terça-feira, 29 de março de 2011

Tecido Celestial - 29/03/2011 a 02/04/2011

Terça, 29 de março

Testemunho
Revestido de Sua justiça


Referindo-se à mensagem de Isaías, Ellen White enfatiza nossa necessidade por algo muito mais eficaz em relação a nossa redenção do que podemos contribuir: “Não podemos providenciar uma veste de justiça para nós mesmos, pois o profeta diz: todas as nossas justiças [são] como trapos da imundícia (Is 64:6). Nada há em nós de que possamos revestir a alma de maneira que não apareça a sua nudez. Devemos receber a veste da justiça tecida no tear do Céu, isto é, o imaculado vestido da justiça de Cristo” (Ellen G. White, Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 348).

“Coisa terrível seria estar na presença de Deus revestidos de roupagens de pecado, sabendo que Seus olhos leem todos os segredos de nossa vida. Mas, pela eficácia do sacrifício de Cristo, podemos estar perante Deus puros e imaculados, expiados e perdoados os nossos pecados. [...] O pecador remido, trajando as vestes da justiça de Cristo, pode, aperfeiçoado pelos méritos do Salvador, ficar na presença de um Deus que aborrece o pecado” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 51).

Ellen White aconselha os crentes a não contarem com a graça de Deus enquanto acariciam pecado no coração: “Cristo pagou o preço por sua redenção. Há só uma coisa que você pode fazer, e isto é aceitar o presente de Deus. Você pode vir com todas as suas necessidades e implorar os méritos de um Salvador crucificado e ressuscitado; mas você não pode vir esperando que Cristo cobrirá (...) sua condescendência diária com o pecado, com o Seu manto da justiça” (Ellen G. White, Bible Echo, “The Poor in Spirit” , 15 de maio de 1892).

Ela também nos adverte que Satanás “aponta desdenhosamente para as faltas dos que afirmam estar realizando o serviço de Deus. Eles têm sido enganados por Satanás, e ele pede permissão para destruí-los” (Ellen G. White, Este Dia com Deus [MM 1980], p. 224). Contudo, ela ainda escreve sobre o povo de Deus que “visto, porém, que não confiaram em seus próprios méritos nem desculparam seus pecados, e, visto que pediram perdão pelos méritos de Cristo, o Senhor os recebe e repreende a Satanás. Visto que eles se humilharam, confessando seus pecados, Ele recusa prestar atenção às acusações do inimigo. Tem perdoado sobejamente os penitentes e levará avante neles Sua obra do amor redentor, se continuarem crendo e confiando nEle” (Ibid).

Mãos à Bíblia

3. Como ter certeza de que recebemos o manto de justiça? Rm 3:21-31

A justiça que nos salva, que nos cobre como um vestido, se manifesta em Jesus. A retidão de Sua vida nos traz redenção. A redenção está nEle, não em nós mesmos, nem no cumprimento da lei. Essa redenção se torna nossa pela fé.

4. De que maneiras tentamos providenciar um manto humano da justiça para nós mesmos? Por quê?

Fylvia Fowler Kline – Medford, Oregon, EUA

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segunda-feira, 29 de março de 2010

D'Ele Emanam Todas as Bênçãos - 29/03/2010 a 03/04/2010

Segunda, 29 de março

Exposição

Coração, mente e ações

Quando as pessoas estão envolvidas no pecado, seu coração está fixado em coisas impuras. Hoje, estudaremos como o coração e a mente afetam as ações, e aprenderemos como cumprir os mandamentos vivendo livres do pecado.

Mateus 22:37 e 38 fala que devemos amar a Deus com todo o coração, mente e alma. Textos como Romanos 12:1; Efésios 2:8 e 9; 5:2; Colossenses 3:12 e 13; 2 Timóteo 1:8 e 9; 1 João 4:10 nos ensinam que mostramos amor aos outros por meio de nossos atos para com eles. É interessante que o coração afeta a mente, que por sua vez afeta os atos. Vamos agora dar uma olhada em cada elemento desse importante trio.

