terça-feira, 9 de novembro de 2010

Abiatar - 09/11/2010 a 13/11/2010

Terça, 9 de novembro

Testemunho
Busque a Deus novamente


Muito embora Abiatar tivesse se posicionado contra Salomão como o herdeiro ao trono apontado por Deus, o Senhor poupou sua vida “em atenção ao seu ofício e anterior fidelidade para com Davi; mas foi rebaixado da função de sumo sacerdote, que passou à linhagem de Zadoque” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 749). Como todos os servos de Deus antes de nós, também cometemos erros. É confortador notar que, como no caso de Abiatar, conquanto precisemos enfrentar as consequências, Deus nos dá uma segunda chance. Da mesma forma, quando Abrão mentiu sobre o fato de Sarai ser sua esposa, Deus ainda cumpriu Sua promessa a ele tornando-o uma grande nação. Você já fez algo contra Deus? Que esses exemplos encorajem você a buscá-Lo uma vez mais.

Deus pode e irá mudar sua vida se você deixar que Ele o faça. Jacó era um ladrão de primogenituras, mas Deus mudou seu nome, de “usurpador” para “Israel”, que significa “aquele que luta com Deus”. Há um pouco de Abiatar em todos nós. Assim, a fim de que tenhamos nosso nome mudado e a vitória ganha, precisamos buscar a Deus em nossas dificuldades com um coração quebrantado e contrito (ver Sl 51:17).

“Do [Salmo 51] podemos aprender que curso seguir se nos separamos do Senhor. ... Davi confessou seu pecado e humilhou o coração, declarando que Deus é justo em todo o Seu trato” (Ellen G. White, Comentários no SDA Bible Commentary, v. 3, p. 1147).

“Um homem incorre em culpa por prejudicar o próximo, mas sua principal culpa é o pecado que ele cometeu contra o Senhor, e a má influência de seu exemplo sobre outros. O sincero filho de Deus não irá tratar com indiferença nenhum de Seus requisitos” (Ibid.)

“Não é seguro fecharmos nossos olhos e endurecermos nossa consciência, de forma que não vejamos ou percebamos nossos pecados. Precisamos entesourar as instruções que temos recebido com respeito ao detestável caráter do pecado, a fim de que possamos nos arrepender de nossos pecados e confessá-los” (Ibid.)

Mãos à Bíblia

2 Samuel 15–18 conta a triste história de Absalão, o filho de Davi que se rebelou contra o governo de seu pai. Davi decidiu fugir para não transformar Jerusalém em um campo de batalha.

3. Leia 2 Samuel 15:13-29. O que esta passagem nos ensina sobre o caráter de Davi, mesmo nesse momento de perigo? Que papel teve Abiatar nesse episódio?

Carlington A. Clarke | Londres, Inglaterra

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Luta Pelo Poder - 09/11/09 a 14/11/09

Segunda, 9 de novembro

Exposição

Vencendo o inimigo


Gênesis 17:10-17 dá uma breve descrição da aliança de Deus com Abraão e seus descendentes. Deus disse a Abraão que ele e seus filhos herdariam a terra prometida. O Senhor também disse que a promessa era não só para as pessoas que estavam relacionadas com Abraão por nascimento, mas também para aqueles que guardassem a aliança do Senhor. Deus disse, então, que aqueles que faziam parte da família de Abraão, mas se recusassem a fazer o que Deus ordenara não seriam considerados herdeiros da promessa. No Novo Testamento, o Senhor fala sobre aqueles que serão cortados e aqueles que serão enxertados na videira (Jesus Cristo) por causa de Sua fé na Palavra. Podemos ser herdeiros da promessa quando nos lembrarmos de Deus, de Seu Filho, e de tudo que Eles fizeram por nós.

