terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Emoções - 28/12/2010 a 01/01/2011

Terça, 28 de dezembro

Testemunho
A influência da graça de Deus

As emoções fazem parte de nossa vida. Quando Deus criou os seres humanos, Seus pensamentos eram santos e Seus objetivos para nós eram nobres. Adão e Eva tinham mente bem equilibrada, mas, por causa do, pecado eles se tornaram degradados e impuros. O apóstolo Paulo diz: “A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz” (Rm 8:6). Nossas emoções desempenham um papel importante em nossa vida. Elas nos ajudam a tomar as decisões diárias e, se não forem guiadas pelo Espírito de Deus, podem nos causar grande dano – até mesmo a morte. “Não é sábio olhar-nos a nós mesmos, e estudar nossas emoções. Se assim fazemos, o inimigo apresentará dificuldades e tentações que enfraquecerão a fé e destruirão o ânimo. Estudar atentamente nossas emoções e dar curso aos sentimentos é entreter a dúvida e enredar-nos em perplexidades. Devemos desviar os olhos do próprio eu para Jesus” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 249).

“Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, transforma a vida. Os pensamentos pecaminosos são afastados, renunciadas as más ações; o amor, a humildade, a paz tomam o lugar da ira, da inveja e da contenda. A alegria substitui a tristeza e o semblante reflete a luz do Céu. Ninguém vê a mão que suspende o fardo, nem a luz que desce das cortes celestiais. A bênção vem quando, pela fé, a pessoa se entrega a Deus. Então, aquele poder que olho algum pode discernir, cria um novo ser à imagem de Deus” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 173).

“Tem de se manter constante guerra contra a mente carnal; e temos de ser ajudados pela enobrecedora influência da graça de Deus, que atrairá a mente para cima, habilitando-a a meditar sobre coisas puras e santas” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, p. 74).

Obter a vitória sobre o eu e as emoções negativas é vital para a experiência cristã. Precisamos morrer diariamente e beber continuamente da fonte de vida da qual Cristo convida todos a beber livremente. Precisamos também nos tornar participantes da vida que nos foi dada por Seu infinito sacrifício. Leia Isaías 55.

Mãos à Bíblia

Em Marcos 8:1-3, a “compaixão” foi o motivo que levou Jesus a elaborar um plano para alimentar a multidão.

4. Além de cuidar da alimentação das multidões, que outros atos de Jesus foram motivados pela compaixão? Mc 1:40, 41; 6:34

Oshaine Altorick Wynter | Huntsville, EUA

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pelos Seus Frutos - 28/12/2009 a 02/01/2010

Segunda, 28 de dezembro

Exposição
Percepção e anatomia dos frutos

Por seus frutos (2Tm 3:1-5). Fruto é uma “semente e seu envelope”. É o resultado, lucro, produto, rendimento, vantagem, colheita, consequência, uma “concretização da esperança”.1 Jesus utilizou esse símbolo de concretização e realidade para nos ajudar a entender de que forma devemos crescer como cristãos, de que forma devemos ser transformados à Sua semelhança. O fruto que produzimos é resultado de passarmos tempo com Ele por meio da oração, estudo da Bíblia, serviço, etc.

O fruto descreve a árvore, trepadeira ou arbusto específico que ele representa. Por isso dizemos: um pé de maçãs, um pé de uvas, um pé de morangos. Os frutos mantêm e promovem a descendência de seres humanos e animais, e ajudam a sustentar e preservar-lhes a vida. Assim, quando as pessoas nos veem, devem saber que somos cristãos por nossos frutos.

Leia e pense (Jo 15:1-16). Que outros exemplos significativos você pode identificar como “frutos”? Qual é sua avaliação de um cristão que dá frutos e de um que não dá? Por que é importante saber que frutos os outros observam em nós como cristãos? Como você ilustraria os conceitos de João 15:1-16 com algo não ligado à agricultura?

