terça-feira, 2 de agosto de 2011

Adoração, canção e louvor - 01/08/2011 a 06/08/2011

Terça, 2 de agosto

Exposição

Algo sobre o que cantar


Novas canções geralmente são escritas para eventos especiais. O salmista contempla a ideia de criar novas canções em seis capítulos diferentes. No Salmo 33:3, lemos que Deus colocou uma nova canção na boca de Davi. No Salmo 144:9, Davi promete tocar músicas e cantar uma nova canção para Deus. As outras quatro novas canções mencionadas em Salmos são convites para que “cantem ao Senhor um novo cântico!” (Sl 96:1)

Sendo o salmista o nosso guia sobre“quem” e “como”, os demais livros da Bíblia mostram o “quando”, “onde” e “por que” da experiência de uma nova canção. Depois do Êxodo, Miriã liderou a adoração com uma nova canção ao Senhor, às margens do Mar Vermelho (Êx 15). Isaías, depois de profetizar sobre o Salvador havia muito esperado por Israel, incentivou a todo aquele que espera a cantar “ao Senhor um novo cântico, seu louvor desde os confins da Terra” (Is 42:10). Em Deuteronômio 31:19-23, Deus ensina uma nova canção a Moisés para ajudar o povo a se lembrar de sua própria estupidez! Em Apocalipse, vemos duas novas canções sendo cantadas para celebrar a excelência de Jesus (Ap 5:9; 14:3).

Novas canções são escritas e cantadas pelos crentes quando há algo para celebrar ou relembrar. Onde essas canções devem ser cantadas? Em qualquer lugar que estivermos! E por que cantarmos? Porque, de acordo com Jesus, se deixarmos de proclamar Sua glória, as pedras clamarão (Lc 19:37-40).

Um som digno (Sl 150). Muito tem sido falado a respeito de como oferecermos nossa adoração a Deus. O rei Davi também tratou desse assunto em seus dias. Ele escreveu o Salmo 150 para esclarecer o que Deus colocou em seu coração. Dessas palavras inspiradas, aprendemos que o foco não é a reflexão sobre quais instrumentos devem ser usados ou onde eles são tocados. Em vez disso, o mérito da nossa adoração é visto no fato de estarmos ou não adorando. Todo ser que respira deveria estar louvando ao Senhor!

Ligando a música (1Ts 5:16). Mas, e se você não sentir vontade de cantar? As Escrituras dão pelo menos duas razões pelas quais você deve fazer isso: (1) Seus pecados foram perdoados (Sl 32:1). Davi nos diz que, quando ficou em silêncio, seus ossos definharam pelo seu gemido. Não é de admirar que Paulo tenha aconselhado: “alegrem-se sempre” (1Ts 5:16). Davi termina o Salmo 32 revelando a razão de seu estado de luto – um pecado não confessado. Confesse, e você sentirá o desejo de cantar. (2) Deus é maravilhoso (1Cr 16:9). Seremos levados a cantar quando falarmos a outros sobre os atos maravilhosos de Deus. O Seu nome é glorioso e merece ser buscado (verso 10). Deus é forte (verso 11). Ele faz milagres e perfeitos julgamentos (verso 12). Você foi escolhido pelo Senhor (verso 13). Ele nunca Se esquece de Sua aliança (verso 15). Então, “cantem ao Senhor, todas as terras! Proclamem a Sua salvação dia após dia!” (verso 23).

Encontrando a melodia (Fp 4:8). Muitas coisas competem pela nossa atenção. É preciso um excessivo esforço para bloquear as inúmeras visões e sons ao nosso redor para nos focalizarmos no assunto da santidade. Após citar várias coisas erradas no mundo em seus dias, Paulo desafiou seus leitores a pensar em tudo o que seja verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, admirável, excelente e digno de louvor (Fp 4:8). Vamos analisar rapidamente cada um desses adjetivos:

Verdadeiro. A Palavra de Deus é tão verdadeira quanto a vida. Por isso, deve ser lida e estudada todos os dias.

Nobre. Conecte-se com uma pessoa a quem você considera piedosa. Pela contemplação somos transformados, então, contemple uma pessoa nobre. Acima de tudo, contemple Jesus!

