terça-feira, 24 de agosto de 2010

Liberdade em Cristo - 24/08/2010 a 28/08/2010

Terça, 24 de agosto

Testemunho
Onde está o poder?

“É-nos impossível, por nós mesmos, escapar ao abismo do pecado em que estamos mergulhados. ... educação, cultura, exercício da vontade, esforço humano, todos têm sua devida esfera de ação, mas neste caso são impotentes. Poderão levar a um procedimento exteriormente correto, mas não podem mudar o coração. ... É preciso um poder que opere interiormente, uma nova vida que proceda do alto, antes que os homens possam substituir o pecado pela santidade. Esse poder é Cristo” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 18).

“[O Espírito] ia ser dado como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum proveito teria sido. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Trindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele, o crente se torna participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 671).

“‘E quando Ele, o Espírito de verdade vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo’ (Jo 16:8). ... Unicamente quando a verdade chegar ao coração acompanhada pelo Espírito, vivificará a consciência e transformará a vida” (Idem, p. 671, 672).

“Então, os remidos receberão as boas-vindas às moradas que Jesus lhes está preparando. ... Toda tendência pecaminosa, toda imperfeição que aqui os aflige, terá sido removida pelo sangue de Cristo. ... Acham-se irrepreensíveis perante o grande trono branco, compartilhando a dignidade e os privilégios dos anjos... e há alegria no Céu, na presença de Deus e dos santos anjos, sobre uma pessoa resgatada – alegria que se exprime em cânticos de santo triunfo” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 126).

Mãos à Bíblia


4.
Os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz” (Rm 8:5, 6). Pense nesses versos. Que mensagem básica eles trazem? O que eles lhe dizem sobre sua vida?

5. O que a mente carnal não pode fazer? Rm 8:7, 8

Alana Hall – Perth, Austrália

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Crendo no Filho de Deus - 24/08/2009 a 29/08/2009

Segunda, 24 de agosto

Exposição

Base para a crença


Crer em Jesus e Sua obra na cruz é a base de nossa salvação (Jo 3:16). A fé nessa crença é o que liga os seres humanos pecadores ao Deus santo. Contudo, é difícil entender exatamente o que significa crer. Dizemos que cremos em muitas coisas: “Creio que fulano vai ganhar a eleição”, ou “Creio que esta é a melhor comida que já provei.” Contudo, crer, no sentido bíblico, significa mais do que ter uma opinião sobre algo. Significa saber que algo é verdadeiro e agir com base nesse conhecimento (Jo 3:36). O que exatamente a Bíblia está nos chamando a crer? O que precisamos saber sobre Jesus e Sua obra aqui na Terra?

Deus enviou testemunhas para testificar sobre Jesus (1Jo 5:1-12). Deus não espera que creiamos num homem que viveu na Palestina 2.000 anos atrás sem prover evidências, e Ele também não esperava que pessoas daquela época cressem em um dos muitos rabis sem provas. Deus deu três evidências: “Há três testemunhas: o Espírito, a água e o sangue; e esses três estão de pleno acordo” (1Jo 5:7, 8). Alguns comentaristas sugerem que esse texto se refere ao início do ministério de Jesus (em Seu batismo), ao encerramento de Seu ministério terrestre (Sua morte) e ao dom do Espírito Santo,* todas elas são ocasiões em que Deus deu à humanidade claros sinais sobre Jesus.

Ele é o Criador (Jo 1:1-3). Jesus é o divino e eterno Filho de Deus. Ele é também o Criador. Como seres humanos, somos chamados a adorar o Criador (Ap 14:7). Embora Jesus tenha vindo a nós como homem, precisamos crer que Ele é digno de nossa adoração como Criador, e que Suas palavras são autoritativas em nossa vida (1Jo 5:1-5). Como nosso Criador e nosso Deus, precisamos crer que Jesus estava presente no tempo do Antigo Testamento, e que tem estado envolvido com o plano da salvação desde o princípio (Ap 13:8).

Ele é o Salvador (Rm 6:3, 4). A justiça e a misericórdia de Deus se combinaram na cruz. Embora mereçamos a morte por nossos pecados, não importa quão pequenos sejam, Jesus tomou nossa punição sobre Si e nos deu Sua recompensa em troca (Rm 3:23-25). A maneira pela qual participamos dessa recompensa é através do batismo, porque por esse ritual morremos com Cristo e seremos ressuscitados por Ele (Rm 6:4, 5). É importante notar que o batismo é um gesto exterior da crença em Cristo e em Sua obra na cruz. Embora o batismo seja uma atividade simbólica essencial, é o sangue de Cristo que realiza nossa salvação.

Ele pode nos livrar do pecado (Rm 6:1-6). A morte de Cristo nos purifica do pecado e apaga nossa culpa. Contudo, Cristo deseja fazer mais do que perdoar nossos pecados vez após vez. Ele deseja ajudar-nos a parar de pecar. Cultivando um relacionamento com Cristo, “observando-O” ao lermos sobre Sua vida na Bíblia, compreendemos quem Ele é e como devemos nos relacionar tanto com Deus como uns com os outros. Em resultado, somos continuamente transformados à Sua semelhança (2Co 3:18).

Ele endireitará as coisas (Jo 3:36; 5:24). Jesus deseja que creiamos não só em Sua divindade e em Seu poder de salvar-nos do pecado nesta vida, mas também em Seu poder de ressuscitar os mortos no fim do tempo e conceder recompensa e punição (Rm 6:5). Como crentes em Cristo, ansiamos pelo tempo em que aqueles que morreram serão reunidos não só com os vivos, mas também com o próprio Cristo (1Ts 4:13-17). Também cremos que Ele punirá os impenitentes pela dor que causaram neste mundo. Isso nos dá esperança de que será feita justiça para aqueles que foram torturados, oprimidos, maltratados, estuprados, assassinados e abusados. Deus não se esquecerá das lágrimas de tristeza que derramamos.

