terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Culpa - 25/01/2011 a 29/01/2011

Terça, 25 de janeiro

Testemunho
Ao pé da cruz

“[O] sentimento de culpa tem de ser deposto ao pé da cruz do Calvário. O senso de pecaminosidade envenenou as fontes da vida e da verdadeira felicidade. Agora Jesus diz: deponha tudo sobre Mim. Eu levarei teu pecado. Darei paz a você. Não destruas por mais tempo teu respeito próprio, pois Eu te comprei com o preço do Meu próprio sangue. Tu és Meu. Eu fortalecerei tua vontade enfraquecida. Eu removerei teu remorso pelo pecado” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 451).

“Deus, em Cristo, ofereceu-Se por nossos pecados. Sofreu a cruel morte de cruz, carregou por nós o peso da culpa, ‘o justo pelos injustos’ (I Ped. 3:18), a fim de poder manifestar-nos Seu amor e atrair-nos a Si. E diz: ‘Sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.’ Ef 4:32. Que Cristo, a divina Vida, habite em vós, e manifeste por vosso intermédio o amor de origem celeste que irá inspirar esperança no desalentado e levar paz ao coração ferido pelo pecado. Ao aproximar-nos de Deus, eis a condição que temos de satisfazer ao pisar o limiar: que, recebendo misericórdia de Sua parte, nos entreguemos para revelar a outros Sua graça” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 114, 115).

“Satanás procura desviar nossa mente do poderoso Ajudador, para nos levar a pensar na degeneração de nossa alma. Mas, ainda que Jesus veja a culpa, Ele pronuncia o perdão; e nós não devemos desonrá-lo, duvidando de Seu amor” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 451, 452).

“Não devemos procurar diminuir nossa culpa justificando o pecado. Cumpre-nos aceitar a avaliação divina do pecado, e essa é bem pesada. Unicamente o Calvário pode revelar a terrível enormidade do pecado. Caso devêssemos suportar nossa própria culpa, ela nos esmagaria. Mas o Inocente tomou nosso lugar. Conquanto não a merecesse, Ele assumiu a nossa iniquidade. ‘Se confessarmos os nossos pecados’, Deus ‘é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.’ 1João 1:9 (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 116).

Mãos à Bíblia

5. Leia o Salmo 32. O que aprendemos sobre culpa e confissão? O que Davi quis dizer com a expressão “calei os meus pecados”? Que acontece quando a pessoa se cala? Qual foi a solução de Davi para sua culpa?

6. Leia 1 Timóteo 4:1, 2. Que significa ter “cauterizada a própria consciência”?

A consciência pode ser cauterizada pela repetida violação de princípios corretos e por fortes influências exteriores que levem a pessoa a considerar os erros com indiferença ou até como algo bom.

Kandace Zollman | Smithsburg, EUA

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Paciência - 25/01/2010 a 30/01/2010

Segunda, 25 de janeiro

Exposição

Salvação assegurada


Ganhando sua alma (Lc 21:19). Falando das dificuldades, provas e tribulações que Seus discípulos deviam esperar antes de Seu retorno à Terra, Jesus declarou: “E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do Meu nome. Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. Na vossa paciência, possuí a vossa alma” (Lc 21:16-19, Almeida Revista e Corrigida).

Para o cristão, a paciência não é apenas uma virtude exigida para que as relações humanas sejam suportáveis; é a diferença entre vida e morte. A segurança eterna é salvaguardada pela paciência. A paciência pode ser definida como a posse ou a demonstração de uma perseverança silenciosa, que não reclama diante de aflição ou contrariedade. É também igualada à tolerância, delicadeza e controle em face de provocações. É a capacidade de esperar os resultados tranquilamente.1

Isso nos dá uma visão abarcante do que significa ser paciente. É essa virtude que Cristo exalta como aquilo que preserva a experiência cristã. Suportar dificuldades e revezes e conservar confiança na fidelidade de Deus requer paciência. Exercer tolerância para com opressores, perseguidores e abusadores requer paciência, especialmente quando você é o objeto do abuso ou opressão. Permanecer calmo e satisfeito quando parece que você foi deixado para trás como resultado de exaltar a Palavra de Deus exige paciência a fim de continuar confiante e otimista com relação ao futuro (1Tm 6:6). Quando você foi seriamente injustiçado ou privado, por fraude, do que era seu por direito, é necessário ter paciência para deixar seus direitos nas mãos de Deus e confiar em que, no devido tempo, Ele lhe restaurará o que é seu. Uma vida piedosa – a vida cristã – requer paciência.

