quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Histórias e história - 30/09/2010 a 02/10/2010

Quinta, 30 de setembro

Aplicação
Retrospectiva do futuro


Toda nação se gaba de uma História singular, que, embora repleta de histórias de paz e guerra, liberdade e escravidão, vitórias triunfais e amargas derrotas, deve ser entesourada. Os monumentos nacionais contam a orgulhosa história, e criam um senso de identidade nacional à medida que a história do país se torna a história pessoal de seus habitantes.

Como povo de Deus, temos uma rica história que se encontra na Palavra. É revigorante saber que o próprio Jesus – Aquele que nos dá identidade espiritual, Aquele que garante nossa salvação – é o centro dessa história. Cada dia nossa vida escreve novos capítulos nesse relato. Olhar para trás nos ajuda a traçar o caminho à frente e a escrever manuscritos dignos de ser lidos? Sim! E tudo depende de nossa perspectiva. Em 1 Samuel 7, Issrael se sentia derrotado pelos filisteus. Parecia não haver esperança. A arca de Deus havia sido roubada, e por 20 longos anos ficou em Quiriate-Jearim. Contudo, no dia em que Samuel estabeleceu o monumento Ebenézer, houve vitória. Essa vitória não veio do fato de eles se concentrarem nos filisteus. Veio porque apelaram ao seu todo-poderoso Deus. Assim, Samuel pôde dizer: “Até aqui o Senhor nos ajudou” (1Sm 7:12).

Faça o seguinte ao ler e estudar as histórias da Bíblia neste trimestre:

Mergulhe nas personagens que está estudando. Não seja rápido para julgar ou questionar as escolhas e atos delas. Investigue os detalhes. Veja Deus através dos olhos delas. De que forma Ele as usou onde estavam? Como Ele pode usar você?

Saiba que sua história pode ser de vitória. Deus já fez isso antes. Promete fazê-lo de novo. Quando Ele diz para que você avance, não se concentre nas ondas do mar. Obedeça! Então, a vitória será sua.

Creia que Deus tem um plano especial para você. Enquanto você acolhe as histórias do passado, peça a Ele que revele esse plano para você. As coisas tristes, e mesmo as coisas ruins, podem ser parte de sua história, mas tenha a certeza de que “Deus não conduz jamais Seus filhos de maneira diferente da que eles escolheriam se pudessem ver o fim desde o princípio e discernir a glória do propósito que estão realizando como Seus colaboradores” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 479).

Mãos à Bíblia

7. O cenário contextualiza a história. Como o cenário contribui para a conclusão dessas duas histórias? 1Sm 24:1-6 e Gn 39:6-12


Shawna Carter | Husbands, Barbados

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma Nova Ordem - 30/09/09 a 03/10/09

Quarta, 30 de setembro

Evidência

Até Deus tem um plano B


Com base em todos os problemas que os israelitas causaram, sobre os quais lemos em Números, Israel não devia existir hoje. Outras nações mais eruditas e estabelecidas não sobreviveram ao mesmo teste do tempo. Os sumérios, que desenvolveram o sistema cuneiforme de escrita, juntamente com os astecas, maias e fenícios, todos vieram e se foram. O historiador do século 20, Arnold J. Toynbee, concluiu que as sociedades declinam não tanto devido a questões ambientais e econômicas, mas por causa de um colapso moral e religioso. Conquanto muitos historiadores não se unam à conclusão de Toynbee, a Bíblia fala sobre a parte de Deus nos movimentos das nações e civilizações. Amós 9:7, em particular, menciona a guia de Deus para com Israel e para com os etíopes, filisteus e sírios.

A sobrevivência de Israel só pode ser classificada como miraculosa. Fica claro que o gênio por trás da nova ordem deles foi o Deus que era “uma coluna de nuvem durante o dia” e “uma coluna de fogo à noite”. Fica evidente que Ele deseja estar envolvido em nossa vida também (Ap 3:20). Isso está em total contraste com o conceito do Deus que não Se envolve, defendido pelos deístas – o conceito do Deus que “dá corda e deixa as coisas funcionarem por si mesmas”. Após ter dito isso, contudo, devo dizer que Números dá a distinta impressão de que, por causa de sua perene teimosia, Deus constantemente teve que refazer Seus planos originais para Israel. O objetivo era que subsistissem com o maná enviado do Céu, mas ansiaram por carne aqui da Terra (Números 11). O objetivo era que chegassem a Canaã mais cedo, mas por causa de sua rebelião, vaguearam por 40 anos enquanto a velha guarda morria (Nm 14:33). “Temos muito mais a temer de dentro do que de fora. Os obstáculos à força e ao êxito são muito maiores da parte da própria igreja do que do mundo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 122).

