quinta-feira, 14 de julho de 2011

O sábado e a adoração - 14/07/2011 a 16/07/2011

Quinta, 14 de julho

Aplicação
Na beleza da Sua santidade


A adoração no sábado não deveria ser sempre um mero ritual. Ela deveria refletir nossa conexão e relacionamento com Deus. Ele nos criou e, por isso, é digno de toda a honra e o louvor (Sl 48:1; 96:4; 145:3). Nos dias em que tudo está correndo bem e nosso céu emocional está ensolarado e brilhante, a adoração provavelmente seja apresentada em forma de agradecimento. Porém, nos dias em que as tormentas da vida desabam sobre nós, a adoração pode envolver clamar ao Senhor com oração e súplicas.

O Senhor deseja que falemos com Ele assim mesmo como falamos com nossos amigos. Ele quer que levemos a Ele nossos pensamentos mais profundos, nossas maiores necessidades, nossos desafios, nossas fraquezas e nossas alegrias.

O sábado deve nos tornar renovados e rejuvenescidos para a nova semana.

Eis alguns passos que certamente nos ajudarão a adorar dessa maneira:

Seja honesto em sua adoração. Se tivemos uma semana difícil, Deus quer ouvir sobre isso. É verdade que Ele sabe de tudo, mas quer que Lhe contemos. Davi escreveu, “Clamo ao Deus Altíssimo, a Deus, que para comigo cumpre o Seu propósito” (Sl 57:2). Nós podemos fazer o mesmo!

Sempre inclua louvor e gratidão em sua adoração. Independentemente do que esteja acontecendo em nossa vida.

Adore a Deus de formas variadas. Deveríamos incluir não somente oração, mas também canções e leituras inspiradoras em nossa adoração. A variedade nos ajuda a evitar o tédio em nossa jornada espiritual e a prestar atenção àquilo que Deus está tentando nos dizer por meio de nossa adoração a Ele. Uma oração curta no início, pedindo a Deus que conduza a adoração é sempre uma boa ideia. Quando permitirmos que Ele nos guie, sempre seremos agraciados com as maravilhas que Ele fará.

Pense nisto


1. Como os rituais de adoração podem atrapalhar alguém?
2. Como você descreveria a adoração ideal para o serviço de sábado?

Mãos à Bíblia


7. Leia o convite de Jesus para o descanso, em Mateus 11:28-30. Como o sábado se encaixa com o que Jesus nos diz ali?

Embora qualquer um possa dizer que está descansando em Cristo, o sábado nos oferece a manifestação real e física desse descanso. O sábado promete realizar o que é possível por meio da obra restauradora de Cristo. Ele nos dá esperança para o futuro, no eterno sábado de descanso final. Mas, o mais importante de tudo, o sábado nos supre a maior de todas as necessidades humanas: adorar algo ou alguém. Em Sua grande sabedoria, Deus nos deu o sábado como um dia reservado para adoração, um dia para ser usado em Sua honra e louvor.

Arlette Wildman – Calivigny, Granada

Marcadores: , , ,

quarta-feira, 14 de julho de 2010

“Todos pecaram” - 14/07/2010 a 17/07/2010

Quarta, 14 de julho

Evidência
Claro como o dia


Ao se discutir o pecado, é importante compreender a natureza humana. A Carta aos Romanos nos ajuda a fazer isso. Ao contar muitos eventos, a Bíblia claramente nos dá evidências do que consiste a natureza humana. Por exemplo, as cidades de Sodoma e Gomorra estavam cheias de incesto, abuso sexual e embriaguez (Gn 18; 19). Também vemos o lado invejoso da natureza humana pecaminosa na história de José e seus irmãos (Gn 37).

Uma vez mais, a embriaguez e a atividade sexual imprópria, além da ira, desempenham uma parte terrível na morte de João Batista (Mt 14:1-12). A mentira e a ganância puseram um fim abrupto à vida de Ananias e Safira, quando procuraram reter parte do dinheiro que tinham prometido dar para o trabalho da igreja (At 5:1-10). Todos esses exemplos são evidências do pecado, um dos assuntos do livro de Romanos.

E quanto aos nossos dias? O pecado está presente em toda parte hoje. Tudo o que temos a fazer é assistir ao noticiário, ler o jornal ou navegar na internet para constatar que crimes de todos os tipos são cometidos em toda parte o tempo todo. E a Bíblia é clara: todos pecaram – até mesmo eu e você!

Assim como a Bíblia ensina claramente que todos pecaram, mostra também a cura para o pecado. Quando ela menciona que pessoas como Jó, Noé e Isabel eram “irrepreensíveis”, “justos” e “benditos”, não está dizendo que eles eram sem pecado. O que está dizendo é que confiavam plenamente em Deus para a sua salvação, e seus atos mostravam essa fé.