O solo certo (Rm 5:3). A paciência só pode ser cultivada no solo certo. Esse solo precisa ser rico em certos elementos: inconveniência, angústia, contrariedade, injustiça, deslealdade, opressão, perseguição e tribulação. Esses elementos precisam ser absorvidos na presença de um agente que é essencial no crescimento da paciência. Esse elemento é a perseverança. Precisamos aprender a perseverar, a tolerar, a suportar, a esperar. Um pregador do século dezenove, A. B. Simpson, disse: “Amados, vocês já pensaram que um dia vocês não terão nada para prová-los, ou ninguém para irritá-los novamente? Não haverá oportunidade no Céu para aprender ou para mostrar o espírito de paciência, tolerância e longanimidade. Se você deve praticar essas coisas, tem que ser agora.”2

A chave para o cultivo da paciência (2Co 6:3-10; Cl 1:9-11). Thomas Kempis declarou: “Não merece o nome de paciente aquele que só está disposto a sofrer o que acha que deve, e por quem quer. O homem verdadeiramente paciente não pede nada daquele por quem sofre, quer seja seu superior, seu igual ou seu inferior. ... Mas, de quem quer que venha o mal que lhe é feito, quanto seja o mal, ou seja com que frequência este venha, ele o aceita como vindo das mãos de Deus, e o considera lucro!”3

À luz dessa declaração, considere o que o apóstolo Paulo tinha a dizer sobre o cultivo da paciência em suas cartas aos crentes de Corinto e Colossos, em 2 Coríntios 6:3-10 e Colossenses 1:9-11.

Assimilação completada (Tg 1:2-4). Deus dá a todos os cristãos oportunidades de cultivar a paciência. Ele provê o solo certo (as circunstâncias) com os nutrientes adequados (as dificuldades). E, então, Ele pede que os ingiramos (recebamos/aceitemos) e os digiramos para que possamos crescer em paciência. O agente da digestão é a perseverança. Precisamos aprender a esperar até que Deus entenda que o objeto de Seu propósito (permitir circunstâncias difíceis em nossa vida) esteja cumprido. Jesus declarou que é na paciência que ganhamos nossa alma (vida). Deus nos fez muitas promessas, e todas elas nos são asseguradas em Cristo Jesus (2Co 1:20). Herdamos essas promessas por meio da fé paciente (Rm 8:24, 25; 15:4; Hb 6:11, 12; 10:36, 37; 12:1-8; Ap 14:12).

Somente aqueles que, em esperança e paciência, esperam em Deus encontram segurança. Aquele que “perseverar até o fim será salvo” (Mt 24:13, NVI). “Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias, correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam” (Is 40:31, NVI). “Na vossa paciência, possuí a vossa alma” (Lc 21:19).

1. Funk & Wagnall’s Standard Dictionary (1977), verbete “patience.”
2. Sermon Illustrations. Patience. www.sermonillustrations.com/a-z/p/patience.htm. (acessado em 29 de setembro de 2008).
3. Ibid.


Mãos à Bíblia


3. Leia Efésios 4:1, 2. Veja os elementos que Paulo apresenta para aqueles que devem caminhar “de maneira digna” do Senhor. Entre eles está a paciência (NVI). Como a paciência está relacionada com os outros atributos apresentados? Isto é, como se alimentam mutuamente?

