quarta-feira, 8 de junho de 2011

A veste nupcial - 08/06/2011 a 11/06/2011

Quarta, 8 de junho

Evidência
A veste nupcial


O Instituto de Tecnologia de Massachusetts tem o lema Mens et manus, que significa “Mente e mão”. A parábola das vestes nupciais considera a mesma ideia. O chamado do rei para a festa é feito a todos. Qualquer um que escolha aceitar o convite deve ter uma atitude dupla:

1. Propósito (mente). O convite do rei para a boda está aberto a todos. Aqueles que aceitam têm razões específicas para isso. Sua aceitação vem do coração.

2. Preparação. As pessoas que planejam comparecer precisam fazer os arranjos necessários. Essas preparações requerem propósito. As razões por que pessoas escolhem comparecer definem a forma em que elas se prepararão.

Nossa mente nos dá propósito, por aceitar o convite do rei. Nossas mãos traduzem esse propósito em ações (preparação). Os resultados de nossa “mente e mão” combinados nos definirão – não somente para outras pessoas, mas, o mais importante, para o rei. O convite e nossa aceitação dele não se destinam a residir apenas em nossa mente. Eles também devem alcançar nossas mãos. Apenas saber não é suficiente. Fazer, preparar-se para a festa é uma parte integral de nossa jornada até lá.

O convite de Deus para o Céu está aberto a todos. Ainda assim, não chegaremos ao Céu sem nos prepararmos para ele. O conhecimento de Seu convite precisa ser traduzido em ações – ações que Deus mesmo definiu e nos mostrou através de Cristo.

Uma amiga me convidou para ser sua dama de honra. Vindo de uma família filipina-chinesa, ela desejava agir de acordo com as práticas culturais chinesas para o almoço de noivado e a cerimônia de casamento. Sendo a única filipina em sua festa de casamento, ela me instruiu sobre esses costumes. Por exemplo, um vestido de cor escura precisa ser usado no almoço. Sabendo a regra (propósito/vontade), eu planejo me vestir de acordo (propósito/mão). Porque sou amiga dela, eu desejo me vestir apropriadamente. Esse desejo se traduz em preparações de minha parte. Então, o lema Mens et manus define nossa amizade, mostrando a profundidade de nosso relacionamento.

Mãos à Bíblia

4. O que a veste nupcial representa na parábola de Mateus 22:1-14? Por que a rejeição dela deveria ser, literalmente, uma questão de vida ou morte eterna?

Em algum momento da história, Deus finalmente irá separar Seus seguidores declarados. Nessa ocasião, distinguirá o trigo do joio (Mt 13:24-30), o sábio do insensato (Mt 25:1-13), o fiel do infiel (Mt 25:14-30) e os que estão verdadeiramente cobertos com o manto de Sua justiça dos que não estão (Mt 22:1-14).

Kristine Sarah Poblete – Tarlac, Filipinas

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Otimismo: Felicidade e Cura - 08/06/2010 a 12/06/2010

Terça

Seja sempre alegre


3. Como as duas advertências de 1 Tessalonicenses 5:16, 17 estão relacionadas?

Três décadas atrás, escreveu-se muito sobre louvar a Deus em todas as circunstâncias, um bom princípio. Mas muitos desses escritos amontoavam culpa sobre os que estavam enfrentando morte, perda, tragédia, incapacidade e angústia, como se eles fossem infiéis ao Senhor e não vivessem como cristãos verdadeiros porque não eram alegres, felizes e cheios de louvor durante essas crises.

Nem sempre nos alegramos em todas as situações. Certamente, Jesus não Se alegrava sempre (Mt 26:38; Jo 11:35), e quem vai acusá-Lo de ser infiel? Jó também, embora fosse fiel ao Senhor, não parecia muito feliz na maior parte do livro que leva seu nome. Ao contrário, ele era um infeliz poço de gemidos.

Ainda assim, mesmo entre toda a dor e tragédia da vida, há motivos para termos alegria e otimismo, não importando quanto essas razões pareçam soterradas sob as aflições e cuidados que tanto nos atormentam. E isto é porque, graças a Jesus e às promessas que temos dEle, sabemos que essas coisas são apenas temporárias; que essas coisas não surpreendem nosso Deus; e que, apesar de tudo isso e de quão severos e incompreensíveis sejam nossos sofrimentos, Deus nos ama e cuida de nós. É quando vivemos em meio ao sofrimento que nos apegamos a essas promessas, que nos apegamos à esperança diante de nós, que podemos encontrar motivos para alegria e otimismo mesmo em meio às piores situações.

4. Que esperança e otimismo você pode extrair destas promessas?

a. Rm 8:31
b. Rm 8:35-39
c. 1Jo 3:1
d. Ap 21:4

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Jornada Cristã ''ADMINISTRAÇÃO" - 08/06/2009 a 13/06/2009

Segunda, 8 de junho

Exposição
Administração

2. O que os Evangelhos ensinam sobre o uso que Jesus fazia do tempo? Quais são alguns dos elementos a ser notados, além do Seu programa repleto de pregação e cura? Mt 4:23; Mc 1:29-31; Lc 4:16; Jo 2:1-11; Jo 12:2

Jesus trabalhava muito e estava completamente dedicado à Sua missão. Mas procurava não perder as bênçãos do sábado. Ele tinha tempo para Seu Pai, para Seus amigos, para lazer e boa alimentação. Essa administração do tempo (ou mordomia do tempo) se provará uma bênção a todos os que a praticarem.

