sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Mente dividida - 20/08/2010 a 21/08/2010

Sexta, 20 de agosto

Opinião
Redenção através de Cristo


Acho Paulo um tipo bem diferente de apóstolo. Sua conversão ao cristianismo é um testemunho incrível. Aceitou Jesus como seu Salvador e dedicou o resto da vida a pregar o evangelho. Ele não poderia ter feito isso sem crer na graça de Jesus Cristo e reivindicá-la para si.

A Carta aos Romanos é uma apresentação da salvação de Deus para os judeus e os gentios. O que aprendemos em Romanos 7 é o amor incondicional de Cristo e Seus incessantes esforços para nos salvar. Aprendemos que somos salvos pela graça através da fé, e que, como resultado, somos capacitados a obedecer pela presença do Espírito Santo no coração. Romanos 7 também explica o significado da cruz para a vida do crente e nos mostra aspectos fundamentais do pecado e da justiça, da fé e das obras, da justificação e da eleição.

Quando percebemos os pecados que cometemos, às vezes é até difícil perdoar-nos. Isso é o que Satanás deseja que acreditemos, para que continuemos a pecar. Em Romanos, Paulo insta conosco para que confessemos nossos pecados, peçamos perdão para que possamos receber o dom da graça, revistamo-nos da justiça de Cristo e sejamos cheios do Espírito Santo para que Deus olhe para nós favoravelmente. Paulo nos mostra, através de sua vida, que podemos reivindicar o perdão de Deus por meio de Cristo e começar uma nova vida nEle. Tudo o que precisamos fazer é andar em Suas pegadas e orar para que o Espírito Santo nos guie.

A lei de Deus é boa. Ela aponta nossos pecados para que possamos emendar nossos caminhos e alcançar o dom da vida eterna por Cristo, que nos ama e morreu por todos. Se não tivéssemos a lei, não teríamos conhecido nossos pecados. O sacrifício de Cristo na cruz prova o amor de Deus por nós – Ele deseja que todos sejamos salvos. Deus não deu Sua lei para condenar-nos, mas para condenar o pecado e nos salvar.

Mãos à obra

1. Decore Romanos 8:1-4 e explique a um amigo o que esse texto significa. Ensinando a alguém o que você aprendeu, você solidifica esse conhecimento.

2. Escreva uma carta a si mesmo que lhe lembre o que fazer quando você se sentir triste pelo pecado e por sua natureza pecaminosa. Não se esqueça de incluir alguns versos bíblicos de Romanos 7 e 8 em sua carta.

3. Faça uma lista de desculpas que pessoas deram para dizer que elas não são suficientemente boas para seguir a Cristo. Após cada desculpa, escreva uma resposta bíblica de Romanos.

Shelly Stephen Naik – Taylor, EUA

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Amando irmãos e irmãs - 20/08/2009 a 22/08/2009

Quinta, 20 de agosto

Aplicação

Amor semelhante ao de Cristo


Todos os cristãos, através da fé e do batismo, entram na nova aliança estabelecida por Jesus Cristo através de Seu sacrifício na cruz. Que amor! Ao entrarmos nessa relação de aliança, assumimos um compromisso em relação a nosso próximo e concordamos em nos apoiar mutuamente. É com profunda alegria e gratidão, compreendendo a irresistível bondade de Deus em nos dar essa oportunidade, que entramos na vida das pessoas a quem Deus chamou para estarem juntas.

A fim de respondermos ao que Deus está fazendo entre nós, a fim de sermos o povo que Ele nos está chamando a ser, damos a Ele toda a nossa vida – passada, presente e futura. Seguiremos Seu Filho, Jesus, e viveremos cada vez mais no Espírito, para partilhar de um só coração, mente e propósito com nossos irmãos e irmãs em Cristo. Com essa fé e abundante alegria no coração, confiando em Seu poder e graça para suster-nos, entramos na aliança de amor com Deus como irmãos e irmãs em Cristo.

As implicações práticas subsequentes podem nos ajudar a melhor compreender isto:

O genuíno amor pelo próximo é o mesmo amor que temos para com Deus. É uma escolha proposital, intencional e ativa, não meramente sentimental e emocional. E ela é medida, Jesus disse, pelo amor que temos a nós mesmos (Mt 22:39).

