terça-feira, 7 de setembro de 2010

A eleição da graça - 07/09/2010 a 11/09/2010

Terça, 7 de setembro

Testemunho
Os resultados da eleição


“Se cumprirmos as condições que o Senhor determinou, garantiremos nossa eleição para a salvação. A obediência perfeita aos Seus mandamentos é a evidência de que amamos a Deus e de que não estamos endurecidos pelo pecado. Cristo tem uma igreja em todas as épocas. Há na igreja aqueles que não se tornam melhores em nada por estarem unidos a ela. Eles próprios quebram os termos de sua eleição. A obediência aos mandamentos de Deus nos dá direito aos privilégios de Sua igreja” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 6, p. 1079).

Em João 15:4 “estão as mais preciosas joias da verdade para toda pessoa, individualmente, entre nós. Aqui está a eleição da Bíblia, e você pode demonstrar ser o eleito de Cristo ao ser fiel; você pode provar-se o escolhido de Cristo ao permanecer na videira” (Ibid.)

“Deus elege aqueles que têm trabalhado no plano da adição (2Pe 1:5-8). A explicação é dada no primeiro capítulo de Segunda Pedro. Para cada ser humano, Cristo pagou o preço da eleição. Ninguém precisa se perder. Todos foram redimidos. A todos os que recebem a Cristo como Salvador pessoal será dado poder de se tornarem filhos e filhas de Deus. Uma eterna apólice de seguros foi provida para todos.

“Aqueles a quem Deus escolhe, Ele redime. O Salvador pagou o preço da redenção por todo ser humano. Não somos de nós mesmos, porque fomos comprados por preço. Do Redentor, que nos escolheu desde a fundação do mundo, recebemos o seguro que nos dá direito à vida eterna. ... Esta não é uma apólice de seguro cujo valor alguém receberá após sua morte; é uma apólice que assegura para você uma vida que se mede pela vida de Deus: a saber, a vida eterna” (Ibid., v. 7, p. 994).

Mãos à Bíblia

4. Que grande esperança Paulo disse que existe para os israelitas, tanto para os daquele tempo quanto para os de hoje? Rm 11:11-15

5. Em lugar do enfoque étnico, que outro critério Deus usa para determinar quem Lhe pertence? Rm 11:16-24

Paulo compara o remanescente fiel de Israel a uma oliveira nobre, da qual foram quebrados bruscamente alguns galhos (os descrentes) – uma ilustração que ele usou para provar que “Deus não rejeitou o Seu povo” (v. 2). Raiz e tronco estão ainda lá. Nessa árvore, os crentes gentios foram enxertados. Mas eles estão extraindo sua seiva e vitalidade da raiz e do tronco, que representam o Israel que crê.

6. Mencione alguns privilégios que temos como resultado de sermos membros da igreja de Deus. Estamos agindo de acordo com esses privilégios?

Leslie J. Scholten – Amsterdã, Holanda

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Importantes temas em 1 João - 07/09/09 a 12/09/09

Segunda, 7 de setembro

Exposição

O mistério da piedade


Não muito tempo depois de Jesus ter retornado ao Céu, alguns de Seus seguidores perderam de vista a realidade de carne e sangue de Sua missão terrena. Parece incompreensível para nós hoje que mal havia se passado uma geração após os homens e mulheres que viram e tocaram o Deus-homem, e já surgiram mestres que espiritualizaram Sua existência real e corpórea e as lições de obediência à vontade de Deus que Ele lhes exemplificou. Hoje em dia nós os chamamos de gnósticos. Descrevemo-los como pseudocristãos, porque efetivamente removeram Cristo e Seus ensinos do nível da realidade. Ele Se tornou uma presença espiritual. Suas palavras passaram a ser vistas como simples alegorias de uma verdade mais elevada.

Não é de admirar que Paulo insistisse em que seu “filho” Timóteo apreciasse o “mistério” da piedade. O verso resume a realidade de Cristo: “manifestado em corpo”, “justificado no Espírito” (isto é, conectado ao Divino), “visto pelos anjos” (antes de sair do Céu e depois de voltar para lá), “pregado entre as nações” (um Deus universal), “crido no mundo” (não um conhecimento secreto), e “recebido na glória” (1Tm 3:16, NVI). Pense nisto: essa sequência vai bem longe em revelar o mistério e aplicá-lo à lógica humana.

