sábado, 18 de junho de 2011

Toque de fé - Resumo Semanal - 18/06/2011 a 18/06/2011

TOQUE DE FÉ
Resumo Semanal - 12/06/2011 a 18/06/2011

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Nutrição na Bíblia - 18/06/2010 a 19/06/2010

Sexta, 18 de junho

Opinião
Por que a boa nutrição é importante?


Se você fosse fazer essa pergunta do título para qualquer treinador físico ou nutricionista, provavelmente iria obter uma resposta entusiástica que talvez lhe tomasse mais tempo do que você disporia para ouvir. Se você fosse fazer essa pergunta para um cristão, creio que a resposta seria semelhante, mas ligeiramente menos estusiástica. Contudo, os cristãos também deviam ter paixão pelo assunto da boa nutrição.

A frase “Se entra lixo sai lixo” descreve o nível de atuação que seu corpo atinge com base naquilo com que ele é abastecido. Ingerir uma alimentação rica em doces, carboidratos simples, gorduras e refrigerantes vai lhe dar uma máquina funcionando vazia, e incapaz de ter uma atuação como Deus pretendia que tivesse. Contudo, abasteça esse mesmo corpo com proteínas magras, cereais, frutas, castanhas e verduras e veja o que acontece!

Deus não criou nosso corpo para falhar. Criou o tipo certo de combustível para ajudá-lo a funcionar com vitalidade. A nutrição é importante para pessoas que desejam ser saudáveis. E a nutrição devia importar para cristãos que desejam ser saudáveis. Mas talvez nem sempre ajamos dessa forma – e isso é um problema.

Se olharmos para nosso corpo como uma máquina finamente ajustada, o que acontecerá se colocarmos o tipo errado de combustível no tanque? É precisamente por isso que a nutrição adequada é importante para a qualidade de vida pela qual lutamos. “Você tem valor infinito. Deus chama seu corpo de ‘templo’ dEle. Ele deseja o melhor para você.”1

Para ser cristãos eficientes, temos que estar nas melhores condições de funcionamento. Viver a vida abundantemente é nosso chamado, e comer de maneira saudável nos ajuda a cumprir esse chamado. “Fazendo algumas mudanças em sua dieta e estilo de vida, você pode viver num plano mais elevado em harmonia com as leis de seu ser. Com esse começo, não dá para dizer aonde uma vida mais abundante vai levar você!”2

Assim como é importante ter um relacionamento de qualidade com Deus, é importante cuidarmos do corpo que Ele nos deu. Na próxima refeição, tenha isso em mente.

1. Tim Crosby, “Why Going Meatless Makes Sense”, How to Go Meatless for Life. Edição especial de Vibrant Life, p. 10.
2. Ibidem.

Mãos à obra

1. Passe 30 a 60 minutos pensando sobre textos bíblicos relativos à alimentação. Quais tratam do aspecto físico? Quais tratam do aspecto espiritual? Quais abrangem as duas coisas?

2. Prepare uma refeição de três pratos, ou até mesmo de um prato, feita inteiramente de alimentos crus – frutas, verduras, castanhas (se você não for alérgico a elas), etc.

3. Comece a cultivar uma horta.

4. Institua um “Dia da Boa Alimentação” para você ou sua família. Isso poderia significar nada de produtos animais, salgadinhos, etc., e pode durar uma semana, um mês, ou mais (quanto mais melhor!).

5. Comece uma coleção de receitas saudáveis.

Wilona Karimabadi | Ellicott City, EUA

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

A Jornada Cristã "COMUNIDADE" - 18/06/2009 a 20/06/2009

Quinta, 18 de junho

Aplicação

Vivendo felizes em comunidade


8. O que Cristo declarou em resposta à pergunta sobre a quem pertence a igreja? Mt 16:18

9. Pense no significado de outros símbolos usados para sublinhar a mesma verdade de que a igreja está fundamentada em Jesus Cristo e que a igreja é dEle, e não nossa. Ef 2:20; Ef 4:15, 16; Ap 1:12-16, 20

Viver em qualquer tipo de comunidade é um desafio constante. E se torna ainda mais empolgante se for em uma comunidade cristã com um só objetivo. Quem convive nesse tipo de comunidade sabe que precisa aprender a se relacionar agora, tendo em mente o futuro quando haverá apenas o grupo de remidos na Nova Terra.

A vivência depende de compreender a si mesmo em primeiro lugar e depois o outro que está ao seu lado. A comunidade cristã (igreja) é composta por pessoas de diferentes formações culturais, religiosas e profissionais, com características totalmente diversas e aptidões múltiplas. É frustrante pensar que o seu irmão necessariamente vai agir da mesma forma como você só porque é um cristão. Ele poderá ter pensamentos e atitudes diferenciados, ainda que a meta seja a mesma que a sua. E isso não deve servir de barreira entre vocês, desestímulo e nem de obstáculo à pregação do evangelho do reino.

