quarta-feira, 2 de março de 2011

Ciúme e inveja - 02/03/2011 a 05/02/2011

Quarta, 2 de março

Testemunho
A cura divina

O ciúme está corroendo você? Você se sente miserável porque tem ciúmes do que outras pessoas possuem? Então olhe para Jesus como o antídoto. Ele quer curar você. Leia o que Ellen White tem a dizer:

“Que formosura de caráter resplandecia da vida diária de Cristo! Ele é que deve ser nosso modelo. Há grande obra a fazer, em moldar o caráter segundo a semelhança divina. A graça de Cristo tem de moldar o ser todo, e seu triunfo não será completo antes que o universo celestial testemunhe, no comportamento dos filhos de Deus, habitual ternura de sentimentos, amor semelhante ao de Cristo e obras santas.

“Cada pessoa deve alcançar uma experiência própria. Ninguém pode depender da experiência ou prática de outrem para salvação. Cada um de nós precisa familiarizar-se com Cristo para poder representá-Lo devidamente ao mundo. ‘Pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude.’ 2 Pe 1:3. Nenhum de nós necessita desculpar seu temperamento irritável, o caráter malformado, o egoísmo, inveja, ciúmes ou qualquer impureza da mente, do corpo ou do espírito. ...

“Precisamos aprender de Cristo. Precisamos saber o que é Ele para aqueles a quem Ele resgatou. Temos de sentir que pela fé nEle é nosso privilégio ser participantes da natureza divina, escapando assim da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Somos então purificados de todo pecado, de todos os defeitos do caráter. Não precisamos conservar nem uma só propensão pecaminosa. ...

“Deus nos deu toda facilidade, toda graça. Ele nos proveu as riquezas do tesouro celeste, e é nosso privilégio sacar continuamente deste capital” (Ellen G. White, Maravilhosa Graça [MM 1974], p. 233.

Mãos à Bíblia

6. Como a inveja de Saul se acentuou? Veja sua história em 1 Samuel 19. Que lições existem aqui para nós?

Inicialmente, Saul agiu com alguma cuidado, na tentativa de remover a ameaça representada por Davi. Quando isso não funcionou, ele passou a atacá-lo. Talvez, a princípio, não pensou em ir tão longe. Porém, uma vez que as comportas do pecado são abertas, podemos não perceber quão longe esse caminho pode nos levar.

Jean Boeve – Detroit, EUA

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terça-feira, 2 de março de 2010

Domínio Próprio - 02/03/2010 a 06/03/2010

Terça, 2 de março

Exposição
Nenhum de nós


O significado de temperança (Sl 101:3; 1Co 9:24-27; Gl 5:23; Fp 3:8, 9). Temperança “é o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais” (Ellen G. White, Educação, p. 13). É o domínio de todos os nossos atos, pensamentos, sentimentos, hábitos, apetites, desejos e paixões. Temperança, ou domínio próprio, significa morrer para o eu e deixar Cristo assumir o controle de todos os aspectos de nossa vida. Note que esse fruto descreve o relacionamento da pessoa consigo mesma.

Quando adquirir o domínio próprio (Gn 37-39; Jz 13-16; Dn 1; Lc 2:52). “Na infância e na juventude é que o caráter é mais impressionável. Então é que se deve adquirir o poder do domínio próprio. ... Mais do que qualquer dom natural, os hábitos contraídos nos primeiros anos decidirão se a pessoa há de ser vitoriosa ou vencida na batalha da vida” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 134). Prova disso é vista na vida de Jesus, na de Daniel e seus companheiros, e na de José. Muitas pessoas aconselham a desfrutar a vida enquanto se é jovem. Então, quando se chegar à velhice, alguém poderá começar a viver de maneira reta. Isso não funciona. Considere-se a vida de Sansão, Nero e Alexandre o Grande. Deus nos ensina que devemos buscá-Lo nos dias de nossa mocidade (Ec 11:9; 12:1). “O jovem que encontra prazer e felicidade em ler a Palavra de Deus e na oração, é constantemente refrigerado pela Fonte da vida. Ele atingirá uma excelência moral e amplitude de pensamentos de que outros não podem ter ideia” (Idem, p. 431).

