sexta-feira, 22 de julho de 2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração - 22/07/2011 a 23/07/2011

Sexta, 22 de julho

Opinião
Aprendendo pelo sacrifício


Mediante os rituais de sacrifício, o santuário proveu meios para que o povo, que tinha um concerto com Deus, pudesse entrar em Sua divina presença. Em que consistiam esses sacrifícios? Como esses sacrifícios prefiguravam o que Cristo faria por nós?

O santuário era uma forma pela qual Deus convidava Seu povo para uma aliança com Ele, com base na adoração. Por meio do santuário, os israelitas poderiam entendero plano de salvação, participar na santidade divina e desenvolver fé e obediência a Deus.

O pecado rompeu esse concerto. Enquanto não tratasse desse assunto, o povo sofreriapor conta de suas próprias iniquidades e jamais alcançariam a vida eterna. Contudo, o Senhor, por Sua graça, mostrou-lhes a maneira pela qual eles poderiam ser perdoados e purificados do pecado. Essas provisões eram o cerne do sistema sacrifical do santuário. Ao trazer um cordeiro para ser sacrificado, o israelita confessava sua crença no Salvador prometido por Deus. Por sua vez, o sacerdote, como representante de Deus, fazia a expiação pelos pecados (Lv 5:5, 6). O tipo exato de animal ou ritual dependia de inúmeros fatores, mas a ideia principal era sempre a mesma.

Quando alguém pensa no santuário, é comum refletir a respeito do local construído sob a direção do próprio Senhor. No entanto, muito mais importante que sua beleza extraordinária era a mensagem que Deus pretendia comunicar por meio dos rituais no santuário, particularmente, a atuação de Seu Filho no santuário celestial, em favor de cada um de nós.

“Foi Cristo mesmo o originador do sistema judaico de culto, pelo qual, mediante tipos e símbolos, as coisas espirituais e celestiais eram vistas na forma de sombras. [...]

“Havia uma lição incorporada em cada sacrifício, impressa em cada cerimônia, solenemente pregada pelo sacerdote em seu santo ofício, e inculcada pelo próprio Deus – que somente pelo sangue de Cristo há perdão de pecados. [...]

Pense nisto


Atualmente, quando pecamos, não mais precisamos utilizar animais para sacrifício. Contudo, podem existir itens ou atividades que Deus nos pede que sacrifiquemos quando O aceitamos como nosso Salvador. O que você tem sacrificado para aceitar a Cristo?

Mãos à obra


1. Fotografe e crie uma montagem que explore formas práticas de adoração a Deus.
2. Escreva uma peça sobre um jovem israelita levando um cordeiro para o santuário, como oferta por seu pecado. Explique a importância dos rituais de adoração.
3. Construa um modelo do santuário, bem como dos elementos de adoração nele existentes.
4. Pesquise os componentes da verdadeira adoração e, com base neles, organize um culto. Peça permissão à direção de sua igreja para que os jovens de sua congregação coloquem em prática o serviço de adoração que você planejou.

Glenn Brian Ente – Zambales, Filipinas

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Justificados pela fé - 22/07/2010 a 24/07/2010

Quinta, 22 de julho

Aplicação
Cara limpa


Biiiiiiiiiiiiiiiiiiiiip!!!!!!!! Pulei da cama, joguei a roupa no corpo, escorreguei para dentro dos sapatos e saí correndo. Ah, os alarmes de chamada e a alegria de morar no dormitório! Ali, em pé, sob a escada, olhei para as outras moças. Não reconheci nem a metade delas! Algumas das moças mais produzidas durante o dia eram os maiores cacos à noite. Então, comecei a pensar sobre a ironia da beleza que elas promovem durante todo o dia e o desastre que elas escondem à noite. Seu jeito falso de ser bonitas é passar maquiagem até que não sobra nada delas mesmas. A realidade é: “lave o rosto, cuide de sua pele... e você será mais do que superficialmente bonita. Você será verdadeira.”