Correto. Não deixe que alguém “pise” em outras pessoas. Levante-se em defesa dos oprimidos e pisoteados.

Puro. Aperte a “pausa”. Prove seus pensamentos, afastando-se do que é mau e busque a proximidade do que é bom (veja 1Ts 5:20-22).

Amável. Certamente você conhece uma pessoa verdadeiramente amável.Diga-lhe de sua alegria em tê-la por perto.

Admirável, excelente e digno de louvor. Quando você enxergar esses atributos em si mesmo ou nos outros, Deus estará Se revelando. Reconheça-O e regozije-se.

O canto do cisne (Sl 40:3). Não pense que você pode esperar até a vinda de Jesus para cantar um cântico novo. Ele frequentemente convida cada um de nós para celebrar Sua glória e majestade. Caso você não seja músico, componha algo novo para Deus dentro de seu próprio talento, como um ato de adoração: um poema, uma mensagem em um blog, um tweet, um sorriso, um abraço, um contato visual.

A frase “um buraco em forma de Deus”* implica que, dentro de cada um de nós existe um vazio esperando para ser preenchido por Deus. Ao completar com Ele seu vazio, facilmente você encontrará razões para cantar. Sua nova canção irá surgir.

* Mark Nickens. Searching for God.Disponível em: . Acesso em12 maio 2010.


Pense nisto


1. Quando foi a última vez que você ouviu uma canção? Que propósito tinha?
2. Quando foi a última vez que você tentou fazer algo novo? O que foi?
3. Alguma vez você já fez algo novo como resposta à presença de Deus em sua vida?

Mãos à Bíblia

De acordo com 1 Crônicas 16:7, no dia em que a arca foi transferida para Jerusalém , Davi apresentou a Asafe, seu dirigente de música, uma nova canção de gratidão e louvor. Esse cântico, que se encontra em 1 Crônicas 16:8-36, trata de dois importantes aspectos da adoração: a revelação de Deus como Ser digno de adoração e a resposta adequada do adorador.

4. Que eventos do passado o povo de Israel devia fazer conhecidos aos outros povos? 1Cr 16:8, 12, 16-22. Que atos especiais de Deus eles deviam lembrar? Versos 12 e 15.

5. A repetição da aliança, feita pelo salmista, ocupa quase um terço desse hino de gratidão. De que forma a aliança se relaciona com a adoração?

David Edgren – Melbourne, Austrália

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Panorama da salvação - 02/08/2010 a 07/08/2010

Segunda, 2 de agosto

Evidência
Fé que traz esperança


Como consequência da violência pós-eleitoral que recentemente abalou meu país, foi recomendado que aqueles que planejaram, financiaram e iniciaram a anarquia fossem levados ao Tribunal Criminal Internacional (TCI) na cidade de Aia, Holanda. Uma vez ali, esperava-se que muitas dessas pessoas recebessem a sentença de morte, porque seus atos levaram à perda de muitas vidas.

A ideia de comparecer perante o TCI deve ter provocado calafrios nas costas dos altos oficiais do governo que perpetraram a violência. Por medo de terminar no corredor da morte, eles expressaram o desejo de ser julgados por um tribunal local, cujos membros talvez lhes dessem uma sentença mais leve.

Quando o pecado entrou na perfeita ordem da criação de Deus, trouxe doença e morte. Não havia nada no mundo que pudesse nos endireitar novamente. “A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. ... Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o homem decaído e levá-lo novamente à harmonia com o Céu” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 63).

Agora precisamos ter fé em Cristo de que Ele irá nos curar, tanto física quanto espiritualmente. Só Ele pode nos redimir do pecado e dar-nos paz novamente com nosso Pai celestial. Quando O aceitamos como nosso Salvador pessoal, Cristo Se torna a ponte sobre a qual cruzamos da morte para a vida.

Mãos à Bíblia


2. Qual era nossa condição quando Cristo nos buscou? O que Romanos 5:6-8 nos diz sobre o caráter de Deus? Por que esses versos são tão cheios de esperança?

