segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vestido em Cristo - 20/06/2011 a 25/06/2011

Segunda, 20 de junho

Exposição
Redimido, renovado, restaurado


“Remiu, remiu! Na cruz me remiu meu Jesus...” – Essa canção que ecoava nos corredores da igreja quase todos os sábados, enquanto eu e meus colegas da classe infantil que frequentávamos, cantávamos a plenos pulmões. Mais tarde, no culto de adoração, nos juntávamos aos adultos, cantando. Muitos de nós crescemos cantando sobre a redenção pela justiça de Cristo e muitas canções relacionadas com batismo e ser revestido por Cristo. Mas o que todo esse simbolismo significa? Como se aplica a nós?

Liberto do pecado (Rm 6:1-6; Ef 4:22-24). O batismo em Cristo é uma das formas mais públicas de demonstrar devoção completa a Deus, apesar de o ato do batismo não fazer muita diferença física em nós, além de nos deixar molhados. É o simbolismo do batismo que torna o evento tão transformador. Ao afundarmos na água, simbolicamente morremos para o nosso eu pecaminoso e somos “sepultados” com Cristo. Quando o pastor nos levanta da água, somos “ressuscitados” em vida, em justiça. Deus nos redimiu do pecado. Ele nos libertou das garras da morte.

Em Efésios 4:22-24, Deus nos diz que somos ensinados a nos tornar novas pessoas, pois cada um foi “criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade” (v. 24). Se continuamos vivendo nossos próprios desejos, vamos nos destruir. Somente através da justiça de Cristo podemos ser restaurados à imagem de Deus, conforme Ele nos criou. Essa restauração começa quando somos batizados. “Todos vocês são filhos de Cristo mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram” (Gl 3:26, 27).

Batismo é só o começo (Cl 3:1-12). Revestir-se em Cristo no batismo não garante que automaticamente permaneceremos em Cristo. Somos lembrados em Colossenses 3 de que precisamos diariamente escolher viver como povo de Deus. Embora nossa natureza pecaminosa tente retornar, precisamos escolher nos focalizar em conceitos celestiais e permitir a Deus continuar Seu trabalho de renovar nosso caráter. Há uma tentação específica para cada um de nós. O capítulo 3 de Colossenses é bem específico em nomear traços do mundo que Deus despreza: pecado sexual, perversidade, paixão, cobiça, avareza, raiva, ódio, blasfêmia, mentira. Separe um tempo para considerar como Satanás tenta você. Quais características más e mundanas estão tentando ganhar espaço em sua vida? Durante tempos de tentação e fraqueza, como se revestir de Cristo?

Este mundo não é o nosso lar (2Co 5:1-4). Alguns dias parece que estamos continuamente lutando com Satanás e nossa natureza pecaminosa, principalmente logo após o batismo. Pode ser desencorajador perceber que, embora tenhamos escolhido andar com Deus, algumas vezes é bem difícil nos manter nessa caminhada. Algumas vezes pode até parecer que não fizemos muito progresso desde a primeira vez em que fomos revestidos com Suas vestes de justiça. Mas não somos chamados para mudar por nós mesmos. Esse esforço seria fútil. Ao invés disso, somos ordenados a buscar o Reino de Deus e Sua justiça e todas as demais coisas “serão acrescentadas” (Mt 6:33).

Em 2 Coríntios 5:1-4 somos relembrados de que Deus está nos preparando para a vida eterna, nos dando o Espírito como garantia. Esse mundo não é nosso lar; é uma existência temporária que nos prepara para nosso lar celestial. Cada vitória que alcançamos em Cristo nos leva mais perto à semelhança de Deus, em preparação para viver com Ele eternamente. Nos bons e maus tempos, precisamos nos lembrar da promessa de Filipenses 1:6, que diz “que Aquele que começou a boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus”.

Veja, Ele vem (1Co 15:49-55). Nós, que somos agora mortais, seremos revestidos de incorruptibilidade quando Cristo voltar. Seremos revestidos de imortalidade – a transformação que, até então, era espiritual e moral, então será física. Nós, que somos hoje mortais, seremos revestidos de imortalidade. Somente Cristo pode nos dar essas roupas de glória física. Note o modo passivo no verso 54. Não podemos nos vestir de imortalidade. Somente Cristo pode nos dar tais vestes. Somente Ele pode fazer nossos corpos inteiros e adequados para a vida eterna. E, quando Ele fizer isso por ocasião de Seu retorno, a morte será “destruída pela vitória”.

