sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Jônatas - 22/10/2010 a 23/10/2010

Sexta, 22 de outubro

Opinião
Amizade por toda a eternidade


Meu crescimento sendo uma irmã gêmea nem sempre foi fácil. Havia favoritismo e constante comparação física e de caráter. Apesar de tudo isso, sempre tive uma amiga. Agora que moro longe de minha irmã gêmea, lembro-me de como ela influenciou minha vida. Sempre me deu seu amor de maneira completa, voluntária e incondicional.

Vocês também provavelmente já encontraram pessoas em sua vida que consideram íntimas. Esse laço me lembra de Jônatas e do amor e amizade sem reservas que dedicou a Davi.

Jônatas era um príncipe – um homem de poder, força, coragem e determinação. Ele confiou em Deus, O amou e sempre permitiu a direção divina Deus em sua vida. O Senhor havia escolhido Davi para governar; mas, em vez de Jônatas alimentar ódio e ira contra ele, mostrou a Davi lealdade, respeito e dedicação. Jônatas foi atraído pela ousadia de Davi, seu coragem e fé em Deus. Colocando de lado todo ressentimento, inveja e ambição por poder, ele se humilhou diante de Davi – até mesmo intercedendo para mantê-lo a salvo. Tantas coisas poderiam ter destruído a amizade deles, contudo o amor que ele tinha por Davi e a obediência que prestava a Deus tornou a ligação deles mais forte.

É rara a verdadeira amizade, que prevalece ao longo das provações da vida. E ainda mais rara é a que perdura para a eternidade. Que dia maravilhoso será quando Jônatas e Davi se reencontrarem no Céu! Essa amizade é um reflexo do relacionamento que Deus Pai tinha com Jesus Cristo. A amizade de Deus está sempre presente, à nossa disposição. Deus está esperando para ter essa profunda e intensa ligação com você. Ele sempre permanecerá leal a você e protegerá você em tempos de perigo e medo. Pode ser difícil confiar nas pessoas, por causa da ganância e satisfação própria. Contudo, como Jesus disse a Seus discípulos: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (Jo 15:13).

Que bênção é ter uma amizade que resista ao teste do tempo, cheia de amor, confiança, lealdade, dedicação, respeito e admiração!

Mãos à Obra

1. Lembre-se dos amigos que Jesus gostava de visitar em Betânia (Lc 10:38-42; Jo 11:1-44). O que deve ter tornado esta casa tão convidativa? O que você pode fazer para ter amizade com os pastores e professores que conhece?
2. Passe uma tarde com Jesus. O que vocês dois poderiam fazer juntos? Passe algum tempo com Jesus como um amigo cada dia durante a próxima semana.
3. Procure alguns amigos com quem você não tem contato há alguns anos. Envie a cada um deles um cartão ou um e-mail. Ou melhor, telefone para eles.
4. Convide alguém que você conhece, que parece solitário, para uma atividade ao ar livre, como uma caminhada.

Juliana Henry – Palmerston North, Nova Zelândia

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Trombeta, sangue, nuvem e fogo - 22/10/09 a 24/10/09

Quinta, 22 de outubro

Aplicação
Lembrança de sua salvação


A Páscoa devia lembrar aos israelitas a capacidade de Deus para salvá-los e de Sua promessa de dar-lhes uma nova terra. No Novo Testamento, Jesus deu a Seus discípulos outra lembrança da salvação (Mt 26:36-43). Pela descrição desses dois eventos, podemos compreender como enriquecer nossa experiência de comunhão para fortalecer nossa vida espiritual:

Lembre-se de como você aceitou a salvação de Deus (Êx 12:17). Deus instruiu os israelitas a comemorar anualmente a Páscoa, porque Ele os havia tirado do Egito. Jesus nos tira do pecado. O serviço da Comunhão, portanto, é uma ocasião para relembrarmos que Ele é nosso Salvador, e de como Ele nos salva.

Prepare um sacrifício especial (Êx 12:3-6). Os israelitas sacrificaram um cordeiro sem mácula. Que sacrifício especial podemos fazer? Uma oferta de gratidão? Um sacrifício de tempo e esforço para ajudar alguém necessitado ou ajudar com uma atividade da igreja? Use seu sacrifício para refletir em quão maior foi o sacrifício que Jesus fez.

Faça algo especial neste dia (Êx 12:7, 26, 27). Os israelitas deviam colocar sangue nos batentes das portas. Esse era um testemunho público de sua fé e um símbolo do sangue de Cristo como expiação pelo pecado. Você também pode colocar um “sinal” em sua porta. Esse “sinal” pode dar origem a uma oportunidade de testemunhar de sua fé. Também pense num amoroso caráter cristão como sinal da expiação pelo pecado feita por Cristo.

Tenha uma refeição especial (Êx 12:8-11). Participar de uma refeição como a Ceia do Senhor é uma ocasião perfeita para companheirismo e para compartilhar sua gratidão com outros membros da igreja. Ou participe de uma “refeição” “comendo” a Palavra de Deus, quer estudando sozinho, quer com amigos.