Mãos à Bíblia


Em Romanos 1, Paulo lidou especificamente com os pecados dos gentios, aqueles que caíram nas práticas mais degradantes. Porém, o apóstolo também analisou seu próprio povo. Apesar de todas as vantagens que receberam (Rm 3:1, 2), os judeus também eram pecadores, condenados pela lei de Deus e carentes da graça salvadora de Cristo. Portanto, no sentido de serem pecadores, judeus e gentios estavam no mesmo barco.

5. Contra que perigo Paulo adverte os judeus? Que mensagem devemos todos nós, judeus ou gentios, tirar dessa advertência? Rm 2:1-3, 17-24

Roxana Lisset Cruz-Jovel – Santa Tecla, El Salvador

Marcadores: , , ,

terça-feira, 14 de julho de 2009

Andando na Luz - 14/07/2009 a 18/07/2009

Terça, 14 de julho

Testemunho

"Para Sua maravilhosa luz"


“Na manifestação de Deus a Seu povo, a luz fora sempre um símbolo de Sua presença. ... Deus é luz; e nas palavras: ‘Eu sou a luz do mundo’, Cristo declarou Sua unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora Ele que, no princípio, fizera com que ‘das trevas resplandecesse a luz.’ 2 Co 4:6. Ele é a luz do Sol, e da Lua, e das estrelas. Era Ele a luz espiritual que, em símbolo e tipo e profecia, brilhara sobre Israel. Mas não somente para a nação judaica fora dada essa luz. Como os raios solares penetram até aos mais afastados recantos da Terra, assim a luz do Sol da Justiça resplandece sobre toda alma. ‘Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo.’ ... ‘A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus’” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 464).

“Cristo não encontra súditos já habilitados para o Seu reino, mas Ele os qualifica pelo Seu divino poder. Os que morreram [estavam mortos – N.T.] em ofensas e pecados são revividos para a vida espiritual. ... Cristo atrai-os para Si mediante invisível poder. Ele é a luz da vida, e os inspira com o Seu Espírito. Ao serem atraídos para dentro da atmosfera espiritual, veem que eles têm sido feitos o divertido objeto das tentações de Satanás, e que têm estado sob o seu domínio; mas quebraram o jugo das concupiscências carnais, e recusaram ser servos do pecado. ... Contemplando a Jesus, obedecendo as Suas ordens, cresceram no conhecimento de Deus e de Jesus Cristo a quem Ele enviou. Assim tornam-se mudados em sua imagem de caráter para caráter, até que ficam distintos do mundo, e deles pode ser escrito: ‘Vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz...’. 1 Pe 2:9 e 10” (Ellen G. White, Maravilhosa Graça [MM 1974], p. 50).

Mãos à Bíblia

De acordo com 1 João 5:17, o pecado é injustiça ou mau procedimento. É o afastamento da vontade de Deus. E esse afastamento leva à morte espiritual.

5. 1 João 1:7 e 9 contém promessas divinas a respeito da solução para o problema do pecado. Quais são elas e como podemos torná-las uma realidade em nossa vida?

O perdão dos pecados se tornou possível graças à morte de Cristo. Porque transgredimos a lei e, portanto, merecemos a morte, Ele morreu em nosso lugar e nos libertou da condenação eterna. Ainda mais, Seu sangue nos purifica de todo pecado. Porém, do nosso lado, a confissão dos pecados é necessária. A palavra confessar, em 1 João 1:9, pode significar admitir e também reconhecer. O texto não menciona a quem os pecados precisam ser confessados. Certamente, Deus está envolvido, porque na parte seguinte do verso, ouvimos que se os pecados forem confessados, Deus é fiel e justo e perdoará nossos pecados.

Anikah H. Salim | Loma Linda, EUA

Marcadores: , , ,

segunda-feira, 14 de julho de 2008

João Batista: Preparando o caminho para Jesus - 14/07/2008 a 18/07/2008

Segunda, 14 de julho

Exposição
Testemunha com poder e Espírito

Será que João tinha escolha para fazer diferente do que Deus predisse? Embora as questões da presciência de Deus e o nosso livre-arbítrio tenham desafiado os teólogos e filósofos por séculos, podemos estar certos de uma coisa: João precisava de uma preparação especial para a obra que deveria empreender.

3. Qual foi o preparo de João para seu ministério? Que princípios podemos tirar daqui para fortalecer nossa vida espiritual? Lc 1:15, 80

João seria cheio do Espírito Santo “já do ventre materno” (Lc 1:15), mesmo assim precisava da preparação encontrada na aridez do deserto.

Obra de preparo (Mt 3:1-4; Lc 1:5-17; Cl 2:8). Sermos comparados a Elias significa que temos uma responsabilidade muito grande. E que dizer dessa expectativa ter sido colocada sobre você antes mesmo de você nascer? Mas quando Deus tem uma obra especial para fazermos, Ele sempre provê tudo o que precisamos para realizar a tarefa.