4. Qual é o conselho de Paulo sobre a maneira de lidar com os fracos na fé? Rm 14:1; 15:1

A paciência na igreja é uma coisa. Mas que dizer da paciência em casa? O que nos deixa impacientes com os outros membros da família? Quanto tempo devemos orar pelos membros da família que estão fora da fé? De que modos práticos podemos aprender a cultivar paciência com os familiares? Por que a morte para o eu é tão importante igualmente nesse assunto? Provavelmente, se pudermos ser pacientes em casa, com os que estão sempre junto de nós, seremos pacientes também com os outros.

Marc Chambers | Mandeville, Jamaica

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domingo, 25 de janeiro de 2009

A Inspiração dos Profetas - 25/01/2009 a 31/01/2009

A INSPIRAÇÃO DOS PROFETAS

Biblia Sagrada

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça” (2Tm 3:16).


Prévia da semana: A revelação e a inspiração dos profetas de Deus é um processo dinâmico. Em vez de dominar a humanidade do profeta, Deus o envolve com Seu Espírito.


Domingo, 25 de janeiro

Introdução
A viagem da tinta

1. Descreva a atividade divina na produção dos livros da Bíblia. 2Tm 3:16; 2Pe 1:20, 21

Em 2 Timóteo 3:16, Paulo diz que a Bíblia é “inspirada por Deus”. Paulo está dizendo que a Bíblia teve origem em uma atividade do Espírito Santo. Por visões e sonhos, o Espírito Santo revelou a verdade aos profetas (revelação); e, então, assegurou-Se, mediante Sua direção no processo de escrita (inspiração), de que o profeta escrevesse em harmonia com o que Deus revelou. Ainda assim, a Bíblia também é um livro humano. Ao escrever, os autores registram suas próprias experiências (Ne 1:1-11; Dn 10:1-9; Gl 1:12-20); os costumes e tradições do tempo dos autores são vistos na escrita e alguns dos salmos e provérbios refletem a literatura e ­cultura das nações adjacentes. Em resumo, embora tenha sido inspirada pelo Senhor, a Bíblia também reflete a humanidade de seus autores.

Durante um congresso sobre comunicação missionária em Mainland, fomos entrevistar pessoas no shopping e distribuir alguns folhetos. Perguntei a uma pessoa o que ela achava de Jesus e da Bíblia. “Jesus é só um profeta, e a Bíblia é só um livro comum como os romances. Creio que foi escrita por pessoas que só desejavam vender livros.”

“Se os homens tão-somente estudassem a Palavra de Deus com fervorosa oração para que pudessem compreender seus ensinos, não seriam deixados em trevas, a receber falsas doutrinas” (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy, v. 4, p. 347).

Deus concedeu diferentes dons a todo cristão – talentos e inteligência a serem usados em Sua vinha. Leia 1 Coríntios 12:7, 8, 10 e 11. Tendo recebido o dom de profecia, Ellen G. White, através de seus escritos, continua a promover coragem e fé, e a propagar o amor de Deus ao mundo. Seus livros, primeiro escritos com tinta a fluir de uma pena, têm sido impressos em muitas línguas e têm tirado muitas pessoas das trevas.

O apóstolo Paulo, João Batista e outros profetas despertaram o povo de Deus durante os tempos bíblicos. Quem está fazendo isso agora? Nações que sofrem estão suplicando a paz de anos passados. As pessoas estão comparando religiões para descobrir qual lhes convém mais. Alguns colocam sua dependência na Bíblia, enquanto outros estão olhando para a maneira errada como alguns cristãos se comportam, o que os leva a descrer da verdade de Deus. É impressionante que, às vezes, alguns adventistas ainda duvidem dos escritos de Ellen White e de outros profetas apontados por Deus. Às vezes, essa dúvida leva os descrentes a idéias erradas sobre as Escrituras.

“A vitalidade das Escrituras se deve à vida soprada nelas pelo próprio Deus. A continuidade de seu encanto e de sua adequação para satisfazer cada necessidade humana testifica de sua divina autoria.”*

Aprenda como passar pelas tempestades destes últimos dias ao estudar a lição desta semana sobre a inspiração dos profetas, e seja capaz de dizer, como resultado: “Sei em quem tenho crido” (2Tm 1:12).

* The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 344.
Stephanie Loriezo Bacolod, Filipinas

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