O caminho para Deus (Jo 14:6). Em João 14:6, Jesus está respondendo a Tomé (conhecido por sua recusa posterior de crer que Jesus havia ressuscitado até tocar nas cicatrizes das mãos e no lado do Mestre). Jesus estava dizendo a Seus seguidores que precisava partir para a casa do Pai, mas que voltaria para eles. “Vocês conhecem o caminho para onde vou” (verso 4, NVI). “Como... podemos saber o caminho?”, pergunta Tomé. Os versos seguintes a essa pergunta, em sua maior parte, têm que ver com a revelação que Jesus faz do Pai a Seus seguidores por Suas palavras e atos, com o amor do qual eles partilham, e com a prova desse amor, que está em guardarem Suas palavras.

Criado em justiça (Ef 4:25-5:21). Esses versos vêm após Paulo ter ensaiado uma luta com os poderosos ensinos dos falsos pregadores. Parece que eles estavam ensinando um evangelho “libertino”. De acordo com Paulo, o caminho de Jesus é o do “novo homem”: um homem “criado... em justiça e santidade” (verso 24, NVI). Significativamente, ele insere as palavras “para ser semelhante a Deus” após “criado”. Ele está conectando o milagre da regeneração – o “mistério da piedade” na vida de um cristão – com o milagre da revelação literal de Deus em Jesus. Os versos seguintes não são uma lista do que fazer para manifestar essa vida, mas especificações dos resultados do criador milagre do novo nascimento.]

Sempre tenho certo cuidado em usar os conceitos eruditos, mas frequentemente contaminados de C. S. Lewis, mas alegremente admito haver ganho um novo discernimento ao ler seu livro Cristianismo Puro e Simples alguns anos atrás. Ele fala da distinção entre o legalista e o santo – entre o preocupado com consecuções e o vencedor – entre os produtos da vontade própria e a mudança operada pela entrega total a um novo modelo de comportamento.

Guardem-se dos ídolos (1Jo 5:21). Aqueles dentre nós que pregam regularmente estão sempre à procura de bons materiais para sermões. É impressionante de onde vêm as ideias. Alguns se especializam em analogias relacionadas a esportes. Outros contam histórias sobre si mesmos, sua família, ou mesmo sobre membros de outros distritos – cujo nome geralmente não é mencionado. Alguns são capazes de dissecar um texto nas partes que o compõem usando grego e hebraico.

Sempre brincamos com essas abordagens. Mas de vez em quando alguns de nós percebem que a Bíblia nos deu alguns sermões praticamente em sua totalidade. Um deles é o livro de 1 João. Em minha Bíblia, ele tem três páginas e meia, e quando lido em voz alta e com sentimento se encaixa bem dentro do culto de adoração moderno. É uma joia de profundo sentimento, e uma explicação racional para o porquê e o como podemos nos tornar semelhantes a Cristo. Afinal de contas, João foi o mais empático de todos os discípulos. Jesus foi caloroso com ele como com nenhum outro. Ele confiou Sua mãe aos cuidados de João. Apareceu para João numa revelação especial mais tarde na longa vida do apóstolo amado.

Examinando novamente as palavras de João, noto que ele fala com frequência em seguir os mandamentos de Deus e em não pecar. Ele se demora cuidadosamente no poder de Deus para nos perdoar por causa de nosso Advogado. E escreve amorosamente sobre a promessa de Deus de nos criar de novo.

As palavras de João tornam impossível negar o chamado para uma vida renovada com Jesus e é improvável que isso resulte num senso fútil de auto-aperfeiçoamento. “Se, porém, andarmos na luz como Ele está na luz”, lembra João, “temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1:7).

Mãos à Bíblia

No Novo Testamento, a igreja é representada por várias imagens como: sal (Mt 5:13), coluna (1Tm 3:15), edifício ou casa (Ef 2:21, 22), templo (1Co 3:16, 17), mãe (Ap 12:1, 2), noiva (Ap 21:2) e corpo de Cristo (Ef 1:22, 23).

