quinta-feira, 21 de abril de 2011

O casaco de cores diferentes - 21/04/2011 a 23/04/2011

Quinta, 21 de abril

Aplicação
Vestindo as cores certas


Deus criou um caleidoscópio na Natureza e nos projetou para que pudéssemos apreciar sua variedade de cores. Ele mesmo confirmou a importância das cores quando o arco-íris apareceu a Noé após o Dilúvio (Gn 9:12-16). Hoje, partidos politicos, gangues e times esportivos frequentemente são representados por cores específicas.

As cores que usamos determinam de que lado estamos e pelo que lutamos. Até o nosso verdadeiro caráter é frequentemente descrito como nossas “verdadeiras cores”.

Uma vez que compreendamos a importância das cores, como então poderemos usar as cores certas?

Vista as cores de Deus. Leia Efésios 6:10-16. As cores dessa armadura são uma representação bem gráfica de alguém que permanece firme no Senhor. Quando você veste essa armadura, faz o mundo entender que você pertence a Ele!

Siga o plano perfeito de Deus. Leia Mateus 5:43-48. Perfeição aqui retrata “‘alguém que alcançou o alvo’” (The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 341). A ideia de amar nossos inimigos é assustadora e parece ser impossível. Contudo, podemos progredir com a ajuda do Espírito Santo (Fp 3:12-14). Nossa oração não deveria ser de derrota, mas de perseverança.

Corte o pecado pela raiz. O pecado não pode ser acariciado e ter permissão de nos infestar até que tenha o melhor de nós. Esse foi o erro de Jacó. Ele cultivou os pecados do engano e favoristismo, e isso lhe causou muita dor. Freie o compartamento negativo que tão facilmente toma conta de você. Afaste-se dessa situação, pois certamente o(a) levará por uma estrada que você não deseja percorrer. Deus proverá um escape.

Preste contas. Mesmo que não percebamos, as pessoas estão nos observando. Abrace a responsabilidade que temos de ser o “sal da Terra” (Mt 5:13). Lembre-se de que seremos reconhecidos pelos nossos frutos.

Mãos à Bíblia

7. O que revela a linguagem usada pelos irmãos diante de seu pai, em Gênesis 37:26-36?

Perceba que a pergunta dos irmãos não se referia à “túnica de nosso irmão”, mas à “túnica de teu filho”, o que indica frieza. No entanto, esse ato “resolveu” um problema apenas para provocar muitos outros. Certamente, esses homens lutaram ao longo dos anos com a culpa e o remorso.

8. Leia Gn 42:13, 21-23, 32; 44:28. O que esses versos dizem sobre o impacto das ações dos irmãos sobre si mesmos e sua família, a longo prazo?

Sherwin Richard Scott – Santa Lúcia

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

A Água da vida - 21/04/2010 a 24/04/2010

Quarta, 21 de abril

Testemunho

Sacia minha sede, ó Deus


Uma das provisões que Deus fez para os seres humanos quando criou a Terra foi fornecer água em abundância. Ele planejou que precisássemos dela tanto dentro de nosso corpo quanto fora dele. Sem ela, não podemos subsistir por muito tempo. Como cristãos, precisamos diariamente da água viva que o estudo da Bíblia e a oração trazem à nossa vida.

“Na saúde e na doença, a água pura é uma das mais excelentes bênçãos do Céu. Foi a bebida provida por Deus para saciar a sede de homens e animais. ...

“A água refrigerante, borbulhando na terra ressequida e estéril, fazendo com que o deserto floresça, e fluindo para dar vida aos que perecem, é um emblema da graça divina que apenas Cristo pode conferir, e é como água viva, purificando, refrigerando a alma” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 139).

“Aquele que busca matar a sede nas fontes deste mundo, beberá apenas para tornar a ter sede. Por toda parte os homens estão descontentes. Anseiam qualquer coisa que lhes supra a necessidade da alma. Unicamente Um lhes pode satisfazer essa necessidade. O que o mundo necessita é ‘o Desejado de todas as nações’, é Cristo. ...

“Jesus não queria dar a ideia de que um único gole da água da vida bastasse ao que a recebe. O que experimenta o amor de Cristo, desejará continuamente mais; mas não busca nenhuma outra coisa. As riquezas, honras e prazeres do mundo, não o atraem. O contínuo grito de seu coração, é: ‘Mais de Ti’. E Aquele que revela à pessoa suas necessidades, está à espera, para lhe saciar a fome e a sede” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 187).

Temos a segurança de que, diariamente participando da Água Viva, nos tornaremos, nós mesmos, como fontes, partilhando com outros o necessário refrigério.

“Aquele que bebe da água viva, faz-se fonte de vida. O depositário torna-se doador. A graça de Cristo no coração é uma vertente no deserto, fluindo para refrigério de todos, e tornando os que estão prestes a perecer, ansiosos de beber da água da vida” (Ibid., p. 195).

Mãos à Bíblia

5. Medite em Isaías 40:31. Que promessa você pode tirar desse texto para si mesmo? Como você pode aplicá-lo à sua experiência?

Numa experiência, o Dr. Pitts, da Universidade Harvard, colocou atletas – caminhando em uma esteira a 5,5 quilômetros por hora em um ambiente quente – para consumir a água que perdessem pela transpiração. No fim da experiência, os atletas sentiam que podiam continuar a caminhar sete horas mais tarde! Em outro dia, os mesmos atletas, privados de água durante a experiência, chegaram ao ponto da exaustão dentro de três horas e meia. A mensagem é clara: a água pode dar poder e energia, especialmente quando estamos realizando trabalho vigoroso.