A história da administração (Gn 1:26-30). A administração começou quando Deus criou Adão e Eva. No fim da Criação, Deus deu a Adão uma incumbência que, quando resumida, diz simplesmente: “Seja Meu administrador.” Adão devia administrar os negócios de Deus no jardim certificando-se de que as plantas e animais fossem cuidados. Em troca, eles proveriam alimento, abrigo e felicidade a Adão e Eva. Além disso, Deus estabeleceu um relacionamento íntimo com os seres humanos. Como resultado, somos agora administradores de nosso tempo, pois esse relacionamento só pode se desenvolver com base na quantidade de tempo que passamos com o Criador. Essa imagem e intimidade que Deus repartiu conosco são fundamentais para uma compreensão do espírito dinâmico da administração bíblica.

Há uma lei natural que declara que a cada ação corresponde uma reação igual e contrária. A sabedoria divina estabeleceu essa lei para que os seres humanos caídos pudessem ser restaurados à comunhão com o Pai. Essa lei torna a obra de beneficência, em todos os seus ramos, duplamente abençoada. As pessoas que dão aos necessitados abençoam a outros e são, elas próprias, abençoadas.

Foi Jesus que disse que se você fizer o bem ao menor desses pequeninos, você o fez a Ele (Mt 25:40, 45). Contudo, o que isso tem a ver com ser um administrador? Encaremos os fatos. Como você pode ajudar alguém se você próprio está em necessidade? Como pode evitar estar em necessidade se não for um bom administrador? Lembre-se de que um administrador gerencia as posses de seu senhor. Portanto, quando Deus nos abençoa com riqueza ou talento, e usamos isso para agradar a nós mesmos em vez de abençoarmos a outros, estamos sendo bons administradores?

Todas as coisas boas foram colocadas na Terra por Deus como expressão de Seu amor. Ele nos tornou Seus administradores, confiando que beneficiássemos a outros com esses recursos. Portanto, somos o meio através do qual Deus distribui Suas bênçãos ao mundo. Estamos distribuindo Seu amor? Ou o estamos retendo para nós mesmos, para nosso proveito egoísta? Através desse sistema de administração, nos tornamos unidos a Deus. Essa administração é a maneira mais fácil de ganhar pessoas para Cristo.

O impacto da administração (Mt 25:14-30). De acordo com Mateus 25:14-30, Deus conserva um registro de todos os seres humanos no mundo. Ele sabe que porção deu para cada pessoa administrar. Conhece cada oportunidade que tivemos para salvar uma pessoa e distribuir Seu amor. Quando chegar o dia do acerto de contas, Ele não usará de favoritismo para julgar, mas seremos julgados com base em nossa disposição de ser Seus fiéis administradores. Há alguns que afirmam ser administradores e que entrarão para a glória quando Cristo os abençoar. Contudo, conservam suas bênçãos para si mesmos e dizem: “Trabalhei duro para chegar até aqui”. Gabam-se de suas realizações e, como os fariseus do passado, acham que Deus tem que abençoá-los por seus esforços. Também há aqueles que, depois de terem feito a vontade de Deus, sentam-se esperando os elogios de outros; mas, quando não os recebem, reclamam sobre a ingratidão daqueles.

Os administradores fiéis, contudo, não reclamam crédito para si mesmos. Sabem que, sem os dons que lhes foram confiados, não haveria aumento. Sentem que, ao se desincumbirem fielmente de sua administração, simplesmente cumpriram seu dever. Sabem que os louvores não pertencem a eles, mas a Deus. Além disso, sabem que o capital pertence ao Senhor, e que somente por Seu poder foram capazes de negociá-lo com sucesso. Sem o capital confiado, sabem que estariam falidos por toda a eternidade.

Esses administradores consideram o trabalho para o Mestre como uma grande oportunidade. Estão dispostos a perder tudo por Sua causa, sabendo que ao perder estão na verdade ganhando um relacionamento mais forte com Ele, a vida eterna e uma coroa de justiça. Seguem nas pegadas dAquele que sacrificou tudo a fim de que recebêssemos tudo. “O espírito de liberalidade é o espírito do Céu. O abnegado amor de Cristo é revelado na cruz. Para que o homem pudesse ser salvo, deu Ele tudo quanto possuía, e em seguida Se deu a Si mesmo” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 14). O princípio da cruz é o princípio de dar. O sacrifício próprio é o verdadeiro fruto da vida cristã. Perpetuamos o amor de Deus manifestado em Cristo quando nosso coração se expande em amor aos outros que estão sem Deus e sem esperança. Ele nos deu salvação, mas não devemos guardá-la só para nós mesmos. Devemos administrá-la bem, e distribuí-la conforme Ele ordenar.

Quando isso for realizado, Cristo voltará e todos os administradores fiéis receberão sua justa recompensa. O que você está esperando receber?
Pense nisto

1.
Você está sendo um bom administrador?
2. Que barreiras em sua vida o(a) impedem de ser um bom administrador?
3. Como o assunto da administração afetou sua vida?

Talbert L. Knight St. Catherine, Jamaica

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