O coração ama e se entusiasma. O coração anseia, anela e deseja. O coração de uma pessoa escravizada a Satanás ama pecar e sente entusiasmo enquanto está pecando. Um coração assim anseia pelo pecado e é escravo de seus anseios. O coração que está no pecado fará qualquer coisa para satisfazer esses anseios. Isso, em si mesmo, é uma forma de idolatria, pois nosso coração deve ansiar somente pelo Senhor.

Em contraste, o coração de quem é livre em Cristo ama a Deus e sente entusiasmo por crescer na justiça. Esse coração deseja ardentemente desenvolver dentro de si a santidade e a pureza. Colossenses 3:1 nos instrui a nos interessarmos pelas “coisas que são do Céu, onde Cristo está sentado ao lado direito de Deus”. Em outras palavras, devemos concentrar nosso coração em amar a Cristo. Envolva seu coração com Ele. Entusiasme-se com Ele, anseie estar com Ele. Deseje intimidade com Ele, e lute para andar mais perto dEle. Que seu pedido seja o mesmo da amada: “Leve-me com você! Vamos depressa! Leve-me o Rei para os Seus aposentos!” (Ct 1:4, NVI).

O coração que está fixado em Cristo é o coração que está livre do pecado. O coração que está encantado com Cristo recusa-se a deixá-Lo ir. Um coração assim O abraça e se agarra a Ele. Que seja esse o seu alvo!

A mente se refere aos nossos pensamentos. A mente que está no pecado tem continuamente pensamentos pecaminosos. Pensamentos e cenas pecaminosas podem interromper seu trabalho, seu estudo, seu tempo com a família e todas as outras áreas da vida. Lembremo-nos sempre de que a mente é um campo de decisões e que, depois que tomamos uma decisão, o coração geralmente a acompanha.

Colossenses 3:2 declara: “Mantenham o pensamento nas coisas do Alto, e não nas coisas terrenas” (NVI). Devemos ter pensamentos celestiais, pensamentos sobre Cristo e Deus, pensamentos sobre a eternidade e o Céu. Devemos pensar em tudo o que for verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, de boa fama, excelente ou digno de louvor. Em outras palavras, devemos pensar sobre Cristo (Fp 4:8). A razão pela qual devemos fazer isso se encontra em Colossenses 3:3: “Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus” (NVI). Na cruz Jesus morreu por nós, mas nós também morremos nEle. Nossa velha natureza pecaminosa foi crucificada com Cristo. Talvez eu possa dizer que meu velho coração que amava o pecado morreu 2.000 anos atrás. Minha mente que estava consumida com cenas pecaminosas foi morta nas mãos dos soldados romanos, e, então, meu velho eu pecaminoso foi sepultado numa tumba.

O que fazemos está ligado ao que amamos e àquilo em que pensamos. Como cristãos, aprendemos que é impossível alcançar a verdadeira mudança de comportamento a menos que alcancemos a mudança de coração. Ser cristão tem que ver com amar a Deus apaixonadamente, ter nossos pensamentos consumidos por Cristo, e, então, andar libertos do pecado. Não só devemos professar o amor de Cristo, mas devemos mostrar Seu amor a outros praticando bons atos.

Além disso, se decidirmos em nosso coração glorificar a Deus, então estamos atuando em harmonia com Ele e Ele nos capacitará a fazer o que é bom. Buscar a glória de Deus ao nos tornarmos livres do pecado garante nosso sucesso, porque o próprio Deus virá em nossa ajuda para que O glorifiquemos. De fato, Ele é glorificado nas escolhas diárias que fazemos de não gratificar a carne e de concentrarmos nossa mente nEle. O que nos motiva como cristãos é honrar ao Senhor em tudo, inclusive em nossa libertação da impureza.

