quarta-feira, 6 de abril de 2011

De exaltado a caído - 06/04/2011 a 09/04/2011

Quarta, 6 de abril

Testemunho
O orgulho conduz à guerra


“O orgulho de sua própria glória alimentava o desejo de supremacia. As elevadas honras conferidas a Lúcifer não eram apreciadas como um dom de Deus e não despertavam gratidão para com o Criador. Ele se gloriava em seu resplendor e exaltação e almejava ser igual a Deus. Era amado e reverenciado pela hoste celestial. Anjos deleitavam-se em executar suas ordens, e, mais que todos eles, estava revestido de sabedoria e glória. Todavia, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em poder e autoridade. Em todos os conselhos de Deus, Cristo tomava parte, enquanto a Lúcifer não era assim permitido entrar em conhecimento dos propósitos divinos. ‘Por quê?’, perguntava o poderoso anjo, ‘deveria Cristo ter a supremacia? Por que é Ele desta maneira mais honrado do que Lúcifer?’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 495).

“Os anjos que eram leais e sinceros procuraram reconciliar este poderoso rebelde à vontade de seu Criador. Justificaram o ato de Deus em conferir honra a Seu Filho, e com fortes razões tentaram convencer Lúcifer que não lhe cabia menos honra agora, do que antes que o Pai proclamasse a honra que Ele tinha conferido a Seu Filho. Mostraram-lhe claramente que Cristo era o Filho de Deus, existindo com Ele antes que os anjos fossem criados, que sempre estivera à mão direita de Deus, e Sua suave, amorosa autoridade até o presente não tinha sido questionada; e que Ele não tinha dado ordens que não fossem uma alegria para o exército celestial executar. Eles insistiam que o receber Cristo honra especial de Seu Pai, na presença dos anjos, não diminuía a honra que Lúcifer recebera até então. [...] Lúcifer recusou ouvi-los” (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 18).

Pense nisto


1. Já houve momentos em que as pessoas lhe deram bons conselhos sobre escutar a Deus e, apesar disso, você não o fez? Qual foi o resultado?

2. O que teria acontecido se Deus tivesse permitido a Lúcifer permanecer no Céu?

Mãos à Bíblia

4. Isaías 14:12-14 traz outra descrição da queda de Lúcifer. O que podemos aprender com esse relato, para aplicar em nossas próprias tentações e lutas?

A tentação de fazer o papel de Deus pode ser mais sutil do que imaginamos. Quando julgamos os motivos dos outros, quando assumimos as prerrogativas que não nos pertencem, quando tentamos controlar os outros de maneira inadequada, não estamos, em nosso próprio método, buscando assumir o papel de Deus?

Christon Choo – Cingapura, República de Cingapura

Ao convidar o amigo para estar na igreja no dia 16, chame-o para almoçar em sua casa.

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terça-feira, 6 de abril de 2010

A Faculdade de Escolha - 06/04/2010 a 10/04/2010

Terça, 6 de abril

Exposição
A faculdade de escolha


A Queda (Gn 3:1-13). “No meio do jardim, perto da árvore da vida, estava a árvore do conhecimento do bem e do mal. Esta árvore fora especialmente designada por Deus para ser a garantia de sua [de Adão e Eva] obediência, fé e amor a Ele” (Ellen G. White, História da Redenção, p. 24).

Quando Adão e Eva foram colocados no belo jardim, tinham tudo para sua felicidade, mas Deus escolheu pôr à prova a lealdade deles antes de terem segurança eterna. Foi permitido que Satanás os testasse. Se eles suportassem a prova, estariam no eterno favor de Deus.

Com um misto de curiosidade e admiração, Eva se viu contemplando o fruto da árvore proibida. Deus lhe havia dado a liberdade e a sabedoria para escolher entre o bem e o mal. Havia dado a ela, livremente, o bem, mas ela estava pensando na possibilidade do mal. O tentador colheu o fruto e o entregou a ela. Eva o recebeu, comeu, e ficou encantada com ele. Pareceu-lhe delicioso ao paladar. Logo que ela desobedeceu, tornou-se um poderoso meio através do qual a queda de seu esposo poderia ocorrer. Foi então que o pecado entrou no mundo.

Liberdade de escolha (Gn 2:16, 17). Deus instruiu nossos primeiros pais com respeito à árvore do conhecimento. Não os privou do poder de escolher o fruto proibido. Deixou-os como agentes morais livres para crer em Sua palavra e obedecer a Seus mandamentos. Contudo, nossos primeiros pais escolheram acreditar nas palavras da serpente em vez de acreditar e confiar em Deus. Basicamente, desconfiaram de Sua bondade e acolheram as palavras de Satanás.

Deus criou os seres humanos com a faculdade de pensar, de discernir o que é bom e o que é correto. Não os criou como robôs. Em resultado, temos a liberdade de escolher e decidir o que faremos com nossa vida. Deus deseja que exerçamos essa faculdade e liberdade para nosso bem e Sua glória.

Escolhas erradas e seus resultados (Dt 30:10-19). “Eva creu realmente nas palavras de Satanás, mas a sua crença não a salvou da pena do pecado. Descreu das palavras de Deus, e isto foi o que a levou à queda” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 55).
Não devemos negligenciar a oportunidade de estudar as verdades de Deus. Elas nos são dadas para nos salvar do engano. Negligenciá-las resultará em ruína. Toda escolha errada tem consequências desagradáveis e às vezes sérias; mas quando escondermos a Palavra de Deus em nosso coração, quando aprendermos a andar ao lado de Jesus, também aprenderemos como fazer escolhas que sejam fiéis à fé que professamos.

