terça-feira, 26 de abril de 2011

Vestes sacerdotais da graça - 26/04/2011 a 29/04/2011

Terça, 26 de abril

Testemunho
Roupa apropriada

“A Moisés, perante a sarça ardente, foi determinado que tirasse as sandálias, porque a terra em que estava era santa. Semelhantemente, os sacerdotes não deveriam entrar no santuário com sapatos nos pés. Partículas de pó que a eles se apegavam, profanariam o lugar santo. Deviam deixar os sapatos no pátio, antes de entrarem no santuário, e também lavar tanto as mãos como os pés, antes de ministrarem no tabernáculo, ou no altar dos holocaustos. Desta maneira ensinava-se constantemente a lição de que toda a contaminação deveria ser removida daqueles que se aproximavam da presença de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 350).

“Foi dado à igreja ‘que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante’ (Ap 19:8). O linho fino, diz a Escritura, ‘é a justiça dos santos’ (Ef 5:27). A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal. [...]

“Isto fizeram os transgressores da lei de Deus desde o dia em que Adão e Eva desobedeceram. Coseram folhas de figueira para cobrir a nudez causada pela transgressão. Cobriram-se com vestidos de sua própria feitura; por suas próprias obras procuraram encobrir os pecados e se tornarem aceitáveis a Deus.

“Isso jamais pode ser feito, porém. O homem nada pode idear para suprir as perdidas vestes de inocência. Nenhuma vestimenta de folhas de figueira, nenhum traje mundano pode ser usado por quem se assentar com Cristo e os anjos na ceia das bodas do Cordeiro.
“Somente as vestes que Cristo proveu podem nos habilitar a aparecer na presença de Deus. Essas vestes de Sua própria justiça Cristo dará a todos os que se arrependerem e crerem. [...]

“Esse vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito e nos oferece esse caráter” (Parábolas de Jesus, p. 310, 311).

Mãos à Bíblia

“São estas as vestes que farão: um peitoral, um colete sacerdotal, um manto, uma túnica bordada, um turbante e um cinturão. Para que o sacerdote Arão e seus filhos me sirvam como sacerdotes, eles farão essas vestes sagradas” (Êx 28:4).

3. Que lições espirituais podemos encontrar em Êxodo 28, na descrição da roupa que deveria ser feita para Arão, o sumo sacerdote, e para os sacerdotes em geral?

As cerimônias do santuário e as vestes dos sacerdotes, cheias de simbolismo, representavam o caráter e a obra de Jesus em nosso favor.

Bethany Geraci – Nevada City, EUA

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

O Meio Ambiente - 26/04/2010 a 01/05/2010

Segunda, 26 de abril

Exposição

A criação de Deus: passado, presente e futuro


Criação idílica (Gn 1:1-2:7; Mc 2:27, 28; 3:4). “Era a Terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus Se movia sobre a face das águas. Disse Deus: ‘Haja luz’, e houve luz” (Gn 1:2, 3, NVI). Assim começou o milagre da criação de Deus. Aqueles primeiros seis dias da história da Terra fornecem uma representação visual de Sua glória e amor. O salmista diz: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das Suas mãos” (Sl 19:1, NVI). Deus repetidamente parou para contemplar o que tinha criado e declarar “que ficou bom” (Gn 1:4, 10, 12, 18, 21, 25, 31, NVI). A Criação culminou com o sábado, o dia de comungar com Deus no mundo natural que Ele havia criado para os seres humanos. O sábado, como a Terra, foi criado para nosso benefício – uma forma de compreendermos melhor nosso Criador e Salvador. Deus planejou o repouso do sábado para toda a Sua criação, não só para os seres humanos (Êx 23:10-12).

