quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Resiliência - 16/02/2010 a 19/02/2010

Quarta, 16 de fevereiro

Testemunho
A vontade de Deus

Foram fornecidas para nós na Bíblia evidências dos sentimentos de Deus, e Ellen White amplia vários episódios que demonstram Sua afiliação com a raça humana. Assim, podemos compreender como ser resilientes e evitar as armadilhas do diabo.

Às vezes falhamos porque não pedimos a ajuda de Deus, e muitas vezes permitimos que nossas emoções tomem as decisões por nós, em vez de fazermos o que sabemos ser o certo. Ellen White escreveu que “nem uma vez se deve permitir que o sentimento assuma o domínio do juízo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 18). Às vezes, quando nos sentimos desafiados e pressionados a tomar decisões, começamos a experimentar altos e baixos emocionais. Mas nos é lembrado: “Não espereis sentir emoções especiais antes de pensar que o Senhor responde. ... Confiai-Lhe na Palavra e deixai tudo nas mãos do Senhor” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, p. 123). Lembre-se: Cristo Se tornou humano e simpatiza com nossas necessidades e desafios. Ele também ficou triste e está familiarizado com nossa dor.

Também somos lembrados de que “não há uma tristeza, uma ofensa, uma fraqueza humana para a qual Ele não haja provido o remédio” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 249). Quando desempenharmos nossas tarefas diárias e tomarmos decisões, é melhor conservar nossa vontade ao lado do Senhor, manter nossa coragem firme (Sl 31:24) e lembrar-nos de fazer “toda emoção ... cativa da vontade de Jesus” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 153).

Satanás usará nossos amigos, inimigos, patrões e até familiares para nos dissuadir de ser obedientes a Seus mandamentos. Daniel e seus três amigos foram capazes de demonstrar para seus captores que seu Deus poderia cuidar deles, quer fosse no que diz respeito ao comer e beber, ao orar, ou à adoração ao seu Criador.

Mãos à Bíblia

6. Quais foram algumas das adversidades, lutas e pressões que Ester enfrentou? Et 2:6, 7, 10, 21, 22; 4:4-17; 7:3, 4; 8:3

Depois de ter enfrentado várias pressões na corte, a rainha Ester se tornou o único meio de salvar sua nação. Ela compareceu diante do rei, sabendo que esse ato representava um elevado risco de morte. Por mais perigosa que a situação tenha sido para essa jovem mulher, finalmente, as coisas deram certo.

Carl Henry – Biloxi, EUA

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fidelidade - 16/02/2010 a 20/02/2010

Terça, 16 de fevereiro

Exposição
O óleo da fidelidade


Em Mateus 25:1-13, Cristo usa a história das dez virgens para ilustrar a fidelidade no povo de Deus por ocasião da volta de Cristo. Os que estão prontos para a segunda vinda de Jesus são os que fielmente se prepararam para ela.

Lealdade – fidelidade inamovível (Mt 25:1-13). Quando entramos em união com Cristo, devemos fazê-lo com um senso de lealdade e confiabilidade. Essas duas características não só nos ajudarão a crescer nEle, mas também nos ajudam a ter bons relacionamentos com nossos familiares, amigos e colegas de trabalho. Se não somos leais a nosso Pai celestial e nosso Salvador, não poderemos adorá-Lo da maneira como devemos fazê-lo. Em vez disso, seremos como os fariseus e escribas que deixaram de demonstrar inabalável lealdade ao Deus que afirmavam servir (Mt 15:1-20).

Constância – liberdade da incerteza (Lc 16:10; 1Ts 5:23, 24).
À medida que a igreja primitiva crescia, os crentes às vezes vendiam parte de suas posses a fim de repartir com membros que tinham pouco ou nada (At 4:32-36). Esse comportamento exibia grande fidelidade à causa de Deus e refletia o caráter dos verdadeiros crentes. Por outro lado, o caráter de Ananias e sua esposa Safira (At 5:1-11) mostra claramente o fruto que Satanás havia desejado plantar no coração das pessoas desde o início do tempo. Muitas vezes nos defrontamos com a escolha de falar e agir com veracidade ou não, ou de nos desviarmos ou não das necessidades dos que nos rodeiam.

Cristo deseja que mostremos constante fidelidade, livre de toda incerteza, da mesma forma que Ele mostra verdadeira fidelidade a nós em tempos de felicidade, bem como em tempos de angústia. Se não formos fiéis, não poderemos nos considerar dignos das bênçãos reservadas para os santos. A fidelidade nos ajuda a purificar o coração, substituindo o mal pelo amor cristão, que também faz parte da cesta de frutos do Espírito Santo.

“Como Doador de todas as bênçãos, Deus requer certa porção de tudo quanto possuímos. ... Como podemos, pois, reivindicar Suas bênçãos, se retemos o que Lhe pertence? Como podemos esperar que nos confie coisas celestiais, se somos mordomos infiéis das terrenas? Pode ser que nisso esteja o segredo das orações não atendidas” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 144).

Resolução – determinação inabalável (Hebreus 11).
No Antigo Testamento, a fé é considerada uma resposta à revelação que Deus faz de Si mesmo na história e eventos humanos (Gn 15:6; 2Cr 20:20; Hc 2:4). É por essa razão que os patriarcas e profetas conservaram viva sua esperança em Deus. Eles estavam determinados, sem qualquer dúvida, a confiar em Sua vontade.

