quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Emoções - 29/12/2010 a 01/01/2011

Quarta, 29 de dezembro

Evidência
Alegria pela manhã

O evangelho de João está dividido em dois livros: o “Livro dos Sinais” (1-12) e o “Livro da Glória” (13-20). É o registro que o “discípulo amado” fez da vida, morte e ressurreição de Cristo. Seu propósito ao escrever esse testemunho foi provar que Cristo é, de fato, o Filho de Deus e que temos a vida eterna, crendo nEle (20: 30, 31).

O que é conhecido como o “discurso de despedida de Jesus” (13:31-16:33) está contido no Livro da Glória. Nele, Jesus conforta Seus discípulos com respeito a Seu sofrimento e ressurreição, que estavam prestes a acontecer (13:31-38). Cristo afirma ser o único caminho para o Pai (14:6) e promete aos discípulos que o dom do Espírito Santo lhes seria enviado da parte do Pai e que “Ele [os] guiaria “a toda a verdade” (14:15-31; 16:13). Jesus também lhes ensina que, assim como um ramo não pode crescer a menos que esteja ligado à videira, Seus discípulos não podem crescer se não estiverem ligados a Ele, “a Videira verdadeira” (15:1-17). Também os adverte contra o ódio que enfrentariam por causa do Seu nome (15:18-16:4).

Jesus contrasta a resposta emocional deles e a do mundo com relação à Sua morte: “Digo-lhes que certamente vocês chorarão e se lamentarão, mas o mundo se alegrará” (16:20). Cristo deixa claro que o mundo – aqueles que O odiavam e se opunham ao Seu ministério – se alegrariam quando Ele morresse. Contudo, Seus discípulos chorariam e se lamentariam diante do mesmo evento. Mas Jesus não deixa Seus discípulos num beco sem saída, e avisa: “Mas a tristeza de vocês se transformará em alegria” (verso 20). A alegria iria brotar, porque Sua ausência seria apenas temporária! Falando de Sua ressurreição no verso 22, Cristo disse que a alegria de Seus discípulos viria no meio de sua tristeza, quando eles O veriam novamente.

Todos experimentamos ocasiões emocionalmente difíceis, que fazem com que lamentemos, mas as mesmas palavras de Cristo nos encorajam hoje. Como a ressurreição de Cristo foi para Seus discípulos naquela época, a breve volta de Cristo é para nós hoje. Todas as tristezas da vida serão transformadas em alegria quando virmos Cristo em Sua segunda vinda. Continuem animados!

Mãos à Bíblia

5. Quais foram algumas das emoções dolorosas que Jesus experimentou nesta Terra? O que provocou essas emoções? Mt 26:37, 38; Mc 3:5; 8:12; Jo 11:32-38; Mc 11:15, 16

Richard Martin | Columbus, EUA

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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Pelos Seus Frutos - 29/12/2009 a 02/01/2010

Terça, 29 de dezembro

Testemunho
Seja transformado


Releia João 3:5, 6. “O coração, por natureza, é mau, e ‘quem do imundo tirará o puro? Ninguém’ (Jó 14:4). Invenção alguma humana pode encontrar o remédio para o pecador. ‘A inclinação da carne é inimizade contra Deus; pois não é sujeita à Lei de Deus, nem em verdade o pode ser’ (Rm 8:7). ‘Do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituições, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias’ (Mt 15:19). A fonte do coração se deve purificar para que a corrente se possa tornar pura. Aquele que se esforça para alcançar o Céu por suas próprias obras em observar a Lei, está tentando o impossível. Não há segurança para uma pessoa que tenha religião meramente legal, uma forma de piedade. A vida cristã não é uma simples modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu e do pecado, e uma vida toda nova. Essa mudança só se pode efetuar mediante a eficaz operação do Espírito Santo” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 172).

“O cristão fiel dará muito fruto; ele é um obreiro; não ficará indolentemente à deriva, mas porá toda a armadura para travar as batalhas do Senhor. A obra essencial é conformar os gostos, os apetites, as paixões, os motivos e desejos com a grande norma de justiça. A obra deve começar no coração. A menos que este seja puro e esteja em perfeita harmonia com a vontade de Cristo, qualquer paixão dominante, qualquer hábito ou defeito, se tornará um poder para destruir. Nada menos que o coração inteiro será aceito por Deus” (Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 117, 118).