Aqui está como você pode ser verdadeiro(a) para com Deus:

Olhe-se no espelho (a lei/caráter de Deus). A lei nos mostra qual é nossa verdadeira aparência. Portanto, reconheça a sujeira que há em você (leia Romanos 3:20).

Peça ajuda (graça). Esfregar sua imagem refletida no espelho não vai deixar essa imagem mais limpa nem mais bonita. A única maneira de qualificar-se para a graça é reconhecer que ninguém pode salvar a si mesmo e que não merece a salvação (leia Romanos 3:23).

Use água e sabão (fé e justiça). A justiça de Cristo é nossa água e sabão – ela limpa a sujeira do pecado. Precisamos nos lembrar de não deixar o sabão e a água ficarem muito longe de nós. Leia Romanos 3:22.

Seu rosto vai se sujar de novo, mas lembre-se de que há água e sabão suficientes para a próxima lavagem. Não busque a sujeira que escorreu pelo ralo da pia. Aprenda a se sentir bem estando limpo(a). Cristo limpou nossas impurezas. Isso é verdadeira justificação.

Mãos à Bíblia


6. “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Rm 3:28). Isso significaria que não se exige que obedeçamos à lei, visto que ela não nos salva? Explique sua resposta.

E Romanos 3:28, Paulo estava falando da lei em seu sentido mais amplo no judaísmo. Por mais conscienciosamente que um judeu tentasse viver sob esse sistema, se deixasse de aceitar Jesus como o Messias, essa pessoa não poderia ser justificada. Esse verso é a conclusão de Paulo quanto a afirmação de que a lei da fé exclui a jactância. Se a pessoa fosse justificada por suas próprias ações, poderia se vangloriar disso. Mas quando é justificada porque Jesus é o objeto de sua fé, então o crédito pertence claramente a Deus, que justifica o pecador.

Sara-May Julia Colon – Burtonsville, EUA

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Andando na Luz: Guardando Seus Mandamentos - 22/07/2009 a 25/07/2009

Quarta, 22 de julho

Testemunho
A extensão da obediência


Andar na luz tem muito a ver com o amor que demonstramos uns pelos outros. O amor é uma ação que é resultado de nossa obediência a Deus.

“Supremo amor por Deus e desinteressado amor mútuo – eis o melhor dom que nosso Pai celestial pode conceder. Este amor não é um impulso, mas um princípio divino, um poder permanente. O coração não consagrado não o pode criar ou produzir. Ele somente é achado no coração em que Jesus reina. ‘Nós O amamos a Ele porque Ele nos amou primeiro.’ 1Jo 4:19. No coração renovado pela graça divina, o amor é o princípio que regula a ação. Ele modifica o caráter, governa os impulsos, controla as paixões e enobrece as afeições. Este amor, acariciado na alma, ameniza a vida e derrama influência enobrecedora ao redor” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 551).

Tentar amar através de nossos próprios esforços abre a porta ao perigo. “Há os que professam possuir santidade, que se declaram santos do Senhor, que reclamam como um direito a promessa de Deus, ao mesmo tempo que recusam obediência aos mandamentos de Deus. Esses transgressores da lei reclamam tudo quanto é prometido aos filhos de Deus; mas isto é presunção da parte deles, pois João nos diz que o verdadeiro amor a Deus se revelará na obediência a todos os Seus mandamentos” (Ibid., p. 562, 563).

Como cristãos, devemos ser cuidadosos em não só “professar” nossa obediência aos mandamentos de Deus, porque a Bíblia nos diz que há apenas um caminho para saber se você está em harmonia com Deus: “Aquele, entretanto, que guarda a Sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nEle: aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou” (1Jo 2:5, 6).