Deus Se certificou de que João Batista tivesse pais piedosos e deixou-lhes claro como deviam criar o filho. Uma passagem comum pela vida não o teria preparado para a obra extraordinária que ele tinha à frente. Embora a Bíblia não tenha muito a dizer sobre sua infância, a julgar por aquilo que João se tornou, seus pais devem ter feito o que o Senhor os instruiu a fazer.

Quando João chegou à juventude, teve que decidir em que “universidade” iria estudar. Fico imaginando o que as pessoas pensaram quando ele desistiu de sua bolsa de estudos para o seminário e saiu da cidade. “Havia uma grande obra designada para o profeta João, mas não havia escola na Terra com a qual ele pudesse se associar. Seu aprendizado precisava ser obtido fora das cidades, no deserto. As Escrituras do Antigo Testamento, Deus, e a natureza que Deus criara, deviam ser seus livros de estudo” (Ellen G. White, The SDA Bible Commentary,v. 5, p. 1.115).

Deus precisa de obreiros em todos os lugares e colocou Seus seguidores em vários lugares do mundo, tanto em grandes cidades como em áreas rurais. Não importa onde Ele nos haja colocado, tornou disponíveis a nós os instrumentos de que precisamos para nos preparar a fim de participarmos da pregação da mensagem final.

Não precisamos sair da escola, deixar o emprego, abandonar nossos familiares e amigos, ou nos tornar vegetarianos e ficar vagando pelas margens de um rio deserto como o Amazonas ou o Yukon. Mas precisamos nos guardar contra influências mundanas. Precisamos escolher um ambiente e atividades que nos dêem tempo de comungar com Deus. O alinhar-nos com Seus propósitos exige mais do que guardar o sábado. Exige toda uma vida de concentração.

Dizer a verdade (Mt 3:7-12; Lc 3:3-18). Não havia discursos fantásticos nem dissecação de detalhes teológicos. Em vez disso, João usava linguagem simples, direta. Não transmitia “mensagens calorosas”, e não estava preocupado em ser politicamente correto. João não sentia necessidade de reformular seu sermão só porque alguém do escritório da Associação ia aparecer. Ele já havia passado tempo suficiente com Deus para ser capaz de discernir claramente o certo do errado, e não tinha timidez para salientar a diferença entre um e outro. “Deus não manda mensageiros para lisonjear o pecador. Não transmite mensagem de paz para embalar os não santificados numa segurança fatal. Depõe pesados fardos sobre a consciência do malfeitor, e penetra a alma com as setas da convicção” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações,p. 104).

Havia algo na pregação de João que atraía a atenção das pessoas. Elas vinham de toda parte para ouvi-lo, e muitas atendiam a suas palavras. O que faz nossa pregação parecer, às vezes, um pouco anêmica? Talvez meramente pronunciar as palavras não seja suficiente. Talvez fôssemos mais convincentes se nossas palavras e atitudes fossem consistentes com nossa mensagem. Somente com Cristo em nosso coração seremos capazes de falar firmemente, porém, com a compaixão necessária para convencer as pessoas.

Serviço fiel (Mt 14:1-12; Jo 3:25-30). João reconhecia quando havia cumprido o chamado de Deus e estava disposto a prosseguir para a fase seguinte de sua vida. Ele não precisava receber uma plaquinha da igreja em homenagem a seu serviço dedicado. Apontar Cristo aos outros era sua recompensa (Jo 3:29). E seu serviço resoluto para Deus acabou custando-lhe a vida.

Hoje, nossa ligação com Cristo precisa ser tão forte, nosso caráter tão profundamente arraigado nEle, que possamos permanecer como fiéis mensageiros não importando o que aconteça. “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, Educação, p. 57).

Agora é nossa vez (Mt 28:19, 20; Ap 14:6-12). A comissão evangélica deixa claro que os seguidores de Cristo têm um trabalho a fazer. A mensagem pregada por João Batista precisa ser proclamada como nunca antes. Estejamos prontos ou não, Cristo está vindo novamente. E será a última vez!

Não parece haver muitas barreiras para proclamarmos essa mensagem. A tecnologia do satélite tornou a comunicação possível do pico do Everest até o fundo do Grand Canyon. Virtualmente, qualquer computador em qualquer lugar pode acessar um mundo de informações via internet. Mesmo com medidas adicionais de segurança, a viagem entre países e continentes nunca foi mais rápida nem mais fácil (Ver Lc 3:5).

A maior barreira que resta para que o mundo ouça as três mensagens angélicas bem que pode ser nós mesmos. Quão clara é a sua voz? Podemos ser entendidos? Temos alguma coisa a dizer que valha a pena? Em outras palavras, quão eficaz é nosso testemunho?
Pense nisto

1. Como podemos ter o poder e o espírito de Elias?
2. Do que ou de quem suas palavras e atitudes diárias dão testemunho?

Dallas Estey | Prairieville, EUA

Marcadores: , , ,