quinta-feira, 21 de julho de 2011

Regozijando-se diante do Senhor: o santuário e a adoração - 21/07/2011 a 23/07/2011

Quinta, 21 de julho

Aplicação
Revelando os fundamentos da adoração


Quando adoramos a Deus, experimentamos transformação pessoal. É impossível permanecermos em Sua presença e continuarmos os mesmos. A verdadeira adoração causa impacto em nós. Davi declarou: “Alegrei-me com os que me disseram: ‘Vamos à casa do Senhor!’” (Sl 122:1). Ele descobriu que na presença de Deus há alegria plena. Embora haja sempre o perigo de se deixar levar pelo exagero e pelo emocionalismo (como podemos perceber em algumas igrejas), há também o risco de nossa adoração se tornar fria e sem vida.

No contexto da guerra e da devastação, o poeta W. H. Auden escreveu que os humanos são como crianças “perdidas numa floresta encantada”, “com medo da noite”, e que “nunca foram felizes nem bons.”* Essas frases depressivas capturam a situação humana em geral. Felizmente, Deus quer nos tirar desse lamaçal.

Por séculos, o principal modo de revelação desse plano foi o serviço do santuário terrestre, que indicava os princípios de adoração a Deus:

A verdadeira adoração provém de um coração desejoso de adorar aos Senhor (Êx 25:1, 2). Adorar a Deus porque outros o fazem não garante a prática da verdadeira adoração.

Cada filho de Deus deve empregar seus talentos na adoração a Ele (Êx 35:10-35). Que talentos você pode utilizar nas horas de adoração em sua igreja? Como você pode usá-los para extrair o melhor de sua hora de adoração pessoal?

Adoração inclui esquadrinhar o próprio coração e confessar nossos pecados, suplicando o perdão divino (Lv 4:27-29). Talvez essa seja a essência da adoração – prostrar-nos diante do Salvador com um coração contrito, considerando nossa natureza pecaminosa e os erros que cometemos, e ansioso pela cura que provém de Suas pisaduras (Is 53:5).

* W. H. Auden. “1º de setembro de 1939.” Disponível em: http://lists.ncc.edu/scripts/wa.exe?A2=ind0710&L=WOM-PO&D=1&T=0&O=A&P=344182. Acesso em: 10 jun. 2010.

Mãos à Bíblia


6. O que os textos a seguir nos dizem sobre a adoração israelita no santuário? Lv 23:39-44; Dt 12:5-7, 12, 18; 16:13-16

Uma das grandes lutas que a igreja enfrenta tem que ver com adoração e estilos de culto. Uma lição que podemos aprender do modelo do santuário é que toda a verdadeira adoração, que deve levar à alegria, precisa ser realizada no contexto da verdade bíblica. Deus deu aos israelitas instruções muito claras, rigorosas e formais, em relação à construção do santuário, seu ministério e suas cerimônias, destinados a ensinar as verdades da salvação, mediação e juízo. Ao mesmo tempo, eles deviam se regozijar perante o Senhor em sua adoração. Esse tema aparece repetidas vezes. Afinal, se as verdades da salvação e juízo não são motivo de regozijo, que outra coisa nos alegraria?

Leonardo Del Rosario Jr. – Davao City, Filipinas

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Justificados pela fé - 21/07/2010 a 24/07/2010

Quarta, 21 de julho

Testemunho
A escada espiritual


“Deus é o Doador da vida. Desde o princípio, todas as Suas leis foram ordenadas para toda a vida. Mas o pecado se intrometeu na ordem que Deus havia estabelecido, e seguiu-se a discórdia. Enquanto existir o pecado, sofrimento e morte serão inevitáveis. É unicamente porque o Redentor assimilou a maldição do pecado em nosso favor que o homem pode esperar livrar-se, em sua própria pessoa, dos horrendos resultados do pecado” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 553).

“Depois de o inimigo haver levado Adão e Eva ao pecado, a ligação entre o Céu e a Terra foi cortada; e não fora por Cristo, jamais haveria sido o caminho do Céu conhecido pela humanidade caída. ... Cristo é a escada espiritual, cuja base se apoia na Terra, e cujo topo atinge o trono do Infinito. Os filhos de Adão não são deixados em desolação, e alienados de Deus; pois mediante a justiça de Cristo temos acesso ao Pai” (Ellen G. White, Para Conhecê-Lo, p. 82).

“Quando o pecador vem a Ele [Jesus], Ele tira o fardo do pecado e lhe dá Sua justiça. O mais vil pecador pode reivindicar tudo o que foi provido no plano da salvação através dos méritos de Cristo. Ele pode ter os atributos do Salvador. Pode sair e proclamar um Salvador vivo, e ganhar homens para a verdade; pois ele sabe o que é se agarrar a Cristo por viva fé. Deu os passos necessários de arrependimento, confissão e restituição, e pode ensinar a outros o caminho da salvação. Ele pode apresentar Cristo como Aquele que deixou Seu trono real e revestiu Sua divindade com a humanidade para que pudesse salvar o homem caído. Pode apresentá-Lo como alguém que era rico e Se fez pobre por amor de nós, para que por Sua pobreza nos tornássemos ricos” (Ellen G. White, Signs of the Times, 2 de setembro de 1889).

