quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A eleição da graça - 09/09/2010 a 11/09/2010

Quinta, 9 de setembro

Aplicação
Escolha firme


Paulo nos mostra que a salvação se baseia na graça de Deus e na justificação pela fé, na crença de que todas as pessoas são escolhidas para receber a salvação, se aceitarem o sacrifício de Cristo por elas. Quando os incrédulos judeus rejeitaram Cristo, perderam seu papel espiritual como nação (Rm 11:17-24). Isso não significa que a salvação para os judeus individualmente estava totalmente encerrada. Diante disso, como é que podemos viver à altura da salvação que Cristo nos deu?

Reconheça que não há salvação fora de Cristo. Paulo nos ensina continuamente que não podemos ter esperança, paz nem salvação a menos que mantenhamos um relacionamento de fé com Deus através de Cristo (Jo 15:5). Não há nada que possamos fazer para conquistar a salvação. Ela pode ser alcançada apenas através da graça de Deus quando aceitamos o sacrifício de Cristo por nós.

Evite o orgulho. Precisamos ser cuidadosos no que diz respeito ao orgulho espiritual (Pv 16:18). “A advertência de Paulo sobre não nos sentirmos superiores aos outros é tão significativa hoje como há dois mil anos. ... Talvez alguns não sejam antissemitas, mas talvez sejam antinegros, antibrancos, anti-hispânicos, antiasiáticos, ou “anti” qualquer pessoa que não tenha as mesmas crenças deles ou não apreciem o mesmo tipo de música que eles. Os “anti” continuam a dividir a igreja de Cristo.

A única solução para os que têm pensamentos de superioridade em relação a si mesmos é encontrar Jesus na cruz.”*

Mantenha um relacionamento com Jesus. Nossa salvação é conservada enquanto temos um relacionamento forte com nosso Salvador. Parte dessa conservação inclui fazer a vontade de Deus. Em Mateus 7:21 Jesus disse: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos céus”. Também precisamos orar, estudar a Palavra de Deus, meditar nela e servir o próximo.

* George R. Knight, Walking With Paul Through the Book of Romans (Hagerstown, Maryland: Review and Herald, 2002), p. 272.

Mãos à Bíblia

8. Como Paulo mostra o amor de Deus não só pelos judeus, mas por toda a humanidade? Como ele expressa o poder surpreendente e misterioso da graça de Deus? Rm 11:28-36

9. Leia cuidadosamente e em oração o verso 31. Que lição importante aprendemos desse texto sobre nosso testemunho não só aos judeus mas a todos com quem entramos em contato?

Victor Joe Sinaga – Palembang, Indonésia

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Importantes temas em 1 João - 09/09/09 a 12/09/09

Quarta, 9 de setembro

Evidência

Apegando-nos a Cristo


Os estudiosos da Bíblia concordam que 1 João foi escrito em algum ponto entre os anos 80 e 90 a.D. e possivelmente a um grupo na área de Éfeso. Embora não tenha um grupo específico de pessoas mencionadas como ouvintes, é evidente que o autor estava escrevendo a cristãos. Além disso, a carta tem um tom pastoral, amorosamente escrita para pessoas que o autor conhecia e com quem se importava.

Na ocasião em que essa carta teria sido escrita, o cristianismo estava se aproximando de sua terceira e quarta gerações de crentes. Estavam-se convertendo muitos que nunca haviam pessoalmente ouvido Cristo falar. Talvez os que pertenciam à primeira geração de cristãos estivessem perdendo um pouco de seu zelo para seguir o que criam e para falar a outros sobre Cristo.

À medida que esse grupo de crentes tinha começado a se deixar levar e a se conformar, falsos mestres de dentro do grupo (1Jo 2:19) começaram a ensinar ideias que divergiam do cristianismo puro. Conseguiam influência afirmando ser profetas (1Jo 4:1). Muito do que ensinavam era chamado de gnosticismo.