A árvore “sem frutos” (Lc 13:6-9). A parábola de Lucas 13:7-9 tem um objetivo diferente além da busca imediata por alimento. É uma advertência urgente contra a hipocrisia, a presunção e a mornidão. É uma tentativa de dissuadir as pessoas do autoengano. É um chamado de clarim para que os dorminhocos espirituais despertem.2

Cristo é a videira, e os crentes são os ramos, não os frutos. Contudo, Sua referência à produção de frutos (Jo 15:1-10) expõe um fato que não é claramente mencionado – o propósito de se ter ramos. Os ramos sem frutos definitivamente resultam em produtividade mais baixa. Consequentemente, eles são cortados a fim de abrir espaço para os ramos mais sadios. Contudo, o agricultor certamente deve estar interessado nos frutos. Ele até coloca suportes sob os ramos carregados para ajudá-los a suportar o peso dos frutos. Será que os frutos nessa parábola são um fim em si mesmos ou um meio para se atingir um fim, embora a ênfase esteja nos ramos que dão frutos?

Dar frutos como um ato corporativo (Jo 15:1-16). Leia João 15:1-16 novamente e pense sobre o significado de como os ramos se tornam produtores de frutos. De onde verdadeiramente vêm os frutos – da árvore ou dos ramos – e por quê? Se o ramo pudesse dar seu próprio fruto por escolha própria, por que precisaria do tronco? O que isso nos ensina sobre o papel da igreja em ajudar seus membros a produzir frutos?

Fazendo a ligação (Jo 15:1-16). O que você entende da comparação que Jesus faz de Si mesmo como a videira e de nós como os ramos? Ao ler os versos seguintes, tente identificar outras maneiras pelas quais se manifesta a produção de frutos: (a) Mt 28:19, 20; (b) Rm 15:25-27; 2Co 8:1, 2 e 9:12; (c) Gl 5:16, 22, 23; 2Pe 1:5-8; (d) Hb 13:15.

De que forma a má compreensão da necessidade de dar frutos afeta nossa liberdade em Cristo?

Há uma grande ênfase na liberdade ilimitada entre muitos cristãos de hoje. Mas é apregoada uma liberdade irresponsável, sem prestação de contas. Em Lucas 13:6-9, Jesus revela o íntimo amor que tanto o agricultor quanto o encarregado da vinha têm pela árvore sem frutos. Contudo, ambos concordam que a árvore precisa ser cortada se permanecer infrutífera.

Como crentes individuais, é muito provável que os motivos de cada um de nós para buscarmos a Cristo no princípio tenham sido completamente diferentes. Contudo, quanto mais nos aproximamos dEle, nossos motivos passam a ser um só: tornar-nos semelhantes a Ele. E o crescimento espiritual tem tudo que ver com isso. Espera-se que todo cristão dê frutos espirituais. Isso indica o processo de contínuo crescimento espiritual. Há um positivo relacionamento entre crescer em Cristo e trabalhar para Ele. “Se bem que seja verdade que nossas atarefadas atividades não nos asseguram, em si mesmas, a salvação, também é verdade que a fé que nos liga a Cristo nos estimulará à atividade” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 20).

Reflexão (Jo 11:1-4; 12:28). Que influência sua vida tem sobre outros, ainda que você mesmo não perceba essas influências? Normalmente, é muito difícil reconhecer nosso próprio potencial. Contudo, como uma semente desidratada ou em hibernação, nossa vida é cheia de possibilidades que, quando vividas apropriadamente, podem contribuir para a obra de Deus e apressá-la. Lembre-se: os ramos nunca podem sobreviver sem a videira; mas a videira sempre pode produzir novos ramos.

“Permanecer em Cristo significa receber constantemente de Seu Espírito, uma vida de inteira entrega a Seu serviço. As vias de comunicação entre o homem e seu Deus devem achar-se de contínuo desimpedidas. Como o ramo tira sem cessar a seiva da videira viva, assim nos devemos apegar a Cristo, e dEle receber, pela fé, a força e perfeição de Seu próprio caráter” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 676).