A relação entre as pessoas e a Terra (Gn 1:26, 28; 2:18-24; Mt 25:34-46). Gênesis descreve o relacionamento de Adão e Eva com o resto da criação no capítulo 2: “O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo” (verso 15, NVI). A palavra hebraica mishmar significa “lealdade”, “dever” ou “encargo” (Nm 18:3-5, 8, 9). Mishmar tem a mesma raiz da palavra usada em Números 18 onde Deus descreve o cuidado que os levitas devem ter com o Seu santuário. Aqui Deus os lembra de que essa responsabilidade é um dom precioso, exatamente como o dom anterior concedido a Adão de cuidar da Terra. A mesma responsabilidade e privilégio de cuidadosa superintendência da Terra ainda existe para nós hoje. A Terra é do Senhor (Sl 24:1), mas Deus nos deu a incrível responsabilidade de cuidar dela (Sl 8:6-8).

Nosso relacionamento com a Terra é explicado de maneira mais detalhada em versos que discutem a mordomia (administração da vida). Jesus falou sobre essa ideia em várias parábolas. Em Mateus 25:14-30, Ele conta a história do homem que sai de viagem e que confia a seus servos sua propriedade. O servo que investiu sabiamente e protegeu os interesses do senhor foi recompensado com mais responsabilidades. Todos temos diferentes habilidades e recursos, e Deus indicou que devemos fazer o que pudermos para ser bons mordomos (administradores) dessas coisas, especialmente de Seu dom original para nós – a Terra (Lc 12:42-48).

Na passagem de Mateus, Jesus ainda conta a história das ovelhas e dos bodes que serão separados com base em como cuidaram dos necessitados (Mt 25:34-46). Novamente, Jesus enfatiza a ideia da boa mordomia (administração) dos recursos que nos foram dados.

A Terra de Deus maculada pelo pecado (Gn 3). Com a entrada do pecado, o ideal de Deus foi maculado. O egoísmo traz a tendência de usarmos a Terra sem levar em conta a preservação de nossos recursos. Quando Adão e Eva compreenderam que estavam nus, arrancaram folhas de figueira de uma árvore para fazer uma grosseira cobertura para o corpo (Gn 3:7). Mais tarde Deus realizou o primeiro sacrifício animal e usou as peles para criar roupas mais permanentes para eles (Gn 3:21). Assim, a morte foi um resultado imediato do pecado.

Implicações adicionais do pecado aparecem na maldição que Deus pronunciou após a fatal decisão de Eva. Deus disse que o solo produziria espinhos e que os seres humanos somente poderiam comer dela “com sofrimento” (Gn 3:17-19, NVI). A relação simbiótica planejada por Deus foi prejudicada.

O povo de Deus começou a usar mal a Terra. Muito mais tarde na história, os israelitas abusaram da terra que Deus lhes havia dado. Foi ignorada Sua ordem para que permitissem à terra um sábado de descanso a cada sete anos. Jeremias diz que essa foi uma das razões pelas quais os israelitas foram levados para o cativeiro (Jr 2:7). Quando os israelitas fossem levados cativos, a terra finalmente teria seu descanso sabático (2Cr 36:20, 21).

Nossa exploração da terra não prejudica somente a ela; prejudica também a nós e a todos os habitantes do planeta. Agora, temos que nos preocupar com a exposição ao sol, com a névoa tóxica, com a água poluída, com os aditivos químicos nos alimentos, e com muitos outros problemas ambientais criados pelo homem e que ameaçam nossa saúde.

A restauração. Enquanto vivemos na Terra, temos uma responsabilidade, como cristãos, de preservar a criação de Deus o máximo que pudermos.

Embora saibamos que Jesus vai recriar a Terra quando voltar (Ap 21:1), não podemos usar isso como desculpa para ignorar nosso dever de cuidar da Terra agora. Na verdade, Deus deixou claro que virá um tempo em que Ele recompensará os que fizeram um bom trabalho, o que certamente inclui o cuidado do planeta (Sl 62:12). Ele também declara explicitamente que os que destroem a Terra serão punidos (Ap 11:18).

Na Nova Terra, poderemos ver novamente a criação ideal de Deus, que nunca mais será maculada pelo pecado. Poderemos dizer com os serafins: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, a Terra inteira está cheia da Sua glória” (Is 6:3, NVI).