Mãos à Bíblia


Em Romanos 3:25, Paulo se aprofunda nas boas-novas de salvação. Ele usa uma figura de linguagem: propiciação (no grego, hilasterion). Essa palavra ocorre no Novo Testamento só aqui e em Hebreus 9:5, onde geralmente é traduzida como “propiciatório” (tampa da arca do concerto). Como é usada em Romanos 3:25, descrevendo a oferta de justificação e redenção em Cristo, propiciação parece representar o cumprimento de tudo o que era simbolizado pelo propiciatório no santuário do Antigo Testamento. Então, isso significa que, por meio de Sua morte sacrifical, Jesus é erguido como o meio de salvação e é representado como aquele que fornece a propiciação. Em resumo, significa que Deus fez todo o necessário para nos salvar.

5. Tendo sido salvos pela fé, mediante a graça, que motivo temos para nos orgulhar? Rm 3:26, 27

Stuart Forbes – Brisbane, Austrália

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Andando na Luz: Guardando Seus Mandamentos - 21/07/2009 a 25/07/2009

Terça, 21 de julho

Exposição
Sinal de boa saúde


Necessidade urgente (1Jo 1:1-7). O princípio de 1 João ecoa o princípio do evangelho de João. Ambos os livros começam com a Encarnação. A Palavra evangélica (Jo 1:1) que se tornou carne (Jo 1:14) é uma referência óbvia a Jesus Cristo. A Palavra da vida em 1 João Se tornou audível, visível e tangível. Jesus Se tornou ser humano e nos revelou a vida divina. A Palavra da vida encarnada deixou uma impressão tão profunda em João e seus associados que eles não puderam deixar de proclamar alegremente essa vida (1Jo 1:4). Essa vida – a vida eterna escondida em Jesus – é tão potente que cria comunhão com Deus o Pai, com Seu Filho Jesus Cristo e com outros cristãos (verso 3).

A Palavra da vida revela que Deus é luz e que não há nEle qualquer vestígio de escuridão (1Jo 1:5). Assim, se procurarmos comunhão com Deus e com outros cristãos, precisamos deixar para trás a vida de escuridão e andar na luz. Note como o texto não aconselha ficar parado na luz, mas, sim, andar na luz, prosseguindo com a vida sob os raios iluminadores e restauradores da luz. Se andarmos na luz, nos valemos do poder purificador (justificador e santificador) do sangue de Jesus (verso 7). Não há necessidade mais urgente que um ser humano tenha do que ser libertado da condenação e do poder do pecado. Quando nossos pecados estão perdoados, estamos prontos a receber tudo o mais que Deus tem a oferecer.

Um teste (1Jo 2:3-6). Depois que ficamos sabendo como Deus perdoa nossos pecados, é-nos apresentado um teste. Esse teste envolve a obediência aos mandamentos de Deus. As pessoas que conhecem a Deus e têm comunhão com Ele confirmam esse conhecimento e comunhão por meio da obediência. Essa declaração aparentemente simples de 1 João 2:3 é cuidadosamente desenvolvida nos versos 3 a 6. Aqui, João enfatiza que a obediência aos mandamentos de Deus é um sinal de nosso relacionamento com Cristo.

A comunhão com Deus afeta o coração de diferentes maneiras. O coração de um cristão chega a conhecer a Deus (verso 3) por meio de uma comunhão de coração para coração. O coração do cristão acolhe a Deus e tudo o que é real aos olhos de Deus (verso 4). O coração do cristão é empregado no aperfeiçoamento do amor de Deus (verso 5). A expressão “o amor de Deus” é ambígua. Pode se referir tanto ao amor que Deus tem por nós quanto ao amor que temos por Deus. Finalmente, o coração de um cristão permanece em Deus (verso 5). Todas essas realidades espirituais formam o alicerce da vida interior de um cristão e produzem obediência. Portanto, precisamos conservar em mente que a obediência aos mandamentos de Deus não é algo que fazemos por nós mesmos. Não guardamos os mandamentos meramente porque queremos. A obediência é sinal de uma nova realidade espiritual dentro de nós. É sinal de que Deus reina em nosso coração. É sinal de saúde.

A resposta ao teste (1Jo 2:5-11). A seguir, João enfatiza que a obediência em si é também complexa e multifacetada. Ele deseja que pensemos na obediência de formas mais abrangentes e cristocêntricas. Os que guardam os mandamentos não devem se concentrar exclusivamente nos Dez Mandamentos ou outros imperativos explícitos da Bíblia. Ao contrário, devem guardar toda a Palavra de Deus (1Jo 2:5). Quando quer e onde quer que chegue a Palavra de Deus, um cristão deve acolhê-la. Assim, todos os que desejam obedecer a Deus devem desenvolver uma atitude de abertura e humilde atenção à Palavra de Deus (Mt 4:4).

Contudo, João levanta ainda mais o padrão ao declarar que obediência é andar como Jesus andou (1Jo 2:6). A resposta à pergunta: “Que tipo de vida obediente confirma que estamos andando na luz?” sempre deve ser esta: “O tipo de vida obediente que reproduz a obediência de Cristo.”