Em última análise, o verdadeiro amor por Deus se revelará no caminho em que você escolher andar. “Se estivermos em Cristo, se o amor de Deus estiver no coração, nossos sentimentos, pensamentos e ações estarão em harmonia com a vontade de Deus. O coração santificado está em harmonia com os preceitos da lei de Deus” (Ibid., p. 563).

A obediência e o amor se unem de maneira bela quando nos lembramos de conservar Cristo no centro de nossa vida!

Mãos à Bíblia

Depois de destacar a importância da obediência aos mandamentos (1Jo 2:3, 4), João introduz, nos versos 7 e 8, a ideia de um “novo mandamento”. Qual é ele? A resposta se encontra em João 13:34, em que aparece a mesma expressão: “novo mandamento”.

5. Procure entender no capítulo 13 de João o que é esse “novo mandamento”.

Depois de ter mostrado aos discípulos o que significa servir, isto é, executar a humilde tarefa de lavar os pés de alguém, Jesus deu Seu “novo mandamento”. Seus discípulos deviam amar uns aos outros assim como Jesus os amava.

Makeeya Hazelton | Takoma Park, EUA

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terça-feira, 22 de julho de 2008

O FILHO DE DEUS ENTRE NÓS - 22/07/2008 a 26/07/2008

Terça, 22 de julho

jesus he is watching over us by pedro l. camejo & yillian yvette sarmiento

Exposição - Denunciador que faz o que fala

4. Com que tipo de pessoas Jesus Se associava? Em sua sociedade, que tipo de pessoas poderiam ter uma resposta semelhante de outras pessoas mais “respeitáveis”? Mt 11:19; Mc 2:15, 16; Lc 15:1, 2

5. Por que Jesus Se associava com pessoas estranhas aos olhos da sociedade? Que mensagem importante podemos nós, os que somos “religiosos e respeitáveis”, tirar desse fato? Mt 21:28-32

Jesus veio para revelar o caráter de Deus a todos, tanto por Sua vida como por Sua morte. Associando-Se com os que eram considerados, pelo menos pelos padrões mundanos, desprezíveis, Jesus nos dá uma mensagem sobre o caráter de Deus e sobre o que Deus julga bom e mau. Sendo humanos, tendemos a olhar para as aparências (1Sm 16:7). No entanto, Deus olha para o coração, onde pode ver o que costumeiramente não vemos.

Autenticidade e consistência (Mt 23:23). Um denunciador é alguém que chama atenção para os problemas antes que eles causem grande dano. Jesus foi denunciador quando expôs a corrupção no templo e entre os líderes religiosos.

Os evangelhos mostram a autenticidade de Jesus em completo contraste com a hipocrisia reinante. Enquanto os líderes religiosos diziam uma coisa e faziam outra, Ele praticava o que falava, colocando fielmente em ação Suas palavras. A única certeza em relação aos hipócritas é sua inconsistência. Eles dizem uma coisa enquanto fazem exatamente o oposto. Ao falar contra a hipocrisia, Jesus notou a dedicação dos fariseus ao dízimo. Contudo, Ele também exigiu consistência e igual dedicação a questões mais importantes como a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mt 23:23).

Nesta situação, Jesus foi um agente de esperança. Contudo, “os fariseus julgavam-se demasiado sábios para necessitar instruções, demasiado justos para precisar de salvação, muito altamente honrados para carecer da honra que de Cristo vem” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 279). Assim, Jesus Se voltou para os pescadores, as prostitutas e os coletores de impostos. A vida transformada deles era evidência de que eles acreditavam que Jesus era quem afirmava ser.

A divisão do tempo e da opinião (Jo 1:29; 7:12, 40, 41; Mc 9:12). Por Seu nascimento Jesus dividiu o tempo. Por Suas reivindicações, Ele divide a opinião. Sua família, Seus amigos, Seus seguidores e Seus detratores, todos tinham uma opinião sobre Ele. Naquele tempo, como hoje, a opinião pública estava dividida. João 7:12 cita pessoas que identificam Jesus como um Homem bom e outros, contrariamente, como alguém que engana o povo. Alguns O identificam como profeta, outros como o Cristo; e ainda outros dizem que isso não é possível (Jo 7:40, 41).

