quinta-feira, 29 de julho de 2010

A justificação e a lei - 29/07/2010 a 31/07/2010

Quinta, 29 de julho

Aplicação
Aprovado no teste


Testes de desempenho. Avaliações. Exames. Nosso valor parece ser determinado pelo tanto que podemos alcançar, fazer, transmitir e realizar. Seria diferente em relação a Deus? É verdade que Deus espera que Seu povo produza “resultados”. De fato, Ele nos comissionou a ir e fazer discípulos em todo o mundo. Mas é isso nos dá valor diante dEle?

Como seria fazer um teste de desempenho para Deus? Talvez descubramos que há somente uma pergunta que precisamos responder: você crê que foi Deus Quem escolheu você, e não você que escolheu a Deus? (Jo 15:16). Uma resposta positiva muda tudo. Você já não é aquele que tem de conquistar o amor de Deus, mas apenas precisa saber que Ele ama você e ponto final. Finalmente, você reconhece que não são suas realizações que têm alguma coisa a ver com isso, mas as realizações de Deus.

Então, como você pode viver uma vida que reflita isso? Pode ser útil fazer essas perguntas: Quantos amigos não cristãos você tem? Jesus estava circundado por pessoas que não eram consideradas religiosas. Podemos dizer o mesmo de nosso círculo social? Você faz amizade com as pessoas só para convertê-las? O evangelismo pela amizade está-se tornando popular, mas se seus amigos não estão interessados em Deus, você se livra deles e segue em frente? Jesus estendeu Sua amizade a Judas sabendo que ele O trairia. Você dá o mesmo exemplo em suas amizades? Você julga os outros e o relacionamento que eles têm com Deus, com base em suas próprias expectativas? A igreja primitiva discutiu o que as pessoas têm de fazer para ser verdadeiras seguidoras de Jesus. Geralmente, isso era baseado em suas próprias expectativas, em vez do amor e graça de Deus. Somos rápidos em julgar os outros por nossos padrões, em vez de considerar os padrões de Deus?

Mãos à Bíblia


Frequentemente, ouvimos pessoas dizendo que a lei foi abolida na Nova Aliança. Contudo, a lógica e a teologia por trás da declaração não são sólidas.

9. Qual é a relação entre a lei e o pecado? 1Jo 2:3-6; 3:4; Rm 3:2; 4:15

Se a lei de Deus tivesse sido abolida, por que ainda é pecado mentir, matar e roubar? Se a lei de Deus tivesse sido mudada, a definição de pecado também deveria ser mudada. Ou, se a lei de Deus tivesse perdido o valor, o pecado também deveria ter desaparecido. Quem acredita nisso? (veja também 1Jo 1:7-10; Tg 1:14, 15).

10. Como adventistas do sétimo dia, podemos ser tentados a usar a lei para excluir as pessoas. Como podemos evitar isso? Rm 2:11; Gl 3:28

Murray Harvey – Londres, Inglaterra

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Andando na Luz: Renunciando ao mundanismo - 29/01/2009 a - 01/08/2009

Quarta, 29 de abril

Evidência
Fé para a realização


O desejo está no âmago do mundanismo e do cristianismo. João menciona três desejos humanos fundamentais em 1 João 1:1-4: a vida eterna, a comunhão e a alegria. No mundo erudito de hoje, alguns sugerem dezesseis: poder, independência, curiosidade, aceitação, ordem, posses, honra, idealismo, contato social, família, status, vingança, romance, alimento, exercício físico e tranquilidade.

A maneira como o mundanismo e o cristianismo abordam o desejo é também completamente diferente. O mundanismo é frequentemente reconhecido por seu fracasso em concretizar a realização do desejo. Ouvimos que 40% da força de trabalho dos Estados Unidos está insatisfeita com seu emprego atual e que a taxa de divórcio na América está acima de 40%. Lemos até que a insatisfação e o anseio estão levando os protestantes a mudar de uma igreja para outra. Essa insatisfação se revela em duas características distintas. Primeiro, corrompe os verdadeiros desejos (como os que são mencionados por João), convertendo-os em lascívia. A busca deles por realização se degenera em coisas como imoralidade sexual, espiritualismo, ciúmes, ira e ambição egoísta (Gl 5:19-21). Segundo, a insatisfação os leva à ação numa tentativa de obter a realização do desejo. Nessa busca, eles mudam de emprego, de cônjuge, de moda, de tecnologia, e até de igreja.

