quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 03/08/2011 a 06/08/2011

Quarta, 3 de agosto
Testemunho
“Eu vou cantar, cantar, cantar”

Quando nos levantamos para cantar um hino com a congregação, é possível sentir todos os cuidados de outra longa e cansativa semana saindo de nosso corpo enquanto erguemos a voz em louvor a Deus. Não importa quão talentosa (ou sem talento) a congregação possa ser, nossa consciência está concentrada em algo muito mais importante: a adoração a Deus. Enquanto nos concentramos em coisas boas, retas e puras, sentimos um “gostinho” do Céu.

“Deus é adorado com hinos e músicas nas cortes celestes, e, ao exprimir-Lhe nossa gratidão, estamos nos aproximando do culto que Lhe é prestado pelas hostes celestiais” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p.104).

“Devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto quanto a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 594).

Do início até o fim da Bíblia, Deus é louvado por Sua bondade: “Quando rompeu a manhã, esta revelou às multidões de Israel tudo que restava do seu poderoso adversário: os corpos, vestidos de malha, arremessados à praia. Do mais terrível perigo restara um completo livramento. [...] Apenas Jeová lhes trouxera livramento, e para Ele volveram os corações com gratidão e fé. Sua emoção encontrou expressão em cânticos de louvor. O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimes que pelo homem são conhecidas” (Ibid., p.287, 288).

Nós iremos adorar a Deus no Céu, por isso, deveríamos aprender a louvá-Lo enquanto estamos aqui na Terra: “Os dias de dores e prantos acabaram-se para sempre. O Rei da glória enxugou as lágrimas de todos os rostos; removeu-se toda a causa de pesar. Por entre o agitar dos ramos de palmeiras, entoam um cântico de louvor, claro, suave e melodioso; todas as vozes apreendem a harmonia até que reboa pelas abóbadas do Céu a antífona: ‘Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro’ (Ap 7:10, 12;” Ellen G. White, O Grande Conflito, p.650).

Mãos à Bíblia

Ao longo das Escrituras, encontramos a música como parte integrante do culto. Segundo Jó 38:7, os anjos cantavam em resposta à criação do mundo.

6. Leia Apocalipse 4:9-11; 5:9-13; 7:10-12; 14:1-3. Que coisas acontecem no ambiente imaculado do Céu? Quais são os temas apresentados nesses textos, e o que podemos aprender com eles sobre adoração?

Jesus, como Criador e Redentor, está no centro de assuntos como música, louvor e adoração. Se os anjos cantam sobre Ele no Céu, certamente devemos fazer isso aqui na Terra.

Talitha Simmons – Melbourne, Austrália

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Panorama da salvação - 03/08/2010 a 07/08/2010

Terça, 3 de agosto

Exposição
Problema e solução


A justificação pela fé (Dt 32:4; Rm 5:6-8). A carta de Paulo aos romanos explora o motivo pelo qual continuamos a existir após o pecado ter entrado no mundo. Adão e Eva poderiam ter morrido no dia em que pecaram. Contudo, por nos amar, Deus elaborou um plano para nos tirar dessa situação.

O perdão para o ser humano somente poderia ser conseguido através de um membro da Divindade. Assim, Cristo deveria se manifestar, “reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens” (2Co 5:19). Em fé e arrependimento, “os caídos filhos de Adão poderiam mais uma vez tornar-se ‘filhos de Deus’” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 64).

“O amor de Deus o Pai foi revelado na morte de Cristo. Este fato vital precisa ser reconhecido, para que haja uma compreensão correta da expiação. ... Cristo não morreu para apaziguar Seu Pai ou para induzi-Lo a nos amar. Foi o amor divino que concebeu o plano da expiação e salvação no princípio, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo têm trabalhado, juntos, e em perfeita harmonia, para efetuá-lo.”1

Morte e vida contrastadas (Rm 5:12-14). O ambiente original que Deus criou para que nele vivêssemos era perfeito. Ao escrever aos romanos, Paulo discutiu como o pecado mudou essa beleza e ordem perfeitas. Antes do pecado, Adão e Eva desfrutavam comunhão face a face com Deus, mas isso terminou quando Satanás foi bem-sucedido ao tentar o casal. Contudo, o amor de Deus não terminou, Ele escolheu Seu único Filho para que Se tornasse humano, vivesse e morresse na Terra, a fim de que pudéssemos ser libertados da pena de morte. Quando aceitamos esse sacrifício, somos colocados numa nova posição com Deus. Em Romanos 5:12-14, Paulo explica que, através de Adão, a morte reinou mas que, através da morte de Cristo, os seres humanos podem experimentar nova vida pela fé nEle.

