quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Liberdade em Cristo - 25/08/2010 a 28/08/2010

Quarta, 25 de agosto

Evidência
Nenhuma condenação


A igreja primitiva explodia em crescimento e experimentava tempos de perseguição (At 2; 8:1-3; 12:1) e paz (At 9:31). Encontrava heresias e pecado aberto (Rm 16:17). Paulo experimentou muitas dessas questões em primeira mão. Divisões (1Co 1:10), imoralidade (1Co 5:1, 2) e processos legais entre os crentes (1Co 6:1) foram algumas das questões. Assim, ele escreveu para encorajar a igreja em Roma e para delinear a importância da vida e da fé em Cristo. Porque havia confusão contínua sobre o papel da lei, Paulo procurou esclarecer o papel do Espírito Santo.

A lei nos condena. Pelo fato de ser santa (Rm 7:12), nos mostra que somos culpados de desobedecer a seus preceitos e, portanto, dignos de morte. Após ter escrito para algumas das outras novas igrejas, Paulo então escreveu aos romanos para enfatizar o que a liberdade em Cristo realmente quer dizer.

Portanto, sua principal declaração em Romanos 8:1, 2 é realmente uma boa notícia para aquela jovem igreja. É encorajadora a mensagem de que aqueles que estão “em Cristo”, através da habitação do Espírito Santo neles, são transformados de dentro para fora, tornando-se novos seres, libertos da penalidade do pecado (morte), herdeiros das promessas e filhos de Deus (Rm 8:16, 17).

Hoje, porém, as pessoas acham que a liberdade em Cristo significa que você não tem realmente que mudar seu modo de vida. Você pode fazer o que quiser, pedir perdão, e ainda assim ser salvo. Outros vacilam entre esse conceito e o de terem de ser “suficientemente bons” sozinhos, esperando que “boas obras suficientes” obterão para eles uma entrada no Céu.

Romanos 8 é igualmente uma boa notícia para nós. Paulo explica que Jesus pagou o preço supremo pelo pecado (Rm 8:3). Sua morte (o preço pelo nosso pecado) pode ser imputada a nós se crermos nEle e O aceitarmos. Isso, porém, não é tudo. Se estivermos verdadeiramente ligados a Cristo (Rm 8:12, 13) e trabalharmos para conservar essa ligação, nossa atitude mental será transformada (Rm 8:8-10), nosso caráter será modificado e seremos transformados tanto aqui quanto pela eternidade (Rm 8:11), não mais presos a este corpo de pecado (Rm 8:13)! Isso, de fato, é uma boa notícia para todos, e é verdadeira liberdade!

Mãos à Bíblia


6. Que promessa têm os que se rendem completamente a Cristo? Rm 8:9-14

David Maxwell – Perth, Austrália

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Crendo no Filho de Deus - 25/08/2009 a 29/08/2009

Terça, 25 de agosto

Testemunho

Levantar-se em favor de algo...


Como diz a canção, “você tem que se levantar em favor de algo, ou cairá vítima de qualquer coisa”. Muitas vezes é fácil duvidar ou questionar. E quando você vacila entre duas idéias, é fácil tropeçar. Esta joia de verdade – levantar-se em favor de algo ou cair vítima de qualquer coisa – fala alto à vida cristã. Precisamos acreditar em Cristo, não apenas como nosso Amigo, mas como o poderoso Redentor que é perdidamente apaixonado por nós! E ao estudarmos a lição desta semana, compreendemos que a crença não é meramente um alvo intelectual, mas algo que muda o que somos e como vivemos.

Ellen White concorda que conhecer Jesus e aplicá-Lo a nossa vida é o fator decisivo em se levantar em favor de algo. E os resultados de uma verdadeira crença em Jesus e em Suas reivindicações são incríveis.

“Nossa crença em Cristo não deve ser uma crença casual, mas uma crença que penetre em todas as partes da vida. Esse tipo de crença nos leva a pedir Sua ajuda porque compreendemos que só podemos depender dEle. Uma crença casual admite que Ele é o Redentor, mas não O honra recebendo-O como um amigo, um ajudador. Aqueles que têm uma crença assim trabalham com grande desvantagem; pois não chegam a ter confiança em Cristo” (Ellen G. White, Review and Herald, 5 de maio de 1904).

