sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Calebe - 08/10/2010 a 09/10/2010

Sexta, 8 de outubro

Opinião
Bravura


“Calebe nasceu escravo na terra do Egito, conheceu a miséria, a derrota e a constante humilhação do cativeiro. Estava cansado de ser chutado, amaldiçoado, surrado e humilhado. Estava cansado de ser tratado como um animal, daí sua determinação de conquistar e de alcançar o impensável”.1

Uma das lições mais importantes da vida de Calebe é esta: nunca é tarde demais para começar a enfrentar gigantes. Contudo, é melhor começar quando se é jovem. Outro ponto muito importante a ser considerado é este: podemos nos tornar fracos fisicamente, mas sempre podemos ser fortes por dentro, para dizer a Deus como Calebe: “Dê-me esta montanha”.

Nas lutas da vida, é normal que os inexperientes e os de pés delicados se contentem com o caminho fácil. Mas todos os verdadeiros soldados precisam estar dispostos a tomar uma montanha antes de morrer. O extraordinário serviço de Calebe pode ser atribuído à sua filosofia de vida e decisão de seguir o Senhor. Como um espia de Israel, ele imaginou cidades reduzidas a entulho, enquanto outros se viram como gafanhotos aos olhos do inimigo. Um vencedor sempre precisa possuir uma ideia otimista dos desafios que enfrenta. Se vamos vencer e conquistar, como igreja, precisamos seguir o Senhor plena, fiel e destemidamente. Nenhum inimigo deve nos intimidar, nenhum medo deve nos perseguir, e a ninguém deve ser permitido nos desviar do propósito de Cristo em nossa vida. Precisamos estar dispostos a ir aonde Deus mandar.

A filosofia de vida de Calebe se baseava na permanente presença divina. “Ele teve sucesso porque contou com o poder do Senhor; de fato, teve sucesso porque descansou na promessa do Senhor. Sua fé nunca vacilou. Mesmo em face de um possível fracasso, ele permaneceu firme”.2

Nossas batalhas pessoais e corporativas podem ser difíceis, tediosas e, às vezes, perigosas. Contudo, se formos determinados, se nos recusarmos a ser detidos, acabaremos experimentando os frutos da Terra Prometida.

1. John Phillips, Introducing People of the Bible, v. 1 (Neptune, NJ; Loizeauz Brothers).
2. Ibid.

Mãos à obra

1. Escreva um princípio orientador que demonstre a importância de enfrentar as dificuldades; por exemplo: “Quando a vida lhe der um limão, faça dele uma limonada”.
2. Reescreva o Salmo 37:1-9 na primeira pessoa, inserindo seu nome e outros detalhes para personalizar essa passagem. Como isso muda sua perspectiva? Que gigantes você está desejando que Deus o ajude a vencer?
3. Faça uma lista de questões difíceis que você enfrenta. Reestruture essas dificuldades em palavras positivas, tornando assim mais fácil definir planos de ação para lidar com elas.

Enoch Isaac – St. Davids, Índias Ocidentais

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Preparando um Povo - 08/10/09 a 10/10/09

Quinta, 8 de outubro

Aplicação

Como enfrentar tempestades


“A previsão do tempo para hoje é de céu claro e ventos leves.” Ironicamente, nesse dia o céu se desfaz em chuva; relâmpagos e trovões estrondam pelo céu; e você é apanhado de surpresa sem um guarda-chuva. Se você tem alguma semelhança comigo, na sua jornada rumo ao reino você já teve seu quinhão de tempestades na vida. Algumas foram pesadas e rápidas e vieram de forma totalmente inesperada, enquanto entramos direto em outras, sem prestar atenção à escuridão que estava à frente. Deus nunca prometeu uma vida livre de tempestades. Contudo, prometeu atravessá-las conosco e levar-nos a salvo para o reino. Como podemos enfrentar as tempestades quando elas surgem, e ainda continuar seguindo em frente?

Ore e estude a Bíblia. Entregue-se ao cuidado de Deus cada dia. Leia 1 Pedro 5:7. Porque Ele tem cuidado de nós, contou-nos na Bíblia como devemos nos preparar para Seu reino e como devemos trabalhar para Ele.

Dê graças. Sempre seja agradecido (Ef 5:20). Às vezes, é mais fácil dizer isso do que praticar; mas descobri que sempre se pode achar um arco-íris após toda tempestade (1Ts 5:18). Agradeça a Deus por ajudar você a vencer as tentações e por restaurar você novamente para Ele. Agradeça a Ele por apontar a você o caminho de volta quando você se desvia (Números 5). Agradeça a Ele por ser seu guia e bússola enquanto você se prepara para encontrá-Lo.