Todo mundo que encontra Jesus precisa determinar a validade de Sua mensagem e a resposta que dará a Ele. Cada um precisa determinar por si mesmo se Jesus é quem Ele afirma ser, ou se Ele é simplesmente mais um hipócrita. João Batista e Marcos autenticaram Jesus mencionando profecias antigas encontradas em Isaías 53 e Salmo 22, que Jesus logo cumpriria (Mc 9:12; Jo 1:29). Infelizmente, a profecia da rejeição continua a se cumprir hoje, quando muitos descartam Jesus como simples personagem histórico, ou ainda pior.

Lucas, tendo a vantagem de escrever depois do evento, estava mais preocupado com as predições recentes do que com as antigas, recordando, após a ressurreição, o que Jesus havia predito sobre Seu julgamento, morte e ressurreição (Lc 9:22; 18:32, 33; Lc 24:7). Lucas demonstra satisfação por Jesus ter, de fato, praticado o que falou.

Paulo, inicialmente uma testemunha hostil, aceita Jesus como autêntico, concluindo que Ele está agora “coroado de glória e de honra por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte” (Hb 2:9, NVI).

Após ouvir o que outros diziam, Jesus perguntou a Seus discípulos: “E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou?” (Mt 16:15). Os discípulos haviam sido Seus companheiros por um ano ou mais, e haviam observado evidências de Sua divindade; portanto, Pedro respondeu inequivocamente: “O Senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16:16).

Mas e se Jesus fosse perguntar a você quem você diria que Ele é? A pergunta dEle não é quem você sabe ou quem você acha que Jesus é. Saber e pensar são funções cognitivas, e são eventos inteiramente internos; mas dizer quem Ele é significa comunicar com outros, partilhar esse conhecimento e esses pensamentos. Por suas palavras e atos,quem você diz que Jesus é?

Aqui está um exemplo de opiniões contemporâneas sobre Jesus: os ateus crêem que não existe Deus. Os judeus vêem Jesus como um judeu nacionalista cuja pregação irritou os romanos, e eles subsequentemente O executaram. Os muçulmanos vêem Jesus como um grande profeta. Os zombadores questionam a historicidade da ressurreição de Jesus e fazem dEle um mero mortal. Contudo, poucos estão qualificados a comentar sobre a identidade de Jesus como o Dr. E. M. Blaiklock, ex-professor de obras clássicas na Universidade de Auckland. Ele escreve: “Afirmo ser um historiador. Minha abordagem dos clássicos é histórica. E eu lhes digo que as evidências da vida, morte e ressurreição de Cristo são mais bem autenticadas do que a maioria dos fatos da história antiga.”*

O que a sua vida diz sobre quem Jesus é? Estou convencido de que Jesus praticou o que pregava, de que Ele é quem afirmou ser. Ele é o Filho de Deus que viveu com os homens e morreu para salvá-los. Ele é meu Salvador e Amigo. Sem Ele, estou irremediavelmente perdido. Com Ele, tenho esperança para mim mesmo, e uma responsabilidade de partilhá-Lo com outros.

Mas, e quanto a você? Quem você diz que Jesus é?

Pense nisto

1. Como podemos mostrar a outros mais eficientemente que cremos que Jesus é quem Ele afirmou ser?
2. Como podemos praticar mais o que pregamos?
3. Por que é mais fácil dizer com palavras do que com atos quem Jesus é?
4. O que podemos fazer para nos certificarmos de que nossos atos correspondem a nossas palavras?

1. Josh McDowell (July 13, 2002). “Evidence for the Resurrection”. Retirado em 11 de abril de 2007 de www.leaderu.com/everystudent/easter/articles/josh2.html

Darrin Parker | Burpengary, Austrália

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