quarta-feira, 18 de maio de 2011

Roupas de esplendor - 18/05/2011 a 21/05/2011

Quarta, 18 de maio

Testemunho
Comerciante celestial


“O grande Redentor Se representa como um comerciante celeste carregado de riquezas, indo de casa em casa, apresentando Suas inapreciáveis mercadorias (Ap 3:18). […]

Não podemos providenciar uma veste de justiça para nós mesmos, pois o profeta diz: ‘todas as nossas justiças [são] como trapos da imundícia’ (Is 64:6). Nada há em nós de que possamos revestir a alma de maneira que não apareça a sua nudez. Devemos receber a veste da justiça tecida no tear do Céu, isto é, o imaculado vestido da justiça de Cristo” (Ellen G. White, Nossa Alta Vocação [MM1962], p. 348).

“A veste nupcial é a justiça de Cristo e representa o caráter daqueles que serão aceitos como convidados para as bodas do Cordeiro. Todos aqueles que transgrediram a lei, que cometeram pecado, não podem encontrar propriedades salvadoras na lei que os condena, mas Cristo Se tornou o portador do pecado para o mundo todo. João diz: ‘Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo’ (IJo 2:1, 2). Todos aqueles que recebem a Cristo como seu Salvador pessoal renderão seus passos à Sua vontade e Seus caminhos. Eles lançarão seus pecados sobre Ele e se regozijarão na justiça de Cristo a eles imputada. Eles sabem o que significa ter as vestes trocadas. ‘Contudo, aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus. […] Todos recebemos da Sua plenitude, graça sobre graça’ [Jo 1;12, 13, 16]. ‘Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele’ (Jo 3:36; Ellen G. White, The Youth’s Instructor, 21 de outubro de 1897).

Mãos à Bíblia


Ao ler o Antigo Testamento, a tendência é sempre ficar preso a todas as advertências de destruição iminente. Mas, repetidas vezes, em meio a advertências, o Senhor oferece escape da destruição.

5. Qual é a mensagem de Isaías 52? Que esperança é oferecida? Qual é o significado dessas “roupas de esplendor” (v. 1) que as pessoas são instruídas a vestir?

Roger Davis – Kingston, Jamaica

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Atmosfera do Louvor - 18/05/2010 a 22/05/2010

Terça, 18 de maio

Exposição

Alcançando a atmosfera suprema


Quando Deus criou a Terra, Ele formou um ambiente onde seríamos nutridos e cresceríamos em nosso relacionamento com Ele. Ele pretendia que desenvolvêssemos e cultivássemos um relacionamento íntimo com nosso Criador. Desejava que estivéssemos em tanta harmonia com Sua vontade que o louvor acontecesse de maneira tão natural como a respiração. Contudo, uma vez que o pecado entrou no mundo, esse ambiente perfeito acabou. Os seres humanos não mais respirariam a atmosfera santa. Foi cortada nossa ligação com Deus por Ele planejada para nossa felicidade. Então, começou uma luta vitalícia para religar-nos ao nosso Criador. Por meio de Sua vida e morte, nosso Salvador procurou retomar essa ligação e restaurar essa atmosfera. O resultado final será a restauração do ambiente perfeito na Nova Terra onde, uma vez mais, o louvor e a adoração irão fluir tão naturalmente como o respirar.

A vida dada por Deus (Gn 1:1, 2, 9-12, 10-26; Sl 104:29; Dn 5:23). Deus soprou nas narinas de Adão e Eva o fôlego (ar, atmosfera) de vida (Gn 2:6). Deu-lhes a vida e a capacidade de louvá-Lo. O princípio de sua vida foi o princípio do esforço de Deus para estabelecer um relacionamento íntimo conosco. Por meio de seu ambiente perfeito e da demonstração de Seu cuidado por eles, Ele Se esforçou para atrair Adão e Eva a Si e para inspirar um louvor sincero da parte deles. Tinham constantemente diante de si as evidências do poder criador de Deus. Após o pecado ter entrado no paraíso, eles se tornaram mais conscientes da verdade de que Deus tinha a vida deles em Suas mãos (Dn 5:23) e que Ele podia dar a vida e tirá-la, se julgasse apropriado (Sl 104:29). Essa verdade, conquanto não tivesse a intenção de criar medo neles, era vital para sua capacidade de distinguir entre o único Deus Criador verdadeiro e os muitos falsos ídolos que se apresentariam como deuses alternativos. Contudo, nunca foi intenção de Deus que eles alcançassem esse conhecimento. Seu plano perfeito era que vivessem para sempre numa atmosfera de adoração, louvor e vida.

A atmosfera original (Gn 1:1, 2, 9-12, 20-26). Gênesis começa o relato da criação da humanidade e reforça a afirmação do poder criador de Deus. Aqui temos um vislumbre do que aconteceu quando o mundo começou. Vemos Deus gentil e deliberadamente criando um mundo perfeito. Era uma atmosfera imaculada na qual deveria ser nutrida a coroa de Sua criação – seres humanos criados à Sua imagem. Em tudo que os cercava, Adão e Eva encontraram evidências do poder criador, do amor e da compaixão de Deus. Enquanto ascendiam os alegres cantos dos pássaros “em louvor ao Criador, Adão e Eva uniam-se a eles em ações de graças ao Pai e ao Filho” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 50). Toda montanha e vale, cada nascer e pôr do sol, toda planta luxuriante e brisa suave lhes apontava o Criador e lhes inspirava o mais genuíno louvor do coração. Deus havia criado um ambiente que constantemente lhes lembrava Sua grandeza e motivava seu mais profundo e sincero louvor.