3. Romanos 5:9 diz que podemos ser salvos da ira de Deus por meio de Jesus. Como podemos entender o que isso significa?

A ira de Deus se manifesta contra o pecado, assim como nos indignamos diante das injustiças da vida. Podemos dizer que a ira de Deus é como o amor se sente diante da maldade. Onde surge o pecado, aparece também a ira de Deus, que, por fim o destruirá (Rm 2:5, 8; 3:5). No entanto, sabemos que: (1) Deus é paciente e suporta os pecados por muito tempo, para dar uma chance aos pecadores (Rm 9:22; 2Pd 3:9); (2) Ele nos ama e proveu um meio para escaparmos da ira contra o pecado (Rm 5:9; Jo 3:16).

4. Que outras razões nos são dadas para nos alegrar? Rm 5:10, 11

Samson Orwa – Nairóbi, Quênia

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domingo, 2 de agosto de 2009

Andando na Luz: Rejeitando os Anticristos - 02/08/2009 a 08/08/2009

Andando na Luz: Rejeitando os Anticristos


“Pois quem rejeita o Filho rejeita também o Pai; e quem aceita o Filho tem também o Pai” (1Jo 2:23).

“Pois quem rejeita o Filho rejeita também o Pai; e quem aceita o Filho tem também o Pai” (1Jo 2:23). Embora quase dois mil anos tenham se passado desde a advertência de João, os perigos apresentados pelos anticristos ainda estão conosco. O único modo de viver como cristãos vitoriosos é permanecendo no Pai, no Filho e no Espírito Santo e mantendo um relacionamento correto com as três pessoas.

Domingo, 2 de agosto

Introdução
Não seja enganado

Não seja enganado pelas coisas do mundo. O mundo não é tão fascinante como parece. É como um mourão que parece ser belo e forte, mas está podre por dentro. Não seja enganado pelo diabo e suas armadilhas. Ele faz tudo que pode para atrair nossa mente, porque deseja ter-nos do seu lado.

Lembre-se de que o diabo é como um leão que ruge procurando alguém a quem possa devorar. Confie em Deus. Fique firme em Suas promessas, e você não será enganado. Não seja enganado!

“A Palavra de Deus declara que, quando isso corresponder às intenções do inimigo, por meio de seus agentes ele manifestará tão grande poder, sob a aparência de cristianismo, que, ‘se possível fora, enganariam até os escolhidos’” (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 155). Jesus disse: “Pois muitos virão em Meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo!’ e enganarão a muitos’” (Mt 24:5, NVI). Ao longo dos anos, tenho visto pessoas afirmarem ter sido enviadas por Deus, pessoas que declaram curar os doentes, e pessoas que profetizam, mas por seus frutos os conheceremos. Estamos nos aproximando do fim da história deste mundo, e Satanás está operando como nunca antes. Ele está se esforçando para agir como líder do mundo cristão.

Como cristãos, precisamos confiar em Deus e não tentar fazer nossas próprias escolhas. Nossa decisão de andar com o Senhor não deve ser baseada na tradição, nos amigos, ou mesmo nos familiares. Precisamos ter em mente que nem amigos, nem familiares, nem a tradição pode salvar-nos. Ao contrário, precisamos pôr à prova os espíritos, por nós mesmos, para saber se eles procedem de Deus ou não (1Jo 4:1).

Ao estudar a lição desta semana, pergunte a si mesmo como você pode andar na luz, e lembre-se de que estamos vivendo nos últimos dias e que a única maneira pela qual podemos estar enraizados em Cristo é permitir que Seu Espírito Santo nos guie. Precisamos de uma ligação pessoal com Jesus para que possamos guiar outros à verdade.

Mãos à Bíblia

1. Leia 1 João 2:18. João fala sobre “a última hora” perto do fim do primeiro século d.C. Como devemos entender o que significa essa última hora quase dois mil anos mais tarde? Leia sobre “os últimos dias” em At 2:15-17; Hb 1:1, 2; 1Pe 1:20; 1Jo 2:18.

Pelo contexto de seus escritos, a “última hora” de João pode simplesmente ser sua forma de dizer o mesmo que “os últimos dias”, período entre a primeira e a segunda vinda de Jesus. O mais importante é notar, porém, que João não fixa uma data, nem descreve uma cronologia precisa e detalhada dos eventos que devem ocorrer antes da vinda do Senhor. Em vez disso, seu objetivo está mais ligado à necessidade de sermos diligentes e cuidadosos, porque falsos mestres estão em atuação, como o próprio Jesus advertiu.

