terça-feira, 24 de maio de 2011

Brasa tirada do fogo - 24/05/2011 a 28/05/2011

Terça, 24 de maio

Testemunho
O Mediador


“No Apocalipse é ele [Satanás] declarado ser o ‘acusador de nossos irmãos’, ‘o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite’ (Ap 12:10). O conflito se repete em relação a toda alma que é salva do poder do mal e cujo nome se acha registrado no livro da vida do Cordeiro. Jamais alguém é recebido da família de Satanás na família de Deus sem suscitar a determinada resistência do maligno. [...] Ele leva homens ao ceticismo, fazendo-os perderem a confiança em Deus e se separarem de Seu amor; tenta-os a quebrantarem Sua lei, reclamando-os então como cativos seus, e contestando o direito de Cristo de os tomar. Ele sabe que os que buscam sinceramente de Deus o perdão e a graça os obterão; por isso, apresenta perante eles os seus pecados, a fim de os desanimar. [...] Por armadilhas sem-número, as mais sutis e mais cruéis, empenha-se em conseguir a condenação deles” (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 324).

“A lei requer justiça – vida justa, caráter perfeito; e isso o homem não tem para dar. Não pode satisfazer as reivindicações da santa lei divina. Mas Cristo, vindo à Terra como homem, viveu vida santa e desenvolveu caráter perfeito. Estes oferece Ele como dom gratuito a todos quantos o queiram receber. Sua vida substitui a dos homens. Assim obtêm remissão de pecados passados, mediante a paciência de Deus. Mais que isso, Cristo lhes comunica os atributos divinos. Forma o caráter humano segundo a semelhança do caráter de Deus, uma esplêndida estrutura de força e beleza espirituais. Assim, a própria justiça da lei se cumpre no crente em Cristo. Deus pode ser ‘justo e justificador daquele que tem fé em Jesus’” (Rm 3:26; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 762).

“Por Sua vida e morte, Cristo provou que a justiça divina não destrói a misericórdia, mas que o pecado pode ser perdoado e que a lei é justa, sendo possível obedecer-lhe perfeitamente. As acusações de Satanás foram refutadas. Deus dera ao homem prova inequívoca de amor” (Ibid.).

Mãos à Bíblia

3. Em Zacarias 3, quem é o “Anjo do Senhor?” Êx 3:2-14; Zc 3:1, 2

4. Leia Zacarias 3:1-3. O que nos diz a realidade das vestes de Josué?

Michael John J. Diaz – Ebeye, Ilhas Marshall, EUA

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Temperança - 24/05/2010 a 29/05/2010

Segunda, 24 de maio

Exposição

Evite o que é mau – seja moderado no que é bom


O templo do Espírito Santo (1Co 6:19). A cultura de Corinto durante o tempo dos apóstolos era semelhante à moderna obsessão pelo materialismo e gratificação própria. Paulo abordou muitas das questões com as quais os cristãos de Corinto estavam lutando. A sabedoria convencional da época afirmava que o que fosse feito no corpo não tinha impacto nenhum sobre a experiência mental e espiritual da pessoa. Portanto, muitos coríntios condescendiam com bebidas alcoólicas, atividades imorais e glutonaria sem pensar nas consequências eternas. Como muitos hoje, os coríntios acreditavam que estavam livres para fazer com seu corpo o que desejassem.

Paulo nos roga que não sejamos enganados pela crença popular. Somos em última análise responsáveis perante Deus pela nossa maneira de tratar o corpo que Ele criou e depois comprou. Portanto, é nosso dever manter esse templo nas melhores condições possíveis.

Em 1 Coríntios 6:19, Paulo compara o templo do corpo ao templo em Jerusalém. A maioria de nós vê a igreja moderna como um lugar em que as pessoas adoram a Deus. A compreensão do templo nos tempos bíblicos incluía mais que isso. Além de ser um lugar aonde as pessoas iam para adorar, o templo era onde Deus habitava. Por essa razão, o edifício todo era santo. Da mesma forma, é a habitação do Espírito Santo em nosso coração que santifica nosso corpo. O corpo não é santo em si. É santificado pelo Deus santo que habita naqueles que entregam a vida a Ele.