No Novo Testamento, a fé ainda se baseia em Deus o Pai, por meio de Seu Filho (Mt 9:22, 29; Jo 8:30; At 3:16). Mesmo para os discípulos, sua fidelidade era devido à inabalável determinação de buscar as coisas “que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb 11:1).

Para todos os que buscam o Senhor para a salvação, a fé aceita o dom da graça de Deus. E é por meio da fé que entendemos melhor Seu caráter e nos tornamos semelhantes a Ele. Como os tempos dos profetas e apóstolos, que ficaram firmes pela fé, nosso tempo também é marcado pela decadência moral e espiritual, e nós também somos chamados a mostrar o tipo de fé que nos ajudará a vencer nossa batalha contra o pecado.

Fidelidade: uma condição para a salvação (Jo 5:24).
Homens e mulheres de todas as esferas da vida dizem que estão salvos. Contudo, antes de sairmos dizendo isso, precisamos fazer um autoexame baseado nas Escrituras. Passaremos no teste? Ouvindo as palavras de Cristo, recebemos a certeza de que quem tem fé em Suas palavras, bem como em Deus o Pai, já passou da morte para a vida (Jo 5:24).

À medida que se aproxima a segunda vinda de Cristo, nossa fé deve ser demonstrada em boas obras. A salvação é apenas um conceito, até que seja colocada em prática por atos que sejam firmes, dedicados e dignos de confiança. Isso foi o que Paulo proclamou aos romanos, dizendo: “Tudo que não provém da fé é pecado” (Rm 14:23). E Hebreus 11:5 diz que “sem fé é impossível agradar a Deus, porque quem dEle se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam”. Não há genuína fé sem atos de fidelidade; e onde há infidelidade, há deslealdade, incerteza, falta de determinação e condenação.

Mãos à Bíblia

4. Leia em Hebreus 11 a lista de personagens que dão exemplos de fidelidade. Escolha três e escreva como se revelou a fidelidade deles, mesmo em meio a lutas, provações e tentações. Embora as circunstâncias hoje sejam diferentes, os princípios envolvidos são os mesmos para nós como eram para os personagens em Hebreus?

Saline Khavetsa | Nairóbi, Quênia

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A Autoridade dos Profetas - 16/02/2009 a 21/02/2009

Segunda, 16 de fevereiro

Evidência
Deus está interessado?


Em Mateus 21:23, enquanto Jesus estava ensinando, os principais dos sacerdotes e os anciãos Lhe perguntaram: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem Te deu essa autoridade?” Jesus respondeu à pergunta conforme o costume rabínico – com uma contra-pergunta: “Donde era o batismo de João, do Céu ou dos homens?” (v. 25; veja vs. 24-27). Nos debates rabínicos, a contra-pergunta era destinada a apontar o caminho para a resposta da pergunta original. Quando eles se recusaram a responder, por sua vez, Ele Se recusou a dar uma resposta clara, porque se não queriam reconhecer o poder de Deus no ministério de João, havia pouco proveito em discutir o Seu próprio – que também era de Deus.

2. O que os textos seguintes dizem sobre a autoridade de Jesus? Mt 7:28, 29; Mc 1:21-27; Lc 8:22-25; 9:1; Jo 5:25-27

Quem deu aos profetas a autoridade, sabedoria e palavras para comunicar essas predições, essas advertências, a fim de que pudéssemos tomar uma decisão consciente, abalizada, sobre nosso futuro eterno? Somos lembrados em Apocalipse 19:10 de que “o testemunho de Jesus é o Espírito da Profecia”.

Gênesis nos lembra que a serpente, Satanás, feriria o calcanhar de Cristo, mas que Cristo daria um golpe de morte na cabeça de Satanás. Isso foi cumprido na morte e ressurreição de Jesus.

Foi dito a Noé que advertisse o país enquanto construía a arca de refúgio. Os animais obedeceram, mas a maioria das pessoas não acreditou, e assim pereceu no dilúvio. Jonas advertiu os habitantes de Nínive sobre sua rebelião. Eles confessaram e se converteram de seus maus atos, e Deus os salvou. Foi dito a Ló que deixasse sua cidade porque Deus aborrecia a impiedade daquele local. Ele obedeceu, enquanto fogo e enxofre destruíram os que ficaram para trás.

Moisés recebeu uma tarefa a cumprir, mas estava relutante porque achava que não podia representar a Deus com sua fala, porém as profecias de Moisés são demonstradas por sua predição das pragas do Egito, que foram em grande parte desconsideradas pelo faraó, o qual questionou a veracidade de Deus e perguntou: “Quem é o Senhor para que Lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel?” (Êx 5:2). Ele acreditou, mas só depois que seu primogênito foi morto.

Jeoaquim leu as profecias de Jeremias e achou que, queimando o livro, as profecias de destruição desapareceriam. O jovem rei Josias ficou sabendo a respeito dos maus atos de seu povo, reconheceu o pecado coletivo da nação e perguntou ao profeta o que deveria fazer. Sua obediência levou à salvação de toda uma nação. A destruição de Jerusalém foi predita, e os que creram fugiram e se salvaram. Às vezes, só entendemos depois do cumprimento. Que não seja esse o caso com a segunda vinda de Cristo!

A Bíblia fala eloquentemente do dom profético e das profecias; mas, às vezes, deixamos de compreender o que essas profecias significam. Parece que, por vezes, precisamos de um profeta para interpretar a profecia.

Beverly Henry Mandeville, Jamaica

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