quarta-feira, 13 de julho de 2011

O sábado e a adoração - 13/07/2011 a 16/07/2011

Quarta, 13 de julho

Evidência
A quem você honra?


Do Dia dos Namorados ao Dia das Mães, do Oscar ao Prêmio Nobel da Paz, temos muitas maneiras de expressar nossa apreciação pelas pessoas importantes. Apesar de a concessão de algumas dessas honrarias ser baseada em critérios predeterminados, geralmente existem controvérsias quando as decisões são anunciadas. As Escrituras fazem referência a vários títulos e honrarias, como príncipe, sacerdote, homem de valor e senhor. Também aqui, nem sempre o real merecedor é aquele que usufrui dos privilégios.

Em Apocalipse 14:7, um anjo nos exorta: “Temam a Deus e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do Seu juízo. Adorem Aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas”. Esse verso dá somente um critério para que alguém seja digno de receber glória e adoração: “Aquele que fez.” A Bíblia não tenta provar a existência de Deus; ela apresenta uma quantidade de justaposições entre Aquele, que é Deus, e algo/alguém que não o é.

Uma das principais diferenças entre Deus e os ídolos é que o verdadeiro Deus é Aquele que age. Por exemplo: no contexto do sábado, lembramo-nos desse dia e, consequentemente, de seu Criador, pelo fato de que Jeová o “criou”, “descansou” nele, “abençoou” e santificou esse dia (Êx 20:11). Em Deuteronômio 5:15, Israel foi advertido a se lembrar de Deus porque Ele “tirou” o povo da servidão e “ordenou” que o sábado fosse observado. Por outro lado, os ídolos estão longe de ser agentes ativos, que exercem poder independente e criativo. São falsos deuses, artefatos meramente humanos (Leia Is 44).

Ao passo que a decisão a respeito de quem deve receber o Oscar de melhor ator ou atriz não influencia significantemente nenhum de nós, nossas escolhas referentes à adoração têm consequências eternas.

Mãos à Bíblia


5. Leia Êxodo 31:13. O que significa ser santificado por Deus? Como podemos experimentar esse processo em nossa vida?

Criação, redenção e santificação estão interligadas. Deus chamou Israel e os separou como Seu povo santo, para ser uma luz para o mundo. Cristo chamou Seus discípulos para a missão de levar o evangelho ao mundo. No centro dessa tarefa está a santidade. O evangelho não trata apenas de escapar à condenação. Também inclui ser livre da escravidão do pecado.

6. Leia 2 Coríntios 5:17. Qual é o plano de Deus para a criação arruinada pelo pecado? Como o sábado pode nos ajudar nesse plano de redenção? Como nossos cultos de adoração podem realçar esse tema?

Yogeld André – Lubbock, EUA

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terça-feira, 13 de julho de 2010

“Todos pecaram” - 13/07/2010 a 17/07/2010

Terça, 13 de julho

Testemunho
Trabalhar duro pode matar?


Há muito debate acerca do papel da fé e das boas obras. Ellen White, contudo, é clara sobre como essas disciplinas estão relacionadas uma à outra e à nossa salvação.

“Uma religião legal nunca poderá conduzir pessoas a Cristo; pois é destituída de amor e de Cristo. Jejuar ou orar quando imbuídos de um espírito de justificação própria, é uma abominação aos olhos de Deus. A solene assembleia para o culto, a rotina das cerimônias religiosas, a humilhação externa, o sacrifício imposto, mostram que o que pratica essas coisas se considera justo, e com títulos ao Céu, mas tudo é engano. Nossas próprias obras jamais poderão comprar a salvação” (O Desejado de Todas as Nações, p. 280).

“Sacerdotes, escribas e principais se haviam fixado numa rotina de cerimônias e tradições. O coração deles estava contraído como os odres de couro a que Ele os comparara. Ao passo que se satisfaziam com uma religião legal, era-lhes impossível tornar-se depositários das vivas verdades do Céu. Julgavam suficiente a própria justiça e não desejavam que um novo elemento fosse introduzido em sua religião. Não aceitavam a boa vontade de Deus para com os homens como qualquer coisa à parte deles próprios. Relacionavam-na com méritos que possuíam por causa de suas boas obras. A fé que opera por amor e purifica a alma não podia encontrar união com a religião dos fariseus, feita de cerimônias e injunções de homens. O esforço de ligar os ensinos de Jesus com a religião estabelecida seria em vão. A verdade vital de Deus, qual vinho em fermentação, estragaria os velhos, apodrecidos odres das tradições farisaicas” (Idem, p. 278, 279).

Mãos à Bíblia


Na virada do século 20, as pessoas viviam com a ideia de que a humanidade estava melhorando, que a moralidade aumentaria e que a ciência e a tecnologia ajudariam a viver em uma utopia. Tudo isso deveria começar a acontecer quando entrássemos no mundo do século 20. Infelizmente, as coisas não aconteceram assim. O século 20 foi um dos mais violentos e selvagens em toda a história, graças – ironicamente – em grande parte aos avanços da ciência, que tornaram possível que as pessoas se matassem em uma escala que os loucos mais depravados do passado poderiam sonhar. Qual foi o problema?

