terça-feira, 28 de setembro de 2010

Histórias e história - 28/09/2010 a 01/10/2010

Terça, 28 de setembro

Testemunho
Pequenas grandes coisas


“Integridade, justiça e bondade cristãs, aliadas, fazem uma bela combinação. A cortesia é uma das graças do Espírito. É um atributo do Céu. Os anjos nunca se encolerizam, nunca são invejosos, egoístas e ciumentos. Não lhes escapam dos lábios palavras rudes. E, se devemos ser companheiros seus, também devemos ser delicados e corteses” (Ellen G. White, Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 227).

O refinamento é um processo que tem um propósito em vista, em que nossas escolhas minuto a minuto determinam a qualidade e o impacto do efeito que temos sobre outros. Na caminhada cristã, o que fazemos tem influência sobre onde os outros passarão a eternidade. Considere as seguintes citações:

“Examinai bem no íntimo o vosso coração e o estado de vossas afeições para com Deus. Indagai: Dediquei os momentos preciosos deste dia a agradar a mim mesmo, a buscar meu próprio entretenimento, ou tornei outros felizes? Ajudei os que me estão ligados a ter maior devoção para com Deus e a apreciar as coisas eternas? Introduzi minha religião em meu lar, revelando aí a graça de Cristo em minhas palavras e no meu comportamento? Honrei a meus pais por minha respeitosa obediência, observando assim o quinto mandamento? Empreendi alegremente meus pequeninos deveres diários, cumprindo-os com fidelidade, fazendo o que me era possível para aliviar o fardo de outros? Guardei do mal os meus lábios, e a minha língua de falar engano? Honrei a Cristo, meu Redentor, que deu Sua preciosa vida para que a vida eterna pudesse estar ao meu alcance?” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 122).

“Dedicai tempo a confortar outro coração, a beneficiar com uma palavra bondosa e animadora a alguém em luta com a tentação e talvez com a aflição. Beneficiando assim a outro com palavras animadoras e esperançosas, encaminhando-o Àquele que nos leva os fardos, podereis encontrar inesperadamente paz, felicidade e consolo para vós mesmos” (Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, p. 64).

Mãos à Bíblia

4. Qual foi o propósito do milagre da travessia do Jordão? Js 3:9-17

5. Qual era o aspecto moral do povo de Israel no tempo dos juízes? Jz 17:6

Israel perdeu a perspectiva como nação. Os vários clãs e tribos estavam dispostos a combater uns contra os outros. As práticas religiosas eram misturadas com paganismo. Como resultado, Israel entrou em um ciclo de dominação pelas forças estrangeiras, libertação, idolatria e, novamente, dominação.

Eleanor Meki | Leeds, Inglaterra

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Uma Nova Ordem - 28/09/09 a 03/10/09

Segunda, 28 de setembro

Exposição
Na presença do Rei

Promessas: vivendo em esperança e fé (Gn 15:14-16). Os judeus viveram na esperança por mais de quatrocentos anos. Os pais contavam a seus filhos histórias sobre as promessas que Deus fizera, promessas que eram passadas de pai para filho. Essas palavras foram faladas por Deus a Abraão: promessas sobre grandes posses, promessas de liberdade da escravidão e de um país que pertenceria a eles próprios. Era bastante trabalhoso para os pais dar forma concreta a essas promessas em suas histórias a fim de capturarem a vívida imaginação dos filhos. Como se consegue transmitir a verdade sobre a confiabilidade de Deus ao se falar de promessas feitas a um ancestral (Abraão) que morrera havia muito tempo? Como se pode descrever riquezas quando se vive na pobreza, ou descrever liberdade quando tudo que se conhece é a escravidão? Como alguém pode imaginar um país todo seu, quando tudo o que essa pessoa conhece é o país em que ela vive com os pais? Isso ficava cada vez mais difícil à medida que o tempo passava e a opressão ficava cada vez mais dura. Quando essas crianças ficavam adultas, tinham duas opções quanto a seu conceito sobre essas promessas: (1) que elas eram apenas um bom assunto para se contar histórias a seus filhos, ou (2) que elas eram uma certeza cada vez maior em sua vida, e que um dia se tornariam realidade (Hb 11:13).

Concepções errôneas sobre Deus: considerá-Lo alguém comum (Lv 10:1-11). Mais de quatro séculos de escravidão e influência pagã significava que os israelitas haviam perdido o senso de quem é Deus. Na verdade, o impacto da realidade que os cercava tinha tanto peso sobre eles que, quando entravam na presença de Deus achavam que podiam fazê-lo sob a influência do álcool. O que deixavam de compreender é que o Deus que adoravam é um Deus real, diferente dos deuses adorados pelos egípcios. As diferenças eram reais: Yahweh é o Deus Criador (separando-Se, assim, da posição em que estavam Seus adoradores, que eram Sua criação). Ele é o Deus libertador (diferenciando-Se, assim, dos que eram escravos de senhores humanos). Finalmente, Ele é o Deus que lhes dera um futuro e uma esperança, a qual antes não possuíam (Jr 29:11).