“Se todos quantos professam ser seguidores de Cristo aproveitassem o tempo fora das reuniões para conversar sobre a verdade, para deter-se na esperança do cristão, em examinar a si mesmos e em fervorosa oração diante de Deus, rogando-Lhe a bênção, muito maior seria a obra realizada do que já temos visto. Os incrédulos, que acusam falsamente os que creem na verdade, seriam convencidos por causa de sua ‘boa conversação em Cristo’. Nossas palavras e atos são o fruto que produzimos; ‘portanto, pelos seus frutos os conhecereis’ (Mt 7:20; Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 598).

Mãos à Bíblia


4. “Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão Meus discípulos” (Jo 15:8, NVI). Qual é o objetivo de produzirmos frutos?

Permanecer em Jesus não é um meio para se atingir um fim; ao contrário, é o fim em si mesmo. O resultado de permanecer nEle será que produziremos frutos não para glorificar a nós mesmos, mas para glorificar a Deus.

5. Qual era a principal motivação para os milagres no ministério de Cristo? Jo 11:4; 12:28

Eric Pilmoor | Binfield, Reino Unido

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Meios de Comunicação do Céu - 29/12/2008 a 03/01/2009

Segunda

Pela natureza


2. O que a natureza pode revelar sobre Deus? Sl 19:1-6; 33:6-9; Rm 1:19-23

A Bíblia diz que o mundo que Deus criou era perfeito em todos os sentidos (Gn 1:31). Mas as Escrituras também revelam que o pecado alterou o mundo natural (Gn 3:17, 18). Antes da queda, só havia na Terra plantas bonitas e úteis. Deus “jamais... criou um espinho, um cardo, uma erva daninha. Essas são obras de Satanás, resultado de degeneração” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 186). Não obstante, ainda existe grande beleza na mudança de cor das folhas no outono, em um vívido pôr-do-sol e no desabrochar de um botão de rosa em uma manhã ensolarada.

Os escritores da Bíblia se referem frequentemente aos fenômenos da natureza como revelações da majestade e grandeza de Deus (Sl 8). Pense no Universo. (Sl 104). Em uma noite clara se podem ver a olho nu milhares de estrelas. Porém, nossa galáxia, a Via Láctea, tem cerca de duzentos bilhões de estrelas – e que esta é só uma galáxia entre centenas de bilhões de galáxias que agora podemos ver. Quem sabe quantas mais haverá além de nossos telescópios!

As distâncias do Universo estarrecem a mente: além do Sol, a estrela mais próxima à Terra, Alfa Centauri, está à distância de 4,28 anos-luz (um ano luz é a distância que a luz viaja em um ano – 9,4 trilhões de quilômetros). Uma astronave viajando a 160 mil quilômetros por hora levaria cerca de 29 mil anos para chegar lá. Em contraste, nossa Via Láctea tem o diâmetro de 100 mil anos-luz! A maior galáxia conhecida até agora é Mcarian, com o diâmetro de 1,3 milhões de anos-luz.

Fatos igualmente inspiradores viriam à luz se usássemos um microscópio eletrônico para estudar as dezenas de milhares de genes que cada indivíduo possui. Nossa mente finita é simplesmente incapaz de compreender todas as maravilhas do mundo criado.

Mas só a natureza não é suficiente para revelar a plenitude do caráter de Deus (Rm 1:25). Muitas das questões fundamentais sobre Deus não podem ser respondidas pelo estudo da natureza. Achamos difícil ver o amor de Deus refletido na maneira de os gatos e as baleias assassinas brincarem com suas presas antes de matá-las. E embora possamos ver o poder e a majestade de Deus na criação, a natureza não diz sempre que Deus é “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6).

Que aspectos da natureza lhe falam verdadeiramente sobre o amor e o poder de Deus? Ao mesmo tempo, que coisas você acha perturbadoras, e por quê? O que suas respostas lhe dizem sobre as limitações da natureza em esclarecer a plenitude do amor e do caráter de Deus?

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