O resultado da rebelião (Nm 16, 17). Em Números lemos sobre o inimigo que entrou no acampamento israelita através de três homens (Nm 16, 17). Pela rebelião de Corá, milhares de pessoas tiveram que ser mortas. Por meio dos eventos descritos nesses dois capítulos, aprendemos que Deus nos adverte a ser positivamente influenciados e que, por nossa vez, devemos exercer influência positiva. Ele nos adverte a sermos cuidadosos com as companhias que escolhemos. Aqui vemos claramente como milhares de pessoas foram destruídas porque permitiram que crescesse a semente do mal, plantada em seu coração através de um homem. Para salvar os israelitas que restavam, Deus destruiu os três na raiz. Ele precisava deter a disseminação da doença a fim de salvar os fiéis. Apenas uma pitada de fermento pode levedar toda a massa. Apenas um pequeno pecado pode se espalhar como uma fagulha.

“Se a rebelião de Corá tivesse sido bem-sucedida naquela ocasião, o resultado teria sido o pior tipo de caos, e o plano de Deus para Israel teria sofrido atraso através de um golpe desastroso.”1

Lembrando o livramento do Senhor (Js 4:3-9). Em Josué 4:3-9 Deus ensinou os filhos de Israel a vencer o inimigo concentrando-se nAquele que dá a vida. A fim de se lembrarem de que foi o Senhor que os tirou do Egito, Ele os fez remover doze pedras do meio do rio.

Hoje em dia, o Senhor ainda nos ensina a conservar nossos olhos nEle. O mundo fala sobre autoestima e autoaperfeiçoamento. Contudo, quando nosso principal enfoque passa a ser nosso eu, facilmente nos tornamos egoístas e egocêntricos. Deus desejava impedir que os israelitas pensassem que Josué e eles eram capazes de fazer tudo e qualquer coisa. Em vez disso, desejava que se lembrassem de que Ele era seu líder, Aquele que os tirou do Egito.

“Deus não permitirá que o passado seja esquecido. O ontem tem um significado para hoje. As nações têm força na medida em que se recordam das experiências do passado. ... O povo hebreu sempre era levado a pensar retrospectivamente através da expressão ‘Eu sou o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó’.”2

Lembrando de Jesus como o Sacrifício (Mt 26:6-13; Lc 22:19). Numa tentativa de repreender a mulher que ungiu Jesus, um dos discípulos tentou menosprezar o que ela fez. Contudo, Jesus disse que onde quer que o evangelho fosse pregado, ali seria contada a história dela.

“A oferenda de Maria havia de espalhar sua fragrância, e por sua ação espontânea seriam abençoados outros corações. Estes haveriam de se erguer e cairiam impérios; seriam esquecidos nomes de reis e conquistadores; mas o feito dessa mulher seria imortalizado nas páginas da história sagrada. Enquanto o tempo durasse, aquele partido vaso de alabastro contaria a história do abundante amor de Deus a uma raça caída” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 563).

Durante a última ceia, Jesus desejava que Seus discípulos novamente concentrassem sua atenção nEle por meio do simbolismo dos alimentos da Páscoa – o pão, Seu corpo, e o vinho, Seu sangue. Quando Seus discípulos, ao longo dos séculos, participam da Comunhão, estão lembrando Seu sacrifício de maneira muito especial. E essa lembrança ajuda a vencer nosso inimigo, Satanás.

1. The Interpreter’s Bible, v. 2. George Arthur Buttrick, ed. (Nashville, Tenn.: Abingdon Press, 1953), p. 222.
2. Ibid., p. 568, 569.


Mãos à Bíblia

Eles se rebelaram contra Moisés e Arão, como se esses dois, por si mesmos, houvessem usurpado toda a autoridade, ultrapassado os limites e se exaltado sobre todos os outros, bem como se os tivessem levado ao deserto para matá-los.

3. Na realidade, porém, contra quem eles estavam se rebelando? Nm 16:11

4. Note as palavras de Moisés em Números 16:28-30. Qual era a verdadeira questão de Corá, Datã e Abirão?

Se esses homens pudessem fomentar uma rebelião mais ampla, quem sabe quais teriam sido as terríveis consequências! Os filhos de Israel, pouco fundamentados no Senhor, como eram, poderiam facilmente ter-se perdido.