Repita as promessas de Deus. O Senhor havia prometido aos israelitas que Ele lhes daria a Terra Prometida (Êx 12:25). Ele promete que nos dará a terra prometida celestial.

Mãos à Bíblia

7. Que características se pode observar na jornada dos israelitas, o povo da aliança, sob a orientação de Deus? Nm 10:11-36

Note a ordem. Três exércitos tribais seguiam a nuvem e a arca. Então, os levitas, com seus carros, levavam as várias partes do santuário portátil. Vinham, em seguida, mais três exércitos tribais. Depois, vinham os coatitas, carregando as mobílias do santuário. Seis exércitos vinham atrás, protegendo de ataques a retaguarda. Tudo era feito com muita ordem. O caminho mais rápido do Egito até Canaã era pela região costeira “pelo caminho da terra dos filisteus”. Mas Deus sabia que Israel não estava preparado para a guerra (Êx 13:17). Consequentemente, quando sinalizou a marcha, a coluna da nuvem levou a nação para o nordeste, pelo deserto de Parã (Nm 10:11, 12).

Danny e Rachel Handoko | Eindhoven, Países Baixos

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A Expiação e a Iniciativa Divina - 22/10/2008 a 25/10/2008

Quarta

Testemunho
Plano maravilhoso


Deus poderia ter lidado com a rebelião humana de várias formas diferentes. Ele poderia ter destruído Adão e Eva imediatamente, e até mesmo o planeta inteiro. Ou também poderia ter decidido abandoná-los à própria sorte; isto é, tê-los deixado sozinhos para enfrentar os resultados inevitáveis do pecado, que os levariam à ruína eterna. Mas havia uma coisa que Ele não poderia ter feito: Ele não poderia ter ignorado a rebelião, fingindo que não havia acontecido nada e permitindo que seu relacionamento continuasse como antes. Por fim, o que Deus fez? Ele não os destruiu, não os abandonou e não os ignorou. Ao contrário, Ele pôs em execução Seu propósito eterno de salvação em Cristo.

5. Que tema-chave é repetido, vez após vez, em todas as Escrituras? O que esse fato nos diz sobre o plano da salvação? Mc 10:45; Gl 1:4; 2:20; Ef 5:2; Tt 2:14

“O plano pelo qual poderia unicamente conseguir-se a salvação do homem, abrangia o Céu todo em seu infinito sacrifício. Os anjos não puderam regozijar-se ao desvendar-lhes Cristo o plano da redenção; pois viram que a salvação do homem deveria custar a indizível mágoa de seu amado Comandante. Com pesar e admiração escutaram Suas palavras ao contar-lhes Ele como deveria descer da pureza e paz do Céu, de Sua alegria, glória e vida imortal, e vir em contato com a degradação da Terra, para suportar suas tristezas, ignomínia e morte. Ele deveria ficar entre o pecador e a pena do pecado; poucos, todavia, O receberiam como o Filho de Deus. ... Quando Sua missão como ensinador estivesse terminada, deveria ser entregue nas mãos de homens ímpios, e ser submetido a todo insulto e tortura que Satanás os poderia inspirar a infligir. Deveria morrer a mais cruel das mortes, suspenso entre o céu e a Terra como um pecador criminoso. ... Deveria suportar aflição de alma, a ocultação da face do Pai, enquanto a culpa da transgressão – o peso dos pecados do mundo inteiro – estivessem sobre Ele."

“Os anjos prostraram-se aos pés de Seu Comandante, e ofereceram-se para ser sacrifício para o homem. Mas a vida de um anjo não poderia pagar a dívida; apenas Aquele que criara o homem tinha poder para o redimir. ... Tomando Ele sobre Si a natureza humana, Sua força não seria igual à deles, e deveriam eles ministrar-Lhe, fortalecê-Lo em Seus sofrimentos, e mitigar-Lhos. Deveriam também ser espíritos ministradores, enviados para ministrarem a favor daqueles que seriam herdeiros da salvação (Heb. 1:14). Eles guardariam os súditos da graça, do poder dos anjos maus, e das trevas arremessadas constantemente em redor deles por Satanás. ..."

“Cristo assegurou aos anjos que pela Sua morte resgataria a muitos, e destruiria aquele que tinha o poder da morte. Recuperaria o reino que o homem perdera pela transgressão, e os remidos deveriam herdá-lo com Ele, e nele habitar para sempre. Pecado e pecadores seriam extintos, para nunca mais perturbarem a paz do Céu ou da Terra. ..."

“Então, alegria, inexprimível alegria, encheu o Céu. A glória e bem-aventurança de um mundo remido sobrepujaram mesmo a angústia e sacrifício do Príncipe da vida. Pelos paços celestiais ecoaram os primeiros acordes daquele cântico que deveria soar por sobre as colinas de Belém: ‘Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens’ Luc. 2:14.” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 64, 65).

Nathan Ernst | Douglasville, EUA

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