4. Identifique algumas práticas do século 21 que exemplificam a repetição das coisas descritas por Paulo em seu tempo. Rm 1:22-32

Melissa Blackmer – Burtonsville, EUA

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Andando na Luz - 13/07/2009 a 18/07/2009

Segunda, 13 de julho

Exposição
Deixe a luz dEle b
rilhar!

Aversão à luz (Jo 3:19; 8:12). É um fato científico e biológico que, quando você permanece no escuro por muito tempo, seus olhos se acostumam a ele. Torna-se fácil locomover-se na escuridão e fazer as coisas nas sombras. É também um fato espiritual que quando você permanece em escuridão espiritual por muito tempo, torna-se completamente acostumado a agir de maneira menos que piedosa. Toda a humanidade nasceu na escuridão do pecado. Davi declarou: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51:5). Essa é uma declaração sobre a realidade essencial de toda a humanidade.

Todos nascemos debaixo da escura cobertura do pecado, e nos é quase impossível reconhecer, e muito menos apreciar, a “luz da justiça”. Isso pode explicar por que os judeus da época de Jesus e todos nós, hoje, achamos difícil apreciar o fato de que Deus nos enviou a Luz, que é Seu Filho, Jesus Cristo. Amamos a escuridão porque ela é tudo o que sempre conhecemos. Mas o perfeito amor não quis nos deixar viver na escuridão! O Pai nos enviou Seu filho, a Luz, para que pudéssemos ver como estamos vivendo e como poderíamos estar vivendo (Jo 8:12). Jesus veio para nos salvar da escuridão do perpétuo e eterno pecado e para nos levar a um novo modo de vida. Ele veio para acender a “luz”, a fim de que pudéssemos vê-Lo como Ele realmente é.

A luz do amor (Jo 3:17, 19). Um dos maiores desafios que temos é aceitar a luz do amor de Deus. Na compreensão de João, a razão pela qual nosso Pai celestial enviou a Luz foi por causa de Seu amor por nós. Esse amor radical desafia nosso raciocínio humano. Lutamos para acreditar que a Luz não foi dada para nos condenar. Contudo, as Escrituras nos dizem que Deus nos enviou a Luz não para nos condenar, mas para nos salvar (Jo 3:17). A única condenação que recebemos é a que trazemos sobre nós mesmos ao amar nossas más obras mais do que amamos Aquele que veio salvar-nos delas (Jo 3:19). O que nos coloca em perigo é tanto nosso pecado quanto nossa resistência a Cristo. A razão pela qual os judeus do tempo de Jesus O rejeitaram é a mesma pela qual frequentemente rejeitamos Seu amor hoje. Mas a Luz de Deus nunca pode ser apagada. Seu amor e misericórdia estão à disposição de todos os que quiserem crer nEle. Nenhuma obra má pode vencer Seu Amor.

A luz da confissão (Rm 3:10-20; 1Tm 1:15; 1Jo 1:5-2:2). A escuridão do pecado nos engana e nos faz pensar que estamos vivendo melhor do que realmente estamos. Se você esteve na escuridão por tempo suficiente, pode locomover-se com algum grau de sucesso. Mas quando as luzes são acesas, você pode ver coisas que não podia ver antes. A verdade é que todos pecamos e continuamos a pecar (Rm 3:10-20). Jesus nos ajudou a ver nossa necessidade dEle quando veio a este mundo e nos mostrou Seu exemplo sem pecado e Seu perfeito amor.

A confissão e o arrependimento são a maneira como aceitamos Jesus e Seu perdão. A palavra “confessar”, no grego, significa “concordar”. Portanto, João está dizendo em 1 João 1:9 que se concordarmos com Deus que pecamos e que Ele é quem pode nos purificar, Ele nos perdoará. A confissão não é só uma declaração dos pecados que você cometeu. É concordar que você precisa de um Salvador e que Cristo é o único que pode purificar você de seus pecados e rebelião. Paulo confessou a Timóteo que ainda era um pecador (1Tm 1:15). Essa humilde confissão indicava sua compreensão da necessidade de confissão e arrependimento consistentes. Nunca podemos abandonar o pecado até acendermos a Luz sobre ele e reivindicarmos a Luz em quem e o que ela é. Jesus nos promete, através de Seu servo João que, se confessarmos, Ele nos perdoará e purificará. Afinal de contas, foi isso que Ele veio fazer.