Ame aos outros como você ama a si mesmo. Quando uma pessoa está com fome, ela se alimenta. Quando está com sede, bebe algo. E quando alguém está doente, toma remédios ou vai ao médico. Cada um de nós se preocupa em cuidar de si mesmo. Não ficamos simplesmente falando em comida, água ou remédio. Fazemos tudo o que for necessário para prover essas coisas para nós mesmos. Da mesma forma, não diga simplesmente a alguém que está com frio ou fome: “Vá em paz! Aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se” (Tg 2:16, NVI), sem fazer algo para atender às necessidades daquela pessoa.

Mãos à Bíblia

As duas passagens que estudamos nesta semana terminam com uma referência aos mandamentos.

7. O que as duas passagens ensinam sobre os mandamentos, além de que devem ser guardados? 1Jo 3:22, 23, 24; 1Jo 4:21; 1Jo 5:2, 3

João diz que guardar os mandamentos de Deus e fazer o que Lhe agrada (1Jo 3:22) dá confiança aos cristãos de que Deus ouve suas orações. A ordem de Deus é que devemos crer em Jesus e amar uns aos outros. Guardar os mandamentos permite uma permanência mútua – nós em Deus e Ele em nós. Amar a Deus inclui a guarda dos mandamentos e, realmente, eles podem ser guardados porque não são penosos.

Benji Stephen | Pune, Índia

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Da Insensatez à Fé: O Apóstolo Pedro - 20/08/2008 a 23/08/2008

Quarta, 20 de agosto

Testemunho
Instrumentos do refinador


5. O que Jesus disse a Pedro no encontro da Galiléia? Jo 21:14-19. Considerando o passado de Pedro, por que essa declaração é tão surpreendente?

“Apascenta as Minhas ovelhas.” Foi exatamente isso que Pedro passou a fazer. Que testemunho poderoso do que Deus pode fazer na vida de alguém dedicado a Ele! O Pedro fogoso, impetuoso, agora assumiu um papel-chave na formação da primeira igreja.

6. Examine os textos a seguir. O que eles nos dizem sobre o papel e o trabalho de Pedro? At 2:14-40; At 3; At 5:1-11

Sempre tenho um arrepio quando me lembro de 30 de setembro de 1999. Foi o dia em que recebi o diagnóstico de que estava com uma infecção nos brônquios. Tive que me afastar do ensino médio por um período de oito meses para fazer tratamento. “O que está acontecendo comigo?”, questionei. Eu tinha acabado de ser admitido na escola e agora teria que sair. Meu mundo estava desmoronando.

Foi então que alguém leu 1 Pedro 1:7 para mim: “A fé que vocês têm, que vale muito mais do que o ouro, precisa ser provada para que continue firme. E assim vocês receberão aprovação, glória e honra, no dia em que Jesus Cristo for revelado.”

Creio que era justamente isso o que Pedro tinha em mente, quando nos últimos anos de seu ministério foi inspirado a escrever aos crentes dispersos pelo Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia.

“Suas epístolas foram o meio de reavivar o ânimo e fortalecer a fé daqueles que estavam sofrendo provas e aflições, e de renovar as boas obras dos que, assediados por tentações de toda ordem, estavam em perigo de perder seu apego a Deus” (Ellen G. White, Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 353).

Na verdade, “essas cartas levam a impressão de terem sido escritas por alguém em quem os sofrimentos de Cristo, bem como Sua consolação, tinham sido abundantes; alguém cujo ser todo tinha sido transformado pela graça, e cuja esperança de vida eterna era certa e firme” (Ibid.).

Pedro nos assegura que “o cuidado de Deus por Sua herança é incessante. Ele não permite que sobrevenha a Seus filhos nenhuma aflição que não seja essencial ao seu bem presente e eterno. ... Tudo quanto Ele faz recair sobre Seu povo como provas, vem para que [os fiéis] alcancem mais profunda piedade e maior força para levar avante os triunfos da Cruz” (Ibid., p. 354).

Ellen White ainda admoesta que “todos devem saber que isto constitui uma parte da disciplina na escola de Cristo, a qual é necessária para os purificar e desembaraçá-los das escórias deste mundo” (Ellen G. White, A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 79).

Portanto, as provas nos preparam para a segura herança na Nova Terra. Que outra coisa constitui nossa esperança, se não isso?

Bless Tsatsu Kupualor | Accra, Gana

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