiria. É assim a graça de Deus. E a razão de essa dívida ter sido cancelada é que o próprio Jesus a pagou para nós. Ele também ensinou que aqueles que foram perdoados devem perdoar aos outros (Mt 18:21-34).

Um Salvador nos nasceu (Jo 3; 4). Séculos atrás, Isaías predisse um tempo de paz mundial e a vinda de um descendente de Davi que seria o Rei ideal (Is 9:6). A vinda de Cristo ao mundo sob a maldição do pecado devia tornar completo o plano da salvação. Era a intenção de Deus, através de Seu amor pelos seres humanos, reconciliar a humanidade consigo. Portanto, através de Seu único Filho, Cristo, o amor de Deus foi tornado conhecido a nós, a graça superabundou onde abundava o pecado, e a família da Terra e a família do Céu se uniram por laços indissolúveis. Ao olharmos para Cristo como a porta para nossa salvação e vida eterna, Ele nos capacitará a aceitar Sua mensagem e a crer que Deus é veraz. Aceitaremos o renascimento espiritual como parte de nós mesmos, e teremos fé que nos ajudará a reivindicar Suas promessas ao cumprirmos a comissão evangélica de Mateus 28:16-20.

Como Ele Se identificou? (Jo 1:14). Por causa da infindável maldade de Satanás, os seres humanos foram desviados do caminho correto que Deus havia planejado para eles no princípio. A natureza do mundo mudou radicalmente, demonstrando o efeito do pecado sobre um planeta outrora belo. O ódio surgiu entre irmãos, e o solo outrora fértil se tornou estéril, enquanto que algumas plantas começaram a produzir espinhos.

Contudo, vendo o fim desde o princípio, Deus não tardou em Sua obra de redenção. Olhou ao redor em todo o exército celeste. Quem podia pagar o preço para redimir a humanidade? Foi por essa razão que Cristo, o Deus encarnado, a luz do Céu e da Terra, concordou em descer em forma humana. Contrariamente às normas do mundo pecaminoso, Ele não tinha beleza para que as pessoas O desejassem. Pode ser difícil para nós imaginarmos como Cristo, com Sua posição no Céu, pudesse Se rebaixar ao nível mais baixo, suportar a dor que suportamos e enfrentar problemas como enfrentamos no dia-a-dia.

É interessante notar que é Seu caráter de simpatia, sacrifício próprio e serviço voluntário que provê um exemplo ideal para ajudar-nos a compreender o plano da redenção. Ele Se identificou conosco, seres humanos caídos; colocou-Se em nossa posição e suportou dor e sofrimento como nós suportamos. Isso significou que Cristo, sofrendo sob abuso e insulto, forneceu a razão fundamental para nossa obra de ministério. Seu modo de associação e Seu método de treinamento devem ser a marca de autenticidade de nosso serviço.

Perdão total (Ef 4:32; 1Jo 2:12). Se há algo difícil de fazer, para a maioria das pessoas, é perdoar. Muitos falam sobre o perdão repetidas vezes, mas deixam de praticá-lo. O perdão é parte do caráter de Deus. Ele mostra Seu perdão a nós através de Seu Filho Jesus Cristo. Verdadeiramente, se Deus fosse aplicar Sua lei à risca, nossos primeiros pais, que desobedeceram à Sua palavra no Jardim do Éden, teriam morrido no mesmo dia em que pecaram. A Bíblia registra que o próprio Deus disse: “Não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gn 2:17, NVI).

Contudo, nosso Pai do Céu perdoou toda a amargura, a paixão e a ira, e deu a Seus filhos uma segunda chance de viver. Cristo interveio na cena do perdão ao dar Sua própria vida, morrendo a segunda morte e ao carregar nossos pecados na cruz do Calvário. A capacidade de perdoar e esquecer não pode ocorrer em nossa vida se não adotarmos o estilo da Pessoa que deu origem a ela. Devemos entender que o perdão de qualquer pecado é consistente com a justiça de Deus e que somente através de Jesus a misericórdia de Deus nos foi mostrada. Mas a misericórdia não acaba com a justiça. A lei nos mostra o caráter de Deus, e nada na lei pode ser mudado para vir ao encontro do homem em seu estado caído. Deus não pode mudar Sua lei, mas podia Se sacrificar a Si mesmo em Cristo para nossa salvação. E isso foi o que Ele fez. Leia 2 Coríntios 5:19.

A fim de escapar dos planos maldosos de Satanás, precisamos imitar o perdão que Deus demonstrou a nós através de Cristo. Tornemo-nos ternos de coração e perdoemo-nos uns aos outros, assim como Deus perdoou nossos pecados por amor a Cristo.

Pense nisto

1. Como cristão, de que forma você pode convencer os que não são de nossa fé a perdoar como Cristo perdoa?
2. Pense numa pessoa que você teve dificuldades para perdoar. Depois, considere o perdão de Deus para com você. Ore para que Deus o ajude a perdoar essa pessoa.
3. A lição de hoje declara que o caráter de simpatia, sacrifício próprio e serviço voluntário provê um exemplo ideal para nos ajudar a compreender o plano de redenção. Como?
4. Considere como sua parte do mundo precisa compreender o caráter de Cristo. Como cristãos, devemos ser semelhantes a Ele. De que forma você pode mostrar aos outros como é o Salvador?

Tony Philip Oreso | Nairóbi, Quênia

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