quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 04/08/2011 a 06/08/2011

Quinta, 4 de agosto

Aplicação
Cantando a respeito do Salvador


Enquanto o mundo adora as “estrelas” e as criaturas formadas por Deus rapidamente elogiam suas próprias realizações, a vida cristã deve ser uma oferta contínua de louvor ao nosso Salvador. Mas como podemos louvá-Lo neste mundo hostil? Podemos fazê-lo contando aos outros quanto Ele significa para nós. Jesus é o nosso Criador (Gn 1:1; Jo 1:3). Ele é o nosso meio de fuga da escravidão do pecado (Jo 3:16, 17). Ele é o Cordeiro que nos santifica (Gn 22:8; Jo1:29) e o Bom Pastor, que dá a vida por Suas ovelhas (Jo 10:11, 15). Sem Ele, a vida seria impossível.

Jesus Se regozija conosco, por meio de canções (Sf 3:17). Quando estamos vivendo pela fé na Palavra, nos regozijamos nEle por intermédio da música. De que formas podemos dar a Deus o primeiro lugar em nossa vida e, com alegria, elevar nossas vozes em louvor a Ele?

Ensine de Cristo. As Escrituras testificam de Jesus (Jo 5:39), nosso Pão diário (Jo 6:35). Ensinemos a Palavra diligentemente, não apenas para nossos filhos biológicos, mas também para nossos filhos espirituais – todos aqueles a quem estivermos guiando na Verdade.

Reflita Cristo. Precisamos permitir que o Espírito Santo controle completamente nossos pensamentos e ações (Gl 5). Ao “cantarmos” a Palavra por meio de nossa vida, daremos a Deus a glória que Ele merece.

Brilhe verdadeiramente. Temos que brilhar por Jesus onde quer que estivermos (Is 60:1; Dn 12:3; Êx 19:5). Por sermos Suas estrelas cantoras, não podemos permitir que haja em nós nada que O entristeça (Sl 139:23, 24).

Pense nisto


1. Cristo é a razão pela qual os sentimentos de Davi em relação à lei eram tão positivos (Sl 119). Por que você ama Jesus? Faça uma lista de motivos.
2. De que maneiras você pode transformar sua casa no lar de Cristo, seu corpo em Seu templo e seu tempo, no dEle?

Mãos à Bíblia

Embora tenhamos acesso a alguns dos temas e letras das canções divinamente inspiradas, não temos as músicas. Na realidade, adoramos em conexão com a cultura em que vivemos, e que, em certa medida, exerce influência sobre nós e nossa música. Essa pode ser uma coisa boa, ou pode ser algo ruim.

7.
Leia os textos a seguir. Que princípios eles nos dão, que devem nos guiar no tipo de música utilizada em nossa adoração? 1Co 10:31; Fp 4:8; Cl 1:18

O importante na música de adoração é que ela nos conduza ao mais nobre e melhor, que é o Senhor. O tipo de música de que precisamos para nossa adoração é aquele que pode nos levar ao pé da cruz e que pode nos ajudar a perceber o que nos foi dado em Cristo.

Bianca McArthur – Penguin, Austrália

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domingo, 1 de agosto de 2010

Panorama da salvação - 04/08/2010 a 07/08/2010

Quarta, 4 de agosto

Testemunho
O plano da redenção


“Os anjos não puderam regozijar-se ao desvendar-lhes Cristo o plano da redenção; pois viram que a salvação do homem deveria custar a indizível mágoa de seu amado Comandante. Com pesar e admiração escutaram Suas palavras ao contar-lhes Ele como deveria descer da pureza e paz do Céu, de sua alegria, glória e vida imortal, e estar em contato com a degradação da Terra, para suportar suas tristezas, ignomínia e morte. Ele deveria ficar entre o pecador e a pena do pecado; poucos, todavia, O receberiam como o Filho de Deus. Deixaria Sua elevada posição como a Majestade do Céu, apareceria na Terra e Se humilharia como um homem, e, pela Sua própria experiência, familiarizar-Se-ia com as tristezas e tentações que o homem teria de enfrentar. Tudo isso seria necessário a fim de que Ele pudesse socorrer os que fossem tentados (Hb 2:18). ...

“Cristo assegurou aos anjos que, pela Sua morte, resgataria muitos e destruiria aquele que tinha o poder da morte. Recuperaria o reino que o homem perdera pela transgressão, e os remidos deveriam herdá-lo com Ele e nele habitar para sempre. Pecado e pecadores seriam extintos, para nunca mais perturbarem a paz do Céu ou da Terra. Ele ordenou que o exército angélico estivesse de acordo com o plano que Seu Pai aceitara e se alegrasse de que, por Sua morte, o homem decaído pudesse reconciliar-se com Deus.

“Então alegria, inexprimível alegria, encheu o Céu. A glória e bem-aventurança de um mundo remido sobrepujaram mesmo a angústia e sacrifício do Príncipe da vida” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 64, 65).