Vivendo para glorificar a Deus (Dn 5:23; Lc 15:7). Quando o pecado entrou na perfeita criação de Deus, a comunicação com Ele assumiu uma perspectiva diferente. Agora temos uma luta para manter uma mera imitação de ligação com nosso Criador. Diariamente precisamos nos esforçar para criar e sustentar uma atmosfera em que o louvor e a adoração venham tão naturalmente como a respiração. Para aquele que está se esforçando para estar continuamente ligado a Ele, “glorificar a Deus será o contínuo objetivo de sua vida” (Ellen G. White, A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 234). O ser humano estará se aproximando diariamente dEle e irá “neste mundo habitar em atmosfera celestial, comunicando aos tristes e tentados da Terra pensamentos de esperança e santidade, vindo ele próprio a ficar em uma associação mais e mais íntima com o Ser invisível, semelhantemente àquele da antiguidade que andou com Deus, aproximando-se mais e mais do limiar do mundo eterno, e isto até que se abram os portais e ele ali entre” (Ellen G. White, Educação, p. 127). Aquele que está se esforçando para criar um ambiente terrestre que apoie o louvor e um espírito de adoração, ansiará pelo dia em que a ligação perdida será restaurada e a atmosfera perfeita será renovada.

Uma atmosfera renovada (Ap 21:4). No Apocalipse, os habitantes da Nova Terra são vistos louvando a Deus continuamente. “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas” (Ap 4:11, NVI). Diariamente, eles estarão na presença do Todo-poderoso que os criou e redimiu. Sua inclinação natural será louvar Aquele que fez tanto por eles. “Os resgatados entoam um cântico de louvor que ecoa repetidas vezes pelas abóbadas do Céu: ‘Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 665). Não mais terão que lutar para manter uma ligação com seu Criador. Viverão para sempre numa atmosfera perfeitamente restaurada onde O adorarão e louvarão continuamente, “para todo o sempre” (Ap 5:13, NVI).

Mãos à Bíblia

“Nem é [Deus] servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois Ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais” (At 17:25).

4. Que diz a Bíblia sobre a relação entre a vida e a respiração? Dn 10:17; Sl 104: 29; 146:4

O ar fresco de alta qualidade é mais apto para transferir oxigênio para o sangue através dos pulmões e para descartar o gás carbônico que o corpo produz. Esse ar de alta qualidade está mais disponível em ambientes naturais, em que estão presentes árvores, plantas e água corrente. As plantas absorvem o gás carbônico e, em troca, renovam o conteúdo de oxigênio do ar. Lembramos que Deus pôs Adão e Eva em um ambiente de jardim cercado por plantas de todos os tipos e regado por um rio que atravessava o jardim e se tornava a fonte dos grandes rios da Terra antediluviana.

Jessica Marie White | Ooltewah, EUA

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

A Jornada Cristã ''REPOUSO" - 18/05/2009 a 23/05/2009

Segunda, 18 de maio

Evidência
Conforto no repouso

O significado básico de “santo”, na Bíblia, é “reservar para uso específico”. Uma vez que o sábado foi reservado como santo, não mais está disponível para uso comum, porque foi destinado para um propósito mais elevado. Nesse dia santo, as atividades devem corresponder ao propósito que Deus atribuiu a esse dia.

3. Devemos nos “lembrar” de santificar o sábado. Somos nós ou é Deus que torna santo o sábado? Que diferença isso faz? Gn 2:3; Is 58:13
4. Como o sábado semanal afeta os que decidem obedecer ao mandamento de descansar no dia designado por Deus para isso? Êx 31:12, 13

Êxodo 31:17 nos diz que Deus “descansou” e Se “revigorou” no sábado. O verbo “descansou”, shabbath, significa literalmente “cessar os labores ou atividades.”* O sábado deveria ser um tempo de rejuvenescimento. Nosso Criador fez o sábado repousando durante suas horas após haver criado a Terra.

O sábado não é meramente um repouso do trabalho físico e mental (até porque é provável que antes do pecado não houvesse cansaço). É também uma separação das realidades mundanas da vida. É um antídoto para as misérias da vida porque provê um vislumbre do descanso eterno com Jesus.

Quando a vida se torna exaustiva, as pessoas tendem a encontrar alívio em atividades sem sentido, e às vezes até perigosas. Isso pode ocorrer na forma de alcoolismo, uso recreativo de drogas, sexo antes do casamento, sexo fora do casamento, etc. Contudo, a única fonte de verdadeiro descanso está em Deus, o Criador do descanso. O Senhor nos deu o sábado como um período completo de 24 horas para refletirmos sobre Ele e para recarregarmos nossas forças físicas e mentais. Gênesis 2:3 nos diz: “abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação” (NVI). Sua guarda do sábado é um exemplo para nós.

Durante os séculos 18 e 19, foi predito que, à medida que a sociedade se tornasse mais industrializada e cheia de engenhocas para reduzir a carga de trabalho, muitos se afastariam da religião e permitiriam que a ciência, a razão e a lógica predominassem. Contudo, em tempos recentes, tem havido uma reação contra essa teoria, porque mais pessoas estão compreendendo que só em Jesus podem encontrar descanso. Há esperança e certeza na Palavra de Deus, fazendo com que o coração humano descanse da preocupação de ter dinheiro suficiente para pagar as contas.

O sábado é o dom de Deus para nós a fim de que possamos descansar de todas as labutas da vida e ser lembrados, principalmente, de permanecermos nas promessas e no poder de Deus. O diabo trabalha duro para destruir o sábado; mas vamos nos esforçar para santificar esse dia e para colhermos os benefícios desse dom que Deus deu à humanidade.

*Nisto Cremos (Tatuí, CPB, 1995), p. 332


Shelly Ann Murphy | Waterhouse, Jamaica

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