Kelli-Ann Williams | Kingston, Jamaica

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sábado, 2 de agosto de 2008

Jesus e Seus Discípulos - Resumo Semanal 02/08/2008

Jesus e Seus Discípulos - Resumo Semanal 02/08/2008

Pr. Erbert Boger
Texto-chave: “Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais” (Mt 10:31).

Objetivos

* Apresentar os princípios de Jesus quando Ele enviou Seus discípulos para cumprir a missão.
* Jesus ensinou e viveu os valores do Seu Reino primeiramente durante um ano e depois os enviou para a missão.
* A primeira coisa que Jesus queria que Seus discípulos entendessem era a natureza espiritual do reino de Deus.

Verdade Central

O maior Mestre que o mundo já viu tomava tempo para dar instruções específicas a Seus discípulos antes de enviá-los para o campo missionário. Os princípios que Ele esboçou são infinitos, e não devemos ignorá-los hoje.

Está próximo o reino dos Céus

Jesus disse em Mateus 10:7: “À medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos Céus”. Para os discípulos e para os judeus, o reino de Deus era o reino restaurado do Israel político. Mas Jesus não tinha vindo a Israel para libertá-lo do poder de Roma e sim para libertar o ser humano do pecado.

O reino de Deus não é algo exterior mas algo que está dentro de cada um de nós. A preocupação de Jesus antes de enviá-los em missão que os discípulos houvessem compreendido o que é o reino dos Céus.

E nós, os discípulos do século 21, compreendemos o que é o reino de Deus?

* O Reino de Deus é Espiritual.
* Tem que ver com vidas transformadas.
* Tem que ver com uma igreja preparada para se encontrar com Cristo. A igreja que Paulo menciona em Efésios 5 é uma igreja sem mancha, perfeita, pura.

Como seres humanos, o grande perigo que corremos é fazer crescer só o reino material (prédios, templos, escolas, organizações) um reino físico.

Mesmo andando com Jesus, os discípulos erravam em compreender Seu reino espiritual. Temos vários exemplos: Nicodemos devia “nascer para o reino de Deus”. Ele pensava no nascimento literal de uma criança. A samaritana precisava da “água da vida”, mas ela pensava na água do poço. Em Marcos 8, os discípulos entenderam o “fermento dos fariseus” como “falta de pão”.

Que reino estamos fazendo crescer hoje? O visível (material) ou o reino espiritual de Deus? Seu reino tem que ver com aquilo que Ele vem buscar aqui: pessoas por quem Cristo morreu.

Jesus não enviou Seus discípulos sem ter a certeza de que eles tinham aprendido esta lição.

Instruções missionárias

Ao ler todo o capítulo 10 de Mateus, vemos duas recomendações que os discípulos deviam seguir para cumprir a missão com êxito:

Simplicidade. “Simples com a pomba” – O que isso quer dizer na prática? Se eu me relacionar com um católico, vou exaltar as características comuns que temos quanto à “virgem Maria” por exemplo.

Prudência. “Sábios e prudentes como a serpente” – Falar o certo na hora certa, ou seja, mostrar a verdade bíblica e deixar o Espírito Santo trabalhar a convicção.

Quais são as principais mudanças necessárias entre o povo de Deus para seguir estas recomendações?

* Buscar a Deus todos os dias, a fonte da simplicidade.
* Sentir amor na salvação de pessoas e buscá-las com “sabedoria” que, na Bíblia, significa inteligência aliada ao Espírito Santo.

Que os cristãos tirem do meio deles as dissensões e sejam submissos a Deus para empenhar-se na salvação dos perdidos. Peçam a bênção, com fé, e ela há de vir.

“Que os cristãos tirem do meio deles as dissensões e sejam submissos a Deus para empenhar-se na salvação dos perdidos. Peçam a bênção, com fé, e ela há de vir” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 616).

Gentios e judeus

Primeiramente, Jesus ordenou que os discípulos pregassem à “casa de Israel” (Mt 10:5, 6). Isso incluiria os perdidos dentro da igreja e os que já tinham se afastado.