Mãos à Bíblia


6. O que esses textos revelam a realidade do pecado antes de a lei ter sido apresentada no Monte Sinai? Gn 4:7; 18:20; Is 14:12-14; Ez 28:12-19

Devemos lembrar que o pecado não é apenas a transgressão de mandamentos específicos, mas um ataque ao princípio básico do governo de Deus, que é o amor. O caráter e os princípios de Deus já existiam desde a eternidade (Sl 25:6). Os mandamentos foram a maneira didática que Deus usou para nos ensinar a identificar e rejeitar o mal. Portanto, antes do Sinai, eles já existiam não nas mesmas palavras, mas subjetivamente no caráter santo de Deus.

7. Com que propósito Deus nos revela a lei? Rm 5:20, 21

Através dos mandamentos, podemos descobrir qual é nossa real condição espiritual e assim buscar a solução em Cristo.

Daniel Odhiambo – Nairóbi, Quênia

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Andando na Luz: Rejeitando os Anticristos - 04/08/2009 a 08/08/2009

Terça, 4 de agosto

Exposição
O anticristo... um engano


Que é a “última hora”? (1Jo 2:18). A Bíblia mostra que nos últimos dias haverá um poder enganador chamado anticristo. Ela também identifica vários períodos em que certas verdades se tornaram a verdade presente fundamental para a igreja e o mundo (por exemplo, a pregação de Noé sobre o Dilúvio; João Batista pregando sobre a vinda do Messias; e João, no Apocalipse, escrevendo sobre um povo que tem a fé de Jesus e guarda os mandamentos de Deus). Além disso, ela especificamente identifica um período de engano em massa que ocorreria exatamente antes do encerramento do tempo de graça para os seres humanos e da segunda vinda de Jesus. Este engano é comandado por Satanás, o arquianticristo, pois ele age através de seus vários agentes que são também anticristos (2Ts 2:1-12; Ap 13:13, 14). Esse período é de fato a última hora para qualquer pessoa que aceite a salvação.

Sobre qual ameaça João estava advertindo seus leitores (Dn 7:25; 2Ts 2:3, 4)? João advertiu que os últimos dias da história da Terra seriam caracterizados por mentiras e levariam pessoas à perdição. Daniel 7:25 nos conta sobre o anticristo que mente sobre a lei de Deus, mudando-a. Em 2 Tessalonicenses 2:3 e 4 nos é dito que há um espírito que se encontra por trás de todos os anticristos.

Há diferença entre o anticristo e os anticristos? (1Jo 2:22). O anticristo é o próprio Satanás. Anticristos são aqueles que escolhem ser seus agentes. Eles proclamam que Jesus não veio em carne. Negam a igualdade de Jesus com Deus e a verdadeira relação entre o Pai e o Filho. Além disso, vão ao ponto de se denominarem Deus. Dizem que têm a capacidade de fazer coisas que só Deus pode fazer, como perdoar pecados. “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2:22, NVI).
A Bíblia diz claramente que há apenas um Deus verdadeiro. Nem mesmo Ele conhece algum outro deus (Is 44:6, 8). Ele Se define como o Primeiro e o Último. Isto é, Ele forma as fronteiras de toda a existência.

Deus enviou Seu próprio Filho em semelhança (homoioma – mesma forma) de carne pecaminosa, e condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei pudesse ser cumprida em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito (Rm 8:3, 4). Porque a carne é fraca, os justos princípios da lei de Deus não podem ser demonstrados em carne pecaminosa sem ajuda externa.

“O Senhor Deus desceu ao nosso mundo revestido da humanidade, para que pudesse realizar em Sua própria vida o misterioso conflito entre Cristo e Satanás. Ele venceu os poderes das trevas. Toda essa história está dizendo ao homem: Eu, o seu Substituto e Penhor, assumi sua natureza, mostrando-lhe que todo filho e filha de Adão tem o privilégio de se tornar participante da natureza divina e, por Meu intermédio, de apoderar-se da imortalidade” (Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 379).

O espírito do anticristo diz que Cristo veio numa forma especial que não podia pecar, negando assim, ou rejeitando, o feito alcançado por Cristo, desculpando o pecado na carne, e declarando que ninguém, senão Cristo, pode viver acima do pecado, uma vez que a carne de Cristo era diferente da nossa. Essas são as pedras fundamentais da teologia do anticristo, que formam conceitos como a Imaculada Concepção ou o conceito ariano de que Cristo é um ser criado. Com esse conhecimento, é possível não só identificar o espírito essencial do anticristo, mas também evitá-lo.

O que significa permanecer em Cristo? (Jo 15:1-17). João nos diz que, se permanecermos em Cristo, podemos escapar das mentiras do anticristo, porque o Espírito de Deus é o Espírito da verdade. Precisamos ser participantes dessa verdade que nos transforma à imagem de Cristo.