A luz e a lei (Rm 3:19, 20; 1Jo 2:1, 2). A lei nos mostra como evitar andar na escuridão. Mostra como uma pessoa que está em Cristo deve aspirar a viver. Deus nos deu a lei para nos dar conhecimento de nosso pecado, mas nunca podemos ser justificados pela lei. E a lei também não deve ser o foco de nossa atenção. Toda vez que tivermos fixação por seus requisitos ficaremos desanimados por não conseguir guardá-la. Abandonar a escuridão do pecado não é um legalismo fanático que deixa a pessoa obcecada por cumprir a lei. Lembre-se: nossa justiça é como trapos imundos (Is 64:6). Mas, se confiarmos no Salvador, nossa vida será redimida da morte eterna, e brilharemos como a luz do caráter de Cristo, que é exemplificada na lei. Não podemos satisfazer às exigências da justiça, mas graças a Deus temos um Advogado que nos defende e que brilha mais que nosso pecado. Aceite Seu amor. Confie em Seu caráter. Ele é a luz do mundo!

Mãos à Bíblia

3. Quais são algumas das afirmações que João, nos versos 6, 8 e 10, tenta contradizer? Que falsas declarações estavam sendo feitas, e o que tinham em comum?

Muitas pessoas afirmam manter comunhão com Deus, mas, em realidade, andam nas trevas. Em contraste (v. 7), andar na luz traz consigo a verdadeira comunhão. Andar nas trevas significa viver em pecado. No verso 8, ele parece estar lidando com a crença de que os seres humanos não são pecadores, ensino contrário à mais básica doutrina cristã.

4. Por que a declaração de João, no verso 10, é tão importante? Quais são as implicações se dissermos que “não pecamos”?

Note a progressão nestes versos. No verso 6, as pessoas estão mentindo. No verso 8, elas tornam Deus um mentiroso. Obviamente, João entende a realidade e a seriedade do problema do pecado para a humanidade.

C. Wesley Knight | Riverside, EUA

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domingo, 13 de julho de 2008

João Batista: Preparando o Caminho Para Jesus - 13/07/2008 a 18/07/2008

João Batista: Preparando o Caminho Para Jesus

Eu afirmo a vocês que isto é verdade: de todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior. Porém quem é menor no Reino do Céu é maior do que ele” (Mt 11:11).

Prévia da semana: João Batista foi chamado a preparar o caminho para o primeiro advento de Jesus. Sua missão é comparável à que o povo de Deus tem no tempo do fim.

Domingo, 13 de julho

Introdução
Fazendo o trabalho sujo

1. Passe os olhos por Lucas 1. Ali está a profecia sobre a missão de João Batista e seu chamado (leia também Is 40:3-5). De que forma essas coisas se cumpriram?

2. Depois de examinar as realizações de João, pense em seu fim (Mt 14:1-12). Como esse fim se relaciona com todas as coisas gloriosas preditas sobre ele?

O chamado e o ministério de João Batista o conduziram a um caminho difícil, que se encerrou de maneira quase tão trágica quanto o do seu primo, Jesus. Apesar das provações, sofrimentos e engano, ele permaneceu fiel, cumprindo as profecias sobre sua vida.

Dois anos atrás, tive a experiência de trabalhar com uma equipe de voluntários composta de um grupo de pessoas da igreja de minha namorada em Loma Linda, Califórnia, num projeto em New Orleans. Estivemos lá sete meses após o furacão Katrina ter deixado a área toda debaixo de 3,5 metros de água. Nossa tarefa era limpar as casas. Nelas ainda havia cerca de 30 centímetros de lama cobrindo o chão. Passávamos oito horas por dia no calor, com pouca ventilação, tirando essa lama com pás e jogando para fora pertences arruinados em enormes pilhas nos quintais. Quando terminávamos, não sobrava nada das casas exceto os caibros, o encanamento e a fiação.

Esse era o primeiro estágio a fim de preparar esses edifícios para um dia se tornarem casas de novo. Logo depois, outro grupo vinha e desinfetava a estrutura das casas, aplicando tratamento anti-mofo. Mais tarde, as equipes de construção iniciavam a reconstrução propriamente dita.

Nunca conhecemos os donos das casas em que trabalhamos, e provavelmente nunca iremos ver o resultado final do processo que iniciamos – o processo de dar às casas nova vida. Contudo, todos nós experimentamos um grande senso de orgulho e satisfação com o trabalho. Um dia, a restauração será completa, mas ela não poderia ter acontecido sem o trabalho sujo (e sujo mesmo!) exigido no princípio.

Assim foi com João Batista. Ele foi chamado a fazer o trabalho “sujo”, preparar o caminho para Aquele que era maior do que ele, que estava por vir. João começou o processo limpando a lama da vida das pessoas, ou chamando-as ao arrependimento. Conquanto ele tenha batizado alguns, para muitos outros ele simplesmente plantou a semente que continuaria a ser cultivada e seria colhida pelo próprio Jesus. João perdeu a vida antes de ver o término de seu trabalho, mas seu desempenho missionário inicial foi essencial para o ministério que Cristo empreenderia enquanto estava na Terra.

Deus tem uma missão para cada um de nós, de partilharmos a Cristo com outros. Nem sempre podemos ver os resultados de nossos esforços, mas Ele nos chama de qualquer forma; e precisamos estar prontos para atender esse chamado.

Gary Case | Baton Rouge, EUA

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