O cuidado do templo (1Co 10:31).
A aplicação mais ampla de 1 Coríntios 10:31 nos orienta quanto à maneira pela qual os cristãos devem se conduzir em todas as situações. Não importa o que estejamos fazendo, devemos fazê-lo na maneira e no espírito por meio dos quais Deus possa ser glorificado. Ao comermos e bebermos, é importante que nutramos o templo de nosso corpo de tal forma que promovamos ao máximo a saúde. Além da imensa quantidade de informações disponíveis para o viver saudável no mundo hoje, os adventistas do sétimo dia foram abençoados com uma mensagem de saúde por meio dos escritos de Ellen G. White. Essa mensagem consiste em diretrizes claras sobre a maneira de conservar o templo de nosso corpo. Se fizermos algo errado, sabendo disso, pecamos (Tg 4:17).

Falta de domínio próprio = um cristão ineficiente (2Pe 1:5-9).
O domínio próprio, a pedra de esquina da temperança, é mencionado na lista que Pedro dá dos atributos necessários para uma vida cristã frutífera. Durante o tempo em que Pedro escreveu essa lista – também conhecida como a “escada de Pedro” – existiam muitas listas semelhantes.1 Contudo, todas elas tinham um enfoque temporal, filosófico, enquanto que a lista de Pedro é produto de inspiração divina.

O domínio próprio, ou falta dele, afeta o destino da pessoa. O domínio próprio é alistado como um dos frutos do Espírito (Gl 5:22). Se o Espírito Santo habita numa pessoa, então o fruto do domínio próprio será evidente nessa pessoa. Sem domínio próprio, nosso conhecimento de Cristo não significa nada.

Os resultados da desobediência (Gn 9:20-27; Pv 20:1; 23:31-35). A Bíblia registra os resultados do consumo de álcool. Apesar de sua sabedoria, Salomão cedeu a toda concupiscência tentadora que o assaltou, inclusive o álcool (Ec 2:10). Olhando para sua experiência passada, ele advertiu contra a loucura do seu consumo. Ele salienta que o consumo do álcool leva à vergonha e à violência, e que as pessoas que estão sob sua influência desconsideram facilmente o que é certo e passam a desprezar os assuntos relativos à piedade.2

Um dos mais tristes relatos da Bíblia se encontra em Gênesis 9:20-27. Veja a seguir a história resumida e suas lições para nós:

Noé se embriagou e se deitou nu em sua tenda. Quão vergonhoso foi para esse poderoso pregador de Deus, o homem que encontrou graça aos olhos do Senhor! Nossa lição? Não importa que grandes coisas Deus tenha feito para você e através de você – não considere sua salvação como ponto pacífico.

Cam viu seu pai e, rindo muito, contou aos irmãos. Cam, um crente no que Noé pregava, agora estava se comportando como os que haviam zombado de Noé enquanto ele construía a arca. Nossa lição? Uma vez salvo não significa salvo para sempre. Não baixe sua guarda contra o pecado.

Sem e Jafé conservaram sua retidão de caráter. Nossa lição? Não importa se as pessoas que lhe pregaram o evangelho estejam escorregando e caindo; não escorregue nem caia junto com elas. Além disso, se membros com quem você conviveu falharem, não fique desanimado. Apegue-se a Jesus Cristo e honre-O em tudo o que você fizer.

Parece mais fácil ceder à concupiscência da carne do que ser temperante, pois o que nossa natureza humana deseja é o oposto do que o Espírito deseja (Gl 5:17). Viver uma vida que honre a Deus significa que precisamos negar a nós mesmos o que achamos prazeroso, mas que é nocivo. Deus nunca disse que o caminho da salvação seria fácil, mas prometeu ajudar-nos a vencer todas as provações (Sl 50:15).