“Em crer há paz e alegria. ... O crer traz paz, e a confiança em Deus traz alegria. Crede, crede! diz meu coração, crede. Descansai em Deus. Ele pode guardar aquilo que Lhe confiastes. Ele vos fará mais do que vencedores por Aquele que vos amou” (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 121.

Nossa crença em Cristo nos estimula à ação de pedir por divino auxílio para seguir o exemplo de Cristo. Não só temos a chance de mostrar Deus ao mundo ao escolhermos Jesus como nosso modelo, mas também colhemos os benefícios da paz, alegria e descanso para nossa alma ao entrarmos em contato com o Divino através de nosso Salvador, Redentor e Criador – Jesus Cristo, o Senhor.

Mãos à Bíblia

As duas primeiras testemunhas sobre a filiação divina de Jesus são a água e o sangue. A terceira é o Espírito Santo (1Jo 5:6, 8). No Evangelho de João é dito que o Espírito Santo daria testemunho de Jesus (Jo 15:26). Por que essas testemunhas são necessárias? No Antigo Testamento, eram requeridas duas ou três testemunhas para confirmar uma questão (Dt 19:15). João quis deixar claro que o caso de Jesus tinha um fundamento sólido. Ele quis mostrar que temos boas razões para crer.

2. A que testemunhas João apela a respeito da divindade de Jesus? 1Jo 5:9, 10. No que ele queria que crêssemos?

João queria demonstrar que a convicção em Jesus repousa em testemunhos poderosos.

Jenniffer Ogden | Round Rock, EUA

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Coluna da Missão: O Apóstolo Pedro - 25/08/2008 a 30/08/2008

Segunda, 25 de agosto

Exposição
Coluna da missão

Parece que, logo depois de Jesus retornar ao Céu, Pedro se tornou o líder entre os crentes, aproximadamente 120 pessoas. Como vimos na semana passada, porém, só depois do Pentecostes, quando ele se levantou e pregou poderosamente à multidão, é que vemos completamente a transformação surpreendente na vida dele (At 2:14-41). Como resultado da operação do Espírito Santo por sua pregação, três mil pessoas aceitaram Jesus e foram batizadas. Na vez seguinte em que vemos Pedro, ele estava caminhando com seu colega João, apóstolo e amigo havia longo tempo, subindo ao templo para orar. Então, Pedro operou o primeiro milagre de cura registrado em Atos, ao curar um portador de deficiência física desde o nascimento (At 3:6-8).

2. Qual, disse Pedro, era a fonte de seu poder de curar? At 3:6, 12, 13; 4:10

3. Mais tarde, que tipo de pressão incrível foi colocada sobre Pedro? Que grande perigo ele, ou qualquer pessoa, correria na mesma situação? At 5:15; 10:25

Podemos aprender muito sobre como Jesus lida com os seres humanos pecaminosos ao estudar a vida de Pedro e observar como este discípulo impetuoso, jactancioso e exageradamente confiante em si mesmo se tornou um servo amoroso e humilde para Cristo e para a igreja primitiva.

Pedro: uma curta biografia (Mt 14:22-33; 26:47-54, 69-75; Mc 8:31-33; Jo 13:1-9). Pedro (também conhecido como Simão) foi um dos doze apóstolos de Cristo. Ele se tornou o líder dos apóstolos após a ascensão de Jesus. Pedro era originalmente de Betsaida, na margem norte do Mar da Galiléia. Era casado e, com seu irmão, ganhavam a vida como pescadores. Sua casa ficava em Cafarnaum. Quando Jesus chamou Pedro para ser apóstolo, deu-lhe o nome de Cefas (aramaico) ou Pedro (Petros em grego), nomes que em português são traduzidos como “pedra”. Juntamente com Tiago e João, Pedro era um dos apóstolos que Jesus escolheu para estarem presentes durante importantes momentos de Seu ministério.

