sexta-feira, 30 de julho de 2010

A justificação e a lei - 30/07/2010 a 31/07/2010

Sexta, 30 de julho

Opinião

O espelho


O espelho é um ótimo exemplo da função da lei. Um espelho não pode mudar nossa aparência. Ele não tem opiniões. Sua função é simplesmente mostrar as coisas como são. Quando você precisa se arrumar para sair, é preciso olhar-se em um espelho. Olhando-se no espelho, você considera sua aparência, reflete sobre seu porte e pensa sobre a maneira com que outros irão vê-lo(a). Olhado-se no espelho, você reconhece que, a fim de ter a melhor aparência possível, certas mudanças devem ser feitas. Aqui é que começa a dificuldade, pois cobrimos nossos defeitos, escondemos nossas imperfeições e nos preocupamos com o que as pessoas iriam pensar se nos vissem como realmente somos.

Às vezes, ocorre exatamente o mesmo com o espelho de Deus. Desejamos genuinamente ser o que Ele quer para nós, mas, depois de nos enxergar no espelho de Sua lei, muitas vezes ficamos desanimados por não estarmos à altura de Seu padrão. Tentamos nos limpar sem Jesus, mas não conseguimos. Tentamos mascarar nossas deficiências, mas as dificuldades da vida sempre as revelam. Olhando no espelho, compreendemos o que verdadeiramente somos: pecadores em desesperada necessidade de um Salvador.

Então, surge a beleza do evangelho. Cristo está disposto a fazer por nós o que não podemos fazer por nós mesmos. Ele tem o poder de nos justificar, de nos fazer novas criaturas.

Por outro lado, o espelho da lei de Deus não nos mostra apenas o que realmente somos, mas o que podemos ser pela graça de Cristo. A lei de Deus é um reflexo de Seu caráter misericordioso, perdoador, gracioso, paciente e rico em bondade e verdade. Por isso, ela é um modelo para nossa vida (Êx 34:6, 7). Como cristãos, precisamos nos olhar no espelho de Deus, não no nosso.

Mãos à obra


1. Leia os capítulos 3 e 4 de Romanos. Anote todas as coisas que podemos fazer para estar na condição ideal para com Deus. Quantas você encontrou? Quais são elas? Que características Deus descreveu como pertencendo a todos nós?

2. Descreva sua experiência pessoal de encontro com Cristo e início de relacionamento com Ele e como esse relacionamento influencia você e é expresso em sua vida.

Julian Paul Wesley Thompson – Reading, Inglaterra

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Andando na Luz: Renunciando ao mundanismo - 30/01/2009 a - 01/08/2009

Quinta, 30 de julho

Aplicação
Escape da corrida de ratos!


Você está correndo em círculos sem parar? Já ficou pensando se e quando isso vai mudar? Temos medo de que vai acontecer o que se mudarmos nosso foco? Talvez esteja nossa reputação em jogo ou seja a competição sem tréguas. De toda maneira, qual é o objetivo de toda a nossa atividade? Estamos de alguma forma ameaçados de extinção? Se reconhecemos que o mundanismo está nos roubando bênçãos temporais fundamentais, bem como a vida eterna, como fazemos para nos livrar desse monstro? Eis abaixo alguns passos simples que podemos dar na busca de libertação do mundanismo:

Passe tempo diariamente meditando no sacrifício de Jesus Cristo. O Rei do Universo pôs de lado Seus amigos, Sua coroa, manto, trono e paz para andar nesta vida miserável. “Se todos tivessem em mente e pudessem, em pequeno grau que fosse, apreciar o imenso sacrifício feito por Cristo, haveriam de se sentir repreendidos por seus temores e supremo egoísmo” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 198).

Conscientize-se de seus pensamentos e examine-os. Provérbios 23:7 diz: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é” [o ser humano]. Se estivermos constantemente concentrados no eu, é mais provável que sejamos envolvidos na extenuante busca do mundanismo.

Passe muito tempo em oração e estudo da Bíblia. Quando nos curvarmos humildemente diante de Cristo, Ele responderá com uma compreensão que geralmente desafia nossos vícios – preocupação, cobiça, egoísmo e medo de passar necessidade.

