quinta-feira, 24 de março de 2011

Sociedade com Jesus - 24/03/2011 a 26/03/2011

Quinta, 24 de março

Aplicação
Unidade mental com Cristo


Quando Cristo viveu na Terra, Satanás O tentou a questionar aquilo que Ele sabia ser a verdade sobre Deus. Mas Jesus não caiu nas ciladas do diabo. O capítulo 4 de Mateus nos conta a história da tentação de Jesus no deserto. O diabo veio a Cristo quando Ele estava em Seu ponto mais fraco, pois fazia 40 dias que Ele não comia. Satanás tirou vantagem da fraqueza de Cristo, desejando travar uma guerra tanto psicológica quanto espiritual. Felizmente, Cristo conhecia bem as Escrituras, portanto Ele sabia quem era e qual a Sua missão. Além disso, havia acabado de ser batizado e de ter ouvido a voz de Seu Pai dizendo: “Este é o meu Filho amado em quem Me agrado. Ouçam-no!” (Mt 17:5). As astutas palavras de Satanás tinham o objetivo de fazer com que Cristo duvidasse de Sua missão.

Muitas vezes, o diabo vem a nós quando estamos mais fracos. Depois, ele faz com que duvidemos de quem somos e de para onde estamos indo. O fato é que muitas vezes caímos na armadilha, nos estressamos e desperdiçamos emoções, mesmo depois de Deus nos ter falado e nos dado um propósito. Cristo não considerou a angústia mental como qualquer coisa, portanto nós também não devemos fazê-lo.

Para nos ajudar a alcançar a unidade mental com Cristo, Ele nos dá alguns conselhos a seguir (1Pe 2:21):

Ore (1Ts 5:17). Você passa a conhecer as pessoas passando tempo com elas. Se esperamos conhecer a Deus e Seu plano para nós, precisamos passar tempo com Ele.

Guarde sua mente (Fp 4:8). Se nos enchermos de lixo, nossa mente não será capaz de reconhecer a voz de nosso Pai.

Coloque em prática o que você aprender sobre o ser um filho de Deus (Fp 4:9). Fazê-lo assegura a paz. Também faz com que outras pessoas saibam de que lado você está! Aprenda a perdoar a outros e a servir aqueles que estão necessitados em sua comunidade.

Estude as Escrituras (Sl 119:11). Cristo estava armado com a Palavra de Seu Pai, de forma que, toda vez que o diabo tentou apanhá-Lo, Ele estava pronto.

Mãos à Bíblia

5. Que motivos temos para esperar no Senhor? Sl 31:24

6. Que lição podemos aprender da confiança de Jesus no Pai, mesmo em ocasiões terríveis? Mt 26:36-44

Samantha Shyam – Silver Spring, EUA
Sharon Delgado – Winnipeg, Canadá

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quarta-feira, 24 de março de 2010

A Essência do Caráter Cristão - 24/01/2010 a 27/03/2010

Quarta, 24 de março

Evidência
Árvores frutíferas sem frutos

Uma das coisas mais maravilhosas sobre a vida nos trópicos é a abundância de frutas e árvores frutíferas. Sabemos que com as árvores frutíferas vêm muitos frutos, e há só uma coisa melhor do que pegar frutas frescas no mercado: pegá-las na árvore.

Oh, quão abençoados foram nossos primeiros pais, Adão e Eva, de ser colocados no Jardim do Éden, onde tinham abundância de frutas e árvores frutíferas ao alcance da mão! (Gn 1:29; 2:16).

Em algumas culturas, o fazendeiro ou agricultor atravessa uma estaca de ferro no tronco de uma árvore estéril, e até a estação seguinte aquela árvore já estará produzindo frutos. Como cristãos, não precisamos nos preocupar em que uma estaca de ferro seja atravessada em nós, pois fomos redimidos da maldição do pecado e da esterilidade pelo precioso sangue de Jesus Cristo. Ele é a videira verdadeira (Jo 15:1-5).

“Se não damos nenhum fruto, o poder das trevas toma posse de nossa mente, nossas afeições, nosso serviço, e somos do mundo, embora professemos ser filhos de Deus” (Comentários de Ellen G. White, SDA Bible Commentary, p. 1.143).

