quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quinta, 28 de abril

Aplicação
Hipotermia espiritual


Uma empresa de roupas de montanhismo indica três elementos indispensáveis para os montanhistas: (1) uma segunda pele na primeira camada de roupa, mais fina, diretamente em contato com a pele, com a função de retirar o suor do corpo para que este não se congele, causando hipotermia; (2) uma aconchegante camada do meio para reter o calor; e (3) resistência ao vento, repelir a umidade externa e permitir a transpiração é a função da terceira camada. Comparemos a seguir alguns privilégios espirituais com a função de cada uma das três camadas de roupas próprias para baixas temperaturas.
Segunda pele – a camada mais íntima. Quando observamos viajantes espirituais ensopados de suor, trabalhando sob pesados fardos, podemos lhes apresentar um Deus que nos veste com Sua especial “segunda pele”, que tem a função de remover a desconfortável sensação pegajosa de suor e os riscos fatais de acabarmos congelados por nossos pecados (Sl 103:1-12). Além disso, podemos repartir as boas-novas de que Deus oferece essa amizade íntima para Se unir pessoalmente a cada um de nós ao prosseguirmos adiante e para o alto em nossa jornada espiritual diária (Mt 11:28-30; Gl 5:1).

Calor – a camada do meio.
Ao encontrarmos viajantes desanimados, podemos aquecer seu estado de espírito congelado lhe oferecendo nosso companheirismo. Podemos repartir um calor ainda maior lhe apresentando a Cristo, o Companheiro constante (2Co 13:14; 1Jo 1:1-4).

Resistência – a protetora camada exterior.
Da mesma forma como prestamos atenção aos viajantes experientes já castigados pelo tempo, podemos refletir o amor de Deus que tem o poder de prevenir e curar os danos do pecado. Podemos indicar Seu amor como a mais valiosa de todas as coberturas protetoras (1Pe 4:8).
Assim como as rajadas geladas e as nevascas das provações causadas pelo inimigo têm o objetivo de congelar o amor em todos os corações humanos, nós podemos, com a ajuda de Deus, combater o terrível mau tempo usando e compartilhando as vestes espirituais apropriadas.

Mãos à Bíblia
5. Leia Hebreus 4:14 e 15. Que esperança esses dois versos trazem a sua vida e a sua luta contra a tentação?

Por Cristo habitar hoje, como nosso sacerdote, no santuário celestial, Ele também usa o peitoral em Seu coração. Ele vive “sempre para interceder” (Hb 7:25). É tocado pelos nossos problemas, dores e tentações.

6. Que promessas há para nós em Hebreus 8:10-13? Como essas promessas deveriam se manifestar em nossa vida?

Ao sermos cobertos com as vestes de justiça, podemos praticar essa justiça em nossa própria vida. Isso é o coração e a alma da Nova Aliança.

Kristi Rich –
Bozeman, EUA

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Meio Ambiente - 28/04/2010 a 01/05/2010

Quarta, 28 de abril

Testemunho
Ame a Terra, ame a Deus


“Quando a Terra saiu das mãos de seu Criador, era extraordinariamente bela. Variada era a sua superfície, contendo montanhas, colinas e planícies, entrecortadas por majestosos rios e formosos lagos; as colinas e montanhas, entretanto, não eram abruptas nem escabrosas, com grande quantidade de tremendos despenhadeiros e medonhos abismos como hoje elas são; as arestas agudas e ásperas do pétreo arcabouço da Terra estavam sepultadas por sob o solo fértil, que por toda parte produzia um pujante crescimento de vegetação. Não havia asquerosos pântanos nem áridos desertos. Graciosos arbustos e delicadas flores saudavam a vista aonde quer que esta se volvesse. As elevações estavam coroadas de árvores mais majestosas do que qualquer que hoje exista. O ar incontaminado por miasmas perniciosos, era puro e saudável. A paisagem toda sobrepujava em beleza os terrenos ornamentados do mais soberbo palácio” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 44).

“A natureza e a Revelação, ambas dão testemunho do amor de Deus. Nosso Pai celeste é a fonte de vida, de sabedoria e de felicidade. Contemplai as belas e maravilhosas obras da natureza. Considerai a sua admirável adaptação às necessidades e à felicidade, não só do homem, mas de todas as criaturas viventes. O sol e a chuva, que alegram e refrigeram a terra; as colinas, e mares e planícies – tudo nos fala do amor de quem tudo criou. É Deus quem supre as necessidades cotidianas de todas as Suas criaturas” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 9).