Seja fiel na devolução dos dízimos e ofertas. Olhe para as promessas que se encontram em Malaquias 3:8-12. Em vez de restringir nosso conforto, o ato de dar com mais frequência resulta num profundo senso de liberdade.

Considere Colossenses 2:8: “Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos por meio de argumentos sem valor, que vêm da sabedoria humana. Essas coisas vêm dos ensinamentos de criaturas humanas e dos espíritos que dominam o Universo e não de Cristo.” Estamos ouvindo as pessoas certas? Obviamente, não se pode acreditar que todo mundo vai jogar limpo no jogo da vida. Escape da corrida de ratos! Ouse confiar em Deus.

Mãos à Bíblia

No verso 16 o apóstolo apresenta a primeira razão por que não devemos amar o mundo: o amor do mundo e o amor do Pai são incompatíveis. No verso 17, João acrescenta uma segunda razão: o mundo é passageiro. É melhor e mais sábio escolher o que permanece. Fazendo isso, nós mesmos também permaneceremos – isto é, viveremos para sempre.

6. O que a Bíblia ensina em outras passagens sobre a natureza transitória do mundo? Dn 2:35; 1Co 7:31; 2Pe 3:10-12

Em um mundo que está passando, e nós juntamente com ele, as soluções políticas nunca podem ser a solução final. Não vamos nos sentir tão à vontade aqui que esqueçamos nosso alvo eterno. Não vamos comprometer nosso amor a Deus deixando-nos atrair por aquelas coisas e atitudes que são hostis a Ele.

Lisa Poole | Elbert, EUA

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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Jesus e seus Discípulos - 30/07/2008 a 02/08/2008

Quarta, 30 de julho

Evidência
A tarefa de todos

6. Além de pregar o evangelho, o que mais estava envolvido na missão dos discípulos? Mt 10:7, 8

Os discípulos deveriam ensinar e pregar, mas também atender às necessidades físicas das pessoas.

7. Passe os olhos em Levítico 25:8-54. Qual parece ter sido a maior preocupação moral nesse plano? Que princípio o Senhor estava ensinando ao Seu povo?

Como Ellen White diz, “havia uma salvaguarda contra os extremos ou da riqueza ou da pobreza” (Educação, p. 43). No ano do jubileu, todos os escravos também deviam ser libertados, e todas as dívidas deviam ser canceladas.

Jesus instruiu Seus discípulos a terem um ministério equilibrado. Certamente, eles deviam preparar as pessoas para o reino do Céu, mas também cuidar das necessidades delas – inclusive as físicas e sociais.

Ao longo de toda a Bíblia, a mais importante tarefa já designada a uma mulher ou homem é a obra de pregar o evangelho. Mas no mundo de hoje muitos evangelistas, especialmente evangelistas da TV, já lucraram muito através de seu ministério, de forma que seu maior interesse parece ser as mansões em que vivem, em vez das pessoas que devem ganhar.

Nos países em desenvolvimento, é muito comum se ver um homem ou mulher pregando a Palavra de Deus nos ônibus. Mesmo alguns que não têm emprego escolheram fazer isso como uma forma de tirar dinheiro do bolso das pessoas. Mas Cristo instruiu Seus discípulos a não pedirem donativos – dinheiro, alimento ou roupas – em troca do evangelho que pregassem. Uma vez que eles o haviam recebido de graça, deviam dá-lo de graça (Mt 10:8-10).

Pedro, Tiago, João e André tinham seu próprio emprego antes de encontrarem a Jesus. E a Bíblia deixa claro que Pedro era casado, porque tinha sogra (Mt 8:14). Não obstante, quando Jesus os chamou, eles não hesitaram. Deixaram suas posses e O seguiram. Além disso, Jesus desejava ajudar as pessoas de todos os níveis da sociedade – tanto os pobres e doentes como os ricos e os educados. Seu chamado para segui-Lo também é estendido a todo tipo de pessoa. Lembre-se de que Ele disse: “Se uma pessoa afirmar publicamente que pertence a Mim, Eu também, no Dia do Juízo, afirmarei diante do Meu Pai, que está no Céu, que ela pertence a Mim” (Mt 10:32).

Kwabena Wiredu-Ababio Ampoma Kumasi, Gana

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