Ashley Trecartim | Loma Linda, EUA

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terça-feira, 21 de abril de 2009

A Jornada Cristã "Vida" - 21/04/2009 a 25/04/2009

Terça, 21 de abril

Exposição

Vida


5. Leia 2 Coríntios 5:17. Como podemos ser “novas criaturas” em Jesus?

Ninguém está livre da esmagadora devastação provocada pelo pecado. A grande notícia é que, em Jesus, podemos viver eternamente. No entanto, essa vida eterna requer mudança de coração, conversão, ou, nas palavras de Jesus, o “novo nascimento.”

6. Qual é a natureza do novo nascimento? O que significa nascer de novo?

Vida é um tema dominante do Gênesis ao Apocalipse. A palavra tem uma gama de significados da mera existência física à vida plena e abundante, em amorosa comunhão com Deus e outros.

Fonte de vida (Jo 1:1-3). Deus é o Deus vivo (Jr 10:10) e é a fonte de toda a vida. João 1:1-3 deixa claro que sem Jesus nada teria existido. Além do mais, tudo o que existe continua a existir por causa da graça de Deus, de Sua sabedoria e poder doador de vida (Cl 1:16, 17).

Seres humanos criados para viver (Gn 2:7; Sl 139:13, 14). Deus criou os seres humanos para que vivessem para sempre (Gn 2:9; Sl 139:13, 14; Ap 22:1, 2). Gênesis 2:7 diz que, depois de Deus ter formado Adão do solo, soprou em suas narinas o fôlego de vida. É possível que Deus não somente tenha soprado em Adão o neshamah, ou centelha da vida, mas que também tenha soprado nele o Espírito Santo (Jo 20:22) e, com Ele, uma natureza e dimensão espirituais (2Pe 1:4). Assim, nos tornamos um templo vivo para ser habitado por Deus (1Co 3:16). Era desígnio de Deus que vivêssemos em comunhão íntima com Ele. Portanto, fomos criados para ter mais que uma existência física. Fomos criados para desfrutar amoroso companheirismo com Deus e todos os Seus filhos. A vida humana devia ser mais que infinda; devia ser uma vida feliz. Contudo, a Bíblia revela: a fim de que os seres humanos vivessem verdadeiramente e fossem felizes, precisavam escolher viver conforme a vida que Deus lhes deu para viver.

Vida inferior: vida sem a habitação do Espírito Santo (Gn 2:17; Rm 8:9). Quando Adão e Eva escolheram seguir a serpente e exaltar sua razão acima da vontade de Deus, perderam a pureza; e, num grau significativo, o Espírito Santo e a glória de Deus se afastaram deles. O pecado trouxe morte espiritual imediata (Gn 2:17). Eles não experimentaram imediatamente a morte física, mas continuaram a viver o que às vezes é chamado de vida inferior. A queda original foi a descida para uma esfera inferior de existência: uma vida vivida sem a influência santificadora do Espírito Santo. Os que vivem na esfera da vida inferior estão preocupados em satisfazer os desejos da carne. São pouco mais que animais inteligentes. Leia o que Paulo tem a dizer sobre tais pessoas em Romanos 1:21-24 e Gálatas 5:19-21. A partir da perspectiva bíblica, a vida inferior (ou vida sem a habitação do Espírito Santo) não é vida de maneira alguma. É, de fato, a morte em vida. Alguém que vive essa vida inferior está morto em suas transgressões e pecados (Ef 2:1).

Vida superior: vida vivida em Cristo (Jo 3; 10:10; 2Co 5:17). Felizmente para Adão e Eva, e para muitos de seus descendentes, eles se arrependeram de seus pecados e aceitaram o perdão de Deus, tornado possível através de Jesus Cristo (Jo 3:16). O perdão e a aceitação do pecador por Deus envolve o milagre do novo nascimento (Jo 3:1-6). A mão criativa de Deus toca uma vez mais o corpo da pessoa, e, então, ela recebe a influência interior santificadora do Espírito Santo. No momento da conversão, a pessoa é elevada acima da esfera física, ou da vida inferior, para a vida superior. Essa é a vida para a qual fomos criados. É a verdadeira vida trazida à luz por Cristo (2Tm 1:10). É a vida vivida em Cristo, ou em comunhão íntima com Cristo. É uma vida que reflete os princípios e atividades do reino de Deus exemplificados na vida de Cristo. É uma vida quantitativamente e qualitativamente mais rica que qualquer coisa que os cidadãos dos reinos deste mundo podem obter ou experimentar. É a vida abundante (Jo 10:10). É a vida passada na presença de Deus e na atmosfera do Céu, embora esteja ainda ligada a este mundo. A vida superior dá evidências da habitação do Espírito e é caracterizada por “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23, NVI). Refletir a imagem e semelhança de Deus, ou o caráter de Cristo, é outra vez possível, porque as pessoas que nasceram de novo são verdadeiramente filhos de Deus, e capazes de viver assim (2Pe 1:2-8). A vida superior não deve ser considerada algo corriqueiro, pois é possibilitada pela vida e morte de Cristo (Jo 3:16) e pela comunhão consciente com Deus.

Pense nisto


1. Como você sabe se é um animal inteligente ou um filho de Deus nascido de novo?
2. Que passos você pode dar para assegurar que sua vida seja passada em constante comunhão com Deus e na atmosfera do Céu enquanto está vivendo num mundo pecaminoso?
3. Por que a constante comunhão com Deus é tão importante?

Elliott Williams | Watford, Inglaterra

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