Em Romanos 5:12-14, “Paulo enfatiza... que, assim como o pecado e a morte, enquanto um princípio e um poder, procederam de Adão para toda a humanidade, a justiça e a vida, como um princípio e um poder oposto e vencedor, procedem de Cristo para toda a humanidade. Assim como a morte passou a todos os homens que participam do pecado de Adão, a vida é passada a todos os que participam da justiça de Cristo”.2

União maravilhosa (Rm 5:15-21). A vinda de Jesus Cristo para viver e Se identificar com os seres humanos pecadores num mundo pecaminoso é um indicativo do perfeito amor de Deus. Se Cristo não tivesse vindo, não haveria perdão e, assim, não haveria esperança. O abismo entre os pecadores e Deus poderia ter existido para sempre, ou até que o pecado simplesmente destruísse tudo o que estivesse em seu caminho.

Paulo termina Romanos 5 enfatizando “a posição que Cristo ocupa como o mediador na obra da redenção do homem. Através de Sua morte, o crente é justificado e, através da união com Ele daí em diante, o cristão recebe esse poder vitalizador e santificador que transforma sua vida presente e lhe assegura vida eterna no porvir”.3

1. The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 527.
2. Ibid., p. 530.
3. Ibid., p. 533.


Mãos à Bíblia


As pessoas normalmente não querem morrer; e os que desejam a morte só o fazem depois de grande angústia e sofrimento pessoal. A morte é contrária à nossa natureza mais básica. E isso porque, desde o começo, fomos criados para viver para sempre. A morte deveria ser desconhecida para nós.

5. Qual foi o pior resultado do pecado? Rm 5:12. O que isso explica?

Um dos aspectos mais gloriosos do evangelho é que a morte foi tragada pela vida. Jesus passou pelos portais da sepultura e rompeu suas cadeias. Ele diz: Sou Aquele que Vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do Hades [sepultura]” (Ap 1:18). Porque Jesus tem as chaves, o inimigo não mais pode segurar suas vítimas na sepultura.

Tony Philip Oreso – Nairóbi, Quênia

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Andando na Luz: Rejeitando os Anticristos - 03/08/2009 a 08/08/2009

Segunda, 3 de agosto

Evidência

Homem do pecado, homem da luz


“Nos dias do apóstolo Paulo, os irmãos tessalonicenses mantinham a errônea impressão de que o Senhor voltaria em seus dias, e o apóstolo escreveu para corrigir essa falsa impressão, declarando que era preciso que certos eventos transcorressem antes que o advento de Cristo aconteceWsse. Ele declarou: ‘Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição’” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 7, p. 910).

Anticristo, do grego antichristos, significa “oposição ao Messias” (Cristo é a tradução grega do hebraico Messias). A palavra anticristo é encontrada cinco vezes na Bíblia e é usada por João em duas de suas epístolas. Anticristo é alguém que nega a Cristo e se exalta acima da vontade e da obra de Deus (1Jo 2:22).

O espírito do anticristo é muito mais difundido do que qualquer de nós imagina. Em nossa sociedade hoje, há muitas religiões e denominações que estão emergindo, as quais não exaltam os ensinos de Cristo. Se não formos cuidadosos como cristãos adventistas, podemos facilmente ser enganados. É importante que pesquisemos diariamente a Bíblia e estejamos em constante comunhão com Cristo para que Ele possa nos mostrar a luz e guiar nossos passos. Como filhos de Deus, também precisamos levantar alto nossa bandeira e desfraldá-la por Cristo, para que outros possam ver Sua luz brilhando por meio de nós. Jesus diz: “Quem Me segue nunca andará na escuridão, mas terá a luz da vida” (Jo 8:12).

É assim que rejeitamos o anticristo. Quando nos colocarmos ao lado de Cristo, seremos condenados por muitos e odiados por familiares e amigos. Contudo, estejamos preparados, confiando em nosso Criador em todos os momentos, permitindo que Ele guie e dirija nossa vida. Deus honrará aqueles que amam a Cristo e que estão dispostos a ser participantes com Ele em Seus sofrimentos.