Porque Jesus usou essa estratégia?

* Jesus queria tornar conhecido e fortalecer e Seu reino entre os judeus.

Porque devemos usá-la também para a igreja hoje?

* Respeitando o que as pessoas pensam, criaremos pontes com pensamento comuns. Conheçamos a mente humana, então a despertemos.
* Faremos com que as pessoas baixem a guarda, mostrando-nos amigo e amando-as.
* Assim, teremos uma igreja forte pronta para receber e amar as pessoas.

"O mundo ficará convencido, não pelo que o púlpito ensina, mas pelo que a igreja vive. O ministério anuncia, do púlpito, a teoria do evangelho; a piedade prática da igreja demonstra seu poder” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja,v. 7, p. 16).

Um ministério integral

“Todos eram preciosos aos Seus olhos. Conduzia-Se com divina dignidade; inclinava-Se, todavia, com a mais terna compaixão e respeito para todo membro da família de Deus. Via em todos, pessoas a quem tinha a missão de salvar” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 117).

Quem são esses “todos” que Jesus via?

* Lares destruídos.
* Filhos drogados
* Pessoas solitárias.

“Deixem vir a Mim crianças”, Ele repreendeu Seus discípulos, “e não as impeçam; pois o reino dos Céus pertence aos que são semelhantes a elas” (Mateus 19:14, NVI).

“Em sua associação com o Senhor, os discípulos obtiveram um preparo prático para a obra missionária. Viram como Ele apresentava a verdade, e como tratava das complexas questões que surgiram em Seu ministério. Observaram Seu ministério na cura dos doentes, por onde quer que Ele andava; ouviram-nO pregar aos pobres. Em nossos dias, todos devem aprender Seus métodos de trabalho” (Ellen G. White, Evangelismo, p. 109).

O que é um ministério integral?

“O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes às necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me!’” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 143 e 144).

“Não tenham medo deles!”

Aborrecidos “odiados” e perseguidos (Mt 10:22).

A moda, hoje, não é mais ser ateu.

A moda é ser cristão secular, ou seja, colar adesivo de Jesus no carro, ir à igreja, levantar a mão durante a música de apelo... mas continuar tendo uma vida secular; não adaptar a vida ao cristianismo, mas o cristianismo à vida.
Quando um cristão é sincero, levanta oposição na família, em seu ambiente social e até mesmo entre os irmãos da igreja.

“Mas o que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 10:22).

“Todos quantos se consagram a Deus, podem ser portadores de luz. Deus os torna instrumentos Seus para comunicar a outros as riquezas de Sua graça... Nossa influência sobre outros não depende tanto do que dizemos, mas do que somos. “Os homens podem combater nossa lógica, podem resistir a nossos apelos mas a vida de amor desinteressado é um argumento que não pode ser contradito. A vida coerente, caracterizada pela mansidão de Cristo, é uma força no mundo” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 141).

Conclusão

Jesus mudou paradigmas e valores em Seus discípulos para, então, os enviar em missão. Assim, os discípulos não reproduziriam discípulos daqui da Terra, do reino finito, mas lá do alto “onde Cristo vive”, onde todos viverão no reino eterno que jamais passará.

* Quero que entendam bem em que consiste o reino de Deus. Não é um reino político, físico, material. É um reino espiritual. Somente quem vive, por fé, no espiritual pode compreender que esse reino não é da Terra, mas do Alto, para onde vamos.
* Vivam de forma “simples com a pomba” mas também sejam “sábios e prudentes como a serpente”. Humildes mas com o Espírito de Deus.
* Sejam totalmente fiéis a Jesus. Isso vai levantar oposição. Mas, com amizade e amor, vocês removerão as barreiras e serão perseverantes. “Pois aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 10:22).

“Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio” (Jo 20:21).

*Desafie sua classe da Escola Sabatina ou igreja a fazer um compromisso de orar todos os sábados (30 dias antes) por 10 pessoas “afastadas da casa de Israel”. Fazer ou refazer amizades, aplicar a lição de hoje. E no dia 06/09 alcançá-las com o projeto IMPACTO ESPERANÇA.

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