terça-feira, 27 de julho de 2010

A justificação e a lei - 27/07/2010 a 31/07/2010

Terça, 27 de julho

Testemunho
Como se nunca houvéssemos pecado


“Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. ... Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 364).

“Sem a lei os homens não têm uma concepção justa da pureza e santidade de Deus, ou da culpa e impureza deles mesmos. Não têm verdadeira convicção do pecado, e não sentem necessidade de arrependimento. ... A esperança de salvação é aceita sem a mudança radical do coração ou reforma da vida. São assim abundantes as conversões superficiais, e unem-se às igrejas multidões que nunca se uniram a Cristo” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 468). Como resultado, “muitos procuram quebrar o espelho que lhes revela os defeitos, anular a lei que lhes aponta as manchas da vida e do caráter” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 219).

Ao não contemplarmos plenamente a lei (que é o próprio caráter de Deus), nós a anulamos. Anular significa tirar a força legal da lei. Se anulamos a lei, rejeitamos tudo o que a salvação nos oferece: o amor de Deus, Sua graça, justificação e a justiça de Jesus.

“A lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Um sustenta o outro. Em toda a sua majestade a lei confronta a consciência, levando o pecador a sentir sua necessidade de Cristo como propiciação do pecado” (Ibid, p. 240, 241).

“Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 25).

Mãos à Bíblia


A aceitação ou justificação vieram a Abraão sem que ele tivesse guardado a lei previamente (Rm 4:13). Pelo contrário, a aliança com Abraão foi baseada na graça de Deus contida na promessa de que ele seria “herdeiro do mundo”. Abraão creu nessa promessa, e Deus o aceitou e operou através dele para salvar o mundo.

4. Que argumentos usa Paulo para demonstrar que a salvação pela fé é um ponto central do Antigo Testamento? Rm 4:14-17. Veja também Gl 3:7-9.

5.
Por que a justificação pela fé requer que contemplemos plenamente a lei? Rm 3:19-21

Clarissa Lewis e Indirah Job – Manchester, Inglaterra, e Rotterdam, Países Baixos

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Andando na Luz: Renunciando ao mundanismo - 27/01/2009 a - 01/08/2009

Segunda, 27 de julho

Exposição

Andando na luz, motivados pelo amor


O que significa não amar as coisas do mundo? (1Jo 2:15; Fp 2:6-8). Qualquer pessoa que ame o mundo está seguindo um caminho hostil e diretamente antagônico a Deus. De acordo com o verso para memorizar desta semana, o filho de Deus que ama o Pai não ama o mundo nem as coisas do mundo. Então, isso significa que não devemos ter a ambição de fazer uma faculdade? Quer dizer que o filho de Deus não deve ter o alvo de conseguir uma casa confortável, um bom carro e as melhores roupas? Devemos pressupor que essa é uma ordem para que o seguidor de Cristo não aspire a conseguir o mais elevado cargo ou posição? Em termos práticos, não podemos fazer uma abordagem tão simplista desse texto. Para apreciar a admoestação que João está dando, examinemos primeiro a palavra “amor”.

Trata-se de um termo tão genérico, e, por ter tantas variações de significado, nem sempre podemos compreender adequadamente sua essência e profundidade. O amor ao qual João se refere em 1 João 2:15 é uma atitude (e princípio) que transcende os sentimentos; e deve ser entendido no contexto de Filipenses 2:6-8. Leia esses textos agora. Nessa passagem, Jesus demonstra o poder do amor. Por amor à humanidade, Ele estava preparado para renunciar a tudo. Voluntariamente Se despojou da divindade e prontamente sucumbiu a uma morte que era nossa – a morte da eterna separação de Deus. Por causa do amor, Ele esteve pronto a arriscar Seu relacionamento com o Pai.

Portanto, João está dizendo que o filho de Deus não se devotará ao mundo nem a qualquer coisa do mundo, na extensão em que se torne um escravo, ou mesmo perca a vida.

Por que João adverte o povo de Deus contra esse amor?

O destino final do mundo (Cl 2:8; 1Jo 2:15, 17). Há um constante esforço para nos fazer crer que nosso futuro e nossa felicidade dependem do que possuímos. O filho de Deus, contudo, é fortemente advertido contra essa mentira. Leia Colossenses 2:8.

Além disso, buscar a felicidade, o significado, a realização e a paz em qualquer coisa ou pessoa, senão Deus, não apenas se demonstra ilusório, mas acaba escravizando. Em vez disso, João deseja dirigir a mente do cristão à essência da vida. Ele nos aponta à natureza transitória do mundo. “E o mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas cobiçam; porém aquele que faz a vontade de Deus vive para sempre” (1Jo 2:17). Leia também 2 Pedro 3:10.

Assim, há um chamado para que todos os que verdadeiramente buscam a Deus não amem o mundo nem nada que há nele. Na verdade, 1 João 2:15 deixa claro que qualquer pessoa que busque o mundo não ama o Pai. Qualquer pessoa que construa o fundamento de sua felicidade sobre o prazer sensual, as riquezas, ou honra e aplauso, dá testemunho do fato de que não conhece a Deus.

O que significa conhecer a Deus? (Jo 15:19; Cl 2:13, 14). Em algum ponto de nossa vida, todos nós muito provavelmente já acreditamos que as coisas deste mundo nos trariam paz. Paulo, contudo, deseja que entendamos que é Cristo que dá ao filho de Deus uma nova esperança, que só Cristo nos traz paz e nos ajuda a compreender que a verdadeira felicidade se encontra apenas nEle. Leia Colossenses 2:13 e 14.