1. Dicionário Collins.
2. Comentário de Matthew Henry, notas sobre Lucas 13.


Mãos à Bíblia

Leia João 15:1-5 e responda às perguntas seguintes:

2. Por que Jesus enfatizou ser Ele mesmo a Videira verdadeira? (Veja também Mt 24:24.)

3. De acordo com João 15:5, que parte da videira Jesus disse que somos? O que significa isso em nível prático; isto é, o que nos diz sobre como devemos viver?

O verso 4 explica que um ramo não pode produzir fruto a menos que esteja conectado à videira. Este é um ponto crucial, que não devemos desconsiderar.

Ezekiel Okofo-Boansi | Reading, Reino Unido

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domingo, 28 de dezembro de 2008

Meios de Comunicação do Céu - 28/12/2008 a 03/01/2009

Comunidade Arabe Aberta ensina aos jovens quais são os meios de comunicação dos Céus
Meios de Comunicação do Céu

Domingo 

VERSO PARA MEMORIZAR:Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo” (Hebreus 1:1, 2).

LEITURAS DA SEMANA:Gn 18:1-15; 32:30; Êx 4:10-17; Sl 19:1-6; Jo 1:14; 3:16; Cl 2:9

Deus Se revelou à humanidade por dois meios básicos: revelação geral e revelação especial. A revelação geral é revelação de Deus a todos pela natureza e pela consciência (veja Sl 19:1; Rm 1:20). As revelações de Deus por meio dos profetas, registradas nas Escrituras, e mui especialmente Sua revelação em Jesus Cristo, é revelação especial. Por esse meio, Deus apareceu aos patriarcas e profetas do Antigo Testamento a fim de Se fazer conhecido. Ele revelou Seu poder e propósito na história de Israel. Então, mais tarde, enviou Seu Filho que, revestido da humanidade, revelou o Pai de maneira incomparável e poderosa.
Nesta semana, vamos estudar esses dois tipos de revelação.

Prévia da semana: Que é revelação geral e especial? O que a natureza pode nos ensinar sobre Deus? O que não pode ensinar? Em que aspectos a revelação de Deus em Jesus Cristo é diferente de outras revelações?

No princípio

No Jardim do Éden, Deus falava com Adão e Eva face a face. Nossos primeiros pais “ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia” (Gn 3:8). Porém, depois daquele dia fatídico em que eles desobedeceram desafiadoramente ao seu Senhor, não mais lhes foi permitido desfrutar de Sua presença (Gn 3:23, 24), e a comunhão face a face com Ele terminou.

1. Que tipo de comunicação entre Deus e o homem era usada frequentemente nos primeiros tempos? Gn 18:1-15; 32:30; Êx 33:11; Jz 6:22; Jz 13:2, 3

Frequentemente, o Antigo Testamento identifica o Anjo de Deus ou o Anjo do Senhor com o próprio Deus. Jacó se referiu da mesma forma a Deus e ao Anjo (Gn 48:15, 16); o Anjo do Senhor apareceu a Moisés na sarça ardente, mas era Deus que falava com ele; Anjo que apareceu a Gideão é identificado como Deus (Jz 6:11-14); e o mesmo se deu com o Anjo do Senhor que apareceu a Manoá e sua esposa (Jz 13:11-22). Sempre que Deus Se manifestou corporalmente, foi em forma humana.

Em João 1:18, o apóstolo diz: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem O revelou”. O ser divino, então, que aparecia ao povo no Antigo Testamento deve ter sido Jesus, não o Pai. Ellen G. White diz que “depois da transgressão de Adão, o Senhor não mais falou diretamente com o homem; a humanidade foi entregue nas mãos de Cristo, e toda comunicação ao mundo foi efetuada por Seu intermédio. Foi Cristo que proferiu a lei no Monte Sinai” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 237, 238).

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