Crer nEle requer auto-sacrifício (Mt 16:24, 25; Hb 12:4). Jesus sabia que haveria consequências nesta vida por segui-Lo. Sabemos que Seus discípulos foram martirizados um por um, a começar com Tiago (At 12:2). Como cristãos, contudo, sabemos que esta vida não será fácil, e isso está determinado. Ninguém tem uma vida verdadeiramente livre de cuidados, embora alguns passem por circunstâncias piores que as de outros. Como cristãos, contudo, sabemos que, quando sacrificamos nosso tempo, nossos recursos e, sim, até nossa vida, Cristo cuidará de nós e haverá uma recompensa do outro lado – a vida eterna. Não devemos ser como o jovem rico, que julgou alto demais o custo de seguir a Cristo (Mt 19:21, 22). Não importa quão difícil seja, precisamos acreditar que viver e reinar com Cristo por toda a eternidade vale a pena, apesar de qualquer luta aqui na Terra. Essa crença nos capacita a viver em paz e liberdade, quer estejamos presos com correntes terrenas ou não.

*Daniel L. Akin, 1, 2, 3 John, ed. E. Ray Clendenen, The New American Commentary (Nashville: Broadman and Holman, 2001), p. 196−198.


Mãos à Bíblia

João diz que Jesus veio “por meio de água e sangue” (1Jo 5:6). O que significa isso? No princípio do Evangelho de João, a água está associada ao batismo (Jo 1:26, 31, 33; 3:5, 23). Essa parece ser a aplicação em 1 João. Jesus veio como Senhor encarnado e começou Seu ministério público sendo batizado com água. Ele concluiu Seu ministério terrestre na cruz, quando derramou Seu sangue. Aparentemente, a água aponta para o batismo de Jesus e o sangue, à Sua morte na cruz (1Jo 1:7).

J. Amanda McGuire | Berrien Springs, EUA

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domingo, 24 de agosto de 2008

Coluna da Missão: O Apóstolo Pedro - 24/08/2008 a 30/08/2008

Coluna da Missão: O Apóstolo Pedro - 24/08/2008 a 30/08/2008

“Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus” (At 4:13, NVI).

Prévia da semana: Pedro se tornou um importante líder da igreja. Ele permitiu que Jesus redirecionasse sua personalidade à missão da igreja, embora tivesse dificuldade par se desfazer de algumas opiniões longamente abrigadas.

Leitura adicional: Atos dos Apóstolos, cap. 14 (p. 131-142)

Domingo, 24 de agosto


Seja um Pedro! Não hesite


“Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18).

Para muitos, estas palavras significam que Jesus construiu Sua igreja sobre Pedro, que ele foi o que se chamou “o primeiro papa”, e que ele, Pedro, era a pedra de que Jesus estava falando. No entanto, outros interpretam esse texto como se Jesus tivesse dito: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra, Eu mesmo, edificarei a Minha igreja. A evidência, como veremos abaixo, favorece fortemente a última.

1. A que pedra Jesus estava Se referindo? Dt 32:4; Sl 18:2, 31; Sl 95:1; 1Co 10:4; Ef 2:20; 1Pe 2:6

Não importa quão privilegiado fosse Pedro, não importam os seus dons, o valor de seu papel; a igreja de Deus nunca foi construída sobre um ser humano pecador. Deus nos livre! O próprio Jesus é a Pedra, o fundamento sobre o qual descansa Sua Igreja.

Pedro era fervoroso, corajoso e organizado. Ele era um homem de ação, com extremos pronunciados: destacadas virtudes e sérios defeitos. Era caloroso, generoso, audaz e ousado. Era também jactancioso, impulsivo e afoito. Num momento de crise, podia se demonstrar alerta, mas também covarde e vacilante. Muitas vezes era impossível alguém prever que lado de seu caráter e personalidade prevaleceria. Tudo isso o tornava um homem de contradições. Jesus, contudo, podia olhar para o interior do coração de Pedro e ler seus motivos. Portanto, Jesus conhecia o potencial que Pedro tinha.

Pedro muitas vezes não hesitava em executar imediatamente a ordem do Senhor. Que reação Jesus recebe hoje quando Ele repete a nós o chamado para segui-Lo? Sem dúvida, algumas dessas respostas poderiam ser: “Quando eu me formar na faculdade, Senhor”, ou: “Quando eu encontrar um emprego, irei trabalhar para o Senhor”, ou: “Quando eu terminar de planejar meu casamento.”

Mas hoje o mundo contém aproximadamente 7 bilhões de pessoas, muitas das quais precisam ouvir o evangelho. Não devemos hesitar em atender ao chamado de Deus. O Espírito Santo cuidará para que a semente dê frutos. Ao nos dispormos para cumprir essa tarefa global, o Espírito Santo nos encherá de poder. Outras coisas que precisamos para alcançar o sucesso serão proporcionadas.

É o próprio Deus fazendo Sua obra em nós, usando-nos como instrumentos. Quando Ele nos chamar, não demos desculpas quanto ao porquê de não aceitarmos o desafio. Ao contrário, sejamos gratos por ter o Senhor nos tornado canais de Seu amor para alcançar a outros com a mensagem. Nossas consecuções na tarefa de fazer discípulos para Deus são fruto de Sua graça e amor.

Ao estudar a lição desta semana, peça a Deus que lhe mostre o potencial que Ele vê em você.

Farrah del Rosario-Paterniti | Olongapo, Filipinas

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