quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Baruque - 23/12/2010 a 25/12/2010

Quinta, 23 de dezembro

Aplicação
Primeiro lugar


Como seres humanos, quando enfrentamos um problema, muitas vezes recorremos a soluções particulares, em vez de confiar em Deus. Foi isso que Israel fez. Em vez de confiar nEle, voltaram-se para os ídolos que podiam ver e tocar. Hoje, parece que damos mais poder às circunstâncias humanas do que a Deus. O resultado, em última análise, é idolatria. Começamos a confiar em realizações humanas, no dinheiro ou nas circunstâncias como solução. Então, quando Deus nos chama a fazer algo, raciocinamos que não podemos porque não temos o dinheiro, ou porque as circunstâncias não são exatamente adequadas. Sabemos que não é fácil lançarmos nossos fardos sobre o Senhor e confiar que Ele satisfará nossas necessidades. Então, o que podemos fazer quando estamos apreensivos, desconfortáveis ou preocupados? Eis aqui alguns passos a seguir:

Confie em Deus. Podemos confiar nEle quando andamos com Ele diariamente através da oração e do estudo da Bíblia. Quando passamos tempo com amigos, aprendemos a confiar neles. O mesmo se aplica a Deus.

Busque conselho de um líder cheio do Espírito. Escolha um mentor digno de confiança com que você possa partilhar sua experiência. Permita que esse líder inspire em você confiança e esperança através da graça de Deus.

Defina suas prioridades. Qual é a coisa mais importante de sua vida? Para saber isso, faça uma conta de quanto você gasta por dia com isso, em comparação com as outras coisas. Se você fosse fazer uma lista, que lugar Deus ocuparia? Se Ele está no fim da lista, coloque-O em primeiro lugar.

Adquira o hábito de buscar a Deus. Muitas vezes temos a tendência de esquecer de Deus depois que uma questão é resolvida. Desenvolva o hábito de louvá-Lo e de buscar nEle orientação e sabedoria.

Um dos maiores problemas que enfrentamos hoje é a desconexão entre o conhecimento e a aplicação. Sabemos que devíamos fazer alguma coisa, mas parece que não fazemos. Sabemos que não devíamos fazer algo, mas o fazemos assim mesmo. Simplesmente precisamos dar o primeiro passo em fé, sabendo que somos incapazes. Deus suprirá o que falta. Assim como os sacerdotes que cruzaram o rio Jordão tiveram de dar o primeiro passo em fé antes que Deus provesse um caminho seco, precisamos confiar que Deus suprirá para nós a força a fim de darmos um passo de cada vez.

Mãos à Bíblia

5. Leia Jeremias 45. O que essa passagem nos diz sobre Deus? O que nos diz sobre Baruque?

6. Que relação você nota entre Jeremias 45:1-5 e Mateus 6:25-34?

Jill Manoukian | Avon, EUA

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Cidades de Refúgio - 23/12/2009 a 26/12/2009

Quarta, 23 de dezembro

Evidência
Onde está o GPS?


Quando eu estava crescendo, ouvia histórias bíblicas o tempo todo. Tinha um conjunto de discos que contavam todas as histórias fascinantes com as quais as crianças cristãs crescem: Davi e Golias, Ester, Josué e os muros de Jericó, e a história dos israelitas saindo do Egito, cruzando o deserto e finalmente entrando na Terra Prometida. Eu sempre imaginava Deus guiando Seu povo através desse infindável deserto numa linha reta do Egito até Canaã. Nos olhos de minha imaginação, esse deserto era tão vasto que era lógico o fato de eles terem levado anos e anos para atravessá-lo. Esse, contudo, não é o caso. Do lugar em que os estudiosos acreditam que os israelitas cruzaram o Mar Vermelho até as fronteiras de Canaã são aproximadamente 250 km. Se os israelitas tivessem tomado um caminho direto, poderiam ter chegado ao seu destino em menos de um mês. Essa informação é surpreendente quando se lê o livro de Números e se vê o povo de Deus vagueando pelo deserto por 40 anos. Por que Deus permitiria tal coisa? Quando olho para minha vida, e então para o mundo ao meu redor, parece que posso ver esse mesmo fenômeno acontecendo. Por que Deus me permite andar em círculos e vaguear por aí, aparentemente sem objetivo, quando Ele poderia simplesmente me dirigir exatamente para o lugar em que devo ir em seguida?

A resposta para os israelitas era que eles não estavam preparados para a terra prometida quando saíram do Egito. Na verdade, levaram todos os 40 anos para chegar ao ponto de possuir o relacionamento com Deus e a confiança nEle adequados para tomar a terra e morar nela. O deserto não foi um obstáculo que se interpôs em seu caminho, mas um instrumento necessário em sua jornada.