“Permanecendo em Cristo, podemos ter Sua doçura, Sua fragrância, Sua luz. Cristo é a Luz do mundo. Ele brilha em nosso coração. Sua luz em nosso coração irradia de nossa face. Contemplando a beleza e a glória de Cristo somos transformados na mesma glória” (Ibid.).

Mãos à Bíblia

6. Leia 1 João 2:15. O que esse texto está dizendo? Quer dizer que Deus não ama aqueles que amam o mundo, ou aqueles que amam o mundo não amam a Deus? Explique.

“Às vezes, os anseios do coração são pela santidade e o Céu; mas não há tempo para retrair-se do tumulto do mundo para ouvir as palavras majestosas e autorizadas do Espírito de Deus. As coisas da eternidade são tidas como secundárias, e as do mundo, supremas. É impossível à semente da verdade produzir fruto; porque a vida é utilizada para alimentar os espinhos do mundanismo” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 51).

7. Como uma pessoa pode saber quando seu amor ao mundo substituiu seu amor a Deus? Que sinais deve procurar?

Greig Jordan | St. Philip, Barbados

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terça-feira, 24 de março de 2009

Confiança no Dom Profético - 24/03/2009 a 28/03/2009

Terça, 24 de março

Testemunho

Segure firmemente


Confiança no dom profético5. Jesus disse: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim” (Jo 5:39). O que os textos do Antigo Testamento a seguir nos dizem sobre Jesus? Sl 16:9, 10; 41:9; Is 53:4-6; Mq 5:2

Os autores bíblicos, desde Moisés até o apóstolo João, dirigiram seus leitores Àquele que viria primeiramente para salvar Seu povo de seus pecados (Mt 1:21) e pela segunda vez para livrá-los da presença do pecado (Ap 21:4). Seguindo os passos dos profetas bíblicos, Ellen White apontou constantemente seu Salvador Jesus Cristo ao povo. E ela aconselhou os ministros a fazer de Cristo o centro de tudo: “Introduza Cristo em cada sermão. Faça com que a preciosidade, a misericórdia e a glória de Jesus Cristo sejam contempladas até que Cristo, a esperança da glória, seja formado no homem interior” (Evangelismo, p. 186).

Confiança por meio da fé inabalável. “Devemos acariciar e cultivar a fé da qual testificaram profetas e apóstolos – a fé que se apodera das promessas de Deus, e espera pelo livramento na ocasião e maneira apontados. A firme palavra da profecia encontrará seu final cumprimento no glorioso advento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. O tempo de espera pode parecer longo, podemos ser oprimidos por desanimadoras circunstâncias, muitos daqueles em quem confiamos podem cair ao longo do caminho; mas como o profeta que procurou encorajar Judá em tempo de apostasia sem precedente, confiadamente declaramos: ‘O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a Terra’ ” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 387, 388).

Confiança através do conhecimento e experiência. “Temos de ter um conhecimento das Escrituras, para que possamos descobrir as linhas da profecia e... ver que se está aproximando o dia, de modo que com aumentado zelo e esforço, nos exortemos uns aos outros à fidelidade. ... Renunciar a nossa fé? Rejeitar a confiança? Tornarmo-nos impacientes? – Não! Não! Não pensaremos em semelhante coisa. ... Vejamos como se têm cumprido, e se estão cumprindo as especificações das profecias. Levantemos a cabeça e regozijemo-nos, pois nossa redenção se aproxima. Está mais próxima do que quando aceitamos a fé. Não havemos de esperar pacientemente, possuídos de ânimo e fé? Não deveremos tratar de preparar um povo, para que subsista no dia do ajuste final...?” (Ellen G. White, Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 348).

“Velhas controvérsias serão reavivadas, e novas teorias estarão continuamente a surgir. O povo de Deus, porém, que em sua crença e cumprimento de profecia desempenhou uma parte na proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas, sabe onde se encontra. Possuem uma experiência que é mais preciosa que o ouro fino. Devem permanecer firmes como a rocha, retendo firmemente o princípio de sua confiança até o fim” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 109).

John Lim | Winter Garden, EUA

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