“Em Seus ensinos da natureza falava Cristo das coisas que Suas próprias mãos haviam criado, e que possuíam qualidades e faculdades, que Ele mesmo lhes havia comunicado. Em Sua perfeição original, todas as coisas criadas eram a expressão do pensamento de Deus. Para Adão e Eva no seu lar paradisíaco, a natureza estava cheia do conhecimento de Deus, transbordante de instrução divina. A sabedoria falava aos olhos e era acolhida no coração; pois eles comungavam com Deus pelas obras criadas. Logo que o santo par transgrediu a Lei do Altíssimo, o resplendor da face de Deus desapareceu da face da natureza. A Terra está agora deformada e maculada pelo pecado. Mas, mesmo nesta condição, muito do que é belo permanece. As lições objetivas de Deus, não são obliteradas; quando bem compreendida, a natureza fala de seu Criador” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 18).

Mãos à Bíblia


6. No relacionamento com o mundo que nos cerca, que princípio deve dirigir nossas ações? Que significa isso? Sl 24:1

Diante de Deus, temos responsabilidade pelas outras pessoas, bem como pelo restante da criação terrestre. Podemos preservar os recursos. Um exemplo é a água. Podemos ser criteriosos no uso da água. Podemos seguir a alimentação que o Senhor designou para nós. Se mais pessoas seguissem a alimentação vegetariana, haveria mais alimentos para todos, porque são necessários muito mais recursos naturais para sustentar uma alimentação cárnea do que para a vegetariana.

7.
Como a mordomia da Terra pode cumprir nossa responsabilidade diante do pedido de Jesus? Mt 25:34-46. Que outros versos você pode mencionar que também se aplicam a essa questão?

Stephanie Honrada | Berrien Springs, EUA

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sábado, 25 de abril de 2009

A Jornada Cristã "REVELAÇÃO" - 28/04/2009 a 02/05/2009

Terça, 28 de abril

Testemunho

Revelando Deus na natureza


4. Como o relacionamento entre Moisés e seu irmão Arão ilustra o significado-chave da palavra profeta? Êx 7:1-6

Profeta é um homem ou uma mulher que fala em nome de Deus. Suas palavras têm autoridade porque a mensagem vem de Deus, embora o profeta possa escolher suas próprias palavras para dar essa mensagem.

5. O que dizem as Escrituras sobre a manifestação do dom de profecia além dos tempos do Antigo Testamento? Examine a seguinte amostra de evidência no Novo Testamento. O que você conclui?

a. Profetas mencionados por nome (Lc 1:67; 2:36; At 13:1).
b. O dom permanente (1Co 12:28; 14:1-5).
c. Falsos profetas (2Pe 2:1; Ap 2:20).
d. Característica da igreja remanescente (Ap 12:17; 19:10).

Separados de Cristo ainda somos incapazes de interpretar corretamente a linguagem da natureza. A mais difícil e humilhante lição que o homem tem a aprender é sobre sua própria ineficiência quando depende da sabedoria humana e o seguro fracasso de seus esforços em interpretar corretamente a natureza. Por si mesmo, o ser humano não é capaz de fazer essa interpretação sem colocá-la acima de Deus. O homem está em condição semelhante à dos atenienses, que tinham, em meio aos altares dedicados à adoração da natureza, um sobre o qual estava escrito: “Ao Deus Desconhecido” (Atos 17:23). Certamente, Deus lhes era desconhecido. Ele é desconhecido de todos que, sem a orientação do divino Ensinador, assumem o estudo da natureza. Será mais que certo que chegarão a conclusões equivocadas” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja,v. 8, p. 257).

“Cristo revelou Deus a Seus discípulos de modo que lhes operou no coração uma obra especial, tal qual Ele deseja realizar em nosso coração. Muitos há que, detendo-se demasiadamente na teoria, têm perdido de vista o poder vivo do exemplo do Salvador. Deixaram de vê-Lo como o humilde e abnegado obreiro. O que eles necessitam é contemplar a Jesus. Necessitamos diariamente uma nova revelação de Sua presença. Cumpre-nos seguir-Lhe mais de perto o exemplo de renúncia e sacrifício” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 457).

“A natureza testifica que Alguém infinito em poder, grande em bondade, misericórdia e amor criou a Terra e a encheu de vida e alegria. Mesmo em seu estado arruinado, todas as coisas revelam a habilidade do grande Artista Mestre. Embora o pecado tenha maculado a forma e a beleza das coisas da natureza e nelas possamos ver os traços da obra do príncipe das potestades do ar, ainda assim elas nos falam de Deus. Nas sarças, cardos, espinhos e ervas daninhas podemos ler a lei da condenação; mas observando a beleza das coisas da natureza e de sua maravilhosa adaptação às nossas necessidades e nossa felicidade, podemos aprender que Deus ainda nos ama, e que Sua misericórdia continua sendo manifestada ao mundo” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja,v. 8, p. 256, 257).

Andrea Will | Mammoth Lakes, EUA

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