Embora não seja possível estabelecer regras inflexíveis e determinantes, algumas dicas podem ajudar na convivência dentro da comunidade cristã:

1. Não pense que somente suas ideias e conceitos são válidos. Alguns cristãos imaginam que, por sua experiência ou conhecimento sobre certos assuntos, não precisam ouvir as demais opiniões e nem considerá-las. Relutam, um tanto arrogantes, em aprender com o que já foi experimentado anteriormente. Siga o conselho bíblico descrito pelo apóstolo Tiago, ao dizer que “todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tg 1:19).

2. Não se afaste da comunidade religiosa por causa de algum problema de relacionamento. A tendência humana, em certas situações, é a busca pelo afastamento do grupo quando ocorre uma dificuldade de relacionamento interpessoal. A brasa longe do fogo logo haverá de se apagar, portanto o ideal é continuar se congregando. Não se esqueça de que a principal razão de ir à igreja é o encontro com Deus e não a reunião social com os irmãos.

3. Desenvolva o altruísmo. Um bom antídoto à dissensão é o trabalho voluntário em prol do outro. Quem geralmente se ocupa em ajudar o irmão tem menos chance de pensar somente em si mesmo, nas suas preferências e estabelecer comparação com os outros.

4. Ressalte as características positivas dos outros. Destacar as qualidades e potencialidades de uma pessoa não é hipocrisia, mas uma maneira bíblica e eficaz de conviver bem. É evidente que, quando há algum erro, talvez seja necessária uma conversa franca entre as partes envolvidas, mas constantemente o importante é evidenciar o que de melhor alguém pode oferecer à comunidade. Não é à toa que Paulo afirma, em Romanos 12:18, que “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”.

Felipe Lemos | São José, SC

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quarta-feira, 18 de junho de 2008

A Eficácia de Seu Ministério Sacerdotal - 18/06/2008 a 20/06/2008

Quarta, 18 de junho

Testemunho
O grande Sumo Sacerdote

3. Que promessa encontramos a respeito de nosso Sumo Sacerdote? Hb 4:16. Que esperança temos?

Cristo derramou Seu sangue uma só vez, em nosso favor; e agora Ele comparece por nós na presença de Deus como nosso sumo sacerdote (v. 24-28). Podemos nos achegar a Esse grande sumo sacerdote em total confiança de sermos aceitos, pois Ele conhece por experiência as lutas do ser humano. Como Homem, Ele pode nos compreender; como Deus, Ele pode nos salvar.

"As instruções do Senhor foram: ‘Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do Senhor continuamente.’ Êx 28:29. Assim Cristo, o grande Sumo Sacerdote, pleiteando com Seu sangue diante do Pai, em prol do pecador, traz sobre o coração o nome de todo pecador arrependido e crente" (Patriarcas e Profetas, p. 351).

"A vinda do Senhor a Seu templo foi súbita, inesperada, para Seu povo. Não O buscaram ali. Esperavam que viesse à Terra, ‘como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho’. 2Ts 1:8. ... Ser-lhes-ia proporcionada luz, dirigindo-lhes a mente ao templo de Deus, no Céu; e, ao seguirem eles, pela fé, ao Sumo Sacerdote em Seu ministério ali, novos deveres seriam revelados. Outra mensagem de advertência e instrução deveria dar-se à igreja" (O Grande Conflito, p. 424, 425).

"Assim como Cristo, por ocasião de Sua ascensão, compareceu à presença de Deus, a fim de pleitear com Seu sangue em favor dos crentes arrependidos, assim o sacerdote, no ministério diário, aspergia o sangue do sacrifício no lugar santo em favor do pecador" (Patriarcas e Profetas, p. 357).

"Na oferta do incenso, o sacerdote era levado mais diretamente à presença de Deus do que em qualquer outro ato do ministério diário. ... Como naquele cerimonial típico o sacerdote olhava pela fé ao propiciatório que não podia ver, assim o povo de Deus deve hoje dirigir suas orações a Cristo, seu grande Sumo Sacerdote que, invisível aos olhares humanos, pleiteia em seu favor no santuário celestial" (Ibid., p. 353).

"No grande dia da paga final, os mortos devem ser ‘julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras’. Ap 20:12. Então, pela virtude do sangue expiatório de Cristo, os pecados de todo verdadeiro arrependido serão eliminados dos livros do Céu" (Ibid., p. 357, 358).

Carmen Lozada | Melbourne, EUA

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