Pedro era impetuoso, jactancioso e demasiado confiante em si. Quis andar sobre a água. Além disso, repreendeu Jesus pelo que lhe parecia ser um pensamento negativo, e recusou-se a deixar que Jesus lhe lavasse os pés na última Páscoa em que estiveram juntos. Negou conhecer Jesus durante um dos julgamentos e, apressadamente, desembainhou uma espada quando Jesus estava sendo preso. Quando Jesus perguntou: “Quem vocês dizem que Eu sou?”, Pedro disse imediatamente: “O Senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16:15, 16).

O caminho até a posição de coluna, parte 1 (Lc 5:1-11). Após o primeiro encontro com Jesus, Pedro e os outros discípulos viajaram com Ele por toda a Galiléia, Judéia, Jerusalém e Samaria. Ao longo de todo o caminho, viram Jesus realizar milagre após milagre, e Se associar com os marginalizados pela sociedade. Mas alguns deles, inclusive Pedro, não haviam ainda renunciado completamente sua vida como pescadores. Certa vez, após ensinar uma multidão que consistia de muitos tipos de pessoas, Jesus disse para Pedro lançar a rede. Mesmo não tendo o discípulo apanhado nada na noite anterior, e embora estivessem grandemente desanimados pela prisão de João Batista e pelo preconceito dos líderes religiosos contra Jesus (veja O Desejado de Todas as Nações, p. 249), Pedro fez o que Jesus ordenou. E, para seu espanto, a rede se encheu tanto de peixes que começou a se romper.

Até então, nenhum dos discípulos havia “abandonado de todo sua anterior ocupação. ... Mas agora Jesus os convidava a abandonar a vida anterior, unindo aos dEle os seus interesses” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 249). Uma vez mais, só que desta vez completa e inteiramente, Pedro aceitou o chamado de Jesus para se tornar pescador de homens.

O caminho até a posição de coluna, parte 2 (Mt 16:15, 16, 18; At 5:12-15; 10). Antes de Cristo regressar ao Céu, Ele restaurou Pedro ao ministério e lhe deu a obra de nutrir a igreja primitiva. Essa obra requereria grande cuidado e ternura, juntamente com muita paciência e perseverança. Pedro estaria ministrando àqueles que eram novos na fé, educando-os para também serem úteis no serviço de Cristo. Até então, os traços negativos do caráter de Pedro não lhe haviam permitido estar particularmente qualificado para fazer isto ou mesmo para entender a importância de aprender de Cristo como fazê-lo. Mas essa era a obra que Cristo agora o chamava a fazer. E para essa obra, a própria experiência de sofrimento e arrependimento vivida por Pedro o havia preparado.

Anteriormente, em seu discipulado, Pedro muitas vezes falara e agira sob o impulso do momento. Estava sempre pronto a corrigir outros e a expressar sua opinião antes de ter clara compreensão de si mesmo e da situação em que estava. Mas o Pedro verdadeiramente humilde e convertido era muito diferente. Conservou seu antigo fervor, mas as palavras e a vida de Cristo passaram a regular seu zelo. Em vez de ser impetuoso, autoconfiante e cheio de exaltação própria, Pedro podia agora permanecer calmo e ser ensinado. Podia nutrir a igreja infante de Cristo como um pastor cuida de cordeirinhos recém-nascidos.

A maneira como o Salvador nutriu Pedro lhe ensinou e ensinou aos outros discípulos como nutrir a igreja primitiva. Ensinou-lhes a tratar os pecadores com paciência, simpatia e amor perdoador. Embora Pedro houvesse negado seu Senhor, não uma, mas três vezes, o amor que Jesus lhe mostrava nunca falhou. Esse amor mostrou a Pedro e aos outros discípulos como cuidar dos milhares de novos conversos que logo entrariam em suas fileiras. Enquanto se lembrava de sua própria fraqueza e fracasso, e de como Jesus havia lidado com ele, Pedro aprenderia como lidar com outros que buscavam a salvação.

Kleng-Kleng del Rosário | Davao, Filipinas

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