A escolha de Deus (Jo 3:16; 1Co 6:19, 20). Quando Adão e Eva pecaram, Deus colocou em ação o plano da salvação. Esse plano foi concebido em resultado de Seu amor por nós (Jo 3:16). Apesar de nossos pecados, Deus nos ama e deseja salvar-nos. É por isso que Ele enviou Seu Filho para morrer por nós. Por sermos valiosos aos Seus olhos, Ele deseja que vivamos uma vida feliz, saudável e santa. É por isso também que Ele deseja que escolhamos obedecer à Sua vontade; exercer a liberdade de escolha para optar pelo que é bom para nosso corpo. Então, poderemos glorificá-Lo com um corpo redimido (1Co 6:19, 20).

A insistência de Paulo era que, embora fosse livre para fazer qualquer coisa, não deixava que nada o dominasse. O grande fato da fé cristã é que, em lugar de tornar o homem livre para pecar, ela o torna livre para não pecar. É fácil permitir que hábitos nos dominem; mas a força cristã nos capacita a dominá-los. Quando um homem realmente experimenta o poder que vem de Cristo, torna-se não o escravo de seu corpo, mas seu mestre. Muitas vezes, alguém diz: “Vou fazer o que quero”, quando o que ele quer dizer é que vai condescender com o hábito ou a paixão que o domina; é só quando um homem tem a força de Cristo em si, que ele pode realmente dizer: “Vou fazer o que quero”, e não: “Vou satisfazer as coisas que me dominam.”

Mãos à Bíblia

Embora nossa natureza tenha sido mudada depois da queda de Adão e Eva, ainda temos o poder de escolha. O que fazemos com essa capacidade depende inteiramente de nós.

4. Quais foram as escolhas de Abraão? Hb 11:8-10. Que podemos aprender dessas escolhas?

5. Quais foram algumas das escolhas erradas de Abraão? Quais foram as consequências dessas escolhas? Veja Gênesis 16; Gn 21:9-14.

6. Uma coisa é dizer que devemos tomar decisões certas; outra é fazer isso. De que maneira podemos programar nossa mente de forma que estejamos mais preparados para tomar decisões certas? Sl 119:11; Fp 4:8; Cl 3:2

Jervenesence Salathiel O. Florece |
Dagatan, Filipinas

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

A Jornada Cristã - FÉ - 06/04/2009 a 11/04/2009

Segunda, 6 de abril

Evidência
Experiência anterior?

3. Que papel têm as Escrituras na experiência da fé? Jo 5:39; 2Tm 3:15
A Bíblia é de extrema importância e, se a negligenciarmos, nossa fé estará em perigo.

4. O que Tiago 2:18, 19 diz sobre o caráter da fé? Por que a fé é mais que um assentimento intelectual da crença na existência de Deus e em outras doutrinas?

Quando você se candidata a um emprego, o empregador pergunta se você tem experiência. Ele ou ela quer ver uma lista de tudo o que você já fez em determinada área de especialização. Essa lista é seu currículo. Na verdade, você não pode obter um emprego sem ele.

Seu currículo alista todas as coisas que você já fez, todas as suas atividades. Se não houver essa experiência anterior, então não há emprego.

Imagine que, durante uma entrevista, você dissesse ao seu empregador em potencial que você tinha fé que podia fazer o trabalho. Nada de currículo, nem de experiência anterior; só fé. O entrevistador provavelmente riria na sua cara.

Graças a Deus porque Ele é diferente. Ele não precisa ver um currículo ou lista de qualificações. Não precisa ouvir tudo sobre sua “experiência anterior”. Tudo o que Ele pede é fé. Tudo de que precisamos para trabalhar para Deus e para morar com Ele para sempre é fé. A certeza de que Deus nos sustentará, nos usará, nos salvará. Crer que Ele sabe o que é melhor. Crer que embora nunca sejamos suficientemente qualificados para fazer Seu trabalho, ou mesmo para estar diante dEle, ainda assim Ele nos ama e nos quer. Sua morte por nós prova isso.

José era o filho favorito. Ele era provavelmente o protegido da família, que sempre conseguia o que queria e nunca precisava trabalhar duro para nada. Ele não precisava de qualificações porque recebia tudo de “bandeja”. Mas Deus precisava usá-lo. Então, José foi despojado de todo o seu status e luxo e foi feito escravo durante muitos anos. Sua fé em Deus o fez prosseguir sempre adiante, até que ele estivesse num lugar em que Deus pudesse usá-lo (Gn 37, 39-47).

Moisés tinha o currículo para ser um príncipe. Cresceu no palácio do Egito, foi treinado para a liderança e a excelência. Contudo, Deus precisava de sua fé e humildade. Moisés, o príncipe, foi rebaixado à humilde função de pastor de ovelhas. Só depois de ter sido despojado de toda a auto-suficiência é que ele foi capaz de ter fé para fazer o que Deus precisava que ele fizesse (Êx 2–4).

Deus nos dará as qualificações que precisamos para trabalhar para Ele, se Lhe dermos a fé para usar essas qualificações e para segui-Lo.

Ashley Cheney | Webster, EUA

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