Portanto, hoje vimos como o coração, a mente e os atos estão ligados um ao outro, e que devemos amar a Deus ao fixarmos nosso coração e mente nas coisas do alto, a fim de que possamos morrer para os atos pecaminosos e aprender a nos amar uns aos outros. Este é um resumo da vida do cristão: devemos concentrar o coração em amar a Deus, e nossos pensamentos devem se demorar em Cristo. Então, através da habitação do Espírito Santo, somos capazes de viver de maneira digna do sacrifício feito na cruz.

Louvado seja Deus, pois nos é dada a força para fazer tudo o que foi dito acima por meio de Seu Filho, Jesus Cristo!

Mãos à Bíblia


3. Leia Efésios 2:8 e 9. Resuma, em suas próprias palavras, o significado desse texto. Pergunte a si mesmo: Por que a salvação deve ser pela fé e não pelas obras? Por que as obras não podem nos salvar? Veja Gl 3:21

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domingo, 29 de março de 2009

A Jornada Cristã - AMOR - 29/03/2009 a 04/04/2009

A JORNADA CRISTÃ - AMOR

A jornada cristã“Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor” (1Co 13:13, NVI).

Prévia da semana: Deus é amor. Quando permitirmos que Cristo habite em nós, esse amor será revelado em nossa vida.

Domingo, 29 de março

Introdução
A grande procura

Vida sem amor é um tipo sub-humano de existência. Há em nós uma necessidade inata de receber amor. O Criador nos dotou com a capacidade de amar (Gn 1:26 e Jo 3:16).

1. Qual é a importância do amor na vida do seguidor de Cristo? Mt 22:37-39; 1Co 13:1-3; 1Jo 3:14

O amor de Deus sempre vem antes do nosso amor. O amor humano precisa ser transformado pelo amor divino, para que possamos dar amor semelhante ao de Cristo.

Num mundo saturado por uma imagem distorcida do amor, nem sempre é fácil encontrar o amor que satisfaz, o qual é oferecido por Deus. Ansiamos por amor desde o momento que nascemos até o momento em que morremos. Sem amor, nos tornamos vazios e arruinados. O amor traz consigo todas as outras virtudes, e é o cumprimento de “toda a Lei e os Profetas” (Mt 22:40, NVI).

Jesus disse: “‘Ame o Senhor, seu Deus...’. Este é o maior mandamento e o mais importante” (Mt 22:37, 38). Portanto, talvez o maior pecado seja exatamente deixar de fazer isso. Deus é amor, e Seu amor por nós está além da compreensão. Nosso amor por Deus deve permear todos os aspectos de nossa vida. Nossa moral e ética como cristãos devem refletir e manter esse amor. Por exemplo, em vez de nos concentrarmos em “apenas” guardar o sábado, devemos nos concentrar em nosso relacionamento com o Senhor do sábado.

Para amarmos completamente e sermos completamente amados, precisamos primeiro amar a nós mesmos. Mateus 22:39 subentende que devemos amar a nós mesmos. Há “um amor próprio que é natural, e que é a regra do maior dever, e deve ser preservado e santificado. Precisamos amar a nós mesmos, isto é, precisamos ter a devida consideração pela dignidade de nossa própria natureza, e a devida preocupação com nosso bem-estar.

Não é fácil distinguir a tênue linha entre amor próprio e amor egoísta. Assim, muitos adolescentes e adultos se sentem mal-amados; e não gostam de quem são. Contudo, Deus revela Seu amor por nós de tantas maneiras que é difícil negar que Ele nos criou e que nos ama da maneira como nos fez, e não da maneira como desejaríamos ser. Não é fácil lidar com a pressão do grupo enfrentada pelos jovens para se adequar a uma determinada imagem; mas através do amor e da força de Deus, é possível ser alguém com amor próprio e coragem moral.

Jesus diz que o segundo mandamento mais importante é amar o próximo como a si mesmo (Mt 22:39). Ele deixa claro que nosso próximo não são apenas nossos irmãos de igreja, mas todas as pessoas com quem temos contato. Se amarmos a nós mesmos, fica mais fácil seguir este mandamento.

Hannah Hogg | Pleasant Hills, Austrália

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