Como os cristãos devem pôr à prova o espírito? (1Jo 4:2). Não devemos acreditar em toda doutrina, não importa quão plausível possa parecer, a menos que ela esteja de acordo com a Palavra de Deus. Os ensinos de Deus mostram que, pelo fato de Cristo ter realmente vindo em carne, foi capaz de nos deixar um exemplo de como vencer o pecado. E se o Espírito Santo vive em nosso coração, seremos capazes de seguir Seu exemplo (Rm 6:14). O ensino espiritual de que nunca podemos vencer o pecado nesta vida é um dos sofismas fatais de Satanás. Vencer o pecado não é uma opção. É essencial no plano da salvação.

“Por meio dos defeitos do caráter, Satanás trabalha para obter o domínio da mente toda, e sabe que, se esses defeitos forem acariciados, será bem-sucedido. Portanto, está constantemente procurando enganar os seguidores de Cristo com seu fatal sofisma de que lhes é impossível vencer. Mas Jesus apresenta em seu favor Suas mãos feridas, Seu corpo moído; e declara a todos os que desejam segui-Lo: ‘A Minha graça te basta’ (2 Co 12:9). ... Ninguém, pois, considere incuráveis os seus defeitos. Deus dará fé e graça para vencê-los” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 489).

Mãos à Bíblia

É interessante que, tão cedo, o inimigo tenha buscado dividir os crentes pela introdução de falsos ensinos. Como adventistas, temos o mesmo problema dos ensinos falsos, que ameaçam nos dividir.

4. Que diz a epístola a respeito dos que tentam difundir falsos ensinos entre nós? 1Jo 2:19
João parecia estar enfrentando vários ensinos heréticos sobre Jesus. Alguém pode ter ensinado que Cristo foi um ser humano apenas na aparência, mas não em realidade. Outro pode ter enfatizado que Cristo entrou no ser humano Jesus no batismo e O deixou antes da crucifixão. Outros, ainda, podem ter rejeitado Jesus como o Messias.

5. Compare 1Jo 2:18-27 com 1Jo 4:1-6. Mesmo advertindo sobre o anticristo e seus falsos ensinos, que certezas e esperança João deu a seus leitores? Que esperança podemos tirar dessas passagens para nós mesmos?

Note o paralelo entre 1 João 2:21 e 1 João 4:6. Nesses dois casos, uma grande defesa contra esses erros é o conhecimento de Deus, o conhecimento da verdade.

Burnett Afflick | St. Thomas, Jamaica

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

O Compassivo Salvador - 04/08/2008 a 09/08/2008

Segunda, 4 de agosto


Evidência
O lado "humano" de Cristo

3. Uma olhada nos seguintes textos revela outra característica do ministério de Cristo. Qual é ela? Que mensagem importante podemos aprender com respeito ao ministério dEle? Jo 3; 4; 9:1-7

O fundamento do ministério de Jesus era o contato pessoal. Ele “andava… de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus” (Lc 8:1).

Como Jesus Se tornou um Salvador tão compassivo? Para descobrir a resposta a esta pergunta, precisamos olhar para o “Sitz im Leben” – Sua verdadeira “situação de vida”.

Quando Jesus nasceu, o mundo estava em profundo pecado, e a comunidade na qual Ele cresceu era o que hoje poderíamos chamar de favela. Nazaré era conhecida por sua impiedade, e os habitantes dessa comunidade eram geralmente olhados desfavoravelmente por muitos (Jo 1:46). Assim, Jesus cresceu e viveu num lugar onde Seu caráter foi sem dúvida posto a prova. Contudo, a Bíblia diz claramente que, enquanto Ele crescia, desenvolvia grande capacidade mental e física. Ele permanecia calmo e paciente e exercitava compaixão sem sacrificar a integridade. Com mãos prestativas sempre prontas a servir os outros, a vida de Cristo revelava a graça da cortesia abnegada.

Também lemos que Jesus não recebeu educação com os rabis, que comumente reprimia as mentes jovens (ver O Desejado de Todas as Nações, p. 69). Em vez disso, “Sua mãe foi Seu primeiro mestre humano. Dos lábios dela e dos rolos dos profetas, aprendeu as coisas celestiais. As próprias palavras por Ele ditas a Moisés para Israel, eram-Lhe agora ensinadas aos joelhos de Sua mãe” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 70). Hoje em dia, a pesquisa científica mostra que, quando as crianças têm um bom relacionamento com a mãe, são mais capazes de mostrar compaixão para com os outros.*

Os evangelhos estão cheios de evidências quanto à natureza compassiva de Jesus. Leia uma dessas histórias em Marcos 5:35-42. Jesus nunca realizou um milagre para Seu próprio benefício. Ele sempre agia movido pela compaixão aos outros. As pessoas que Ele mais ajudou eram como as pessoas com quem Ele cresceu em Nazaré. Eram aqueles que os líderes religiosos de Seus dias consideravam imundos. Eram as pessoas que a sociedade polida tomava todas as precauções para evitar. Essa compaixão é a verdadeira compaixão, não maculada por motivos egoístas.

* Institute for American Values. Hardwired to Connect: The New Scientific Case of Authoritative Communities. (New York, NY: Institute for American Values, 2003), p. 26.

Rose Achieng | Huruma, Quênia

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