Agora leia João 5:24. Os que conhecem a Deus prestam atenção ao mundo. Isto é, fazem a vontade de Deus. Recusam-se a ser escravizados pelas coisas do mundo, sabendo que a verdadeira paz e felicidade se encontram apenas nEle. Não reconhecem simplesmente que este mundo irá passar. Sua vida dá testemunho desse fato.

Por viverem em desarmonia com o mundo, os filhos de Deus se acham em desacordo com os valores do mundo. É por isso que Cristo instrui Seus filhos de que o mundo não os amará como um deles (Jo 15:19). Contudo, os filhos de Deus se comprometem a andar na luz da Palavra de Deus, sabendo que este mundo nunca lhes oferecerá verdadeira esperança, que suas lutas são momentâneas, e que logo este mundo passará.

Mãos à Bíblia


2. Qual é a mensagem de João para os pais? Para os jovens? Para os “filhinhos”? 1Jo 2:13, 14. Como podemos aplicar essas mensagens a nós mesmos?

Os filhos são lembrados de que conhecem o Pai, enquanto os pais são lembrados de que conhecem Aquele que é desde o princípio. Obviamente, essa pessoa é Jesus. Quando os jovens são mencionados pela segunda vez, a frase “vocês venceram o maligno” (NVI) é repetida, mas a declaração é expandida. Os jovens não apenas venceram o mal, mas o próprio Satanás. Os jovens são espiritualmente fortes, por causa da “Palavra de Deus”, que permanece neles.

Sylvester Chastanet | Castries, Santa Lúcia, Antilhas

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domingo, 27 de julho de 2008

Jesus e Seus Discípulos - 27/07/2008 a 02/08/2008

“Portanto, não tenham medo, pois vocês valem mais do que muitos passarinhos” (Mt 10:31).

Prévia da semana: Os primeiros discípulos receberam instruções para o testemunho a partir de princípios duradouros. Eles funcionam igualmente bem hoje, quando são corretamente entendidos e aplicados.

Leitura adicional: Lc 22:32; At 1:8; 1Pe 3:15; Mensagens aos Jovens, p. 200-202, 370

Domingo, 27 de julho

Introdução

Não sozinho

1. Que significa dizer que o “reino dos Céus” está próximo? O que você entende por “reino dos Céus”? Mt 10:7

2. O que significa dizer que o “reino de Deus” está dentro de nós? Como devemos entender essa idéia?

O povo judeu esperava um rei político que estabelecesse um governo político sobre o território geográfico específico e o livrasse dos romanos. O reino sobre que Jesus pregava era muito diferente. O reino do Céu era no presente. O povo podia ver Jesus, ouvir Suas palavras e aprender os princípios em que se baseiam a salvação e o Céu. Agora, eles podiam aprender a seguir Seu exemplo de vida.

Em dezembro de 1999, uma equipe de evangelistas adventistas embarcou numa cruzada para uma cidade de adoradores de ídolos. Essa cidade era notória por assassinar pessoas que tentassem trazer para ela qualquer nova forma de culto.

Quando esses homens oraram ao Senhor e perguntaram se deviam ir a essa cidade, a resposta de Deus foi: “A mensagem adventista deve ser apresentada a todo o mundo nesta geração.” Eles foram encorajados por essas palavras e partiram em sua viagem.

Logo que os evangelistas começaram a pregar a Palavra de Deus na cidade, o povo começou a persegui-los. Os habitantes da cidade espancaram os evangelistas e destruíram suas posses. Mas nenhum desses ataques detiveram os missionários. O maravilhoso foi que toda vez que as pessoas tentavam matar qualquer dos servos do Senhor, uma poderosa mão os salvava. E após duas semanas da cruzada, muitas pessoas aceitaram a fé.

O Senhor, que nos comissionou a pregar o evangelho, nos assegura que está sempre conosco (Mt 28:20). “Os fiéis servos do Senhor depararão com a mais severa perseguição de falsos mestres, que não darão ouvido à Palavra de Deus e prepararão pedras de tropeço a serem colocadas no caminho dos que querem ouvir. Mas o povo de Deus não deve temer. Satanás não pode ir além de seu limite. O Senhor será a defesa de Seu povo. Ele considera o agravo feito a Seus servos por causa da verdade como sendo praticado contra a Sua Pessoa” (Ellen G. White, Maranata[MM 1977], p. 189).

O Senhor, que enviou os discípulos a todo o mundo para enfrentar todo tipo de dificuldades, estava com eles e os ajudou a triunfar. O Senhor estava com os reformadores na Idade Escura e os ajudou a ser vitoriosos. E o mesmo Senhor estará conosco e nos tornará campeões de Seu caminho. Ele nos levará nos ombros quando a estrada for difícil.

Levantemo-nos, pois, por Jesus, como fiéis discípulos da cruz. Vamos levantar alto Sua bandeira, de vitória em vitória. E lembremo-nos sempre de que Ele nunca nos deixará sozinhos, até que todos os inimigos de Sua Palavra sejam para sempre vencidos.

Nesta semana, estudaremos Jesus e Seus discípulos, e o que significa testemunhar dEle.

Prince Y. O. Amoako Accra, Gana

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