quinta-feira, 9 de junho de 2011

A veste nupcial - 09/06/2011 a 11/06/2011

Quinta, 9 de junho

Aplicação
O vestido perfeito


Planejar um casamento e fazer planos para comparecer à boda nupcial de Deus no Céu têm alguns pontos em comum. Vejamos:

Defina seu casamento. Será formal, semiformal ou informal? Seu vestido precisa combinar com o tipo de casamento que você está tendo. A parábola sobre a festa nupcial de Deus mostra que também precisamos nos preparar para aquele evento, especialmente quando o assunto é o que usar.

Determine a época do ano e o dia no qual o casamento se realizará. Ninguém sabe exatamente quando Jesus voltará. Todavia, Sua Palavra fielmente nos relembra que Ele voltará e que nós devemos esperar por Ele com esperança, enquanto realizamos Suas boas obras.

Três a doze meses é tempo suficiente para ter certeza de que a roupa servirá apropriadamente e para escolher acessórios e cores para complementar o vestido. Isso dará tempo para que a costureira faça alterações. Um vestido de noiva pode exigir cerca de cinco provas. E se você ganhar peso ou perder alguns quilos? Você também vai querer escolher flores e sapatos, vestidos para as daminhas e acessórios para o noivo e para aqueles que estarão com ele. Quando Deus disser que o tempo para o casamento celestial chegou, Jesus virá para buscar aqueles que estiverem vestidos em Sua justiça, representando Sua noiva.

Descubra se há algum requerimento que limite a seleção dos trajes. Algumas igrejas requerem que as vestes nupciais sejam modestas. Lembre-se de que modéstia não exclui a beleza. Para comparecer à festa nupcial celestial, não devemos vestir nossas esfarrapadas tentativas de justiça própria, mas o completo manto da justiça de Cristo, o qual Ele graciosamente nos oferece.

Seu vestido pode ser branco, não importa o que você tenha feito no passado. Da mesma forma, todas as boas coisas que nós fizemos não nos tornam dignos do altar quando se trata do casamento celestial. Não podemos produzir nossa própria cura para o pecado. Ao contrário, Deus nos aconselha a comprar dEle vestes brancas (Ap 3:18) que representam a justiça de Jesus – o único remédio para o pecado. Ela é à prova de mancha pecaminosa, pois é lavada em Seu sangue. Quando você se ferir em sua luta com o pecado, peça a Deus para curá-lo. Quando Satanás aponta nossa indignidade, olhe para Jesus e Sua justiça.

Mãos à Bíblia

5. Leia Eclesiastes 12:14 e 1 Coríntios 4:5 à luz de Mateus 22:11. O que será revelado pelo juízo?

Jeneva Dalida-Genebago – Caloocan, Filipinas

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Otimismo: Felicidade e Cura - 09/06/2010 a 12/06/2010

Quarta

Riso e cura


5. Que certeza deve guiar a vida do cristão? 2Co 12:9, 10. Como podemos aplicar esse princípio à nossa vida, especialmente em tempos de angústia?

Norman Cousins, autor de um livro chamado Anatomia de uma Enfermidade, foi editor de uma revista popular nos Estados Unidos por cerca de trinta anos. Em 1964, ele foi abatido por uma doença que afetava seu colágeno, o tecido conjuntivo do corpo. Ele sofria muita dor, tinha dificuldades para mover os dedos, os membros, até mesmo a mandíbula.

Ele achava difícil até virar-se na cama. Enquanto isso, começaram também a se formar protuberâncias por todo o seu corpo. Quando foi feito o diagnóstico, os médicos prescreveram todos os tipos de medicamentos e sedativos para a dor, como aspirina, codeína e outras drogas, inclusive muitos diferentes comprimidos para dormir. A certa altura, o corpo de Cousins começou a ter uma reação aos medicamentos, e sua pele ficou cheia de urticárias ainda mais dolorosas que a própria doença. As coisas pareciam ruins para Norman, especialmente porque só um entre aproximadamente quinhentos pacientes se recupera dessa doença.