1 João 2:7-11 menciona um exemplo específico dos mandamentos que indica se temos comunhão com Deus e andamos na luz – o antigo/novo mandamento para amarmos nosso próximo. João afirma que o cristão que não ama seus irmãos está numa situação grave. Apesar das aparências e da profissão de fé, essa pessoa não só ainda está andando na escuridão, mas essa escuridão se traduziu em cegueira (verso 11). Quem quer que odeie seu irmão e irmã não pode ver e não pode encontrar o caminho para a luz. A vida de ódio é de fato uma vida perigosa. Mas não devemos nos resignar a viver dessa forma, porque “a escuridão está passando, e já está brilhando a verdadeira luz” (verso 8). Já somos imensamente abençoados porque “o Deus que disse: ‘Que da escuridão brilhe a luz’ é o mesmo que fez a luz brilhar no nosso coração. E isso para nos trazer a luz do conhecimento da glória de Deus, que brilha no rosto de Jesus Cristo” (2Co 4:6).

Mãos à Bíblia

Quando enfrentamos determinadas situações, devemos pensar no que faria Jesus e tentar fazer o mesmo. Precisamos descobrir como Jesus viveu e, diariamente, devemos comparar nossa conduta com a dEle.

4. Quais são algumas de suas histórias favoritas sobre Jesus? Isto é, que histórias realmente falam ao seu coração sobre o tipo de pessoa que era Jesus? Até que ponto você se assemelha a Ele nessas áreas?

Às vezes, as pessoas pensam em Jesus como Salvador e Substituto, apenas, e não em Jesus como seu Senhor e exemplo. João aceitava Jesus tanto como Salvador quanto como exemplo. Em 1 João 1:7, é mencionado o sangue purificador de Cristo, que aponta para Sua morte na cruz em nosso lugar. De acordo com 1 João 2:2, Jesus é o sacrifício pelos nossos pecados. Ele foi nosso substituto. Mas, nos versos que estamos estudando nesta semana, surge o outro aspecto – Jesus viveu uma vida exemplar. Devemos seguir Seus passos.

Bogdan Scur | Takoma Park, EUA

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segunda-feira, 21 de julho de 2008

O FILHO DE DEUS ENTRE NÓS - 21/07/2008 a 26/07/2008

Segunda, 21 de julho

jesus he is watching over us by pedro l. camejo & yillian yvette sarmiento

Evidência - Quem se importa?

Jesus tinha poder, mas era um poder abnegado. Ele curava doenças, restabelecia vidas destruídas e deixava mudos os hipócritas religiosos. Ele disse a Seus discípulos: “Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (Mc 10:44). Não era exatamente uma fórmula para os que buscavam agressivamente o poder político, não é?

3. Que traços especiais vemos no caráter de Jesus, tornando-O sem igual em toda a história humana? Jo 1:1-14

Hoje parece que temos mais coisas pelas quais ser agradecidos do em qualquer geração anterior. Devíamos ser a geração mais feliz de todas, considerando o que temos. Então, por que nos vemos num desespero cada vez mais profundo?

De acordo com o relatório de 2004 do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, houve mais de trinta mil pessoas nesse país que desistiram da vida por meio do suicídio em 2002. Nesse mesmo ano, mais de 130 mil pessoas foram hospitalizadas após tentativas de suicídio. O uso de drogas e a gravidez na adolescência estão subindo em ritmo alarmante em nossa sociedade.

Por que nós, que temos tantas coisas, temos tanta falta de esperança? Onde podemos encontrar a esperança para o presente e para o futuro?

A resposta é Jesus. Ele criou tudo no mundo. Quando os seres que Ele criou não O adoraram, Ele não os abandonou, simplesmente. Em vez disso, salvou-os, e portanto a nós, da morte eterna, tornando-Se um de nós, e morrendo a segunda morte da eterna separação de Deus. Esse mesmo Jesus também deseja ouvir nossos pequenos problemas na vida. Ele vai nos consolar se estamos sofrendo por causa de um namoro desfeito. Ele sabe que estamos preocupados em passar nos exames, encontrar um emprego, e em ter um bebê saudável. Em Lucas 12:7 Ele nos diz que Se importa o suficiente conosco para saber quantos fios de cabelo temos na cabeça. E toda vez que estivermos em desespero e precisarmos de um amigo, Jesus nos dará descanso deste mundo cheio de problemas (Mt 11:28).

Saber que Jesus cuida de nós nos ajuda a viver uma vida mais feliz e realizada. De acordo com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, pessoas que freqüentam regularmente cultos religiosos têm taxas significativamente mais baixas de consumo de cigarros, álcool e drogas. E a edição de novembro de 2005 da revista National Geographic declara que os adventistas têm uma vida mais longa e mais saudável que a dos não-adventistas. Viver de acordo com os princípios de Jesus enriquecerá sua vida aqui na Terra, bem como no Céu, porque Ele Se importa com todos nós.

Andrew Park | Winnipeg, Canadá

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