Mãos à Bíblia

2. Quem é o anticristo? 1Jo 2:18, 19, 22

Um anticristo tenta tomar o lugar de Cristo e se opõe a Cristo. Estudiosos de diferentes denominações têm, por exemplo, chamado a besta do mar, de Apocalipse 13, e o homem da iniquidade, de 2 Tessalonicenses 2, de “anticristo”. Essa é uma designação correta, porque a linguagem usada em Apocalipse 13:2-4 mostra que essa besta do mar é uma imitação e paródia de Cristo, o Cordeiro; em 2 Tessalonicenses 2:4 o anticristo, o homem da iniquidade, busca tomar o lugar do Senhor. Em 1 João 2:18, o apóstolo emprega anticristo no singular e também no plural. 1 João 4:3 nos ajuda a entender a questão. O texto fala do espírito do anticristo: essas pessoas revelam o espírito do anticristo, mas o grande anticristo ainda estava por vir.

3. Por que João chamava de anticristos pessoas que tinham problemas com a correta compreensão da natureza de Cristo? 1Jo 4:3; 2Jo 7

Ceri Grant | St. Thomas, Jamaica

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domingo, 3 de agosto de 2008

O Compassivo Salvador - 03/08/2008 a 09/08/2008

O Compassivo Salvador


Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9:36, NVI).

Prévia da semana: Jesus, o Salvador compassivo, odiava o pecado e amava os pecadores. Seu método de ministrar às pessoas nas multidões e individualmente deve ser um modelo para nosso testemunho hoje.

Domingo, 3 de agosto

Introdução
Heróis do cotidiano

1. De onde acorriam as multidões para ouvir Jesus? O que isso nos diz sobre a eficácia do ministério de Cristo? Mt 4:25; Lc 6:17

2. Quais eram alguns dos motivos que levavam as pessoas a ouvir Jesus? Mc 5:25-29; Jo 12:9; 6:15

Alguns tinham ouvido que Ele proferia palavras de vida, que falava com autoridade, e tinham fome de alimento espiritual. Outros estavam procurando a cura física para si mesmos ou para amigos ou familiares. Alguns queriam ver por si mesmos se Ele era o prometido que os libertaria do domínio romano. Outros, ainda, iam atrás das novidades.

Vinte e sete anos atrás, uma mãe sul-africana ficou preocupada com uma criança de rua que examinava minuciosamente os depósitos em busca de algum alimento na cidade de Kwa-Zulu Natal. O fato de sentir pena daquele menor abandonado que era deficiente levou-a a uma vida de trabalho humanitário. Daí em diante Mãe Leslie ofereceu sua casa para outras crianças abandonadas.

Seu cuidado deixava as crianças confortáveis; e elas encontravam amor e paz naquele lar. Quando sua casa se tornou pequena demais para acomodar mais crianças, Leslie conseguiu terras por intermédio do chefe local, e a inspiração dessa mulher de 60 anos deu origem a um centro comunitário que agora consiste de uma creche, um lar para idosos e uma escola com sete salas que leva seu nome. O centro atualmente abriga mais de 130 crianças abandonadas. Em 1999 ela recebeu a honrosa condecoração do presidente por seu trabalho humanitário. Embora lute com o diabetes e a cegueira parcial, Leslie – apelidada a Madre Teresa da África do Sul – se sente feliz em saber que seus esforços continuam a ajudar os marginalizados pela sociedade.

O bom samaritano ajudou um homem que havia sido atacado por assaltantes. Duas pessoas haviam passado pelo homem, que estava à beira da morte. Uma dessas era um sacerdote. Ele evitou o homem atravessando para o outro lado da estrada. E o levita que passou por ali também continuou sua viagem sem oferecer ajuda.

Finalmente, passou o samaritano. Quando ele viu o homem ferido, o coração se encheu de piedade. Usou seu óleo e seu vinho para aliviar as feridas do homem machucado.

Colocou-o em seu jumento, levando-o à hospedaria mais próxima, e combinou com o dono da hospedaria para que cuidasse dele. Até mesmo pagou a conta. Tanto o bom samaritano como Mãe Leslie não só elevam nossa base de conhecimento, mas constituem exemplos que podemos copiar, pois em todos os lugares há pessoas necessitadas.

Nesta semana estamos estudando sobre a compaixão de Cristo. Como Ele ministrou às pessoas da multidão, com seus vários graus de necessidade? De que forma Sua obra humanitária melhorou a situação espiritual de Seus súditos? Acima de tudo, o que podemos aprender da compaixão de Cristo com respeito à pregação do evangelho num mundo cheio de diferenças físicas, sociais, econômicas e culturais?

James Omondi | Nairóbi, Quênia

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