Finalmente, já intoxicado por todos esses medicamentos e seus efeitos colaterais, ele começou a assistir a alguns filmes engraçados de um show popular de TV chamado Câmera Indiscreta. Na cama, ele ria e ria das palhaçadas. Quase imediatamente, ele notou uma mudança. Quanto mais ele ria, mais bem ele se sentia. Às vezes, a enfermeira lia histórias humorísticas que o faziam berrar de divertimento. Com o passar do tempo, os testes mostraram que ele estava melhorando. Em pouco tempo, as protuberâncias de seu corpo começaram a diminuir, e ele voltou ao seu emprego. Em seguida, o homem que achava difícil até se virar na cama estava jogando tênis, golfe, montando a cavalo e tocando piano!

Embora ninguém esteja dizendo que o riso é a solução para todos os nossos problemas médicos, não existe dúvida de que uma boa atitude pode ter impacto positivo sobre a saúde.

Frequentemente, a atitude é algo que, se você quiser, pode controlar realmente, não é verdade? Qual é sua atitude em geral? Como você pode aprender a ser mais otimista? Como o hábito de olhar para a cruz e o que ela revela sobre Deus o ajuda a ter uma perspectiva mais positiva sobre a vida?

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terça-feira, 9 de junho de 2009

Jornada Cristã ''ADMINISTRAÇÃO" - 09/06/2009 a 13/06/2009

Terça, 9 de junho

Testemunho
Administração, uma parte do plano de Deus

3. Como o cristão deve usar seu corpo? 1Co 6:19, 20. De que maneiras práticas podemos pôr essas palavras em ação?

A ideia básica é que não devemos “pecar contra nosso corpo”, porque não somos de nós mesmos. Primeiramente, fomos criados por Deus; em segundo lugar, Ele é nosso Redentor, aquele que nos comprou por elevado preço.

“Tudo quanto de bom há na Terra, aqui foi colocado pela dadivosa mão de Deus, como uma expressão de Seu amor ao homem. Os pobres são Seus, e Sua é a causa da religião. O ouro e a prata pertencem ao Senhor; e Ele os poderia fazer chover do Céu, se o quisesse. Mas em vez disso fez Ele do homem o Seu mordomo, confiando-lhe recursos não para que fossem acumulados, mas usados em benefício de outros. Deste modo torna o homem o meio pelo qual distribui Suas bênçãos na Terra. Deus planejou o sistema de beneficência, a fim de que o homem se pudesse tornar como seu Criador: de índole benevolente e abnegada, e ser finalmente co-participante de Cristo, da eterna, gloriosa recompensa” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 15).

“O amor expresso no Calvário deve ser reavivado, fortalecido e difundido entre nossas igrejas. Não devemos nós fazer tudo quanto podemos para tornar eficazes os princípios que Cristo trouxe ao mundo? Não nos devemos esforçar para estabelecer e tornar eficazes os empreendimentos de beneficência que agora são reclamados sem demora? Ao estardes perante a cruz, e verdes o Príncipe do Céu morrendo por vós, podeis fechar o coração, dizendo: ‘Não, não tenho nada para dar?’” (Ibid., p. 16).

Somos um povo chamado por Deus. Ele nos guia, e nós andamos pela fé. Buscamos compreender o que significa ser fiéis a Seu chamado. A administração deve ser vista dentro do contexto desse chamado. Deus está pronto a nos guiar a novos e dinâmicos ministérios, tanto dentro quanto fora de nossos muros.

Do ponto de vista puramente econômico, a administração é agnóstica, mecânica e humanística. Ela diz: “Eu pertenço a mim mesmo, e tudo o que tenho é meu.” Do ponto de vista cristão, contudo, a administração é uma questão teológica. Ela diz: “Eu sou de Deus, e tudo o que tenho é dEle. A administração é como gerencio os dons que Deus me deu e cuido deles: minha vida, meus relacionamentos e minhas posses.”

“Nossas posses, nesta vida, são limitadas, mas o grande tesouro que Deus oferece em Sua dádiva ao mundo é ilimitado. Compreende cada desejo humano e vai muito além de nossos cálculos humanos” (Ibid., p. 21). Contudo, por maiores ou menores que sejam nossas posses, lembremo-nos de que elas nos são apenas confiadas. Prestaremos contas a Deus pela maneira como usamos os dons e as capacidades.

Donovan Mitchell St. Catherine, Jamaica

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