sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vitória sobre o pecado - 13/08/2010 a 14/08/2010

Sexta, 13 de agosto

Opinião
A bela conjunção

A palavra “mas” é uma conjunção. Falando de maneira geral, qualquer termo que venha após a palavra “mas” nega o que foi dito antes dela. “Essa foi uma bela tentativa, mas você devia ver como meu filho faz isso”. Ela também funciona de outra forma, e essa é a maneira em que ela funciona no último verso de nosso capítulo de estudo para esta semana. Se fôssemos ler a primeira parte deste verso sozinha, ficaríamos desesperados. “Pois o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Mas então vem a bela conjunção: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23).

Como seres caídos, somos circundados pelo pecado e seus efeitos. Por nós mesmos, não há maneira de evitá-lo, e a Bíblia nos diz que todos sucumbiram à tentação (Rm 3:23; 5:12). A boa notícia é que Jesus venceu a morte e o pecado e nos oferece essa mesma vitória. Simplesmente, temos de saber como ter acesso a ela.

A escritora Shelly Quinn escreveu: “Preciso reconhecer minha dependência absoluta e total de Jesus Cristo para que Ele realize em mim uma obra que me capacite a andar nos mandamentos de Deus.”1 Nosso papel é deixar as coisas acontecerem e permitir Deus agir. Não há nada tão simples e ao mesmo tempo tão difícil! Nós nos vemos tentando valentemente alcançar nossa própria vitória sobre o pecado tentando ser bons.

Entrega é a chave para a vitória. “A entrega constante dos pensamentos, sentimentos e ações significa liberdade na vida cristã.”2 A vitória é nossa se desejarmos reivindicá-la. Ao refletirmos sobre o estudo desta semana, que nosso cântico seja: “Vitória em Cristo, eterna vitória!”3

1. Shelley Quinn, Exalting His Word (Nampa: Pacific Press, 2006), p. 50.
2.
Jim Hohnberger, Vida Plena de Poder (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 30.
3.
Letra de Eugene Monroe Bartlett, Hinário Adventista do Sétimo Dia, hino n° 437.


Mãos à obra

1. Reúna-se com alguns amigos ou familiares num culto de pôr do sol para compartilhar vitórias que cada um de vocês experimentou pessoalmente em sua experiência com Deus. Participem de uma refeição leve, cantem alguns hinos e desfrutem a companhia mútua.

2. Reflita sobre um ou dois comportamentos pessoais que possam estar impedindo você de ter um relacionamento mais profundo com Deus. Imagine sua vida sem esses comportamentos. Considere algumas coisas que você pode fazer que o(a) ajudarão a mudar, e peça diariamente a Deus que lhe dê a vitória.

Abigail Parchment – Newlands, Ilhas Cayman

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Vivendo como Filhos de Deus - 13/08/2009 a 15/08/2009

Quinta, 13 de agosto

Aplicação

Canais de luz


O nível de despreparo para a segunda vinda de Jesus é proporcional à quantidade de luz que os cristãos têm. Muitas pessoas ainda estão para ser adotadas na família de Deus porque os que são membros da família de sacerdotes ainda desejam um pedaço do bolo do mundo, esquecendo-se de que são sermões vivos (2Co 3:2, 3). Para sermos considerados boas cartas, precisamos crucificar nossa natureza amante do mundo e permanecer em Cristo. Só então estaremos qualificados para ser membros da família de Deus, com o privilégio de chamá-Lo de “nosso Pai”. Como obtemos e conservamos o privilégio de ser filhos de Deus e de convidar outros para a festa de Deus?

Permaneça em Cristo. Leia João 15:4-6. Estar em Cristo torna-nos filhos de Deus e nos ajuda a viver à altura disso, o que atrai muitos outros para a família de Deus. “Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto.” Estamos constantemente sendo “lidos” (2Co 3:2, 3).

Seja leal aos princípios da família de Deus. Os membros do sacerdócio real são um povo especial porque guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus (Ap 14:12). A lealdade a Ele nos torna parte da realeza, o que pela fé nos capacita a “renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente” (Tt 2:11, 12). A lealdade assegura a realeza.