É isso, tenho certeza, o que Deus está fazendo em minha vida e na vida de outros. Deus tem um lugar de destino para cada pessoa. A despeito de quão importante seja que uma pessoa chegue a certo lugar, muitas vezes a parte mais vital de tudo é a viagem.

Mãos à Bíblia

Leia Números 35:22-34 e responda às perguntas a seguir:

6. Como a congregação inteira se envolvia no trato com essas situações? Por que era importante que todos se envolvessem?

7. Que distinção era feita entre o assassinato premeditado e o homicídio involuntário?

8. Embora a morte pudesse ter sido por acaso, aquele que cometia o ato ainda tinha que permanecer na cidade de refúgio a fim de ser protegido. Tendo em vista o contexto, por que isso era necessário?

9. O Senhor estabeleceu esse sistema de justiça, em que os seres humanos eram responsáveis por determinar a culpa e a inocência. Por que Ele não administrava de maneira sobrenatural a justiça, como fazia em outros casos?

10. Por que um assassino não podia ser morto pelo testemunho de uma só pessoa? O que isso nos diz sobre a seriedade da questão da pena de morte?

Jean Blackmer | Burtonsville, EUA

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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A Expiação e a Harmonia Universal - 23/12/2008 a 27/12/2008

Terça, 23 de dezembro
Testemunho
A multidão de remidos


4. Quando e como Deus lidará com o fenômeno do pecado em Suas criaturas rebeldes? 1Co 4:5; 6:3; Ap 20:1-4

A solução do problema do pecado acontece em fases devido ao interesse de Deus em esclarecer ao Universo Sua justiça. Em primeiro lugar, na Bíblia o milênio é um evento indispensável que levará a uma revelação cósmica da justiça de Deus, e resultará na plena reconciliação de todas as coisas na Terra e no Céu (Cl 1:20). O milênio indica que na segunda vinda o cosmos ainda não está pronto para a aniquilação dos pecadores impenitentes, de Satanás e de seus anjos caídos. O milênio fornece o tempo necessário para criar apoio universal à solução de Deus para o grande conflito. Segundo, o milênio é um tempo de reflexão e análise cósmica. Esse tempo será usado, tanto pelos remidos como por Satanás, revisando os resultados do grande conflito. Satanás e seus anjos terão tempo suficiente para pensar no que fizeram. Terceiro, a reflexão no Céu acontece no contexto do juízo dos ímpios (1Co 6:2, 3; Ap 20:4). Os remidos se unirão às cortes celestiais e participarão do exame da vida daqueles que persistiram em sua rebelião contra Deus. Eles poderão testemunhar o fato de que Deus fez tudo o que pôde para salvar os pecadores, e que os perdidos deverão, então, assumir a responsabilidade por suas decisões.

“Antes de entrar na cidade de Deus, o Salvador concede a Seus seguidores os emblemas da vitória, conferindo-lhes as insígnias de sua condição real. As fileiras esplendentes são dispostas em forma de um quadrado aberto ao centro, em redor de seu Rei, que Se ergue majestosamente muito acima dos santos e anjos e de cujo rosto irradia benigno amor a todos. Por toda a hoste inumerável dos resgatados, todos os olhares se acham fixos nEle, todos os olhos contemplam a glória dAquele cujo ‘parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a Sua figura mais do que a dos filhos dos homens’. Sobre a cabeça dos vencedores, Jesus com Sua própria destra põe a coroa de glória. Para cada um há uma coroa que traz o seu ‘novo nome’ (Ap 2:17), e a inscrição: ‘Santidade ao Senhor.’ Em cada mão são colocadas a palma do vencedor e a harpa resplandecente. Então, ao desferirem as notas os anjos dirigentes, todas as mãos deslizam com maestria sobre as cordas da harpa, tirando-lhes suave música em ricos e melodiosos acordes. Indizível arrebatamento faz vibrar todo coração, e toda voz se ergue em grato louvor: ‘Àquele que nos ama, e em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai; a Ele glória e poder para todo o sempre’ (Ap 1:5 e 6).

“Diante da multidão de resgatados está a santa cidade. Jesus abre amplamente as portas de pérolas, e as nações que observaram a verdade, entram. Ali contemplam o Paraíso de Deus, o lar de Adão em sua inocência. Então aquela voz, mais harmoniosa do que qualquer música que tenha soado aos ouvidos mortais, é ouvida a dizer: ‘Vosso conflito está terminado.’ ‘Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.’ ...

“Cumpre-se, então, a oração do Salvador por Seus discípulos: ‘Aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam comigo.’ ‘Irrepreensíveis, com alegria, perante a Sua glória’ (Jd 24), Cristo os apresenta a Seu Pai como a aquisição de Seu sangue, declarando: ‘Eis-Me aqui, com os fiIhos que Me deste’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 645, 646).

Vicki Redden | Sharpsburg, EUA

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