2. Embora a palavra igreja não apareça em 1 João, o conceito está presente. Que imagem no livro nos ajuda a entender melhor como deve ser a igreja? 1Jo 2:9-11; 1Jo 2:13, 14; 1Jo 2:12, 18; 1Jo 3:1

Em 1 João, parece que a igreja é descrita principalmente como uma família. Existe o Pai celestial (12 vezes). Além disso, o próprio João é um tipo de pai, chamando os membros da igreja de “filhinhos” (1Jo 2:18). Os membros são filhos (13 vezes), pais e jovens (duas vezes cada), e irmãos (13 vezes). Essas expressões sugerem certo tipo de intimidade, um relacionamento próximo e amor mútuo, e dão a ideia de familiaridade.

3. Qual é a chave para o que significa ser parte da família de Deus? 1Jo 4:7

Lincoln E. Steed | Hagerstown, EUA

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domingo, 7 de setembro de 2008

Missão em Terra Pagã: Daniel e Companhia - 07/09/2008 a 13/09/2008

MISSÃO EM TERRA PAGÃ: DANIEL E COMPANHIA


Prévia da semana

Verso para memorizar: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se” (Dn 1:8).

LEITURAS DA SEMANA: Daniel 1–3, 6

Pensamento-chave: As histórias de Daniel e seus companheiros em Babilônia nos oferecem princípios sobre fidelidade e missão que continuam sendo importantes, mesmo depois de vinte e seis séculos.

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm 8:28).

Nas circunstâncias mais escuras, quando as coisas parecem estar totalmente erradas, podemos nos consolar com o pensamento de que essas coisas cooperam para o bem. Não que todas as coisas sejam boas, mas que, com Deus, elas podem cooperar para o bem. Não nos é garantido que será como queremos; e podemos nunca ver o bem que finalmente virá. Mas a promessa permanece.

Nesta semana, vamos estudar como Deus transformou o mal em bem na experiência de quatro jovens judeus que, mesmo não tendo culpa nenhuma, foram exilados para um país estrangeiro. No entanto, por causa de seu firme compromisso, Deus pôde usá-los como testemunhas de Seus propósitos e Seu poder. Ao passar por várias provações, como uma fornalha ardente e uma cova de leões, Deus não só mostrou Seu cuidado para com Daniel e seus amigos, mas também demonstrou Seu poder diante de pagãos que só conheciam seus ídolos. Quem, se não Deus, conhece os resultados eternos da fidelidade demonstrada por esses jovens hebreus?

Domingo 
Ano Bíblico: Ez 33–35

Um fundamento espiritual

A maioria conhece a história básica de Daniel e seus amigos, que foram levados cativos por Nabucodonosor, rei de Babilônia, cerca de seiscentos anos antes de Cristo. Por sua fidelidade, Deus usou esses jovens para promover Seus planos e Sua missão em Babilônia, a nação mais poderosa do mundo naquele momento. Mas, em grande parte, as histórias de Daniel, Hananias, Misael e Azarias são um tributo à fiel educação dada por seus pais.

As famílias judias não deviam considerar levianamente o dever de educar seus filhos. Grande parte desse processo ocorria pela narração de histórias, uma parte importante da vida familiar. Os pais deviam contar e recontar as histórias do cuidado de Deus sobre sua nação. As crianças deviam aprender como a guarda dos mandamentos de Deus leva para a vida, enquanto a desconsideração para com eles leva à morte.

1. Que princípio espiritual ensina a Bíblia não só para os filhos mas para todos nós? Como a devoção pessoal, diária, é um meio de aplicar esse princípio à nossa vida? Dt 6:6, 7; 4:9

Os pais de Daniel, Hananias, Misael e Azarias podem não ter imaginado o que aconteceria a seus filhos. Mas, pela instrução religiosa fiel e diária, eles forneceram um firme fundamento espiritual para o resto da vida deles. Como é importante que os pais busquem fazer o mesmo a seus filhos hoje! Ao mesmo tempo, o hábito de demorar-se em Deus, a constante recapitulação dos milagres, da bondade e do amor de Deus podem ser um benefício tanto para os pais como para os filhos. Até mesmo para os que não têm filhos ou aqueles cujos filhos já saíram de casa, como é importante manter a realidade, a bondade e o poder de Deus diante de nós a toda hora! Afinal, como podemos partilhar com os outros o que nós não experimentamos?

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