Mãos à Bíblia


2. Que podemos ler nas entrelinhas pelo fato de ter o próprio Deus descansado no dia de sábado? Gn 2:2, 3

3. Qual era o entendimento de Jesus a respeito do sábado? Mc 2:27, 28; Mc 3:4

Cristo restaurou o significado do sábado para aquilo que Deus pretendia originalmente. Mostrou que Deus considerava esse dia como um tempo para fazer o bem, buscar o avanço de Seu reino e servir a todos os que necessitam.

Christy Yingling | Berrien Springs, EUA

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domingo, 26 de abril de 2009

A Jornada Cristã "REVELAÇÃO" - 26/04/2009 a 02/05/2009

A JORNADA CRISTÃ "REVELAÇÃO"


“Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o Universo” (Hb 1:1, 2, NVI). Prévia da semana: Deus nos ama tanto que quer manter conosco um diálogo contínuo. Ele fala conosco utilizando-Se de muitos meios, dos quais o mais poderoso é Jesus.

Leitura adicional: Caminho a Cristo, capítulos “O Deus Que Eu Conheço” e “Expulse a Dúvida”

Domingo, 26 de abril

Introdução
Para onde você aponta a antena?


1. Resuma com suas palavras o que o Salmo 19:1-4 e Romanos 1:18-20 nos ensinam.

Quando os que creem na Bíblia examinam o céu iluminado pelas estrelas, quando veem as árvores majestosas das florestas ou a beleza do Sol poente, concordam que a natureza declara a glória de Deus. Mesmo os não-crentes, olhando para a natureza, alcançam o vislumbre de um poder divino que projetou e criou tudo isso. Porém, muitos fecham os olhos para esse aspecto e pretendem explicar tudo o que existe em termos de acaso e necessidade.

2. Faça a si mesmo esta simples pergunta: Qual é a explicação mais lógica e razoável para a beleza e a complexidade da vida: puro acaso ou uma criação intencional e planejada? Defenda sua resposta.

A Bíblia declara que “há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o Universo. O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do Seu ser, sustentando todas as coisas por Sua palavra poderosa” (Hb 1:1-3, NVI). Em outras palavras, Deus decidiu Se revelar de muitas formas diferentes para que pudéssemos conhecê-Lo melhor. Não obstante, as perguntas sempre permanecem: Por que é tão difícil ouvir a Deus? Há pessoas que conseguem ouvir a voz de Deus e outras que não conseguem?

É verdade que Deus é o Grande Comunicador. Desde o Céu até aqui, Jesus procurou e continua procurando meios de nos ajudar a ouvir Sua voz. É também verdade que há alguns que conseguem ouvi-Lo e outros que não conseguem. Mesmo assim, eu ousaria dizer que a diferença não está em Deus, mas em nós.

Para explicar meu ponto de vista, vou usar uma ilustração usada por Jean Flory. Ele diz que nossa compreensão é como a antena de um satélite que está focalizada em direção ao solo, de forma que as únicas ondas sonoras que ela pode receber são as que vêm do solo. Com muita frequência, nossas antenas estão apontadas numa direção contrária à do Céu, e por isso não conseguimos receber sinais de Deus. Assim, embora Deus continuamente fale conosco, não O compreendemos. Só aqueles que direcionam sua antena para cima podem verdadeiramente compreender a linguagem do Céu.

Então, que conclusão podemos tirar dessa ilustração? É simples. Deus nos deu livre-arbítrio e, ao mesmo tempo, decidiu não nos deixar sem as informações que precisamos para tomar as decisões corretas. A Bíblia diz que Deus decidiu Se revelar de muitas maneiras diferentes, contudo nossas atitudes determinam se seremos capazes de ouvir e compreender Sua voz.

Nesta semana, você terá a oportunidade de reavaliar como Deus escolheu Se revelar em sua vida e qual é sua atitude para com as informações que Ele continuamente lhe envia. E então, para onde você vai direcionar sua antena?

Patricia Lopez | Arlington, EUA

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