1. Robert H. Gundry, A Survey of the New Testament (Grand Rapids, Mich.: Zondervan, 2003), p. 376. 2. H. D. M. Spence & Joseph S. Exell, The Pulpit Commentary, v. 19 (Grand Rapids, Mich.: Wm. B. Eerdmans, 1978), p. 222

Mãos à Bíblia

Na primeira década do século 21, o álcool esteve envolvido em quase 1,8 milhão de mortes por ano. Isso significa 3,2% das mortes no mundo. A quantidade de álcool consumido está subindo continuamente. Essa tendência não mostra sinais de enfraquecer. O álcool tem consequências pela intoxicação, embriaguez, dependência (vício) e outros efeitos químicos sobre o corpo.

3. Que instruções, experiências e advertências a Bíblia apresenta contra o álcool? Jz 13:2-8; Pv 20:1; 23:31-35; Is 5:11; Ef 5:18

Curiosamente, muito antes de qualquer descrição científica dos efeitos negativos do álcool sobre o feto (síndrome do álcool fetal), a mãe de Sansão foi advertida a não tomar álcool durante a gravidez. Salomão também adverte contra os efeitos do álcool, especificamente o vinho e a cerveja.

Benedict Oli | Port Moresby, Papua-Nova Guiné

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domingo, 24 de maio de 2009

A Jornada Cristã ''CÉU" - 24/05/2009 a 30/05/2009

A JORNADA CRISTÃ "CÉU"


Verso para memorizar: "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preprarar-vos lugar... voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também" (Jo 14:2-3)

Leitura Semanal: Ec 9:5-6, Cl 1:10-14, 1Ts 4:13-18, Ap 21:1-4,8

Para muitos a palavra Céu se tornou sem sentido, um conceito que pertence ao reino dos conto de fadas. Eles dizem que enganamos a nós mesmos quando pensamos que existe algum tipo de vida além desta exiostência terrestre.

Por que a promessa do Céu é tão importante para nós? Como será a vida no Paraíso? Como podemos experimentar uma antecipação dele agora? que destino aguarda aqueles cujas escolhas os excluem do Céu?

Domingo, 24 de maio

Quando chegaremos ao Céu?


É surpreendente que a idéia de uma alma imortal - que se separa do corpo físico e sobe diretamente para o Céu na morte - tenha se tornadao tão dominante nos meios cristãos. A mentira de Satanás no Éden foi "Certamente, não morrereis". Gn 3:4

1. O que nos ensinam as passagens seguintes sobrea a verdadeira natuireza da morte? 1 Rs 11:21, Sl 13:3, Ec 9:5-6, 1 Co 15:51

Quando morremos, entramos num estado de inconsciência que a Bíblia compara ao sono. inconscientes do que acontece no mundo, aguardamos a manhã da ressureição. Só então, a grande multidão dos remidos irá para o céu a fim de se unir a Enoque e Elias, que os precederam! Mas não vai ser uma longa espera.

A partir do momento em que fechamos os olhos na morte, a coisa seguinte que veremos será a segunda vinda de Cristo. Em outras palavras, no que concerne aos que morrem em Cristo, não fará diferença se foi 3 mil anos atrás ou na véspera da volta de Cristo. Eles fecham os olhos na morte, e, em seguida, terão consciência de ver Jesus voltando para os buscar. Para eles, parecerá um instante.

2. Qual é a verdade gloriosa sobre nossa entrada futura no reino celestial? Jo 14:1-3. 1 Ts 4:13-18

"No Nopvo Testamento, a bendita esperança nunca destaca a morte individual, mas smepre a volta de Cristo e a ressureição e trasladação dos santos para encontrá-Lo juntos, ao mesmo tempo. É nesse futuro, e não no quie acontece na morte, que os santos podem achar conforto" (Norman Gulley, Christ Is Coming [Cristo está Voltando] p. 293,294)"

Por que a promessa do Céu é tão importante para nós? Se não existisse o Céu e esta vida fosse tudo o que há, que esperança alguém teria?

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