A realidade sobre Deus: na presença do Rei (Nm 1-4; Jr 23:23, 24). Deus desejava estar com Seu povo, e queria ajudá-lo a compreender quem Ele é. Assim, instruiu Moisés e Arão sobre a maneira de construir o santuário. Instruiu-os a separar uma tribo inteira para trabalhar em tempo integral no santuário. Deu-lhes um esquema detalhado para a disposição de seu acampamento, e designou a forma como famílias inteiras deviam se dedicar a realizar os serviços particulares do santuário (o cuidado da mobília, das ofertas, do culto, etc.) Essas instruções os ajudariam a compreender não só quem eles eram, mas também quem Ele realmente é.

Contrariamente ao que o mundo pensa, Deus leva as coisas a sério (Jo 14:15-18, 23). “O mundo não pode receber esse Espírito porque não o pode ver, nem conhecer” (Jo 14:17). Deus, na forma de Seu Espírito, “está com vocês e viverá em vocês” (idem). Aqui está o desafio: sabemos em nosso coração o que Deus nos prometeu e o que Ele espera de nós. Contudo, esses conceitos não são partilhados pelos que estão ao nosso redor. Também existe a promessa: “A pessoa que não Me ama não obedece à Minha mensagem. E a mensagem que vocês estão escutando não é Minha, mas do Pai, que Me enviou” (Jo 14:24). É garantida a você a presença de Deus em sua vida. Não é maravilhoso ter o Criador do Universo vivendo com você?

Mãos à Bíblia

3. De que tarefa a tribo dos levitas foi encarregada? Nm 1:50-54

Moisés ergueu o tabernáculo portátil no meio do acampamento de Israel. Os levitas ergueram suas tendas ao redor do tabernáculo, nos quatro lados. Sua presença agia como um tipo de barreira, protegendo o lugar em que Deus manifestava Sua presença.

4. O que dizem outros escritores da Bíblia sobre a distância (transcendência) e proximidade (imanência) de Deus da humanidade? Sl 139:1-10; Is 57:15; Jr 23:23, 24; Jo 14:15-18, 23

Marcel Ghioalda | Escócia

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domingo, 28 de setembro de 2008

A Expiação e a Cruz de Cristo - 28/09/2008 a 04/10/2008

A Expiação e a Cruz de Cristo


Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que virá. Digo: Meu propósito permanecerá em pé(Is 46:10, NVI).

Prévia da semana: Deus quer renovar Suas criaturas neste mundo danificado pelo pecado. Vamos permitir que Ele faça isso diariamente em nós.

Leitura adicional: Rm 3:21-26; 5:9; 8:31-35; 10:5-13; Gl 2:15, 16, 21; Ef 2:8, 9; 1Tm 2:5, 6; Hb 7:23-25.

Domingo

Introdução
Esperando para perdoar?

1. O que a frase “no princípio, criou Deus...” (Gn 1:1) faz entender sobre a natureza de Deus? Antes de responder, leia também Gênesis 21:33 e Salmo 90:2.

É difícil entender o conceito de eternidade. Quase tudo neste mundo teve início e terá fim. Em contraste, a idéia de Deus nunca ter início nem fim não é fácil de entender, pois nossa mente está acostumada a pensar em termos finitos.

2. Leia o Salmo 102:25-27. A que é aplicada esta passagem no Novo Testamento? (Veja Hb 1:10-12.) O que essa mensagem diz, juntamente com o Salmo 90:2, sobre a existência de Deus?

Certa vez, li a história de uma professora que pediu a seus alunos que trouxessem para a classe uma mochila e um pacote de batatas. Em cada batata, eles deviam escrever um pecado que haviam cometido. Então, deviam colocar aquela batata na mochila. Depois, foram instruídos a carregar a mochila consigo para toda parte onde fossem durante uma semana. Algumas mochilas estavam bastante pesadas. O incômodo de carregar as batatas tornou claro quanta bagagem espiritual eles, na verdade, carregavam. Isso propõe uma pergunta para todos nós: “Quanto pecado nós, como indivíduos, estamos carregando?”

Essa ilustração se compara bem ao nosso relacionamento com Deus. Você pode contar quantas vezes pecou? Pode contar quantas vezes Deus o(a) perdoou? Quantas batatas você acha que têm entrado em sua mochila “espiritual” e saído dela?

Mas, como cristãos, temos o conhecimento de que Deus pode perdoar nossos pecados; e quanto às batatas... bem, nossos pacotes sempre estarão vazios por causa da expiação de Cristo. Como diz o Salmo 139:1-4, Deus conhece cada detalhe a nosso respeito – até nossos pecados, antes de os havermos cometido.

“Mas Deus demonstra Seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8, NVI). Aceitando Cristo em nossa vida, e reconhecendo Seu perdão para nossos pecados, sabemos que Sua expiação está disponível e que Sua segunda vinda está se aproximando cada vez mais. Deus nos ama, mesmo que cometamos pecados aqui e ali, e traz paz sabermos que Seu amor é eterno. Devemos nos lembrar de dedicar nossa vida a Deus a fim de tornarmos Sua expiação completa em nossa vida.

“Senhor, Deus: investiga minha vida; obtém todos os fatos em primeira mão. Sou um livro aberto para Ti e, mesmo a distância, sabes o que estou pensando. Sabes quando saio e quando volto; nunca estou fora de Tua vista. Sabes tudo o que vou dizer antes de eu começar a primeira frase” (Sl 139:1-4, The Message).

Stephanie Lorens | Sydney, Austrália

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