Contudo, vemos a soberania e graça de Deus. Vemos Sua misericórdia a despeito de nossa miséria auto-infligida enquanto Ele contorna nossas confusões para levar-nos do plano A para o plano B – tudo para que ainda possamos ser vencedores em Cristo (Rm 8:37-39; leia todo o capítulo). Somos encorajados a aumentar nossa fé e confiança em Deus, para que a ordem que Ele deseja para nossa vida traga proteção, prosperidade e promoção.

Mãos à Bíblia

7. Dar a Deus nosso primogênito? Não está Ele pedindo muito? Que lição tiramos desse fato sobre o quanto devemos ao Senhor por nossa redenção e libertação? Nesse contexto, por que o orgulho e a autossuficiência são tão pecaminosos? Êx 13:2, 12-15
O Senhor fez uma permuta com os primogênitos de todos os israelitas. Em lugar deles, Ele tomaria os levitas (Nm 3:12, 13). Moisés contou os primogênitos levitas homens a partir de um mês de idade. O total somou 22.273 – isto é, 273 primogênitos israelitas a mais do que levitas.

8. O que os demais israelitas deveriam fazer como resgate? Para quem esse valor devia ser dado? Nm 3:46-51

Clive de Silva

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terça-feira, 30 de setembro de 2008

A Expiação e a Cruz de Cristo - 30/09/2008 a 04/10/2008

Terça

Testemunho
Verdadeiro amor

A declaração "Deus é amor" nos leva ao cerne do divino e nos diz: (1) "Deus é amor" significa que, por natureza, uma exploração sobre a essência de Deus nos revelaria amor. (2) "Deus é amor" significa que Ele é um ser racional; por natureza, Ele aprecia a comunhão com Suas criaturas. (3) "Deus é amor" significa que o amor faz parte de Sua natureza. Assim, é desnecessário, ou até mesmo impossível, tornar-nos amáveis a fim de sermos aceitos por Ele.

4. Que promessa fez o Criador a um mundo afetado pelo pecado? Is 65:17; Ap 21:1

5. Como Paulo descreve os que estão em Cristo? 2Co 5:17

Ele trouxe tudo à existência pelo poder de Sua palavra (Sl 33:6); e agora é também pelo poder de Sua Palavra encarnada em Cristo que Ele nos recria (Jo 1:1, 12, 13; 2Co 4:16).

“Milhares de pessoas têm uma falsa concepção de Deus e Seus atributos. ... Deus é um Deus de verdade. Justiça e misericórdia são os atributos de Seu trono. Ele é um Deus de amor, de piedade e terna compaixão. Assim Ele é representado em Seu Filho, nosso Salvador. Ele é um Deus de paciência e longanimidade. Se tal é o ser a quem adoramos, e cujo caráter estamos buscando assimilar, estamos adorando o verdadeiro Deus” (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 59).

“Sempre que alguém manifeste espírito de misericórdia e perdão, faz isso, não de si mesmo, mas mediante a influência do divino Espírito a mover-lhe o coração. ‘Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro’” (Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus [MM 1956], p. 305).

“Esperam-nos tempos tormentosos; não pronunciemos, porém, palavra alguma de desalento ou descrença. ... [Cristo] conhece as necessidades dos mais débeis membros do Seu rebanho, e envia Sua mensagem tanto pelos caminhos como pelos atalhos. Ele nos ama com amor eterno” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, p. 392).

Podemos ir com confiança até o próprio trono de Deus, “lembrando-nos das promessas dadas por Deus, contemplando a Sua bondade e oferecendo grato louvor por Seu amor imutável. Não devemos confiar em nossas finitas orações, mas na palavra de nosso Pai Celestial, em Sua afirmação de que nos ama. Crendo na promessa de Seu amor imutável, instemos com as nossas petições ao trono da graça” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 125).

Rodney Woods | Melbourne, Austrália

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