A mente e nossas palavras (Pv 4:25, 26; Mt 6:19, 20; Cl 3:2, 3; 1Jo 2:15, 16). “A mente é a capital do corpo. ... A mente controla o homem todo. Todas as nossas ações, boas ou más, têm sua origem na mente. É a mente que adora a Deus e nos põe em contato com os seres celestiais” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 72). O que dizemos e fazemos se origina na mente. Nossa maneira de responder aos estímulos do ambiente geralmente se origina na mente. Se sua mente estiver focada no mundo, você agirá e pensará como o mundo o faz. O apóstolo Pedro nos admoesta a estar no controle de nossa mente (1Pe 1:13). Se desejamos pensar de certa maneira, precisamos nos concentrar em coisas que estão associadas a essa maneira (Pv 4:25, 26), pois pela contemplação somos transformados. Precisamos concentrar a mente nas coisas do alto, ajuntar nossos tesouros no Céu e não amar o mundo. Precisamos nos concentrar em Cristo (Is 26:3) e aprender a pensar da maneira como Ele pensa, pois Ele é nosso perfeito exemplo. Uma vez que você tenha controle sobre a mente, será mais fácil controlar o que você fala. A Bíblia nos encoraja a temperar a palavra com graça (Cl 4:6), para que outros possam ser levados a Cristo (Cl 4:6; Rm 15:18). Ore para que Deus ponha guarda aos seus lábios (Sl 141:3). E lembre-se sempre de que as palavras expressam os pensamentos.

Os apetites (Hb 12:1; 1Co 6:19, 20; 10:31). O corpo é um templo de Deus. Portanto, não devemos consumir alimentos nem bebidas que o contaminem. Em Romanos 12:1, somos admoestados a apresentar o corpo como sacrifício vivo a Deus.

O que comemos afeta nossa maneira de pensar. “Nenhum cristão deve ingerir comida ou bebida que lhe embote os sentidos, ou que atue de tal maneira sobre o sistema nervoso que o faça degradar-se, ou o inabilite para a utilidade. O templo de Deus não deve absolutamente ser contaminado. As faculdades da mente e do corpo devem ser conservadas com saúde, de modo a ser empregadas para glória de Deus” (Ellen G. White, Temperança, p. 18). Tudo o que fazemos deve ser feito para a glória de Deus.

Os frutos (Mt 19:26; Jo 15:5, 16; Gl 5:22-25; Fp 4:13). Numa videira, os ramos produzem frutos. Os frutos e os ramos dependem da videira para sua sobrevivência. Cristo disse que Ele é a vinha e nós somos os ramos. Se nós, como ramos, permanecermos ligados a Ele, daremos muito fruto. Portanto, sem Ele não podemos produzir os frutos do Espírito. Sem Ele não podemos ter domínio próprio. O fruto do Espírito Santo só pode ser produzido em nós na extensão em que dependemos de Cristo (Mt 19:26; Fp 4:13).

Um ramo não produz frutos para consumi-los para si mesmo, mas para servir a outros. Da mesma forma, produzimos os frutos do Espírito Santo para que possamos abençoar a outros e levá-los a Cristo. Precisamos ser capazes de vencer os desejos da carne e praticar a temperança, enquanto fazemos o bem a outros. “Porque nenhum de nós vive apenas para si, e nenhum de nós morre apenas para si” (Rm 14:7).

Mãos à Bíblia

No triste exemplo de Sansão existem lições bastante poderosas que devemos aprender. Foi trágico que alguém com tantos dons e tantas promessas fosse desviado tão facilmente.

6. Considerando o que sabemos sobre Sansão, que importante mensagem e advertência encontramos a seu respeito? Jz 13:24, 25

Sansão permitiu que suas paixões e lascívia vencessem todo o bem. Quem não sofre com a realidade desse conflito? O grande conflito não é só um símbolo; descreve a batalha travada entre Cristo e Satanás, não apenas como um conflito cósmico nos céus, mas igualmente em todo ser humano.

Khwezi Yanga Toni Cidade do Cabo, África do Sul

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segunda-feira, 2 de março de 2009

A Mensagem dos Profetas - 02/03/2009 a 07/03/2009

Segunda, 02 de março

O santuário

A Mensagem dos Profetas2. Quais eram os serviços do santuário do Antigo Testamento, e como ilustravam o plano da salvação? Hb 9:1-8

Com o serviço do santuário, Deus oferecia uma demonstração visual que habilitava o pecador a entender o grande plano de salvação. Confissão, sacrifício, perdão, fé, reconciliação, santidade, tudo ilustrado nos serviços diário e anual do santuário terrestre.

3. Em que consiste o ministério de Jesus no santuário celestial? Hb 8:1, 2. Por que o santuário precisa ser purificado? Hb 9:23

No Antigo Testamento, o pecador obtinha o perdão pela fé no sangue reconciliador do descendente prometido (Gn 3:15), que era prefigurado no sacrifício animal do serviço do santuário. E assim como no serviço terrestre havia um Dia da Expiação, um dia de juízo, no encerramento do ano em que o santuário era purificado, assim também, no serviço do santuário celestial existe um dia de juízo anterior à segunda vinda de Cristo.

O juízo pré-advento revela ao Universo que aqueles que professaram Cristo são realmente Seus seguidores. Por assim dizer, Deus abre os livros do Céu para que todo o Universo veja que em cada caso Sua decisão é justa. Neste sentido, esse juízo explicita a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus (Rm 3:4).

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