Os conceitos principais do gnosticismo são que somente o espírito é bom, enquanto a matéria é má. Os ensinadores dessa ideia subsequentemente vieram a odiar o mundo porque este é material. Foram ainda além, odiando também o corpo, porque também é matéria. Isso levou alguns dos falsos ensinadores a dizer que Jesus não tinha verdadeiramente um corpo físico enquanto esteve na Terra. Além disso, se Ele não teve um corpo físico, não sofreu dor na crucifixão. Ambas essas ideias subsequentemente iriam abolir a encarnação de Cristo.

Quão diferentes são essas crenças de algumas que ouvimos circulando por aí hoje? Iremos nos conformar a elas? Ou teremos discernimento e nos apegaremos ao Cristo que seguimos?

Mãos à Bíblia

João vê claramente que a teologia condiciona a ética e que uma teologia errônea pode levar a atos errados. Por exemplo, uma compreensão errada da lei e da graça tem levado milhões a pisotear o sábado de Deus.

5. Recapitule os textos seguintes e resuma o que eles nos ensinam sobre o comportamento ético. 1Jo 2:1; 3:4, 15, 17, 18; 5:2, 3. Se puder, leia também 1Jo 1:7; 3:7; 4:7.

João, com apelos diretos e indiretos, enfatiza o comportamento ético. Ele pede que os cristãos não mintam, não pequem, não odeiem seus irmãos ou irmãs. Que não amem o mundo, com suas atrações e orgulho, e não pratiquem iniquidade. Ao contrário, ele diz que devemos ser obedientes, fazer o que é certo e amar uns aos outros de maneira tangível. Conhecer a Deus e amá-Lo é algo que muda nossa vida.

Deena Bartel-Wagner | Spencerport, EUA

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Missão em terra pagã: Daniel e companhia - 09/08/2008 a 13/09/2008

Terça 
Ano Bíblico: Ez 39–41

Sem meio-termo

A história bíblica mostra claramente o envolvimento de Deus na vida dos babilônios – que interagiam com o rei Nabucodonosor e, mais tarde, com o rei Ciro. Ele é descrito como Deus não só dos filhos de Israel, mas de todas as nações.

5. Que mensagem escreveu Isaías sobre a salvação dos que não se enquadravam no padrão geralmente aceito para um israelita? Is 56:1-8

6. Que nomes receberam os cativos hebreus? Que razões seus captores tinham para fazer isso? Dn 1:6, 7

O significado dos nomes era importante para as famílias judias, e os filhos tinham seus nomes escolhidos cuidadosamente. Os nomes Daniel (Deus é meu juiz), Hananias (Deus favoreceu), Misael (quem é o que Deus é), e Azarias (Jeová ajudou) refletiam a elevada prioridade que os pais davam à vida espiritual dos filhos.

O chefe dos eunucos de Nabucodonosor, Aspenaz, deu aos quatro jovens judeus novos nomes babilônicos: Beltesazar, Sadraque, Mesaque e Abednego – que eram homenagens principalmente aos deuses babilônicos.

Este foi o ponto mais próximo a que esses quatro homens chegaram da idolatria, nomes sobre os quais eles não tinham escolha a não ser aceitar. Sob a bênção de Deus, eles logo assumiram posições preeminentes na corte e no governo de Babilônia.

Depois de seu período de preparação, Aspenaz apresentou os quatro jovens ao rei. O rei falou com eles e “não foram achados outros como” eles (Dn 1:19). “Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino” (v. 20).

Que tremendo testemunho sobre o que Deus pode fazer por meio de quatro jovens fiéis! Tirados da obscuridade de Jerusalém e levados para a corte da pessoa mais poderosa do mundo, eles se colocaram à altura da ocasião e se ergueram diante do rei como testemunhas do poder de Deus.

Por que era aceitável para os quatro jovens judeus receber nomes pagãos mas não era aceitável comer a comida pagã? Como podemos traçar a linha em nossa vida entre o que são questões culturais, apenas, e o que são assuntos morais ou religiosos? Esteja preparado para discutir sua resposta em classe.

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