Chore. Grite. “Eu grito bem alto para Deus; grito, e Ele me ouve” (Sl 77:1). Creio que Deus criou as lágrimas por duas razões: para aliviar nossas frustrações e para purificar nossa alma. Quando parecer que seu preparo está diminuindo o ritmo ou parou, estenda a mão para Ele. Clame a Ele por ajuda. Quando parecer que você está no caminho certo, grite de alegria. Não tenha medo de dar vazão às suas emoções durante a jornada.

Ajude os outros. Estenda a mão para ajudar alguma pessoa em necessidade. Descobri que, enquanto ajudamos os outros, damos a Deus tempo para acalmar nossos furiosos ventos e chuvas. Também podemos fortalecer os outros na jornada se nos encorajarmos e estimularmos mutuamente. Somos seres sociais e 1 Tessalonicenses 5:11 nos admoesta a nos encorajarmos e edificarmos uns aos outros.

Mãos à Bíblia

7. Leia Números 6:24-26 e responda: Como a natureza da Divindade é sugerida por esses versos? Mt 28:19

8. Como essa oração revela a total dependência de Israel em relação a Deus? Jo 15:5

9. Que significado existe no fato de que os próprios sacerdotes deveriam fazer essa oração em benefício do povo? Hb 7:25

Aqui está uma clara evidência de que a religião do Antigo Testamento era relacionada à graça (Gl 3:7-14; Hb 4:1, 2). A terceira linha assegura ao crente o sorriso e a paz de Deus (veja Mt 11:28-30).

Arlette Wildman | Grenada, Antilhas

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O Rompimento da Ordem Estabelecida por Deus - 08/10/2008 a 11/10/2008

Quarta

Testemunho
Desordem no Céu


6. Como Paulo descreve o papel cósmico de Cristo? Cl 1:16, 17
O que integra a criação em uma unidade harmoniosa não são as leis da natureza, embora importantes, mas o poder de um Deus amoroso, na pessoa de Cristo. O amor não é apenas o laço que mantém unidos os cristãos (Cl 3:14), mas o laço que mantém a integridade do Universo.

7. Na história de Jó, como Satanás demonstrou seu antagonismo a Deus? Jó 1:8-11

Muitos estudantes da Bíblia lutam com o conceito de como o pecado surgiu. Mas “é impossível explicar a origem do pecado de maneira a dar a razão de sua existência. Todavia, bastante se pode compreender em relação à origem, bem como à disposição final do pecado, para que se faça amplamente manifesta a justiça e benevolência de Deus em todo o Seu trato com o mal. Nada é mais claramente ensinado nas Escrituras do que o fato de não haver sido Deus, de maneira alguma, responsável pela manifestação do pecado; e de não ter havido qualquer retirada arbitrária da graça divina, nem deficiência no governo divino, que dessem motivo para o surgimento da rebelião. O pecado é um intruso, por cuja presença nenhuma razão se pode dar. ... Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria em todo o Universo. Tudo estava em perfeita harmonia com a vontade do Criador. O amor a Deus era supremo; imparcial, o amor de uns para com outros” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 492, 493).

“O pecado originou-se com aquele que, abaixo de Cristo, fora o mais honrado por Deus e o mais elevado em poder e glória entre os habitantes do Céu. ... Lúcifer poderia ter permanecido no favor de Deus, ser amado e honrado por toda a hoste angélica, exercendo suas nobres faculdades, a fim de abençoar outros e glorificar seu Criador” (Ibid., p. 493, 494).

Mas Isaías 14:13 e 14 mostra como o orgulho e a cobiça destruíram Lúcifer. “Em vez de procurar fazer com que Deus fosse supremo nas afeições e lealdade de Suas criaturas, era o esforço de Lúcifer conquistar para si o seu serviço e homenagem. E, cobiçando a honra que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou ao poder cujo uso era prerrogativa de Cristo, unicamente” (Ibid., p. 494).

“A rebelião de Satanás deveria ser uma lição para todo o Universo por todos os séculos vindouros, um testemunho perpétuo da natureza e terríveis resultados do pecado. A conseqüência do governo de Satanás – seus efeitos tanto sobre os homens como sobre os anjos – mostraria o fruto de se rejeitar a autoridade divina. Testificaria que, da existência do governo de Deus e de Sua lei, dependem o bem-estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim, a história desta terrível experiência de rebelião deveria ser perpétua salvaguarda a todos os santos seres, impedindo-os de ser enganados quanto à natureza da transgressão, livrando-os de cometer pecado e sofrer seu castigo” (Ibid., p. 499).

Careen Prevost | St. Joseph, Dominica, Índias Ocidentais

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