Nafeesa Alexander | Atlanta, EUA

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domingo, 9 de novembro de 2008

A Expiação em Símbolos (parte 2) - 09/11/2008 a 15/11/2008

A Expiação em Símbolos – Parte 2


“Então dissemos: ‘Vamos à casa de Deus, o Senhor; vamos adorá-Lo diante do Seu trono’” (Sl 132:7).

Prévia da semana: O Dia da Expiação é algo positivo. É o início de uma eternidade com Deus.

Leitura adicional: O Desejado de Todas as Nações, capítulo 1, p. 19-26


Domingo, 9 de novembro

Introdução
Enviar/Apagar!

1. Qual era o papel do santuário na experiência e na vida dos israelitas? Êx 25:8, 22; 29:42, 43; Sl 28:2; 132:7; 138:2

O sistema israelita de sacrifícios tinha seu centro e operação dentro do santuário, a habitação terrestre de Deus. O sangue, como expressão tangível de vida, pertencia a Deus, e deveria ser devolvido a Ele sobre o altar. No plano de salvação, a vida do animal representava a vida do pecador arrependido, e Deus aceitava a morte do animal inocente em lugar da morte do pecador. Tudo isso simbolizava a obra de Jesus, nosso Sumo Sacerdote real.

Telefones celulares e salvação. Você pode ver qualquer conexão entre eles? Abhilasha, uma jovem índia universitária viu. No passado, ela zombava quando as pessoas lhe diziam que até uma oração sussurrada pode alcançar a Deus num instante. Ela descartava a oração como instrumento psicológico que tem o objetivo de acalmar nervos desgastados e não-educados. Então, o telefone celular chegou à Índia, e ela viu quão fácil era, para ela, falar com sua irmã nos Estados Unidos simplesmente apertando alguns botões. Isso a fez pensar. Se um telefone móvel pode ser tão eficaz, que dizer da tecnologia de Deus? Afinal de contas, o celular funciona com a energia de rádio criada por Deus. Se Deus alterasse as leis da energia de rádio, todos os celulares parariam de funcionar, ela pensou.

Você acha que é mais fácil hoje entender a expiação do que em qualquer tempo no passado? Ou mais difícil? Deus tem uma “tecnologia” maravilhosa para transferir nossa pecaminosidade para o santuário celestial. Isso pode ser feito apenas pelos méritos do sangue derramado de Cristo. Durante séculos, Deus tem transferido para o santuário celestial os pecados das pessoas.

Contudo, Deus tem um método maravilhoso pelo qual, no dia da expiação, Ele esvaziará o santuário de todos os pecados e os colocará sobre o diabo, o originador do pecado. Em outras palavras, Deus apagará inteiramente o problema do pecado. Nós, que pertencemos à geração dos computadores, devemos lembrar que isso se refere não meramente ao fato de o registro do pecado ser transferido. O que está sendo tirado, ou transferido, é a pecaminosidade em si, a doença que causou o pecado, a raiz.

Em termos simples, expiação significa reconciliação. O problema do pecado causou divisão entre Deus e os seres humanos. Então, ambos se tornaram incompatíveis. Reuni-los novamente é o propósito básico da expiação. Deus declarou esta idéia dizendo: “E farão um santuário para Mim, e Eu habitarei no meio deles” (Ex 25:8).

No Antigo Testamento, Deus nos deu vários símbolos para nos ajudar a compreender a expiação. Esses símbolos já passaram, mas seu valor educativo permanece. O pecado é um problema muito complexo e profundamente enraizado, para o qual os seres humanos não podem encontrar solução. Somente Deus pode. O santuário simboliza Sua maneira de dar fim ao problema do pecado. O serviço do santuário no Antigo Testamento apontava para o verdadeiro santuário no Céu onde Jesus está pleiteando em nosso favor para apagar nosso problema do pecado. O preço pago para apagar nossos pecados foi a crucifixão, o sangue, a vida de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Parackal Placidus | Puno, Índia

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