Para o cristão, contudo, o verdadeiro desejo é procurado de maneira muito diferente. Primeiro, nosso desejo permanece puro. Queremos o amor, a alegria, a paz e a bondade (Gl 5:22, 23). E, segundo, enquanto o mundanismo está absorto em frenética ação na busca do desejo, o cristão está silenciosa e tranquilamente buscando-o por meio da fé e unicamente da fé. Ver Gálatas 3:14.

É simples assim. Pela fé na obra e nos dons de Deus através de Cristo, nossos verdadeiros desejos são satisfeitos e o mundanismo se torna irrelevante. Não há necessidade de orientar mal nossa busca do desejo para as coisas que irão passar (1Jo 2:15-17) e nos cansarmos em frenética atividade.

Mãos à Bíblia


“Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo” (1Jo 2:16). O que significa amar o mundo? João menciona três coisas: (1) a cobiça da carne, (2) a cobiça dos olhos e (3) a ostentação dos bens (NVI). João diz que essas três coisas não são do Pai, mas do mundo. Contra o que João está nos advertindo? A cobiça da carne, obviamente, se refere às paixões, embora não precise estar limitada somente a isso (veja Gl 5:19-21).

5. O que João quis dizer com “a soberba da vida”? O que é isso, e por que é tão ruim? Veja Jó 12:10; At 17:28.

A “soberba da vida” supõe independência de Deus. É como se nós mesmos criássemos e dirigíssemos nossa vida e, consequentemente, a glória e a honra de algumas de nossas realizações pertencessem a nós mesmos. Esse foi o pecado de Lúcifer.

Glenn G. Poole II | Elbert, EUA

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terça-feira, 29 de julho de 2008

Jesus e seus Discípulos - 29/07/2008 a 02/08/2008

Terça, 29 de julho

Testemunho
Fiéis testemunhas

4. Como podemos entender as palavras de Jesus restringindo o alcance da pregação, levando em conta que mais tarde Ele ordenou-lhes que testemunhassem a todo o mundo? Mt 10:5, 6

“Se eles tivessem pregado primeiramente o evangelho a estes [os gentios], eles teriam deixado de exercer sua influência entre os judeus, que foram os primeiros a ouvir a mensagem de Deus” (The Advent Review and Sabbath Herald, 19 de abril de 1892).

5. Qual é a missão de Jesus e a nossa, também? Jo 10:10. Como essa compreensão pode nos ajudar no trato com pessoas de culturas e tradições prejudiciais?

Enquanto Jesus ensinava as pessoas sobre a salvação, “o povo escutava as palavras da vida, tão abundantemente brotadas dos lábios do Filho de Deus. Ouvia as graciosas palavras, tão simples e claras, que eram como o bálsamo de Gileade para sua alma” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 365). Mais tarde, Jesus confiaria essas palavras aos discípulos. Hoje, somos discípulos de Jesus, e o chamado a confessá-Lo diante dos outros é também nosso chamado.

Mas precisamos nos lembrar de que “o que confessar a Cristo, tem de O possuir em si. Não pode comunicar aquilo que não recebeu. Os discípulos poderiam discorrer fluentemente acerca de doutrinas, poderiam repetir as palavras do próprio Cristo; mas a menos que possuíssem mansidão e amor cristãos, não O estariam confessando. Um espírito contrário ao de Cristo, negá-Lo-ia, fosse qual fosse a profissão de fé. Os homens podem negar a Cristo pela maledicência, por conversas destituídas de senso, por palavras inverídicas ou descorteses. Podem negá-Lo esquivando-se às responsabilidades da vida, pela busca dos prazeres pecaminosos. Podem negá-Lo conformando-se com o mundo, por uma conduta indelicada, pelo amor das próprias opiniões, pela justificação própria, por nutrir dúvidas, por ansiedades desnecessárias, e por deixar-se estar em sombras. Por todas essas coisas declaram não ter consigo a Cristo” (Ibid., p. 357).

“Se devemos confessar a Cristo, precisamos tê-Lo para confessar. Ninguém pode confessar verdadeiramente a Cristo a menos que nele estejam a mente e o espírito de Cristo. ... É possível confessar a Cristo com os lábios, todavia negá-Lo com as obras. Os frutos do Espírito manifestados na vida são uma confissão dEle. Se abandonarmos tudo por Cristo, nossa vida será humilde, nossa conversação de caráter celeste, irrepreensível nossa conduta. A poderosa e purificadora influência da verdade no coração, e o caráter de Cristo exemplificado na vida, são uma confissão de nossa fé nEle” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 303, 304).

Ama Anima Gana

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