“Paulo não deseja a morte, a qual ele compara com a nudez, ou não estar vestido. Ao contrário, ele deseja ser completamente revestido ao ser transformado numa existência nova, imortal, a qual ele compara a uma construção de Deus. Esse novo estado expressa a vontade de Deus para Seu povo, e Ele tem dado o Espírito como uma garantia, ou um sinal que nos assegura que tal esperança não é vã” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology, p. 352).

Pense nisto


1. Você já escolheu ser revestido em Cristo através do batismo?
2. Você está permitindo a Deus que o(a) restaure conforme Sua imagem?
3. Quais promessas bíblicas o(a) ajudam mais, quando você se depara com a tentação?

Mãos à Bíblia

3. Leia Romanos 13. Que recomendações práticas Paulo apresenta para os cristãos?

No fim do capítulo, temos a frase “revistam-se do Senhor Jesus Cristo” (v. 14). Estar revestido de Cristo significa viver uma vida de fé e obediência. A mesma raiz grega para “revestir” aparece também no verso 12, no contexto de ser revestidos com “as armas da luz”. Cristo é a luz do mundo. Aqueles que andam nEle não andam em trevas. Qualquer que seja o significado de “estar revestido” de Cristo, certamente trata da construção do caráter, conduta, amar como Cristo amou e refletir Sua imagem.

Amy Schrader Meythaler – Mineápolis, EUA

Marcadores: , , ,

domingo, 20 de junho de 2010

Apoio social: laços que unem - 20/06/2010 a 26/06/2010

Apoio social: laços que unem


Verso para Memorizar: Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:34, 35).

Leituras da semana: Gn 1:27; Jo 1:1-3; Rm 14:7; 1Co 12:14-26; 1Co 13; Gl 6:2; Ef 4:1-16

É muito claro que o fato de uma pessoa não ser amada, mas viver solitária e isolada, aumenta a probabilidade de vários comportamentos de risco. O risco de doença e morte prematura por todas as causas aumenta de 200 a 500 por cento nessas pessoas. O mais triste de tudo é que o isolamento nos priva da alegria da vida diária, que deriva de relacionamentos satisfatórios. Foi conduzido um estudo em 170 esposas de militares que recebiam cuidados pré-natais em um hospital militar. A pesquisa mostrou que as mulheres que não recebiam apoio emocional e psicológico tinham três vezes mais complicações que aquelas que recebiam apoio adequado.

Qualquer coisa que promova um senso de isolamento pode levar a enfermidades e sofrimentos. Aquilo que promove amor e intimidade, conexão e comunidade traz cura e saúde. E isso não nos deve deixar surpresos porque, como seres humanos, fomos criados para viver em comunidade e comunhão uns com os outros.

Com estas ideias em mente, vamos para a última semana em nosso estudo sobre saúde e temperança, e nosso tema destaca a importante questão das relações interpessoais e como essas podem afetar nosso bem-estar físico.

Prévia da semana: O amor de uns para com os outros é a característica distintiva dos discípulos de Cristo. O amor abençoa não só aquele que o recebe, mas também seu doador.

Domingo, 20 de junho

A imagem original


Como seres humanos, estamos tão imersos em pecado que frequentemente podemos esquecer quão mau ele é e quanto nos afeta. Não é fácil perceber quanto caímos, porque estamos caídos há muito tempo.

1. Leia Gênesis 1:27. Como o fato de que o próprio Jesus é Deus nos ajuda a entender melhor o que significa ter sido criado à imagem de Deus? Como o conhecimento sobre Jesus nos ajuda a entender o caráter que tiveram nossos primeiros pais na criação?

A Bíblia é clara: fomos criados à imagem de Deus. É clara, também, em afirmar que Jesus é Deus (veja Jo 1:1-3). Assim, no princípio, os seres humanos refletiam algo do caráter moral de Jesus, aquele que nos amou tanto a ponto de Se rebaixar e tomar nossa humanidade a fim de nos salvar. Eram originalmente assim os seres humanos. O Jesus que Se dispôs a servir aos outros lavando os pés de Seu traidor. Eram assim os seres humanos. O Jesus que, ao mesmo tempo em que morria na cruz, tomou tempo para confortar o ladrão agonizante. Eram originalmente assim os seres humanos. O Jesus que clamou: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Eram assim os seres humanos antes da entrada do pecado no mundo.