“A glória da igreja de Deus reside na piedade de seus membros; pois ali está oculto o poder de Cristo. A influência dos sinceros filhos de Deus pode ser estimada como de pouco valor, mas será sentida enquanto durar o tempo, e será justamente revelada no dia da recompensa. A luz de um verdadeiro cristão, brilhando em inabalável piedade, em firme fé, provará ao mundo o poder de um Salvador vivo. Em Seus seguidores Cristo será revelado como uma fonte de água que salta para a vida eterna. Embora pouco conhecidos do mundo, são reconhecidos como povo de propriedade de Deus, Seus vasos escolhidos de salvação, Seus canais pelos quais a luz deve vir ao mundo” (Ellen G. White, Review and Herald, 24 de março de 1891).

Mãos à Bíblia

6. Como 1 João 3:6, 8, 9 pode ser harmonizado com 1 João 1:6–2:2?

Primeira João 3:6 e 9 contém declarações fortes e desconcertantes, afirmando que ninguém que vive em Jesus e nasce de Deus vive pecando. Os cristãos têm tido muita dificuldade com essas declarações e procuram encontrar explicações. Afinal, que cristão verdadeiro não teve que enfrentar a realidade do pecado em sua vida? O que podemos entender em todos os casos é que, certamente, o apóstolo João não se contradiz. No capítulo 1, ele diz que aqueles que afirmam estar sem pecado enganam a si mesmos. No capítulo 2, ele aponta para nosso alvo, que é não pecar, mas acrescenta que, se pecarmos, temos um advogado diante do Pai, Jesus Cristo. Os cristãos se afastam do pecado, mas, se pecarem, o confessam e aceitam o perdão divino.

Lawrence Kiage | Atlanta, EUA

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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O Apóstolo João - 13/08/2008 a 16/08/2008

Quarta, 13 de agosto

Evidência
O grande exemplo

“Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome” (Jo 20:31). Nessas palavras, João resume a razão por que escreveu seu Evangelho – levar as pessoas a crer em Jesus para que recebam a vida eterna. Ao longo de todo o Novo Testamento, o tema-chave é que a vida eterna só existe em Jesus.

7. Examine os versos a seguir para ver algumas das coisas que João diz sobre esse tema-chave, a “vida”. Mediante sua leitura, onde se pode ver que a idéia da “vida” não se aplica à vida eterna apenas, mas tem implicações imediatas para toda a vida agora? Jo 6:35, 63; 10:28; 12:25; 14:6; 17:3

A natureza está cheia de exemplos de filhotes de animais que, através do modelo de seus pais, aprendem a arte da sobrevivência. Por exemplo, logo que leões estejam fisicamente maduros, eles se unem à manada para aprender a caçar. Eles estudam a arte de espreitar sob o comando das mais habilidosas leoas. Para se manterem fora da vista de sua presa, os jovens leões aprendem a se abaixar enquanto rastejam até o ponto mais próximo possível de sua presa desapercebida. Eles observam e imitam a corrida e o salto súbito das leoas, que as capacitam a abater animais tão grandes como o búfalo. Os jovens leões também aprendem a finalizar o abate rapidamente, bloqueando a traquéia de sua presa com seus agudos incisivos, sufocando-a eficientemente.

Após algum tempo, os outrora imaturos leões se tornam plenamente capazes de pegar alguns dos maiores, mais rápidos e mais fortes animais da Terra. Como os leões, nós também precisamos procurar imitar nosso Pai celestial a fim de sobreviver e crescer. Foi imitando a Cristo que João aprendeu a cultivar os frutos do Espírito (Gl 5:22, 23) em lugar das ervas daninhas do mundo.

Antes do pecado, os seres humanos comungavam face a face com o Criador do Universo. Eles eram perfeitos e viviam sem pecado. Após a queda, a capacidade dos seres humanos de seguir fiel e sinceramente a Deus foi seriamente minada. Como resultado, os seres humanos se tornaram incapazes de sobreviver a qualquer aspecto da vida sem um Salvador.

Felizmente, o próprio Deus veio à Terra, na forma de Jesus, não só para nos mostrar como viver, mas para morrer a segunda morte em nosso lugar. A vida de Jesus foi uma expressão do bem e uma rejeição do mal. É por causa de Sua vida sem pecado, Sua morte e Sua ressurreição que, como João, nós também podemos ser transformados à Sua semelhança.

Andrew J. Patterson | Loma Linda, EUA

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