O desinteressado amor e preocupação pelos outros, que marcavam a vida de Jesus, também deviam se refletir até certo ponto em Adão e Eva antes da queda, que, desde a criação foram feitos “à imagem de Deus”.

Consequentemente, a ideia de ser semelhantes a Jesus significa ser recriados à imagem em que fomos criados originalmente. E, ao olhar para Jesus, ao ver como Ele vivia, como tratava as pessoas e como amava até os inimigos, é óbvio que no centro do caráter de Cristo estava o amor desinteressado pelos outros. Portanto, fomos criados originalmente para amar e demonstrar abnegação pelos que estão ao nosso redor. Certamente, isso é parte do que significa ter sido criado à imagem de Deus.

Assim, fomos criados para amar e ser amados e, isso, não podemos fazer em um vazio. Precisamos de pessoas para amar, assim como as pessoas precisam ser amadas. É isso que significa pertencer à comunidade e à família.

Pense nessa ideia do que significa ter sido criado à imagem de Deus e que Jesus é Deus. Como este fato nos ajuda a entender quão caídos estamos e quanto precisamos de um Salvador? Mais ainda, como isso deve nos ajudar a entender por que precisamos tratar as pessoas melhor do que frequentemente fazemos?

Marcadores: , , ,

sábado, 20 de junho de 2009

A Jornada Cristã "COMUNIDADE" - 20/06/2009 a 20/06/2009

A JORNADA CRISTÃ "COMUNIDADE"
Resumo Semanal - 14/06/2009 a 20/06/2009

Marcadores: , , , , ,

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A Eficácia de Seu Ministério - 20/06/2008 a 20/06/2008

Sexta, 20 de junho

Opinião
Santuário = plano da salvação

Para realmente obter uma compreensão do ministério sumo-sacerdotal de Cristo, precisamos compreender o contexto do santuário hebraico no qual Arão atuava.

Em Êxodo 25, Deus mostra a Moisés a planta do santuário terrestre. Este devia ser um modelo do santuário celestial, feito especificamente para indicar que Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Leia Êxodo 25:8, 9.

O primeiro passo nos serviços do santuário terrestre era o oferecimento de um animal em sacrifício. Poderia ser um dos seguintes animais: um novilho, um bode, um cordeiro ou uma rola. Ao oferecerem o sacrifício, os pecadores reconheciam que enfrentavam a perspectiva da morte, porque haviam quebrado a lei de Deus. Veja 1 João 3 e Romanos 6:23.

O serviço do santuário terrestre ensinava como os pecadores deviam se arrepender de seus pecados e fazer expiação por eles. Para ajudar os pecadores a compreenderem as conseqüências do pecado, estes deviam colocar a mão na cabeça do animal e confessar seus pecados a Deus. Era-lhes, então, requerido que matassem pessoalmente o animal como uma oferta pelo pecado e que colhessem o sangue. Isso enfatizava que a transgressão da lei de Deus não era uma questão trivial, e que a morte era o resultado inevitável. O animal sacrificado (geralmente um cordeiro) era símbolo de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, que morreu a segunda morte por nós, para que pudéssemos viver com Deus eternamente.

Essa era a plena extensão da participação do pecador. Desse ponto em diante, o restante do ritual era conduzido por um sacerdote como mediador entre o pecador e Deus. Isso era símbolo de Jesus, nosso Sumo Sacerdote, nosso mediador entre nós e Deus o Pai. "Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus" (1Tm 2:5, NVI).

Dicas

1. Faça um esboço do santuário terrestre e visualize os rituais que ocorriam lá.
2. Elabore uma lista de atividades realizadas pelo sumo sacerdote, e o significado delas.
3. Visite uma fazenda ou outro local em que haja ovelhas e bodes. Acaricie os animais (se possível), e imagine como você se sentiria tendo que matar um deles em sacrifício.
4. Leia a história da crucifixão de Jesus.
5. Partilhe com um amigo o que significa para você o fato de ter Jesus como seu Sumo Sacerdote.

Pablo Lozada | Palm Bay, EUA

Marcadores: , ,